BÖLÜM V: KURMACA-GERÇEKLİK SINIRINDA VÜS’AT O BENER
A. Kurmacalaştırılan Yaşam
14.3.2. Avaliação Visual e Instrumental ao Ataques dos Reagentes – TIPOS AMÊNDOAS SOROCABA
Hidróxido de Potássio (KOH) – Escuro (Tipo1), Cinza (Tipo2), Branco (Tipo 3), Vermelho (Tipo 4),Róseo (Tipo 5) e Creme (Tipo 6)
Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadros 32 e 33.) e as alterações visuais (Pranchas 32, 33, 34, 35, 36, 37) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.
O granito Amêndoa Sorocaba Escuro (com maior índice de minerais escuros), com uma perda de brilho 26,5 (apesar de não ter sido o de maior perda entre os granitos deste grupo), apresentou alterações visuais, como ocorrência de sutil clareamento com aspecto desbotado além de incipiente eflorescência nos minerais máficos, devendo ser considerada como a menos resistente desse grupo. Esses fatores afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Cinza, com uma perda de brilho 53,0, é o que apresentou a segunda maior perda de brilho, porém não apresentou alterações visuais evidentes. A estética desta rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Branco, com uma perda de brilho 56,4 apesar de ser o que mais brilho perdeu no conjunto dessas rochas, se mostrou bem resistente, devido ao menor índice de minerais escuros, além de não ter apresentado alteração de cor. A estética da rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Vermelho, com uma perda de brilho 6,1 pode ser considerado como o granito mais resistente neste grupo ensaiado, tendo sido o primeiro em menor perda de brilho e sem apresentar alteração visual, apresentando somente uma discreta eflorescência nas fraturas, porém sem afetar a estética desta rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo- de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Róseo, com uma perda de brilho 20,7 não apresentou alteração visual, ou seja, mudanças significativas identificadas pelo uso da lupa de mão e microscópio binocular. Portanto a estética da rocha não foi afetada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Creme, com uma perda de brilho 33,7, não apresentou alteração visual, mas sim uma incipiente eflorescência nas fraturas que não afetaram a estética desta rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
Ácido Clorídrico (HCl) – Escuro (Tipo1), Cinza (Tipo2), Branco (Tipo 3), Vermelho (Tipo 4),Róseo (Tipo 5) e Creme (Tipo 6)
Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadros 32 e 33.) e as alterações visuais (Pranchas 32, 33, 34, 35, 36, 37) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.
O granito Amêndoa Sorocaba Escuro (com maior índice de minerais escuros), com uma perda de brilho 16,0 (apesar de não ter sido o de maior perda entre os granitos deste grupo), aliado às alterações visuais, como ocorrência de clareamento com aspecto desbotado (sobretudo nos minerais máficos), além de apresentar covas (corrosão) notadas ao tato com aspecto ligeiramente áspero da superfície, deve ser considerado o menos resistente desse grupo. Esses fatores afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Cinza, com uma perda de brilho 23,5 e com as alterações visuais mais evidentes como: sutil desbotamento e eflorescência nas biotitas e nas fraturas, mesmo assim, estas não afetaram a estética desta rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Branco, com uma perda de brilho 23,5, se mostrou bem resistente, devido ao menor índice de minerais escuros, não apresentou alteração de cor, ocorrendo apenas uma sutil eflorescência nas fraturas. Esses fatores não afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Vermelho, com uma perda de brilho 7,85, pode ser considerado como o granito mais resistente neste grupo ensaiado, tendo sido o primeiro em menor perda de brilho e apresentar uma incipiente eflorescência nas biotitas e fraturas, porém sem afetar a estética. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Róseo, com uma perda de brilho 45,2 é o granito com maior perda de brilho, além de apresentar uma sutil alteração de cor, com aspecto desbotado e incipiente eflorescência nas fraturas. Esses fatores afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Creme, com uma perda de brilho 14,7 apesar de ser o segundo em menor perda de brilho, apresentou uma sutil alteração visual, como clareamento desbotado nos minerais máficos e incipiente eflorescência nas biotitas e fraturas, porém esses fatores não afetaram a estética. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
Cloreto de Amônia (NH4Cl) – Escuro (Tipo1), Cinza (Tipo2), Branco (Tipo 3), Vermelho
Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadros 32 e 33.) e as alterações visuais (Pranchas 32, 33, 34, 35, 36, 37) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.
