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BÖLÜM 1: SERA GAZI EMİSYONLARIYLA İLGİLİ TEORİK

1.2. Sera Gazı Emisyonlarının Artışı İle Mücadelede Önemli Uluslararası

1.2.6. Kyoto Protokolü

1.2.6.1. Kyoto Esneklik Mekanizmaları

Na base teórica apresentada nos capítulos anteriores, pode-se constatar a variedade de métodos voltados à avaliação de websites e outros sistemas de informação interativos. Diante

deste fato, esses métodos foram filtrados e apurados aqueles mais propícios aos objetivos desta pesquisa.

Nesta ocasião, é importante frisar que o principal objetivo desta pesquisa propõe uma avaliação de um ambiente informacional com base em princípios da Usabilidade e da Arquitetura da Informação e, por isso, foi preciso unir técnicas de avaliação nas quais fosse possível verificar elementos concernentes tanto à arquitetura da informação quanto à usabilidade nos ambiente informacional digital do CH, constituído por website e blog, sistemas que são produzidos e mantidos pelo Centro de Humanidade/UFCG. Diante disto e do fato de que a avaliação enquanto técnica e estratégia de investigação é um processo sistemático (MINAYO, 2005) e que não existe um único método capaz de identificar todos os problemas de uma interface ou sistema de informação web, foi adotado, nesta pesquisa, o método de avaliação por triangulação.

5.3.1 Avaliação por triangulação

Muitas vezes, a natureza da pesquisa determina a necessidade de mais de um método ou abordagem metodológica para se chegar a um melhor entendimento do fenômeno analisado, podendo, então, ser aplicada uma triangulação metodológica. Inclusive, Minayo (2006) confirma que a triangulação de métodos é particularmente recomendada para estudos de avaliação, o que configura o objetivo desta pesquisa.

Denzin (2009) cita a existência de quatro tipos de triangulação: de fontes de dados, de métodos, de investigadores e de teorias. A triangulação de métodos abrange a utilização de múltiplos métodos para estudar um determinado problema de investigação. Em nível de subtipos, encontram-se a triangulação intramétodo (dentro do método) utilização do mesmo método em diversas situações, e a triangulação intermétodos (entre um método e outro), que corresponde a utilização diferentes métodos para o mesmo objeto de estudo. Um exemplo deste primeiro caso pode ser descrito no uso de sub-escalas diferentes para medir um item de um questionário; já a combinação do questionário com uma entrevista semi-estruturada representa o segundo subtipo de triangulação aqui citado.

Para Minayo (2005), a triangulação de métodos, como uma estratégia de diálogo entre áreas distintas de conhecimento, é capaz de viabilizar o entrelaçamento entre teoria e prática, e de agregar múltiplos pontos de vista seja das variadas formulações teóricas utilizadas pelos pesquisadores ou a visão de mundo dos informantes da pesquisa. De acordo com a autora, a avaliação por triangulação pode ser entendida como uma investigação dinâmica, cujo

Princípios de AI e Usabilidade Combinação de métodos de avaliação de interfaces Web Integração Análise quanti- qualitativa dos dados

processo envolve uma integração objetiva (das estruturas, dos processos e dos resultados) e subjetiva (das relações entre ações e da visão dos atores investigados).

No caso desta pesquisa, a avaliação por triangulação se encontra presente na integração entre as abordagens quanti e qualitativas, empregados na análise dos dados e conceitos; na intersecção dos princípios que regem a Arquitetura da Informação e a Usabilidade que serviu como base para a elaboração dos instrumentos de pesquisa; e na combinação de métodos de avaliação do website e blog do CH, entre os quais foram adotados: avaliação subjetiva com o uso de questionário e uma inspeção por checklist. Num modo ilustrativo, o processo de avaliação por triangulação, aqui adotado, segue ilustrado na Figura 7.

Figura 6 – Avaliação por triangulação adotada na pesquisa

Fonte: elaboração própria.

5.3.2 Instrumentos de coleta de dados

A escolha dos instrumentos de coleta de dados é feita de acordo com os objetivos específicos da pesquisa. Neste caso, foram adotados instrumentos comumente utilizados em avaliações de sistemas voltados para a Web, são eles: questionário de avaliação subjetiva aplicado aos usuários e lista de inspeção baseado em guias de recomendação, também

chamada de checklist. Eles são métodos práticos que se adéquam perfeitamente a este tipo de pesquisa. Os motivos da escolha estão relatados na sequência.

5.3.2.1 Questionário de avaliação subjetiva

No capítulo 3 discutiu-se que o questionário é uma das técnicas mais adotadas para pesquisa de avaliação de webistes e sistemas similares. Com esse instrumento, podem-se identificar indícios de problemas de uso do sistema por um determinado tipo de usuário, em um determinado ambiente operacional (DIAS, 2006). Em linhas gerais, um questionário para avaliação de interfaces web permite: a) identificar o perfil dos usuários de acordo com os fins específicos da avaliação; b) estruturar informações sobre problemas de usabilidade indicados por usuários; c) medir o grau de satisfação subjetiva do usuário com relação à interface. Morville e Rosenfield (2006) acrescentam que os questionários são fontes ideais para: identificar quais conteúdos e tarefas os usuários julgam mais necessários; descobrir o que causa frustração nos usuários; capturar ideias para melhoria do website; e verificar o nível de satisfação do usuário.

