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Müşteri Memnuniyetini Etkileyen Faktörlere İlişkin Regresyon Analizi Sonuçları

II. BÖLÜM

3.2. KIZICAHAMAM TERMAL TURİZM İŞLETMELERİNDE MÜŞT ERİ

3.2.8. Bulgular ve Yorumlar

3.2.8.6. Müşteri Memnuniyetini Etkileyen Faktörlere İlişkin Regresyon Analizi Sonuçları

Abacates ‘Geada’ foram submetidos a tratamento hidrotérmico (38ºC), através de imersão, por 30, 60 e 90 minutos, em água aquecida. Como os resultados não se mostraram satisfatórios na redução dos sintomas de injúrias pelo frio, decidiu-se modificar os tratamentos nos Experimentos com abacates ‘Quintal’, ‘Fortuna’ e ‘Hass’.

Os abacates ‘Hass’, ‘Quintal’ e ‘Fortuna’, foram aquecidos a 38°C por 60 e 90 min. ou a 38°C por 90 min, seguido de 1 min. a 50°C. Os abacates ‘Hass’ foram armazenados a 1±0,5°C por 45 dias, e os ‘Geada’, ‘Fortuna’ e ‘Quintal’ a 4±1°C por 28 dias, favorecendo a ocorrência de injúria por chilling. Depois deste armazenamento sob refrigeração, eles foram levados para ambiente a 21-23ºC até amadurecerem. Os frutos tratados termicamente foram comparados com frutos não tratados, do tratamento testemunha. Os frutos do testemunha foram armazenados nas mesmas condições de temperatura e umidade que os frutos tratados termicamente.

Assim como nos experimentos anteriores, um lote com 5 frutos, de cada tratamento, foi utilizado para se determinar a evolução da aparência, da coloração da casca e da perda de massa fresca. Estas determinações permitiram avaliar a ocorrência e a intensidade dos sintomas de injúria por chilling, bem como demonstrar a evolução desses parâmetros ao longo do período de armazenamento, utilizando-se sempre os mesmos frutos.

Durante o armazenamento refrigerado, as amostras com 3 frutos cada, foram coletadas a cada 7 dias, em duplicata e ao acaso, nos Experimentos com abacates ‘Geada’, ‘Quintal’ e ‘Fortuna’. No experimento com abacates ‘Hass’, as amostras, com 5 frutos cada, também foram coletadas em duplicata e ao acaso, a cada 15 dias. As amostras foram a fim de serem analisadas quanto a coloração da polpa, textura, e teores de sólidos solúveis e acidez titulável. Quando os frutos foram transferidos ao ambiente, as amostras passaram a ser coletadas, a cada 2 dias, no Experimento com abacates ‘Geada’, ‘Quintal’ e ‘Fortuna’, e a cada 3 dias, no com frutos da ‘Hass’.

Os experimentos foram levados a efeito utilizando-se um delineamento inteiramente casualizado e as análises dos resultados foram feitas utilizando-se um esquema fatorial, tratamentos x tempos. Quando os frutos foram transferidos ao ambiente, iniciou-se nova análise, mantendo-se os mesmos tratamentos.

Os dados da massa fresca foram analisados utilizando-se regressão polinomial (GOMES, 1977). As equações de 1° grau das variações da massa fresca dos frutos armazenados sob refrigeração e ao ambiente foram comparadas quanto ao paralelismo, através do teste t, conforme o proposto por NETER et al (1978).

3.3. Métodos:

As alterações na aparência dos abacates foram registradas e avaliadas, segundo uma escala de pontos, baseada na escala proposta por NISHIJIMA et al., (1995), onde: 5=ótima (casca sem manchas e coloração típica); 4=boa (casca com até 5 % de manchas e coloração típica); 3=regular (casca com 6-20% de manchas); 2=ruim (casca com 21-40% de manchas) e 1=péssima (casca com mais de 40% de manchas e ou

sinais de senescência). Em abacates ‘Hass’ armazenados ao ambiente, as manchas não foram levadas em consideração durante a avaliação da aparência da casca dos frutos, pois esse sintoma ficou mascarado com o amadurecimento dos mesmos.

A aparência da polpa foi avaliada segundo uma escala de pontos, onde: 5 = ótimo, 4 = boa, 3 = regular, 2 = ruim e 1 = péssima.

A coloração da casca e da polpa foi determinada utilizando-se um reflectômetro Minolta CR-200b, que se expressa segundo o sistema proposto pela Commission Internacionale de L’Eclaraige (CIE) em L*a*b* (color space). A cor foi relatada pelos parâmetros, luminosidade, ângulo hue ou de cor e cromaticidade (MINOLTA CORP, 1994).

