1.4. KOBİ’lerin Ortak Özellikleri, Güçlü ve Zayıf Yönleri
1.4.3. KOBİ’lerin Zayıf Yönleri
6.2.1. Análise de Variância e teste de Tukey
As médias obtidas na interação de 4º grau para os teores de M.O., de acordo com respectivo tratamento, assim como os resultados do teste de Tukey estão apresentados no Tabela 9.
Tabela 9: Valores encontrados para matéria orgânica (g dm-3).
S1 A1 S1 A2 L1 L2 L3 L1 L2 L3 E1 42,00 Aa 11,00 aC 20,00 aB E1 42,00 aA 11,00 aC 20,00 aB E2 34,00 aA 12,00 aB 16,66 aB E2 22,33 bA 14,33 aA 14,66 abA E3 17,66 bA 9,66 aA 13,33 aA E3 18,33 bA 9,00 aB 8,66 bB S2 A1 S2 A2 L1 L2 L3 L1 L2 L3 E1 49,00 aA 23,00 aB 23,00 aB E1 49,00 aA 23,00 aB 23,00 aB E2 32,33 bA 20,33 aB 24,66 aAB E2 34,33 abA 17,33 aB 22,66 aB E3 35,66 bA 16,33 aB 18,33 aB E3 27,66 bA 18,33 aB 18,00 aB
Legenda: S1 – Neosolo Quartzarênico; S2 – Latossolo Vermelho Distroférrico . L1 – Lodo ETE – Lageado; L2 – Lodo ETE – Franca; L3 – Lodo ETA – Botucatu. A1- Água SABESP; A2 – Água Residuária. E1 – Primeira época; E2 – Segunda época; E3 – terceira época.
Médias seguidas de mesma letra não diferenciam ao nível de 5% de probabilidade; letras minúsculas comparam médias de épocas;maiúsculas, de tipo de lodo.
De acordo com dados estatísticos apresentados no Tabela 9, o nível de matéria orgânica nos tratamentos contendo Neosolo Quartzarênico irrigados com água fornecida pela SABESP (S1-A1), só variou significativamente com o passar das épocas para o lodo de ETE-Lageado (L1) mais precisamente da segunda para terceira época, para os demais não ocorreram alterações significativas.
Em uma mesma época verificou-se que há diferenças entre os
tratamentos. Na primeira época, verificou-se que os tratamentos contendo lodo da ETE-Lageado (L1) possuia maior teor de M.O., seguido pelo dos que contém lodo da ETA-Botucatu (L3) e por ultimo os do lodo da ETE-Franca (L2). Porém essa diferença foi
desaparecendo, tanto que na segunda época os tratamentos contendo lodos da ETE-Franca (L2) e ETA-Botucatu (L3) já não apresentam diferenças significativas, para os
teores de M.O. e na terceira época os três tratamentos já não apresentam diferenças significativas.
Para os tratamentos compostos pelo mesmo tipo de solo, mas irrigado com água residuária da ETE-Lageado (L1), o comportamento foi diferente do ocorrido no caso anterior, com o passar das épocas não só o lodo da ETE-Lageado (L1) apresentou alteração significativa mais também o lodo da ETA-Botucatu (L3) apresentou diferença em suas médias, sendo que elas eram maiores no início e foram diminuindo com o passar do tempo. Isso ocorreu possivelmente pela incidência de elementos presentes na água residuária que auxiliaram na decomposição da matéria orgânica. presentes nestes tratamentos.
Também neste caso, os tratamentos se diferenciam entre si. No início e com o passar do tempo foram se tornando semelhantes quanto aos níveis de M.O.. Importante observar que na terceira época, possivelmente devido ao maior grau de decomposição da M.O. para alguns dos tratamentos, eles voltam a se diferenciar significativamente.
Com a alteração dos valores para os tratamentos para os que contém Latossolo Vermelho Distroférrico e irrigado com água fornecida pela SABESP (S2-A1), o comportamento dos níveis de M.O. se assemelham ao caso com Neosolo Quartzarênico irrigada com água da SABESP (S1-A1), em que os tratamentos contendo lodo da ETE- Lageado (L1). São os que sofrem alterações significativas com o passar das épocas.
O comportamento dos tratamentos com Latossolo Vermelho Distroférrico e irrigados com água residuária ( S2-A2), mostrou-se idêntico ao caso anterior que envolve lodo da ETE- Lageado (L1) quando foi o único a demonstrar diferenças significativas entre as épocas. Também neste caso, as diferenças entre os lodos dentro de determinada época se mantiveram, sendo que o lodo da ETE- Lageado (L1) se mostrou sempre com níveis maiores que os demais.
No geral, a aplicação dos lodos, mostrou uma elevação na concentração de matéria orgânica no início do experimento como já encontrado por Monteiro (2005), analisando os lodos de esgoto.
As diferenças ocorridas nos teores de M.O. estão ligadas à decomposição da mesma, que influenciam também os níveis de pH (OLIVEIRA, 2000) e em teores de outros elementos, encontrados nas composições dos resíduos adicionados aos solos.
6.2.2. Análise de regressões
O Tabela 10 apresenta os resultados obtidos da análise de regressão dos teores de M.O. para cada tratamento.
Tabela 10: Resultados da análise de regressão para teores de M.O..
