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Lâle Devri Üslûbundaki Geç Tarihli Örnekler:

Equipa de enfermagem: é constituída por nove enfermeiras, sendo uma especialista em reabilitação, que também é coordenadora e duas em Saúde Comunitária.

Equipa multidisciplinar: Médica, Assistente social, Administrativa e higienista oral. Sendo que apesar do nutricionista, fisioterapeuta e psicóloga não fazerem parte da equipa, mas podem ser solicitados quando as pessoas necessitam.

Missão: “contribuir para a melhoria do estado de saúde da população da sua área geográfica de intervenção, visando a obtenção de ganhos em saúde concorrendo, assim de um modo direto, para o cumprimento da missão do CES em que se integra.”

População alvo: “pessoas, famílias e grupos vulneráveis, sem situação de maior risco ou dependência física e funcional ou doença que requeira acompanhamento próximo, e atua ainda na educação para a saúde, na integração em redes de apoio à família, garantindo a continuidade e qualidade dos cuidados prestados.”

Programas e parcerias: Curso de Preparação para o Nascimento, Programa de Saúde Escolar, Intervenção Precoce, Intervenções gerais, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, Rendimento Social de Inserção, Equipa de Cuidados Continuados Integrados.

Programa de Intervenções gerais: as intervenções “têm em consideração a filosofia da UCC, priorizando a intervenção em contexto comunitário, atuar nas condições mais gerais de uma comunidade, que se relaciona com as condições de vida e trabalho dos seus membros e, também, com a trama de redes sociais e comunitárias.” Desenvolve as seguintes atividades: participação no Grupo Concelhio para as questões dos Idosos; presença em plenários trimestrais do Conselho Local de Ação Social; participação no Contrato Local de Desenvolvimento Social e participação em atividades de promoção da saúde em parceria com a camara municipal e dias comemorativos.

Equipa de Cuidados Continuados Integrados: baseia a sua intervenção no que está preconizado para Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados, através do Decreto-lei nº 101/2006, que define os cuidados como “o conjunto de intervenções sequenciais de saúde e ou de apoio social, decorrente da avaliação conjunta, centrados na recuperação global entendida como o processo terapêutico e de apoio social, ativo e contínuo, que visa promover a autonomia melhorando a funcionalidade da pessoa em situação de dependência, através da sua reabilitação, readaptação e reinserção familiar e social”. Sendo que os seus objetivos incluem a prevenção das úlceras de pressão, a resolução de diagnósticos de úlceras de pressão, os ganhos em independência nos autocuidados, os ganhos expresso no controlo da intensidade da dor e a satisfação dos utilizadores para com os serviços prestados.

Decorrida a terceira semana de ensino clinico irei realizar um balanço desse período, descrevendo as atividades realizadas e analisando os aspetos positivos e menos positivos. Nesta semana estive a prestar cuidados nos intermédios.

No dia 12, a pessoa que tinha realizado a primeira intervenção de sessão de regulação sensorial teve alta para a enfermaria, pelo que decidi repetir a intervenção para comparar os resultados obtidos anteriormente. Desta forma coloquei novamente 20 minutos de estímulo auditivo com música relaxante e verifiquei que as alterações se mantiveram: diminuição de frequência cárdica e temperatura (mais discreta pois já apresentava valores mais baixos), assim como relaxamento facial e movimentos respiratórios com maior amplitude torácica. Verifiquei ainda que esta intervenção poderá ser promotora de conforto e contribuir para a reabilitação respiratória.

Neste dia iniciei a colheita de informações relativas a outro utente em coma. Tive oportunidade de conhecer a mãe deste utente durante a visita pelo que falei com ela acerca do estado do utente e da regulação sensorial. De forma a envolver a mãe nos cuidados informei-a acerca da importância da estimulação auditiva e tátil por parte dos familiares, explicando aspetos que devem ser mencionados relacionados com as atividades de vida antes da lesão. Abordei ainda a importância do apelo a recordações, informações acerca dos familiares e da atualidade. Realizei ainda colheita dos dados autobiográficos/habitus e estabeleci um plano de intervenção de regulação sensorial e plano de cuidados. No dia seguinte, no início do turno, através do estímulo auditivo informei o utente do meu nome e realizei orientação na pessoa, no tempo e no espaço, dizendo o dia, mês, ano, a estação do ano, o estado do tempo e onde o utente se encontrava. A estimulação foi integrada também na prestação de cuidados, informando o utente dos procedimentos, estimulando a propriocepção durante as mobilizações passivas.

Realizei a primeira sessão de regulação sensorial e optei pelo estímulo mais forte que apelasse às recordações. Desta forma selecionei os estímulos gustativo e olfativo, pois na colheita de dados recebi a informação que o utente

p.37-38 CALDAS, 2008, p.131-133). Tendo em conta que o utente se encontra em unidade de cuidados intensivos com os ruídos que lhe são transmitidos constantemente, optei pela escolha de um estímulo prazeroso. Desta forma estimulei-o com café, com uma espátula embebida em água com café coloquei na boca tendo de imediato cerrado os lábios, de seguida coloquei café numa compressa e coloquei ao pé do nariz, voltando a tentar colocar a espátula na boca. Pelo que abriu a boca e realizou movimentos de mastigação, labiais e da língua e a sugar a espátula, tendo manifestado uma expressão facial de aparente alegria. Este acontecimento também me permitiu refletir acerca do benefício que esta intervenção poderá vir a ter numa fase de introdução da alimentação oral, após recuperação da consciência, mas ainda tenho que procurar bibliografia que sustente esta ideia.

No dia 14 a orientadora foi de férias tendo ficado com o orientador enfermeiro. Este acontecimento teve aspetos positivos e menos positivos no meu estágio. Pois tive que perceber as práticas do enfermeiro orientador e ele percecionar a forma como eu realizava as intervenções. Por um lado foi benéfico no sentido que me permitiu corrigir alguns aspetos ou aprender algumas intervenções que me podem ser uteis no futuro, enquanto enfermeira especialista de reabilitação. O contato com mais profissionais da área enriquece a minha prática no contexto de aprendizagem e desenvolvimento de competências. Porém senti que em relação ao conhecimento e implementação do meu projeto, estava a começar de novo. Nesse dia não realizei nenhuma sessão de regulação sensorial por esse motivo. Combinei com o orientador que a melhor altura para implementar as sessões seria a meio da manhã, tendo em consideração o estado do utente e as rotinas do serviço.

Avaliação Inicial Nome Idade Local de residência Naturalidade Causa da lesão

Local da lesão cerebral Diagnóstico médico Dados autobiográficos Pessoas significativas Profissão Rotinas diárias Hobbies Acontecimentos marcantes Datas significativas Desportos Clube de futebol Musicas/instrumento musical Livros/revistas Programas televisão/radio Filmes Perfumes, shampoo Gostos alimentares

Plano de intervenção

Modalidade Frequência Intensidade Duração

Sensores Estimulo novo Estímulo autobiográfico

Auditivo Visual Olfativo Paladar Tátil Propriocetivo Informações complementares

Unidade Curricular de Estágio com Relatório

Benzer Belgeler