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Müşteri İlişkileri Yönetiminde Veri Tabanı

I. BÖLÜM

2.5. TEKNOLOJİ VE CRM İLİŞKİSİ

2.5.1. Müşteri İlişkileri Yönetiminde Veri Tabanı

3.1.1 Tipos de Forças

As forças que existem na natureza e afetam o modo como os humanos se movem podem ser classificadas de várias maneiras. Segundo Hamill e Knutzen (1999), o esquema de classificação mais comum é descrever as forças de contato e não contato. Uma força de contato envolve as ações, impulsos ou trações, exercidas por um objeto em contato direto com outro. Em contraste com as forças de contato estão as forças que agem à distância. Essas são as chamadas de forças de não contato.

3.1.1.1 Forças de Não Contato

Ao estudar o movimento humano, a força de não contato mais familiar e importante é a força da gravidade. Essa lei afirma: “A força da gravidade é inversamente proporcional ao quadrado da distância entre os objetos que se atraem e proporcional ao produto de suas respectivas massas”.

Em termos algébricos temos:

2 2 1 r m . m . G F= (1)

Onde “G” é a constante gravitacional universal, “m1” é a massa de um objeto, “m2” é a

O valor constante de G foi estimado por Newton e determinado com precisão por Cavendish em 1978. O valor de G é 6,67 * 10-11 N-m2/kg2.

A atração gravitacional de um objeto de um tamanho pequeno sobre outro objeto de tamanho similar é extremamente pequena, e desse modo pode ser ignorada. Em biomecânica, os objetos de maior consideração são a Terra, o corpo humano e os projéteis. Nesses casos a massa da terra é considerável e a gravidade é uma força muito importante.

Como já é do conhecimento de todos, quando tomamos uma massa qualquer, m2

= m, na superfície terrestre e, considerando que m1 = M (massa da terra), a relação de

nada mais é que “g” (aceleração gravitacional). O termo então:

2 1 r m . G (2) F = m

.

g (3) Onde “g” é a aceleração gravitacional e “m”, a massa qualquer sob ação da aceleração gravitacional.

3.1.1.2 Forças de Contato

Como as forças de contato são aquelas que resultam de uma interação entre dois objetos, o número dessas forças é consideravelmente maior que a força única de não contato discutida. As forças de contato são muitas: força de reação do solo, força de reação articular, atrito, resistência dos fluídos, força de inércia, força muscular e força elástica. No entanto, neste trabalho pretende-se abordar as forças de reação do solo e de inércia.

3.1.1.2.1 Força de Reação do Solo

Segundo Hamill & Knutzen (1999), em quase todo movimento humano terrestre, o indivíduo sofre a ação da força de reação do solo (FRS) em algum momento. Essa força é da reação proporcionada pela superfície onde a pessoa está se movendo. A superfície pode ser, por exemplo, um campo de grama, já que todas as superfícies proporcionam uma força de reação. Essa força de reação é uma aplicação direta da terceira lei de Newton dos movimentos, que diz respeito à ação e reação. O indivíduo empurra o solo com uma força igual no sentido oposto.

Como todas as forças, a de reação do solo é um vetor e pode ser decomposta em seus componentes. Para fins de análise, é comumente dividida em seus componentes. A Figura 3.1 apresenta os planos ortogonais de um sistema de coordenadas tridimensionais, sendo os componentes indicados: “Fz”, componente vertical; “Fy”,

componente antero-posterior; e “Fx” componente médiolateral. De acordo com a

Sociedade Internacional de Biomecânica (SIB), contudo, para padronizar o relato de dados tridimensionais, os componentes devem ser indicados como Fy (vertical); Fx

(antero-posterior); e Fz (médiolateral) (Hamill & Knutzen, 1999). Os biomecânicos

medem os componentes da força de reação do solo usando as plataformas de força. Tal dispositivo, como dito anteriormente, pode verificar a força de colisão do pé do indivíduo sobre o solo, ou medir a força de um indivíduo apenas em pé sobre a plataforma.

