3. MATERYAL VE METOT
3.2. Metot
3.2.8. Kullanılan analiz yöntemleri
vistas à formação permanente da pessoa do educador leigo, de modo a reter talentos e aqueles que comungam da Proposta Educativa Marista
A presente Categoria é composta por duas subcategorias a saber: Incentivos à formação permanente e Ações de comunicação, de acolhida, de troca e de realização no trabalho.
Libâneo70 afirma que:
Para que o processo educativo se efetive, são necessários uma teoria e um conjunto de objetivos e meios formativos, encaminhados à formação humana. Conforme a concepção histórico-social de educação, as atividades educativas ocorrem em condições históricas e sociais determinadas que estabelecem limites às possibilidades objetivas de humanização.
“Eu vejo que a escola tem um grande desafio. O primeiro é educar, para bem ensinar. E isso não é que seja um contra-senso, é um apelo do mundo de hoje, que a escola também se torne um seio familiar”. (S3)
“Eu sinto muita falta dessa educação continuada, em termos da formação marista”. (S4)
“Se a gente não conhece, a gente não vive, a gente não ama, a gente não consegue passar adiante”. (S4)
5.3.3.1 Subcategoria: Incentivos à formação permanente
70 Libâneo, José Carlos. Pedagogia e Pedagogos para quê?. Ed.3. São Paulo: Cortez Editora, 2000,
“[...] Então, nesses catorze anos, eu fui incentivada, que fiz muitos cursos e esses cursos, hoje, eles me fazem ter um melhor entendimento da educação marista, da educação que a gente passa para os nossos estudantes”. (S1)
“Aqui na escola, sempre existiu o incentivo para o estudo, para a formação do professor”. (S2)
“Por exemplo, nós temos reuniões permanentes, quase que semanais, em que há estudos, leituras, discussões, isso já é uma valorização. Há congressos [...]”. (S9)
“Mas eu acredito que ainda falta. Ainda faltam ações em nível de estudos, em nível de sentar e colocar os projetos ali e para que todos saibam”. (S1)
Pesquisados dizem que sempre foram muito incentivados e estimulados pelas Direções das escolas para fazerem cursos de atualização e formação permanente, bem como que há muitas reuniões pedagógicas e de estudos que alinham o trabalho dos educadores.
“Um projeto que seria bom é o da formação permanente, que não é só formação espiritual, mas formação mesmo técnica. Das pessoas, do conhecimento a serviço do enriquecimento do educador, dos seus talentos”. (S3)
“Então, primeiro, eu penso que o próprio projeto educativo lançado, ele tem que ser revisitado constantemente [...]”. (S8)
Os pesquisados afirmam ser importante a formação permanente e que o próprio projeto educativo lançado seja revisitado constantemente. Há manifestações de que há ações de encantamento diário nas escolas, mas há outros que referem que faltam ações desse tipo, destacando que gostariam de ter mais tempo para estudo e preparo de aulas.
5.3.3.2 Subcategoria: Ações de comunicação, de acolhida, de troca e de realização no trabalho
“Parece mentira, mas a gente quer falar, a gente apresentar a escola via jornal, via televisão, mas às vezes, os que estão aqui dentro, não conhecem a escola. E eu brigo muito com isso na comunicação”. (S1)
“Aquilo que deixa a pessoa feliz, deixa a pessoa realizada no seu trabalho. E eu vejo que uma coisa importante para a formação dela permanente, é justamente dela se sentir bem no ambiente onde ela está e ser apoiada para isso”. (S3)
“Por exemplo, em algum momento eu posso ir a outra unidade e falar da minha experiência, hoje a palavra é case de sucesso. E que a Rede consiga trabalhar enquanto Rede”. (S10)
Há manifestações sobre falhas na comunicação interna, pois nem todos sabem o que ocorre na escola no seu dia a dia.
Também referem que ainda é preciso trabalhar mais a questão da acolhida das pessoas e criar-se um ambiente interno que faça as pessoas mais fortalecidas e comprometidas com a obra, podendo expressar sentimentos e realizar trocas de experiências e projetos de vida e de trabalho.
“[...] para ficar com os nossos talentos, eu acho que é o encantamento diário com a obra. Quando a gente conseguir encantar, a gente não quer mais sair daqui, que foi um pouco o que aconteceu comigo [...]”. (S4)
“Então, esse encantamento eu acho que falta. Encontrar uma forma, encontrar uma estratégia que encante realmente, que encha os olhos e o coração, para dar prosseguimento para que as pessoas queiram ficar [...]”. (S4)
Também dizem que faltam mais tempo e ações de convivência entre alunos e professores e também de professores e Irmãos fora da escola e que veem isso como muito importante para aderirem ainda mais à proposta.
“[...] eu acho que os projetos, de saídas de estudos, onde os estudantes conseguem ter assim uma convivência com os educadores, [...]. Isso é fundamental”. (S6)
“[...] E quando nós fazemos uma atividade envolvendo educadores e Irmãos, nós também enxergarmos os Irmãos fora daquela realidade da Congregação, fora da sua postura de Irmão, enfim, também é importante.” (S6)
“É para reter talentos? Eu tenho medo que, às vezes, o tempo ligado à preparação de aulas, as correções, elas cansem um pouco. Então, se houver um dia, uma possibilidade de facilitar essas coisas, eu acho que ajuda bastante”. (S9)
Pesquisados ainda afirmaram que é importante garantir a implementação plena do projeto educativo marista e integrar ações educativas e ações de evangelização.
“Como eu já disse, nós estamos com a implementação de uma nova proposta, um novo projeto de educação marista. Nós estamos agora com as matrizes curriculares prontas para começar a ser utilizadas. Esse é o grande projeto nosso agora [...]”. (S7)
“Ao mesmo tempo a gente também tem uma proposta, de um novo projeto, uma nova proposta marista só na área de evangelização. Que muitas vezes, que eu acho que, às vezes, nós pecamos, pois parece que elas trabalham separadas. [...] ”. (S7)
Também fizeram referências à manutenção e ampliação de projetos de formação, como o VIDAMAR (Vida Marista) e outros que os estimulem e sejam os estimuladores do projeto educativo marista.
“[...] dentro de vários projetos, para mim, é o VIDAMAR. Assim, me marcou muito. Acho que é um projeto que tem que ser continuado, pode ser ampliado, mas, tem que ser assim, sistemático. [...] A experiência que a gente tem, a troca, enriquece o profissional, requer que fortalece os grupos [...]. (S10)
5.3.4 Categoria 4: A rotatividade de pessoal na ótica do educador marista leigo