Os troços de tubagem à vista amarela, em conformidade com a NP da superfície, o desengorduramento demãos de tinta. Não
estas ser baças ou semibrilhantes, do tipo retardador de fogo.
Requisitos das tubagens em canalete (
ais
Os canaletes devem ser d
materiais não combustíveis (classe M.
utilização de materiais não inflamáveis (classe M.1) interior dos fogos;
Os canaletes d
mesma classe de material, fixadas mecanicamente.
oluna
Os canaletes devem s gás;
Os canaletes d
secção uniforme em toda
Os canaletes devem possuir uma e
inferior e no atravessamento dos pavimentos dos pisos,
coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da tubagem;
Na parte superior do canalete
protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a acção de agentes atmosféricos.
oluna montante de edifícios
de grande altura
Os canaletes devem ser altura,
protegidas com uma rede corta
existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o seu interior pelas aberturas do mesmo)
fic
do arruamento exterior; O canalete
inclinação igual ou superior a 1%.
Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações anteriores.
As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança contra incêndios em edifícios, tendo actualmente outra designação (
220/2008 [N.15]).
Tubagem à vista
Os troços de tubagem à vista (Figura amarela, em conformidade com a NP
desengorduramento ão é permitid
estas ser baças ou semibrilhantes, do tipo retardador de fogo.
Requisitos das tubagens em canalete (
Os canaletes devem ser d
materiais não combustíveis (classe M.
utilização de materiais não inflamáveis (classe M.1) interior dos fogos;
Os canaletes d
mesma classe de material, fixadas mecanicamente. Os canaletes devem s
gás;
Os canaletes d
secção uniforme em toda
Os canaletes devem possuir uma e
inferior e no atravessamento dos pavimentos dos pisos,
coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da tubagem;
Na parte superior do canalete
protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a acção de agentes atmosféricos.
Os canaletes devem ser
altura, com aberturas inferior e superior para o exterior do edifício, protegidas com uma rede corta
existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o seu interior pelas aberturas do mesmo)
ficar situada a uma altura igual ou superior a 2,0 m acima do nível do arruamento exterior;
O canalete entre a vertical e a abertura inferior deve ter uma inclinação igual ou superior a 1%.
Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança
contra incêndios em edifícios, tendo actualmente outra designação (
Figura 6.6) deverão ser identificados através de pintura de cor ocre amarela, em conformidade com a NP-182 [N.
desengorduramento e a aplicação de primário anticorrosão e
permitida a utilização de tintas inflamáveis (esmaltes e vernizes), estas ser baças ou semibrilhantes, do tipo retardador de fogo.
Figura 6.6 – Exemplo de tubagem à vista.
Requisitos das tubagens em canalete (adaptado da Portaria n.º 361/98 e 690/2001 [N.7, N.8]).
Os canaletes devem ser d
materiais não combustíveis (classe M.
utilização de materiais não inflamáveis (classe M.1) interior dos fogos;
Os canaletes devem ser inspeccionáveis,
mesma classe de material, fixadas mecanicamente.
Os canaletes devem ser exclusivamente reservados às tubagens de Os canaletes devem ser, tanto quanto possível, rectilíneos e de secção uniforme em toda
Os canaletes devem possuir uma e
inferior e no atravessamento dos pavimentos dos pisos,
coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da Na parte superior do canalete
protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a acção de agentes atmosféricos.
Os canaletes devem ser
com aberturas inferior e superior para o exterior do edifício, protegidas com uma rede corta
existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o seu interior pelas aberturas do mesmo)
ar situada a uma altura igual ou superior a 2,0 m acima do nível do arruamento exterior;
entre a vertical e a abertura inferior deve ter uma inclinação igual ou superior a 1%.
Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança
contra incêndios em edifícios, tendo actualmente outra designação (
deverão ser identificados através de pintura de cor ocre [N.17]. A operação de pintura deverá contemplar
aplicação de primário anticorrosão e
a utilização de tintas inflamáveis (esmaltes e vernizes), estas ser baças ou semibrilhantes, do tipo retardador de fogo.
Exemplo de tubagem à vista.
adaptado da Portaria n.º 361/98 e 690/2001 [N.7, N.8]).
Requisitos
Os canaletes devem ser devidamente ventilados e materiais não combustíveis (classe M.
utilização de materiais não inflamáveis (classe M.1) evem ser inspeccionáveis,
mesma classe de material, fixadas mecanicamente.
er exclusivamente reservados às tubagens de evem ser, tanto quanto possível, rectilíneos e de secção uniforme em toda a altura do edifício;
Os canaletes devem possuir uma entrada de ar, na sua parte inferior e no atravessamento dos pavimentos dos pisos,
coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da Na parte superior do canalete, a secção livre de evacuação será protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a acção de agentes atmosféricos.
