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Kullanım Durumları ve Kullanım Durumu Şemaları

4 WEB TABANLI KALİTE YÖNETİM SİSTEMİ UYGULAMASI

4.3 Analiz Ve Tasarım

4.3.3 Dokümantasyon Modülü

4.3.3.1 Kullanım Durumları ve Kullanım Durumu Şemaları

Formação: Canto e Piano

Local e data de composição: Bruxelas, 1934-35. Páginas: 05

Duração aproximada: 3’30

Edição: Bruxelas, Edit. La Musique.

Obs: A editora acima mencionada não existe mais.

Traduções:

I. Sérénade – Poema de E. Verhaeren

Les gondoles d'or du bel été qui partaient folles d'espace

Reviennent un soir mornes et lasses des horizons regrettés

Les rames à coups lents et monotones les conduisent sur les eaux

Les tiges des lys au beau front d'or, toutes se sont abattues

Et seules les roses s'évertuent, éteintes a vivre encor

Et à parfumer le vibrant automne de l'ardeur de leur adieu

As gôndolas de ouro do bonito verão que partiam loucas por espaço

Retornam uma noite, sombrias e cansadas dos horizontes lamuriosos

Os remos, a golpes lentos e monótonos conduzem-nas sobre as águas

Os caules dos lírios de belos vértices de ouro, foram completamente abatidos

E só as rosas esforçam-se enfraquecidas por ainda viver E perfumar o outono vibrante do ardor de seu adeus

En ces jours sombres, Ces jours où s'éteint le ciel, vous restez une clarté Parmi les ombres, vous étiez le havre clair vers où je me suis porté Et mes mains pâles vers vous tendues

n'ont plus de fleurs à vous offrir La simple offrande

que je vous fais de mon cœur est tout le fruit d'une vie Et la prébende

de vos mots consolateurs est la seule que j'envie Car me mains lasses vers vous tendues

n'ont que mon âme à vous offrir Vous soyez pour elle un doux refuge, donne lui la clarté de la vôtre

Et les barques d'or d'un nouvel été se berceront sur les eaux

Pour vous, pour nous.

Nestes dias sombrios,

Estes dias em que o céu se apaga, Você continua uma claridade Dentre as sombras,

é o porto iluminado para onde me conduzo E as minhas mãos pálidas estendidas em sua direção

não têm mais flores a lhe oferecer A simples oferta

que lhe faço de coração é todo o fruto de uma vida E a prebenda

de suas palavras consoladoras é a única que eu desejo

Pois minhas mãos cansadas estendidas em sua direção

Não tem mais que a minha alma a lhe oferecer Você seria para ela um doce refúgio,

dê-lhe a claridade da vossa alma E os barcos de ouro de um novo verão embalar-se-ão sobre as águas

II. Lebens-Leitmotiv – Poema de J. Wauters

Les yeux de femme me bercent l'âme par leur candeur Les yeux de femme me charment l'âme par leur douceur Les yeux de femme me grisent l'âme par leur ardeur Les yeux de femme me brisent l'âme par leur froideur

Os olhos de mulher embalam-me a alma pela candura Os olhos de mulher encantam-me a alma pela doçura Os olhos de mulher embriagam-me a alma pelo ardor Os olhos de mulher partem-me a alma pela frieza

Ciel Gris, Poema de Pierre Vandendries Formação:

1. Canto e piano 2. Canto e orquestra

Local e data de composição: Antuérpia, 1938. Páginas: 03

Duração aproximada: 3’

Edição: São Paulo, Edit. Irmãos Vitale, 1942. (Versão Para Piano) Tradução:

Autrefois les passants de leurs yeux grands ouverts Ne livraient à ma vie

qu’un désert sans escale; Dans mon ciel nul message Les nuages làhaut

ressemblaient aux passants Et long temps j’ai pensé Ciel Gris...

Vieux miroir de l’ennui, Ciel sans âme et sans fin Tu m’obsèdes (pourquoi?) d’un refrain de tristesse Ciel Gris...

Vieux plafond de quat’sous D’oú la pluie degouline Vôute blême, angoissahte, tu me hantes... j’ai mal... Ciel Gris...

Antigamente os passantes com seus olhos bem abertos Não deixaram para minha vida Mais que um deserto sem escala; No meu céu nenhuma mensagem As nuvens lá no alto

se pareciam com os passantes E por muito tempo eu pensei Céu cinzento...

Velho espelho do aborrecimento, Céu sem alma e sem fim

Você me persegue (por quê?) de um refrão de tristeza Céu cinzento...

Velho teto barato

De onde a chuva goteja, Abóbada pálida, angustiante,

você me assombra... sinto-me mal... Céu cinzento...

Lorsqu’un soir tu pris place sur le bord de mon revê Ce fut toi qui m’appris à peupler mês déserts: Dans mon ciel un message A travers la grisaille

un espoir descendit Et fit mentir mês yeux Ciel Gris...

Le nuage qui passe, M’a parlé de soleil

Tout mon spleens’est enfui et le monde a changé! Ciel Gris...

Tu as l’âme plus claire, D’autres yeux maintenant Ont relui dans les miens, J’ai besoin que tu restes… Ciel Gris...

Quando em uma noite você tomou o lugar à margem do meu sonho

Foi você que me ensinou a povoar meus desertos: No meu céu uma mensagem Através do cinza

uma esperança desceu E fez mentir os meus olhos Céu cinzento...

A nuvem que passou me falou do sol

Toda minha melancolia se foi e o mundo mudou!

Céu cinzento...

Você tem a alma mais clara, De outros olhos que agora Reluziram nos meus, Eu preciso que você fique... Céu cinzento...

Un Homme est Mort...

Canção de Realejo - Poema de Pierre Vandendries

Formação:

1. Canto e piano 2. Canto e orquestra

Local e data de composição: Antuérpia, 1938. Páginas: 02

Duração aproximada: 4’

Deux Rondels I. Sur le Printemps II. Sur les chapeaux

Poemas de Charles d’Orléans

Formação: Canto e Piano

Local e data de composição: Rio de Janeiro, 1940. Páginas: 10

Duração aproximada: 5’10

Traduções:

I. Sur le Printemps (Sobre a Primavera)

Benzer Belgeler