3. BÖLÜM
4.4. Kullanılan Testler
As principais atividades desenvolvidas na área são de grande impacto para o meio ambiente, cabendo ao estado adotar as medidas necessárias para controlar estes impactos e garantir um modo de vida seguro e sustentável, para a região. Outro fator que merece atenção é a operacionalização das atividades econômicas em áreas costeiras. Estas merecem estarem subordinadas a critérios para o seu desenvolvimento sob a ótica do Desenvolvimento Sustentável.
Em curto prazo pode-se tentar desacelerar o nível de degradação da área através de um Plano de Gestão Ambiental, onde sejam estabelecidas: ações de
população sobre a importância da preservação do manguezal e do correto manejo das bacias hidrográficas); medidas de ação fiscalizadora e repressora visando impedir quaisquer atividades que comprometam as funções ecológicas do manguezal (contenção de sedimentos, criadouro natural de organismos aquáticos, manutenção da biodiversidade, etc.), principalmente pela atividade da carcinicultura, que com certeza é a atividade mais agressora, juntamente com a agricultura dos ecossistemas presentes na área estudada. Sugere-se ainda um monitoramento geoambiental periódico da área, com o objetivo de fiscalizar e quantificar a dinâmica natural e antrópica da região.
É importante salientar que tarefas de ordenação, em ambientes caracterizados pelas fortes pressões de ordem antrópica, não podem fundamentar-se por padrões pré- estabelecidos, equilíbrio nos processos morfogenéticos e estabilidade no fluxo de matéria e energia. Além do mais, grande parte das unidades que compõem um sistema flúvio-marinho são caracterizadas pela presença de ecossistemas frágeis, o que as torna muito vulneráveis e especialmente dinâmicas.
Cabe ainda aqui, um questionamento a respeito do custo com o qual a sociedade quer arcar: se a despesa monetária para a execução de medidas de recuperação e preservação ou se a perda de um patrimônio ecológico-natural que a todos pertence com conseqüências ainda imprevisíveis para o meio ambiente em que essa mesma sociedade vive.
ACCIOLY, P.C.V. Mapeamento Geológico-geofísico na Costa Leste do Rio Grande do Norte: área entre os municípios de Goianinha e Canguaretama – RN. Monografia (Graduação em Geologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 1995. 72 p.
AGRA FILHO, Severino Soares. Os Estudos de Impactos Ambientais no Brasil: uma análise de sua efetividade. Brasília: IPEA, 1993. (Documento de Política nº 18). ARAÚJO, Ludmagna Pereira. Análise de Risco em Saúde Pública Utilizando SIG: o caso da qualidade da água no município de Natal (RN). Dissertação (Mestrado em Geociências) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2002. 150p.
ARONOF, S. Geographic Information Systems: a management perspective. Canada: WDL Publications, 1989.
ASMUS, H.E.; ASMUS M.L.; TAGLIANI P. R. O Estuário da Lagoa dos Patos: um problema de planejamento costeiro. Anais do III Encontro Brasileiro de Gerenciamento Costeiro, Fortaleza, P. 71-95.1985.
BARBOSA, J. A. A Estratigrafia da Bacia Paraíba: uma reconsideração. Revista de Estudos Geológicos. Vol. 13; No 93, p. 89 - 108, 2003.
BITENCOURT, M.D.; PIVELLO, V.R. SIG e Sensoriamento Remoto Orbital Auxiliando o Zoneamento Ecológico. Investigaciones Geograficas Boletín. Cap. 36 Pg. 35-43, 1998.
BRASIL. Ministério das Minas e Energia. Secretaria Geral. Projeto RADAMBRASIL: Folhas SB. 24/25 Jaguaribe/Natal; geologia, geomorfologia, pedologia, vegetação e uso potencial da terra. Rio de Janeiro: 1981. p. 708-713. (Levantamento de Recursos Naturais, 23).