O granito Amêndoa Sorocaba Escuro (com maior índice de minerais escuros), com uma perda de brilho 15,8 denotando que este reagente não alterou as características dessa rocha e que a perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material, porém sem afetar a estética desta rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Cinza, com uma perda de brilho 21,6 (a perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material) não apresentou alterações visuais evidentes. A estética desta rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Branco, com uma perda de brilho 15,2 (a perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material), foi o segundo que menos brilho perdeu no conjunto dessa rocha, portanto mostrou-se bem resistente, devido ao menor índice de minerais escuros, além de não ter apresentado alteração de cor. A estética da rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Vermelho, com uma perda de brilho 3,7 (a perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material), pode ser considerado como o granito mais resistente neste grupo ensaiado, tendo sido o primeiro em menor perda de brilho e sem apresentar alteração visual. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Róseo, com uma perda de brilho 42,3 (o maior em perda de brilho neste conjunto), não apresentou alteração visual ou seja mudanças significativas na cor. Foi identificada pelo uso da lupa de mão e microscópio binocular, uma sutil eflorescência nas fraturas. Portanto, a estética da rocha não foi afetada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Creme, com uma perda de brilho 29,4 (a perda de brilho se justifica pela qualidade do polimento inicial do material), não apresentou alteração visual. A estética desta rocha foi preservada neste tipo de ataque. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
Ácido Cítrico (C6H8O7) – Escuro (Tipo1), Cinza (Tipo2), Branco (Tipo 3), Vermelho (Tipo
4),Róseo (Tipo 5) e Creme (Tipo 6)
O granito Amêndoa Sorocaba Escuro (com maior índice de minerais escuros), com uma perda de brilho 22,3 (apesar de não ter sido o de maior perda entre os granitos deste grupo), aliado às alterações visuais, como ocorrência de sutil clareamento com aspecto desbotado (sobretudo nos minerais máficos), além de apresentar eflorescência nas fraturas, deve ser considerado o menos resistente desse grupo. Esses fatores afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Cinza, com uma perda de brilho 38,6, é o que apresentou a maior perda de brilho, porém não apresentou alterações visuais evidentes. A estética desta rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Branco, com uma perda de brilho 38,0 apesar de ser o segundo que mais brilho perdeu no conjunto dessas rochas, se mostrou bem resistente, devido ao menor índice de minerais escuros, além de não ter apresentado alteração de cor. Foi detectada uma incipiente eflorescência nas fraturas e biotitas. A estética da rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Vermelho, com uma perda de brilho 14,3, se mostrou como o granito mais resistente neste grupo ensaiado, tendo sido o primeiro em menor perda de brilho e sem apresentar alteração visual, apresentando somente uma discreta eflorescência nas fraturas, porém sem afetar a estética. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Róseo, com uma perda de brilho 20,9, não apresentou alteração visual, ou seja, mudanças significativas na cor. Foram identificadas pelo uso da lupa de mão e microscópio binocular, umas sutis eflorescências nas fraturas. Portanto a estética da rocha não foi afetada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Creme, com uma perda de brilho 19,5, não apresentou alteração visual. A estética desta rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
Hipoclorito de Sódio (NaClO) – Escuro (Tipo1), Cinza (Tipo2), Branco (Tipo 3), Vermelho (Tipo 4),Róseo (Tipo 5) e Creme (Tipo 6)
Avaliação das respostas dos materiais aos ataques dos reagentes: as diferenças de perda de brilho (Quadros 32 e 33.) e as alterações visuais (Pranchas 32, 33, 34, 35, 36, 37) permitem discriminar os diferentes conjuntos litológicos neste conjunto de rochas.
