• Sonuç bulunamadı

C. Genetik faktörler

2.2.2.5. Laboratuvar Bulguları

 1983: Fundação da primeira subsidiária internacional, a Sonangol Limited em Londres, Inglaterra.

 1991: Adjudicação da primeira concessão em águas profundas, o bloco 16.  1992: Criação da subsidiária Sonangol P&P como empresa petrolífera.  1999: a Sonangol muda de estatuto e passa de U.E.E. à E.P.

 2003: a Sonangol tem-lhe atribuída a primeira concessão para prospecção e produção de hidrocarbonetos. O bloco 3 na faixa Atlântica.

Figura 6: Edifício Sede da Sonangol, em Luanda

3 OS MODELOS DE LICITAÇÃO NA EXPLORAÇÃO DO

PETRÓLEO ANGOLANO

Os modelos de licitação adotados estão baseados nos contratos soberanos denominados PSA Contratos de Partilha e Produção celebrados entre angola e a China depois que os subsídios de exploração de recursos minerais oferecidos pelo FMI ficaram em (Stand By Arrangment), ou seja – interrompidos temporariamente pelo FMI e pelo BIRD.

Os contratos PSA, celebrados com a China eram a única alternativa que o governo angolano tinha encontrado depois que ficou sem o financiamento do FMI e a partir daí os Blocos licitados pela Sonangol, e pelo ministério dos petróleos (órgão legislador) passaram a ser atrelados a uma parceria efetuada a nível internacional e soberana, procurando sempre beneficiar as partes de igual modo que nenhuma saia prejudicada, sendo que após cada licitação esses papeis são anunciados para as sedes das empresas operadores que acabaram de ganhar o direito de exploração de blocos credenciados pelo ministério dos petróleos de forma que eles possam começara trabalhar na prática.

Na prática os acordos versam sobre a forma de partilhar os investimentos assim como os lucros obtidos com a venda de hidrocarbonetos, o que leva estes a depositar os fundos financeiros em (divisas) seja na aplicação de renda variada, fundos de renda fixa, de divida externa, de títulos públicos e de disponibilidade para gastos públicos, ou por abatimento nas contas públicas dos respectivos Países nas relações comerciais e diplomáticas, que o detentor do crédito a ser licitado tem sobre o seu poder.

Nesse caso fala-se da conta petróleo que está presente em todos os Países que Angola tem relações comerciais, econômicas, diplomáticas, e de transferência de tecnologia atrelado a parcerias na exploração dos hidrocarbonetos.

O processo de licitação dos blocos de petróleo em Angola atravessou seus capítulos de crise no mercado internacional, quando o FMI e o BIRD cortaram o crédito que Angola havia acordado com a Instituição até o ano 2000. o motivo legado pelo FMI para não liberar o crédito ao financiamento na exploração dos hidrocarbonetos, era de que Angola através do seu governo não estava cumprindo com as metas estabelecidas pelo FMI, metas essas que são:

1. Erradicar a Corrupção no processo de licitação

2. Cumprir a meta de pagamento dos juros da divida externa de Angola em relação ao FMI e os parceiros econômicos.

3. Cumprir metas internas de reduzir o déficit orçamentário da economia, sob pena de ficar sem os subsídios do petróleo.

5. Usar as receitas do petróleo para subsidiar outros investimentos internos de Angola.

6. Prestação de contas a cada ciclo econômico ao FMI e ao BIRD, sobre a aplicação dos recursos por estas instituições cedidas.

7. Melhorar a Infra-estrutura do País, e marcar a data para a realização de eleições livres e Democráticas.

8. Estabelecimento quota de participação, clara das empresas nacionais nas estrangeiras em relação à lei de extração dos minerais e do Petróleo.

9. Cumprir as metas fiscais estabelecidas pelo (FMI) e pelo (BIRD) Banco Mundial, para obtenção dos subsídios do Petróleo.

Por estes dez itens selecionados gerou varias polemicas internacionais que colocaram dirigentes do governo angolano na mira da justiça internacional, por má gestão na administração dos fundos advindos das receitas de exploração de petróleo que estão sendo julgados até hoje em internacionais, o que mostra a má gestão da coisa pública, e que fizeram com que as contas do governo nos estados unidos fossem bloqueadas.

Os contratos estão baseados nos acordos soberanos citados acima, onde as negociações para a exploração dos blocos de petróleo é feita num acordo que deixou de envolver intermediários como o FMI e o BIRD, e estabelecido entre as empresas dos respectivos países, através de suas respectivas agências reguladoras; e dos respectivos governos, respeitando a soberania de cada País, no que diz respeito à diplomacia política nas relações comerciais e internacionais. O FMI e o BIRD cortaram os créditos para subsidiar a exploração de recursos minerais incluindo o petróleo em 2000, por o governo angolano não estar a cumprir com as metas estabelecidas pelas duas instituições, o que obrigou o governo através do seu presidente, a uma deslocação para os Estados Unidos da América do Norte, para se explicar e defender a posição de Angola em relação às exigências da Instituição.

Na época o presidente de Angola alegou que Angola era uma nação jovem e que estava saindo de uma guerra de 30 anos e que não poderia cumprir as metas de redução da corrupção, e de erradicação dos níveis de pobreza exigidos pelos parceiros através do FMI e BIRD.

Angola colocou-se a disposição de negociar, mas exigindo que os contratos de partilha e produção passassem a ser soberanos – ou seja – negociados soberanamente entre Países e governos. Logo depois que o FMI cortou os

subsídios do petróleo em Angola, a China ofereceu crédito sem exigir nada do governo em troca, porem nos contratos com a china constavam mencionados três itens:

1. Os Contratos exigem a transferência de Tecnologia de exploração de Petróleo. 2. A Contratação de mão de obra especializada na exploração de Petróleo.

3. O estabelecimento de parcerias na formação dos consórcios empresariais.

3.1 Os Produtos Oferecidos, para a Internacionalização a

Benzer Belgeler