Os canaletes devem ser devidamente ventilados em toda a sua com aberturas inferior e superior para o exterior do edifício, protegidas com uma rede corta-chamas
existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o seu interior pelas aberturas do mesmo)
ar situada a uma altura igual ou superior a 2,0 m acima do nível entre a vertical e a abertura inferior deve ter uma inclinação igual ou superior a 1%.
Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança
contra incêndios em edifícios, tendo actualmente outra designação (
deverão ser identificados através de pintura de cor ocre . A operação de pintura deverá contemplar
aplicação de primário anticorrosão e
a utilização de tintas inflamáveis (esmaltes e vernizes), estas ser baças ou semibrilhantes, do tipo retardador de fogo.
Exemplo de tubagem à vista.
adaptado da Portaria n.º 361/98 e 690/2001 [N.7, N.8]).
Requisitos
evidamente ventilados e
materiais não combustíveis (classe M.0), sendo permitida a utilização de materiais não inflamáveis (classe M.1)
evem ser inspeccionáveis, através de tampas, da mesma classe de material, fixadas mecanicamente.
er exclusivamente reservados às tubagens de evem ser, tanto quanto possível, rectilíneos e de
a altura do edifício;
ntrada de ar, na sua parte inferior e no atravessamento dos pavimentos dos pisos,
coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da ecção livre de evacuação será protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a
devidamente ventilados em toda a sua com aberturas inferior e superior para o exterior do edifício,
chamas (para evitar que na existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o seu interior pelas aberturas do mesmo), devendo a abertura inferior
ar situada a uma altura igual ou superior a 2,0 m acima do nível entre a vertical e a abertura inferior deve ter uma Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança
contra incêndios em edifícios, tendo actualmente outra designação (Decreto
deverão ser identificados através de pintura de cor ocre . A operação de pintura deverá contemplar
aplicação de primário anticorrosão e de, no
a utilização de tintas inflamáveis (esmaltes e vernizes),
adaptado da Portaria n.º 361/98 e 690/2001 [N.7, N.8]).
evidamente ventilados e construídos sendo permitida a utilização de materiais não inflamáveis (classe M.1) apenas no
através de tampas, da mesma classe de material, fixadas mecanicamente.
er exclusivamente reservados às tubagens de evem ser, tanto quanto possível, rectilíneos e de
ntrada de ar, na sua parte inferior e no atravessamento dos pavimentos dos pisos, com coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da
ecção livre de evacuação será protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a
devidamente ventilados em toda a sua com aberturas inferior e superior para o exterior do edifício,
(para evitar que na existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o
endo a abertura inferior ar situada a uma altura igual ou superior a 2,0 m acima do nível
entre a vertical e a abertura inferior deve ter uma Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança
Decreto-lei n.º
deverão ser identificados através de pintura de cor ocre . A operação de pintura deverá contemplar a
de, no mínimo de duas a utilização de tintas inflamáveis (esmaltes e vernizes),
adaptado da Portaria n.º 361/98 e 690/2001 [N.7, N.8]).
construídos com no através de tampas, da er exclusivamente reservados às tubagens de evem ser, tanto quanto possível, rectilíneos e de
ntrada de ar, na sua parte uma coroa circular livre, com um mínimo de 2,0 cm, exterior à parede da
ecção livre de evacuação será protegida por forma a impedir a entrada de matérias estranhas e a
devidamente ventilados em toda a sua com aberturas inferior e superior para o exterior do edifício, existência de um incêndio exterior ao canalete este migre para o
endo a abertura inferior ar situada a uma altura igual ou superior a 2,0 m acima do nível
entre a vertical e a abertura inferior deve ter uma Cada uma das situações posteriores obriga ao cumprimento dos requisitos das situações As classes (M.0 e M.1) foram revogadas pela publicação do regulamento de segurança
lei n.º
deverão ser identificados através de pintura de cor ocre a limpeza mínimo de duas a utilização de tintas inflamáveis (esmaltes e vernizes), devendo
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As tubagens de gás instaladas à vista devem ser convenientemente apoiadas e fixadas. Os suportes utilizados neste tipo de tubagens, serão sempre deslizantes e, uma vez apertados, não deverão exercer uma pressão forte sobre a tubagem mas apenas a necessária para garantir a função de suporte. Os suportes geralmente utilizados dependem do tipo de troço tal como indicado no Quadro 6.5.
Quadro 6.5 – Tipos de suporte utilizados na fixação das tubagens (Galp,2005 [6]).