Modelo y=a+bx
n.obs Pr>f R2 C.var. Média a
Er. Pdr. b Er. Pdr. c E.Padr S1L1A1 9 0.002* 0.88 13,00 31,22 55.55 3,58 -12,16 1,65 S1L1A2 9 0,0005* 0,83 17,57 27,55 51,22 4,27 -11,83 1,98 S1L2A1 9 0,31 0,14 13,98 10,88 12,22 1,34 -0,67 0,62 S1L2A2 9 0,42 0,09 25,20 11,44 13,44 2,54 -1,00 1,17 S1L3A1 9 0,0053* 0,69 12,28 16,66 23,33 1,80 -3,33 0,83 S1L3A2 9 0,0001* 0,95 8,08 14,44 25,77 1,03 -5,66 0,48 S2L1A1 9 0,049* 0,44 17,64 39,00 52,33 6,07 -6,66 2,81 S2L1A2 9 0,0001* 0,92 8,00 37,00 58,33 2,61 -10,67 1,20 S2L2A1 9 0,0001* 0,89 5,45 19,89 26,56 0,96 -3,33 0,44 S2L2A2 9 0,095 0,34 15,16 19,55 24,22 2,61 -2,33 1,21 S2L3A1 9 0,077 0,38 12,55 22,00 26,66 2,43 -2,33 1,12 S2L3A2 9 0,027* 0,52 10,39 21,22 26,22 1,94 -2,50 0,90 Modelo y=a+bx+cx2 S1L1A1 9 0,0005* 0,92 11,74 31,22 41,67 9,23 4,50 10,48 -4,16 2,59 S1L1A2 9 0,0001* 0,96 9,53 27,56 77,33 6,60 -43,17 7,50 7,83 1,86 S1L2A1 9 0,18 0,44 12,24 10,89 6,66 3,36 6,00 3,81 -1,67 0,94 S1L2A2 9 0,03* 0,69 16,22 11,44 -1,00 4,67 16,33 5,30 -4,33 1,31 S1L3A1 9 0,0285* 0,69 13,27 16,67 23,33 5,56 -3,33 6,32 0,00 1,56 S1L3A2 9 0,0001* 0,95 8,63 14,44 24,67 3,14 -4,33 3,56 -0,33 0,88 S2L1A1 9 0,0106* 0,78 11,99 39,00 85,67 11,77 -46,67 13,37 10,00 3,30 S2L1A2 9 0,0001* 0,96 5,98 37,00 71,67 5,56 -26,67 6,32 4,00 1,56 S2L2A1 9 0,0009* 0,90 5,56 19,89 24,33 2,78 -0,67 3,16 -0,67 0,78 S2L2A2 9 0,07 0,58 13,09 19,56 35,33 6,44 -15,66 7,32 3,33 1,81 S2L3A1 9 0,0153* 0,75 8,57 22,00 13,33 4,75 13,66 5,39 -4,00 1,33 S2L3A2 9 0,041* 0,65 9,55 21,22 19,00 5,10 6,16 5,79 -2,17 1,43
Legenda: S1 – Neosolo Quartzarênico; S2 – Latossolo Vermelho Distroférrico . L1 – Lodo ETE – Lageado; L2 – Lodo ETE – Franca; L3 – Lodo ETA – Botucatu. A1- Água SABESP; A2 – Água Residuária.
* Teste F significativo ao nível de 5% de probabilidade.
Comparando-se os Tabelas 9 e 10 , verificamos que para os tratamentos com Neosolo Quartzarênico e irrigados com água da SABESP (S1-A1), o teste de Tukey, indicou variação apenas para os tratamentos que continham lodo da ETE-Lageado (L1), diferindo da análise de regressão, que indicou variações com o passar das épocas não só para
esses tratamentos, mas também para os tratamentos com lodo de ETA-Botucatu (L3) com R2 = 0,69, regido por uma regressão polinomial de segunda ordem.
Para os tratamentos com lodo da ETE-Franca (L2) seu comportamento é representado pelas médias apresentadas.
Com o passar das épocas, para tratamentos formados por Neosolo Quartzarênico e irrigados com água residuária, (S1-A2) a análise de regressão apresentou também variações significativas para todos os tipos de lodo, todos representados por equações polinomiais de segunda ordem.
Na análise de regressão para os tratamentos compostos por Latossolo Vermelho Distroférrico e irrigados com água da SABESP (S2-A1), verificou-se que ocorreram variações para os lodos da ETE-Lageado (L1), concordando com o teste de Tukey, com um R2 = 0,78, para os lodos de ETE-Franca (L2), com um R2=0,90 e para o lodo de ETA- Botucatu (L3), apresentando um R2=0,75, sendo que todos regidos por equações polinomiais de 2° grau.
Para os tratamentos compostos por Latossolo Vermelho Distroférrico e irrigados com água residuária (S2-A2), tantos os que continham o lodo da ETE-Lageado (L1) quanto o com lodo da ETE-Botucatu (L3) apresentaram variações com a época, sendo então o comportamento da M.O. representado pelas respectivas equações polinomiais de 2ª ordem (Tabela 10)
O comportamento dos tratamentos com lodo de ETE-Franca (L2) não apresenta variações, portanto, é representado por sua média.