O granito Amêndoa Sorocaba Escuro (com maior índice de minerais escuros), com uma perda de brilho 17,6 (apesar de não ter sido o de maior perda entre os granitos deste grupo), não apresentou alterações visuais, somente uma incipiente eflorescência nos minerais máficos, feldspatos e plagioclásios devendo ser considerada como a menos resistente desse grupo. Esses fatores, porém não
afetaram a estética da rocha. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de- prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Cinza, com uma perda de brilho 28,3, é o que apresentou a terceira menor perda de brilho, porém não apresentou alterações visuais evidentes. Mostrou incipiente eflorescência nas biotitas, plagioclásios e fraturas. A estética desta rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Branco, com uma perda de brilho 48,3 apesar de ser o que mais brilho perdeu no conjunto dessas rochas, se mostrou bem resistente, devido ao menor índice de minerais escuros, além de não ter apresentado alteração de cor. Foi detectada uma incipiente eflorescência nas fraturas. A estética da rocha foi preservada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Vermelho, com uma perda de brilho 6,8, pode ser considerado, como o granito mais resistente neste grupo ensaiado, tendo sido o primeiro em menor perda de brilho e sem apresentar alteração visual, apresentando somente uma discreta eflorescência nas fraturas, porém sem afetar a estética. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Róseo, com uma perda de brilho 38,8, não apresentou alteração visual, ou seja, mudanças significativas na cor. Foi identificada pelo uso da lupa de mão e microscópio binocular, uma sutil eflorescência nas fraturas. Portanto a estética da rocha não foi afetada. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo-de-prova.
O granito Amêndoa Sorocaba Creme, com uma perda de brilho 28,5, não apresentou alteração visual, mas sim uma incipiente eflorescência nas fraturas que não afetaram a estética. Este granito não apresentou absorção nas laterais e versos do corpo.
14.4. AMÊNDOA SÃO FRANCISCO
O ensaio de resistência ao ataque químico foi executado em placas polidas dos granitos atacados pelos reagentes e podem ser visualizadas nas Pranchas (38, 39, 40). O Quadro 34 e a Figura 48 apresentarão a seguinte seqüência relativa às medidas de perda de brilho médio sob a ação dos agentes agressivos utilizados: A) Amostra no estado natural (Neutro): após o processo de envelhecimento pelo uso do: B) hidróxido de potássio; C) ácido clorídrico ; D) cloreto de amônia; E) ácido cítrico e F) hipoclorito de sódio.
Quadro 34. Resultados das medidas de brilho efetuadas no ensaio de resistência ao ataque químico
antes e após a ação das substâncias químicas utilizadas aos tipos São Francisco.
TIPOS GRANÍTICOS: AMÊNDOA SÃO FRANCISCO
VERMELHO (Tipo 7) MARROM MONTÊS (Tipo 8) VERMELHOANELAR (Tipo 9) Substância Química Brilho Inicial Brilho Final Perda Brilho (%) Brilho Inicial Brilho Final Perda Brilho (%) Brilho Inicial Brilho Final Perda Brilho (%) Hidróxido de Potássio (KOH)–(30g/l) 62,0 43,3 30,3 46,6 25,8 43,5 56,6 39,8 29,1 Ácido Clorídrico (HCl)-(3%) 62,0 43,3 30,3 51,1 48,6 4,8 49,5 39,1 20,8 Cloreto de Amônia (NH4Cl)-(100 g/l) 66,0 63,5 3,6 55,6 51,6 7,1 55,6 49,0 11,0 Ácido Cítrico (C6H8O7)-(100 g/l) 55,8 51,6 7,5 46,5 34,6 25,5 55,0 30,3 44,2 Hipoclorito de Sódio (NaClO)-(20 mg/l) 57,5 53,0 7,7 57,6 50,6 11,3 50,1 42,6 14,4
Prancha 38. Granitos com as faces polidas das placas. São Francisco Vermelho: A)