Troço Suporte
Horizontal Abraçadeiras ou suportes-guia fechados
Vertical Abraçadeiras
Mudança de direcção Apoio sem guia
A legislação existente não considera qualquer forma ou distância dos suportes da tubagem, deixando isso ao critério e responsabilidade do projectista. Actualmente, fruto da experiência, existem algumas regras de boa prática, as quais se apresentam no Quadro 6.6. Além destas indicações, é do senso comum não fixar, apoiar ou amarrar tubagens a outras existentes.
Quadro 6.6 – Distância entre suportes (adaptado de Galp,2005 [6]).
Material da tubagem tubagem (mm) Diâmetro da Separação máxima (m)
Troço horizontal Troço vertical
Cobre 10 1,0 1,5 12 1,0 1,5 15 1,0 1,5 18 1,5 2,0 22 1,5 2,0 28 2,5 3,0 35 2,5 3,0 42 3,0 3,0 54 3,0 3,0 Aço ½ ‘’ 1,5 2,0 ½ ‘’ < D ≤ 1 ‘’ 2,0 3,0 ½ ’’< D ≤ 1 ¼ ‘’ 2,5 3,0 D > 1 ¼ ‘’ 3,0 3,0
Notas: O afastamento máximo entre suportes na tubagem de aço ou cobre é o mesmo que entre o suporte ou braçadeira e qualquer mudança de direcção.
Notas: Deve prever-se um suporte no ponto mais próximo possível de equipamentos tais como
válvulas e reguladores.
Os suportes a utilizar variam de acordo com a tubagem usada, pelo que, para as tubagens em aço, os suportes devem ser de aço galvanizado, sendo o espaço entre a tubagem e o suporte preenchido com material elástico e isolante. Para tubagens de cobre, os suportes podem ser de plástico, cobre,
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latão ou aço galvanizado tubagem e o suporte ou
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar
a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes
estabelecidos
Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um suporte fixo à parede ou
No caso de tub a
um suporte fixo à parede ou
.
Na instalação de troços de tubagem à vista, deverão respeitar tubagens
tubagens embebidas, conforme se observa no
Apesar de o
elementos da estrutura resistente do edifício e latão ou aço galvanizado
tubagem e o suporte ou
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar
a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes
estabelecidos [6]:
Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um suporte fixo à parede ou
No caso de tub
abraçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a um suporte fixo à parede ou
Figura 6
a instalação de troços de tubagem à vista, deverão respeitar
tubagens de outras redes, os quais são menores do que os apresentado tubagens embebidas, conforme se observa no
Quadro
Redes de vapor de água quente Redes eléctricas
Redes
Condutas de evacuação de
NOTA: Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros afastamentos. A
distâncias já indicadas no Apesar de os troços horizontais deve
elementos da estrutura resistente do edifício e latão ou aço galvanizado, devendo
tubagem e o suporte ou abraçadeira com material
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar
a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes
Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um suporte fixo à parede ou
No caso de tubagens de aço, poderá aceitar
braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a um suporte fixo à parede ou
6.7 – Localização dos pontos de ancoragem de forma a permitir a dilatação [
a instalação de troços de tubagem à vista, deverão respeitar
de outras redes, os quais são menores do que os apresentado tubagens embebidas, conforme se observa no
Quadro 6.7 – Afastamento mínimo
Tipo
Redes de vapor de água quente Redes eléctricas
Redes telefónicas Condutas de evacuação de
gases
Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros afastamentos. A
distâncias já indicadas no s troços horizontais deve
elementos da estrutura resistente do edifício e
, devendo nestes dois últimos braçadeira com material
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar
a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes
Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um suporte fixo à parede ou ao tecto;
agens de aço, poderá aceitar
braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a um suporte fixo à parede ou ao tecto.
Localização dos pontos de ancoragem de forma a permitir a dilatação [
a instalação de troços de tubagem à vista, deverão respeitar
de outras redes, os quais são menores do que os apresentado tubagens embebidas, conforme se observa no
Afastamento mínimo
Redes de vapor de água quente Redes eléctricas
telefónicas Condutas de evacuação de
Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros afastamentos. A norma brasileira NBR 15526 [N.16]
distâncias já indicadas no Quadro s troços horizontais deverem, em geral elementos da estrutura resistente do edifício e
nestes dois últimos braçadeira com material elástico e
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar
a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de dilatação se desenvolvam a partir destes (Figura 6.
Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um agens de aço, poderá aceitar
braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a tecto.
Localização dos pontos de ancoragem de forma a permitir a dilatação [
a instalação de troços de tubagem à vista, deverão respeitar
de outras redes, os quais são menores do que os apresentado tubagens embebidas, conforme se observa no Quadro 6.
