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XVI- XVII. YÜZYILLARDA OSMANLI EKONOMİSİNİ NÜZUL VERGİSİ ÜZERİNDEN DEĞERLENDİRMEK
1. Lefkoşa’da Faaliyet Gösteren Ekmekçiler
No século XIX, principalmente nas décadas de 70 a 90, a produção mundial de ferro dos principais países duplicou em toneladas, a produção em aço aumentou em mais de vinte vezes em toneladas, o comércio internacional continuava crescendo inesperadamente, a revolução industrial agora se abrangia a outras nações, não ficando apenas na Inglaterra. Investimentos estrangeiros alicerçavam novos países que há pouco tempo atrás eram colônias, investimentos
esses que criavam uma infra-estrutura periférica para a dinâmica do capitalismo, onde essas novas economias ou países se especializavam em produzir matérias primas e produtos agrícolas necessários aos países de centro, transformando-se em assistentes desse desenvolvimento global o que de certa forma era uma boa maneira de participar do mercado, de fazer parte desse “novo mundo”, pois, se não fosse dessa forma, não teriam como competir ou até mesmo entrar no mercado, então, uma forma inteligente de se enquadrar no sistema, era na verdade assistindo os países desenvolvidos de matérias primas e produtos agrícolas.
Esses países então se especializaram em certos tipos de produtos, no caso da Argentina, produzia trigo, era um dos principais países produtores de trigo, o Brasil, um dos principais produtores de borracha, bananas e café. Dessa forma, muitos investimentos estrangeiros foram depositados nesses países com o intuito de manter essa produção, principalmente investimentos ingleses que praticamente tinham abandonado sua indústria agrícola, se especializando em produtos manufaturados e investimentos estrangeiros, um passo para o capitalismo financeiro.
Todo esse processo no cultivo de produtos agrícola e matérias primas, com investimentos estrangeiros em vários países que se adaptaram ao sistema, o que levou a uma concorrência muito grande desses produtos, os quais tinham pouco valor agregado. Na verdade, isso inundou todo o comércio mundial causando um problema, pois, fora a Inglaterra, nenhuma outra grande nação da Europa ou de qualquer outra parte do mundo tinha aberto mão de sua indústria agrícola, então a concorrência aumentava de forma brutal. O que fazer para solucionar esse problema? Como essas nações poderiam proteger seu mercado interno contra essa enxurrada de produtos no mercado? Na verdade, o Estado teve que mais uma vez agir no intuito de salvar o capitalismo em suas localidades, criando assim barreiras às entradas desses produtos, as chamadas tarifas alfandegárias, que são impostos sobre mercadorias de outros países.
Na verdade, o comércio já se tornara global, então tinha as nações que criar novas formas de negociações entre os países. No início apenas as grandes nações fabricavam produtos para vender, no entanto, agora, isso mudara, havia um
grande mercado mundial, novos hábitos e costumes foram adquiridos, novas necessidades incorporadas e as relações começavam a tornar-se concorrentes já que esses países antes apenas consumidores, agora, além de comprarem menos também se tornaram concorrentes no mercado internacional de produtos agrícolas.
Segundo Eric J. Hobsbawm apenas a política de tarifas alfandegárias não resolve o problema, as indústrias agrícolas de muitos países desenvolvidos sofreram com essa superprodução, fato que desencadeou uma grande imigração para países emergentes (esse termo só é usado um tempo depois), como Brasil, Argentina Estados Unidos. Além de formação de inúmeras cooperativas de créditos aos camponeses, isso foi um novo impulso, pois toda essa situação criou condições à implantação dos sindicatos agrícolas. Dentro desse novo contexto temos mais uma vez o ajuste do capitalismo, uma válvula de escape as tensões geradas pela superprodução, e isso vai se repetir por várias vezes nesse sistema, como uma engrenagem que vai se moldado e se transformando de acordo com as circunstâncias.
Além disso, não podemos deixar de falar nos ajuste que ocorreram principalmente na Inglaterra, o aumento do mercado agora em esfera global, a produção requeria novos investimentos, as máquinas estavam quase obsoletas e ultrapassadas, assim, teríamos que ter investimentos em novas maquinarias, o que os tornavam um custo muito alto devido a demora de retorno desse investimento.
Fato predominante também na época foi a escassez mundial de ouro, que até então, era a única moeda de negociação entre as nações. Tudo isso fez o comércio internacional travar, ou seja, havia uma grande deflação, na qual propuseram o “bimetalismo” principalmente incorporado por alguns países, a questão do ouro e prata. Assim, as nações poderiam ter novamente uma alta de preços que era muito atraente na época, principalmente na agricultura.
Eric J. Hobsbawm, (1989, p. 62).
O “bimetalismo”, foi uma espécie de monetarismo às avessas, que atribuía a queda dos preços fundamentalmente a uma escassez mundial de ouro, que gradativamente se tornava a única base do sistema mundial de pagamentos. (Através da libra esterlina, com sua paridade fixa em relação ao ouro - ou seja, o soberano de ouro). Um sistema baseado tanto no ouro como na prata, disponível em quantidades cada vez maiores, especialmente na América, certamente provocaria uma alta de preços através da inflação monetária. A inflação da moeda - Atraente, sobretudo para os agricultores das prairies.
Desse modo, os senhores do capital mais uma vez achavam um ajuste importante para solucionar mais esse impasse. Assim as questões de escassez de capital eram solucionadas ou pelo menos adiadas, principalmente nas Américas, devido às várias minas de pratas encontradas.