A perda de massa fresca foi avaliada, utilizando-se a pesagem dos frutos em balança com capacidade para 1200g e precisão de 0,1g, com resultados expressos em gramas (g).

A resistência da polpa foi determinada utilizando-se penetrômetro FT 327 com ponteira de 8 mm, cujos resultados são expressos em Newtons.

O escurecimento interno (EI) foi determinado, em cada fruto, multiplicando-se a área escurecida (AE) por 100, e dividindo-se o resultado pela área total (AT). As áreas, escurecida e total, do fruto, foram medidas com auxilio de planímetro polar OTT.

O teor de sólidos solúveis (SS) foi determinado por refratometria e os resultados expressos em qBrix (AOAC, 1997).

A acidez titulável, expressa em gramas de ácido cítrico. 100g-1 de polpa, foi determinada por método titulométrico, utilizando-se solução padronizada de hidróxido de sódio a 0,1M, tendo como indicador a fenolftaleina a 1% (AOAC, 1997).

O teor de óleo foi avaliado através de extração direta com éter de petróleo, em extrator Tecnal TE - 044, que segue o princípio do extrator de Soxhlet (AOAC, 1997). Esse teor foi expresso em porcentagem de massa fresca.

A atividade das enzimas peroxidase (POD) e polifenoloxidase (PPO) foram determinadas no sobrenadante de amostras homogeinizadas em tampão fosfato de potássio a 0,2M, pH 6,7 e centrifugadas a 11655.G, por 10 min, a 4°C. A atividade da peroxidase foi determinada pelo método de ALLAIN et al. (1974), com leitura a 505nm e

expressa em μmol de H2O2 degradado. g-1.min-1. A atividade da polifenoloxidase foi determinada pelo mesmo método, com a utilização de fenol como substrato, leitura a 420nm e expressão em μmol de fenol degradado. g-1.min-1.

Para a determinação da atividade da pectinametilesterase (PME), o método utilizado foi o proposto por HULTIN et al. (1966) e RATNER et al. (1969), e a da poligalacturonase (PG), seguindo a técnica de GHAZALI & LEONG (1987), com algumas modificações. Tomou-se quantidade conhecida de polpa de abacate, que foi homogeinizada, por 30 segundos, com tampão acetato de sódio a 0,1M (pH 6,0), contendo 1,0% de polivinilpirrolidona (PVP) e 0,5M de NaCl. Este extrato foi filtrado em gase hidrofílica, e centrifugado a 26224.G por 30 minutos, a 4°C, obtendo-se o extrato enzimático. A atividade foi determinada através da reação de 3,0 mL do extrato enzimático com 3,0 mL de ácido poligalacturônico (Sigma Co. P-3889) a 1%, em tampão acetato de sódio a 0,1M (pH 5,0), incubada em banho-maria a 37°C por 3 horas. A reação foi paralizada com a imersão dos tubos em água fervendo, por 5 minutos. A avaliação da atividade foi feita com a determinação do conteúdo de açúcares redutores liberados, utilizando-se alíquotas de 0,5 mL, coletadas antes e depois da reação. Os teores de açúcares foram determinados pelo método de MILLER (1959). A atividade da poligalacturonase foi expressa em UAE. g-1, unidade de atividade enzimática por grama. Uma unidade de PG foi definida como a quantidade de enzima que produziu 1 μmol de grupos redutores por grama de enzima, em 3 horas.

Os conteúdos de pectina total e solúvel foram determinados pelo método de McCREADY & McCOMB (1952).

A intensidade respiratória foi avaliada em ambiente refrigerado, durante o armazenamento refrigerado, e em ambiente a 22±1°C, quando os frutos foram transferidos para condição de ambiente (22±1°C), colocando-se frutos com massa conhecida em recipiente hermeticamente fechado, com capacidade de 3,2L, por uma hora, quando se quantificou a atividade respiratória no tempo 0h e após 1 hora. A atividade respiratória foi determinada mediante a diferença dessas quantificações, e expressa em mL de CO2. kg-1 h-1 (SANCHES, 2006).

A avaliação da aparência da casca e da polpa e do odor da polpa por analistas foi feito, utilizando-se um mínimo de 10 analistas não treinados. Cada pessoa avaliou as amostras codificadas, de forma individual e marcando sua impressão em uma escala não estruturada, através de um traço vertical. Esta escala, com 10 cm, não tem pontos marcados e apenas nas extremidades aparecem os termos que expressam o máximo e o mínimo de intensidade para o parâmetro avaliado. Cada avaliação foi transformada em número, através da determinação do comprimento do traço de avaliação, segundo a escala estabelecida (STEVENS & ALBRIGHT, 1980). Na escala, 0= muito ruim e 10= muito bom. Os frutos que receberam apreciações com valores acima de 5,0 são considerados aceitáveis para consumo.

Benzer Belgeler