CÂMARA G.; CASANOVA M.; HEMERLY A.; MAGALHÃES G.; MEDEIROS C. Anatomia de Sistemas de Informação Geográfica. Campinas: Instituto de Computação, UNICAMP, 1996.
________; MEDEIROS J.S. Princípios Básicos em Geoprocessamento. In: Assad E.D. e Sano E.E. (eds.) Sistemas de Informações Geográficas: Aplicações na Agricultura. Brasília, DF, 1998.
CANTER, Larry W. Manual de Evaluación de Impacto Ambiental: técnicas para la elaboración de los estudios de impacto. 2ed. Madrid: McGraw-Hill, 1998.
CASSETI, Valter. Ambiente e Apropriação do Relevo. 2. ed. São Paulo - SP: Contexto, 1995.
CASTRO, Angélica Félix de. Modelagem e desenvolvimento de um banco de dados: Aplicação a elaboração de mapas de sensibilidade ambiental ao derramamento de óleo na área costeira entre Galinhos e São Bento do Norte RN. Dissertação (Mestrado em Geodinâmica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2002. 87p.
CHRISMAN, N. Exploring Geographic Information Systems. New York: John Wiley & Sons, 1997.
CLARK, J. R. Coastal Ecossystem. Washington D.C.: The Conservation Foundation, 1974.
CMMAD - COMISSÃO MUNDIAL SOBRE MEIO AMBIENTE E DESENVOLVIMENTO. Nosso Futuro Comum. 2. ed. Rio de Janeiro - RJ: Fundação Getúlio Vargas, 1991. COELHO, Maria Célia Nunes. Impactos Ambientais em Áreas Urbanas: teorias, conceitos e métodos de pesquisa. In: GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da. Impactos Ambientais Urbanos no Brasil. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, p. 19-45. 2001.
CONAMA – CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE. Estabelece as definições, as responsabilidades, os critérios básicos e as diretrizes gerais para uso e implementação da avaliação de impacto ambiental como um dos instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente. Resolução n. 1 de janeiro de 1986. Diário Oficial [da República Federativa do Brasil], Brasília, 12 fev. 1986.
COSTA N.M.C. O Geoprocessamento nos Estudos de Impactos Ambientais: uma análise crítica. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, 1999. 110p.
COSTA, W. D; SALIM, José. Aspectos Estruturais da Faixa Sedimentar Costeira da Região de Natal-RN. Estudos Sedimentológicos. Natal: Imprensa Universitária. v. 2, n. 1/2, p. 133-143, 1972.
CUNHA E.M.S., SILVEIRA M.I.M., NOGUEIRA A.M.B., VILAÇA J.G. . Análise Ambiental do Setor Costeiro Maxaranguape - Touros/RN. Anais do 36o Congresso
Brasileiro de Geologia. Natal-RN, 1990. p. 770-782.
CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antônio José Teixeira. Degradação Ambiental. In: GUERRA, Antonio José Teixeira; CUNHA, Sandra Baptista da. Geomorfologia e Meio Ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 1996. p. 337-379. DHN – DIRETORIA DE HIDROGRAFIA E NAVEGAÇÃO – MARINHA DO BRASIL. Tábua de Marés. Disponível em: http://www.dhn.mar.mil.br. Acesso em: 07/10/2003.
EMBRAPA - EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Satélites de Monitoramento. Disponível em: http://www.sat.cnpm.embrapa.br/satelite/ikonos.html. Acesso em: 11/01/2005.
EMBRAPA - EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA. Sistema Brasileiro de Classificação de Solos. Brasília: Embrapa; Rio de Janeiro: Embrapa Solos, 1999.
EMPARN – EMPRESA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE. Boletins de Precipitação – estação Canguaretama. Séries 1911 a 2003. Natal – RN, 2003.
ESTEVES, F. A. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Interciência, 1998. 601 p.