A importância da utilização de plataformas de força para a aferição do contato durante a marcha ou a corrida em pesquisas de biomecânica é inquestionável. Esse dispositivo tem sido comumente utilizado para medir forças de reação do solo envolvidos no movimento humano, possibilitando a interpretação do movimento através de variáveis mecânicas. O resultado obtido utilizando-se plataformas de força é uma quantidade integral, onde a componente vertical descreve a mudança no impulso, na direção vertical, do centro de massa do sujeito testado, e as componentes antero- posterior e médio-lateral correspondem às mudanças nas duas direções horizontais (NIGG & HERZOG 1998). Desde os pioneiros projetos sabe-se que a utilização de plataformas de força é dependente de sua habilidade em medir carregamentos dinâmicos de modo preciso (CUNNINGHAM & BROWN 1952; MARSDEN 1972). Na tentativa de fabricar os dispositivos para aplicações específicas, vários pesquisadores alertam sobre as características dinâmicas necessárias para providenciar medidas válidas, podendo-se citar PAYNE (1967), RAMEY (1975), GOLA (1980), LYWOOD, (1987), HULL, (1995) e ROESLER (1997), entre outros.

Enquanto as forças são medidas, os dados da força de reação do solo são geralmente colocados em uma escala dividindo o componente de força pelo peso corporal do indivíduo, resultando em unidades de “vezes o peso corporal” (PC).

Os perfis de força de reação do solo mudam continuamente com o tempo e são geralmente apresentados como uma função do tempo. Além disso, a magnitude também aumenta com o aumento na distância a partir de onde o indivíduo aterrisa (Hamill & Knutzen, 1999).

Ainda, segundo Hamill & Knutzen (1999), o componente vertical da força de reação do solo é muito maior em magnitude que os outros componentes, e tem recebido atenção especial dos Biomecânicos. Na caminhada, o componente vertical tem um valor máximo de 1 a 1,2 PC, e na corrida esse valor sobe para de 3 a 5 PC, Figura 3.3.

Figura 3.3 - Diferenças de Forças na Componente Vertical para Corrida e Caminhada.

3.1.1.2.2 Força de Inércia

Na prática, inércia significa resistência à ação ou à mudança. É a tendência de um corpo em manter seu estado atual de movimento, esteja ele parado ou movimentando-se com uma velocidade constante (Hall, 2000).

Em muitos casos no movimento humano, um segmento pode exercer uma força sobre outro segmento, causando um movimento naquele segmento que não é devido à ação muscular. Quando isso ocorre, está sendo gerada uma força de inércia. Geralmente um segmento mais proximal exerce uma força de inércia sobre um

segmento mais distal. Por exemplo, durante a fase de balanceio da corrida, o tornozelo faz flexão plantar durante a saída do solo e uma leve dorsiflexão no contato. O tornozelo fica relaxado durante a fase de balanceio e, na verdade, o movimento muscular sobre essa articulação fica próximo de zero, indicando pouca atividade muscular. Contudo, a perna também faz o balanceio e exerce força de inércia sobre o segmento do pé, fazendo com que este se mova até a posição dorsifletida. Similarmente, a coxa exerce uma força de inércia sobre a perna (Hamill e Knutzen, 1999).

A inércia está intimamente ligada à força de resistência necessária para movimentar um objeto. Por exemplo, durante uma análise de imagens de um corredor, os dados cinemáticos quanto aos valores de aceleração, tornam-se possíveis determinar as forças de inércia de cada membro específico, ou para um conjunto de membros. A somatória de todas as forças de inércia dos membros do corpo corredor constitui as reações no solo nas direções “X”, “Y” e “Z”.

No entanto, conciliar as variáveis cinemáticas e cinéticas de uma coleta de imagens com os dados capturados por um sistema composto de plataforma de medição de forças de contatos, tem constituído uma dificuldade considerável para muitos pesquisadores.