Afastamento mínimo (cm) entre tubagens
Paralela 3,0 3,0 3,0 3,0
Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros norma brasileira NBR 15526 [N.16]
Quadro 6.2.
, em geral ficar situados até 0,2 elementos da estrutura resistente do edifício e de os troços verticais deve
nestes dois últimos casos, preencher elástico e isolante [
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar
a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de
.7). Os pontos de ancoragem podem ser Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um agens de aço, poderá aceitar-se como alternativa a utilização de duas braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a
Localização dos pontos de ancoragem de forma a permitir a dilatação [
a instalação de troços de tubagem à vista, deverão respeitar-se também de outras redes, os quais são menores do que os apresentado
.7.
entre tubagens (Portaria n.º 361/98 [N.7]).
Paralela 3,0 3,0 3,0 3,0
Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros norma brasileira NBR 15526 [N.16]
ficar situados até 0,2 os troços verticais deve
preencher-se isolante [6].
Para além da instalação de suportes deslizantes, poderá considerar-se necessári a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços de
Os pontos de ancoragem podem ser Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um se como alternativa a utilização de duas braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a
Localização dos pontos de ancoragem de forma a permitir a dilatação [
também os afastamentos mínimos a de outras redes, os quais são menores do que os apresentados no
(Portaria n.º 361/98 [N.7]). Perpendicular 2,0 2,0 2,0 2,0 Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros
norma brasileira NBR 15526 [N.16] específica as ficar situados até 0,20
os troços verticais deverem ficar na prumada das se o espaço entre a se necessária, em alguns casos a execução de pontos de ancoragem das tubagens à vista, para que os esforços decorrentes da
Os pontos de ancoragem podem ser Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um se como alternativa a utilização de duas braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a
Localização dos pontos de ancoragem de forma a permitir a dilatação [9].
os afastamentos mínimos a s no Quadro (Portaria n.º 361/98 [N.7]). Perpendicular 2,0 2,0 2,0 2,0 Noutros países como é o caso do Brasil, podem ser adoptados outros
específica as
m do tecto ou dos m ficar na prumada das o espaço entre a alguns casos correntes da Os pontos de ancoragem podem ser Através de um elemento robusto soldado à tubagem, o qual por sua vez é aparafusado a um se como alternativa a utilização de duas braçadeiras separadas entre si de um diâmetro de tubagem e firmemente aparafusadas a
os afastamentos mínimos a Quadro 6.2 para
m do tecto ou dos m ficar na prumada das
válvulas de co
onde ficam expostas a
assegurada por recurso a uma das seguintes al Manga de aço;
Protecção envolvente em alvenaria;
Tubos de aço de diâmetro não inferior a 40 mm, dobrados em U à volta da tubagem e fixos à parede nas suas extremidades, formando aros envolventes de protecção. Deverá garantir uma distância de
aros adjacentes.
Tendo em vista a exequibilidade das operações de limpeza, inspecção e manutenção, recomenda que os troços de tubagem instalados à vista cumpram as distâncias às pare
Figura 6
Figura
As tubagens à vista protectora, a qual produtos,
pavimento em pelo menos 0,05 m efectuar
protecção em PVC
válvulas de corte dos aparelhos que alimentam, é f onde ficam expostas a
assegurada por recurso a uma das seguintes al Manga de aço;
Protecção envolvente em alvenaria;
Tubos de aço de diâmetro não inferior a 40 mm, dobrados em U à volta da tubagem e fixos à parede nas suas extremidades, formando aros envolventes de protecção. Deverá garantir uma distância de
aros adjacentes.
Tendo em vista a exequibilidade das operações de limpeza, inspecção e manutenção, recomenda que os troços de tubagem instalados à vista cumpram as distâncias às pare
6.8.
Figura 6.8 – Distâncias mínimas entre as tubagens e os diversos elementos
As tubagens à vista
protectora, a qual, além de produtos, deve também
pavimento em pelo menos 0,05 m
o atravessamento de paredes interiores, pelo que é necessário recorrer a uma manga de ão em PVC ou
rte dos aparelhos que alimentam, é f onde ficam expostas a agressões mecânicas. assegurada por recurso a uma das seguintes al
Manga de aço;
Protecção envolvente em alvenaria;
Tubos de aço de diâmetro não inferior a 40 mm, dobrados em U à volta da tubagem e fixos à parede nas suas extremidades, formando aros envolventes de protecção. Deverá garantir uma distância de 5 cm entre os aros e a tubagem e um afastamento menor que 25 cm entre aros adjacentes.
Tendo em vista a exequibilidade das operações de limpeza, inspecção e manutenção, recomenda que os troços de tubagem instalados à vista cumpram as distâncias às pare