FERNANDES, Rodrigo Cysneiros. Aplicação do Sensoriamento Remoto e do Processamento Digital de Imagens na Identificação e Realce de Feições no Estuário do Rio Curimataú – Canguaretama (RN). Monografia (Graduação em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2002. 77 p.
FRIGOLETTO.COM.BR – A Geografia em Primeiro Lugar. Animais do Litoral Brasileiro. Disponível em: http://www.frigoletto.com.br/index.html. Acesso em: 19/01/2005.
FEEMA - FUNDAÇÃO ESTADUAL DE ENGENHARIA DO MEIO AMBIENTE. Vocabulário básico de meio ambiente. 4 ed. Rio de Janeiro: Maio Gráfica, 1992. IBAMA - INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS. Avaliação de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília: IBAMA, 1995.
IBGE - INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA. Glossário Geológico. Rio de Janeiro: IBGE, 1999.
IDEMA – INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DO MEIO AMBIENTE DO RIO GRANDE DO NORTE. Perfil do Seu Município – Canguaretama -RN. Natal, v. 06, 22 p. 2004.
________ – INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DO MEIO AMBIENTE DO RIO GRANDE DO NORTE. Diagnóstico e Vulnerabilidade Ambiental dos Estuários do Litoral Oriental do RN. Natal – RN. 2003. 51 p. + Anexos.
________ – INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DO MEIO AMBIENTE DO RIO GRANDE DO NORTE. Informativo Municipal: Canguaretama – RN. Natal. 1999a. 19 p.
________ – INSTITUTO DE DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E DO MEIO AMBIENTE DO RIO GRANDE DO NORTE. Informativo Municipal: Baía Formosa – RN. Natal. 1999b. 19 p.
LAURINI, R.; THOMPSON, D. Fundamentals of Spatial Information Systems. San Diego: Academic Press, 1992.
LISBOA FILHO, Jugurta. Projeto de Banco de Dados Para Sistemas de Informação Geográfica. Disponível em: http://www.sbc.org.br/reic/edicoes/2001e2/tutoriais/ProjetodeBDparaSistemasdeInforma caoGeografica.pdf. Acesso em: 10/01/2005.
MABESOONE J.M., DAMASCENO J.M., OLIVEIRA L.D.D. E OLIVEIRA, M.I.M. Sedimentos Cretáceos do Litoral Leste do Rio Grande do Norte. Estudos Sedimentológicos. Série B, v.10, p. 73-76, 1991.
MABESOONE, J. M.; ALHEIROS, M. M. Origem da Bacia Sedimentar Pernambuco- Paraíba. Revista Brasileira de Geociências. Vol. 18; No 04, p. 476 - 482, 1988.
________, J. M.; ROLIM, José Lins. Quaternário do Nordeste Oriental Brasileiro. Estudos Sedimentológicos. Natal, v. 3/4, p. 89-130, jan./jun, 1973/74.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito Ambiental Brasileiro. 10 ed. São Paulo: Malheiros, 2002.
MELO Júnior, Germano. Procedência dos Metais Pesados do Curimataú. Da Vinci: textos acadêmicos. Natal, ano 2, n. 24, p. 05, nov. 2001. Encarte do Diário de Natal. MILARÉ, Édis; BENJAMIN, Antonio Herman V. Estudo Prévio de Impacto Ambiental: teoria, prática e legislação. São Paulo: Revista dos Tribunais, 1993.
MENIN, Delza Rocha de Freitas. Ecologia de A a Z: pequeno dicionário de ecologia. Porto Alegre: L&PM, 2000.
MIRRA, Álvaro Luiz Valery. Impacto ambiental: Aspectos da Legislação Brasileira. São Paulo: Oliveira Mendes, 1998.
MONTEIRO, Carlos Augusto de Figueiredo. Geossistemas: a história de uma procura. São Paulo: Contexto, 2000.
MORAES, Antônio Carlos Robert. Contribuições Para a Gestão de Zonas Costeiras no Brasil: elementos para uma geografia do litoral brasileiro. São Paulo: Hucitec; Edusp, 1999.