É bastante comum, desde as décadas passadas, a aplicação de questionários como forma de medir o grau de satisfação de usuários de interfaces interativas, a exemplos do QUIS, SUMI, e WAMMI, sendo este último voltado exclusivamente para a avaliação de websites. Esses questionários dão base a uma análise estatística, descritiva e/ou comparativa a partir de uma considerável quantidade de dados coletados. Geralmente, esses questionários são aplicados a um grupo representativo de uma categoria de indivíduos.

No caso desta pesquisa, o questionário foi aplicado na etapa de coleta de dados referente à pesquisa com usuários do website e blog do CH, categorizados na amostra definida pelos coordenadores do Centro de Humanidades da UFCG. Sua função básica diz respeito ao levantamento de informações do tipo: perfil do usuário, comportamento e busca de informação, necessidades de informação, sua opinião e nível de satisfação com o sistema analisado, com vista ao seu aprimoramento.

A decisão de escolha desse instrumento levou em conta tanto a caracterização dos dados a serem coletados quanto à quantidade de sujeitos da pesquisa. No primeiro caso, o uso de questionários permite conhecer o nível de satisfação dos usuários sobre um determinado sistema, facilitando uma visão compreensiva dos problemas que ali existem. Já no segundo caso, o questionário se torna oportuno pela economia de tempo e custos de aplicação. Outro

motivo diz respeito ao sucesso da aplicabilidade deste instrumento em pesquisas cujos objetivos eram semelhantes aos desta pesquisa.

O questionário de avaliação subjetiva referente a esta pesquisa foi composto de questões mistas (abertas e fechadas), acompanhadas de texto instrucional, caso necessário. Em sua primeira parte, estão inseridas questões relativas ao perfil e necessidades informacionais do usuário; e na segunda parte, questões pelas quais o usuário expressa sua opinião sobre a AI e a usabilidade do ambiente informacional pesquisado. Ele foi desenvolvido em formato digital, pois a ideia era aplicá-lo via internet. Os detalhes referentes a essa aplicação estão descritos mais adiante, ainda neste capítulo.

5.3.2.2 Checklist/lista de inspeção

Segundo Dias (2006, p. 59), “os métodos de inspeção, também conhecidos como métodos analíticos ou de prognóstico, caracterizam-se pela não participação direta dos usuários do sistema na avaliação”. Conforme já discutido no Capítulo 3, esse método utiliza recomendações ergonômicas ou ferramentas de verificação automática, estando o primeiro caso associado à utilização de ckecklists, caracterizados como formulários nos quais se encontram uma lista com uma série requisitos apropriados ao objeto avaliado.

Os checklists são sinônimos de guias de recomendação por que selecionam uma série de requisitos apropriados ao objeto avaliado, para se atingir objetivos específicos. Este tipo de inspeção pode ser particularmente interessante quando se deseja realizar avaliações rápidas de usabilidade, investigar a consistência da interface e verificar mudanças ocasionadas pela manutenção do site. Trata-se de um tipo de inspeção de custo relativamente baixo que pode ser adaptado às diversas situações de avaliação, bastando para tanto selecionar as recomendações ergonômicas adequadas (WINCKLER; PIMENTA, p. 35). Além disso, o checklist pode ser empregado por avaliadores que não são especialistas em usabilidade (DIAS, 2006).

A escolha deste método como parte da avaliação do objeto de estudo desta pesquisa é reforçada pela ideia de que essas guias de sugestões e/ou recomendações são baseadas em situações empíricas anteriores, na padronização de produtos ou na experiência de avaliadores e projetistas (DIAS, 2006). Porém, isso não garante que todos os problemas presentes no na interface do sistema avaliado sejam detectados. Por isso, alguns autores reforçam a necessidade de combinar este método a outras técnicas de avaliação.

No caso desta pesquisa, buscou-se formular um checklist a partir de critérios oriundos de heurísticas de usabilidade que se aplicam a aspectos de arquitetura da informação como organização, rotulação e navegação, já que uma área se vale do outra no processo de avaliação de websites. Os critérios escolhidos levam em consideração o conteúdo do website e blog do CH e, por isso, procurou-se empregar apenas aqueles que correspondessem à avaliação de interfaces Web.

Foi adotado um modelo de checklist padrão, estruturado em um formulário composto de perguntas do tipo sim/não, com espaços para observação, o qual só poderia ser respondido após a primeira etapa ser concluída, neste caso a coleta feita através dos questionários aplicados ao grupo de usuários escolhido. Desse modo, as respostas provenientes da “etapa um” serviriam de base para a análise de determinadas recomendações especificadas no checklist. O processo de formulação desse instrumento de pesquisa, aqui adotado, encontra-se descrito mais adiante, no ponto referente à execução da pesquisa.