OGATA, Maria Gravina. Macrozoneamento costeiro: aspectos metodológicos. Brasília: Programa Nacional do Meio Ambiente – PNMA, 1995. 27 p. (Série Gerenciamento Costeiro; v.5)
OLIVEIRA, Frederico Fonseca Galvão de. Caracterização e Diagnóstico de Impactos Ambientais em Natal - RN com Apoio do Geoprocessamento. Dissertação (Mestrado em Geografia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2003. 207 p.
PEUQUET, D. J. An Event-Based Spatiotemporal Data Model (ESTDM) For Temporal Analysis Of Geographical Data. International Journal of Geographical Information Systems, London, v.9, n.1, p.7-24, 1995.
QUEIROZ, M.A. Geologia da Faixa Oriental do RN: área de Canguaretama. Monografia (Graduação em Geologia) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 1984. 87 p. + anexos.
RAMIREZ, M. R. Sistemas Gerenciadores de Bancos de Dados para Geoprocessamento. Rio de Janeiro: COPPE/UFRJ, (Dissertação de Mestrado). 1994. 128p.
SALIM, José; COUTINHO, Paulo da Nóbrega. Aspectos Sedimentológicos do Estuário do Potengi, Natal, Rio Grande do Norte. Estudos Sedimentológicos, Natal: Imprensa Universitária. v. 3/4, p. 141-153, jan./jun. 1973/74.
SEMA – SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE DO GOVERNO BRASILEIRO. Caracterização e diretrizes gerais de uso da APA do Rio São Bartolomeu. Brasília - DF: v.1. 1988.
SENDRA J.B. Evaluacion del Impacto Ambiental. In: Sistemas de Información Geográfica. Cap. XVIII. Rialp, Madri, Espanha, p 366-37, 1992.
SERHID – SECRETARIA DE ESTADO DOS RECURSOS HÍDRICOS DO RIO GRANDE DO NORTE. Plano Estadual de Recursos Hídricos. Disponível em: http://www.serhid.rn.gov.br/detalhe.asp?IdPublicacao=149. Acesso em: 07/01/2005.
SOUZA, Flavo Elano Soares. Evolução Morfodinâmica da Região de Influência Estuarina do Rio Curimataú – RN, Com Ênfase nas Alterações do Ambiente Deposicional de Manguezal e a Integração de Geodados em SIG. Tese (Doutorado em Geodinâmica) - Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, 2004. 151p. SUDENE – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE. Levantamento Exploratório: reconhecimento de solos do estado do Rio Grande do Norte. Recife: 1968. 531 p. + Anexo: Mapa de solos do Estado do Rio Grande do Norte, escala 1:500.000. (Pedologia v. 9).
________ – SUPERINTENDÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO DO NORDESTE. DRN – DIVISÃO DE RECURSOS NATURAIS – DIVISÃO DE CARTOGRAFIA. Carta S. José de Mipibú. Projeto C7 – Folha SB.25-Y-A-II. Recife, 1971.
SUGUIO, K. Fundamentos e Reconstrução de Antigos Níveis Marinhos do Quaternário. Boletim Ig Usp Publicação Especial. São Paulo - SP, v.4, p.1 - 161, 1986. SUREHMA/ GTZ – SECRETARIA ESPECIAL DO MEIO AMBIENTE DO PARANÁ – SEMA/PR. MAIA – Manual de Avaliação de Impactos Ambientais. Curitiba: SUREHMA/ GTZ, 1992.
TAVARES, Sérgio. Contribuição Para o Estudo da Cobertura Vegetal dos Tabuleiros do Nordeste. Boletim de Recursos Naturais. Recife - PE, n.2, p.13-25, 1964.
TOMMASI, Luiz Roberto. Estudo de impacto ambiental. São Paulo: Terragraph/Cetesb, 1994.