2. TEKSTİL ENDÜSTRİSİ ATIKSULARI VE RENK SORUNU
2.3 Renk Sorunu ve Renk Giderim Yöntemleri
2.3.2 Renk Giderim Yöntemleri
2.3.2.2 Kimyasal Yöntemler
atuação e gestão. Como também é através do seu posicionamento de negócio, pautado na diferenciação e na estratégia corporativa com visão de integração vertical e alianças estratégicas, que se formalizam as condições de sustentabilidade dessa estratégia, através do valor atribuído ao recurso (TI) e principalmente da estrutura organizacional. Em decorrência das políticas estabelecidas, os usuários (funcionários) percebem o valor estratégico do recurso TI em sua realidade operacional.
Após responder a pergunta de pesquisa, arremata-se a seguir, de forma descritiva, os argumentos para as questões norteadoras deste trabalho.
5.1 IDENTIFICAR NA “NOVA” ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA A UTILIZAÇÃO DOS CONCEITOS ESTRATÉGICOS DE DIFERENCIAL COMPETITIVO
Conclui-se que a organização analisada não só faz uso das ferramentas estratégicas, como obtém resultados surpreendentes através da gestão adequada
dos recursos especificamente aqui apresentados. A atuação, pautada nos princípios da nova Administração Pública, favorece a implantação e utilização dos conceitos estratégicos de vantagem competitiva. Quantificada com altos índices de importância, respondendo a primeira etapa desta pesquisa e questão norteadora deste trabalho: o quanto os princípios da nova Administração Pública,
favorecem a implantação e utilização dos conceitos estratégicos de vantagem competitiva?
A seguir apresenta-se, de forma mais detalhada, os fundamentos que estruturaram essa conclusão.
A SEFAZ-PE foi escolhida por representar de forma atuante e fidedigna esta “nova” forma de gestão na Administração Pública, oferecendo uma interessante oportunidade de se investigar os recursos e competências de que faz uso para tornar-se mais competitiva e também como ela construiu esses recursos definindo a sua estratégia.
A revisão da literatura e análise histórica da gestão pública trouxe a tona
questões de competitividade, comumente só analisadas na “livre e perfeita
concorrência” do mundo capitalista. Contextualizando essa mudança ou reforma, Hood e Jackson (1991) conceituam como: um conjunto de inovações em políticas públicas de gestão, e tem como base um conjunto com razoável coerência de retórica e justificativas. Elas são em geral alinhadas a valores de eficiência,
accountability e flexibilidade. Portanto, essa reforma ocorre quando uma
organização pública altera suas praticas de gestão, modelo de relacionamento e retórica. Elas acontecem em diferentes situações de ordem espacial e temporal, sob a base de diferentes escopos e valores. O que é retratado no processo de pesquisa e análise deste estudo na SEFAZ-PE.
A avaliação da nova administração pública e sua abordagem dirigida a resultados apresenta, em seu conteúdo, uma grande responsabilidade para a empresa em foco, organizações similares e gestões diversas. Pois, uma vez apresentados os conceitos estratégicos utilizados como diferencial competitivo, faz- se necessário uma efetiva e maior utilização dos conceitos teóricos, de forma que todos os envolvidos no processo de estruturação dessa estratégia possam melhor contribuir para os objetivos traçados. Os próprios princípios da nova administração pública norteiam as diretrizes: a legalidade por critério de atividade, a sua forma de
atuação (impessoalidade e moralidade), a transparência dos atos públicos (publicidade) e os resultados (eficiência).
Por formação, esta organização é mais voltada para o ambiente interno, uma vez que ressalta o desenvolvimento e a prestação de serviços, buscando a excelência como competência essencial, em uma mudança aparelhada no modelo de gestão por resultados.
Está forma de atuação voltada para a produtividade com padrões de “eficiência e eficácia” possibilita uma melhor arrecadação de tributos e, consequentemente, uma maior dotação orçamentária, gerando assim mais uma vantagem competitiva sobre as demais empresas, através dos recursos financeiros adquiridos.
O uso de conceitos e processos estratégicos é justificado, inclusive, como apresentado anteriormente, no plano de estruturação da Nova Administração Pública na SEFAZ-PE, através dos quatro eixos de modernização: 1° Eixo - Revisão dos processos de trabalho (Ação Fiscal, Controle Interno, etc.); 2 ° Eixo - Tecnologia da Informação (Arquitetura de Sistemas - novos sistemas dando suporte aos novos processos de trabalho, Rede Corporativa - ligando toda SEFAZ em rede; Equipamentos e softwares -microcomputadores, servidores, extratores de dados, gerenciadores de rede, etc.); 3 ° Eixo - Infraestrutura física; 4 ° Eixo – Capacitação. Este posicionamento inovador coloca a instituição à frente dos demais órgãos estaduais.
Revendo Barney (2007), que discorre sobre as oportunidades latentes no ambiente industrial, as vantagens em ser o 'primeiro-a-se-mover' num segmento e estabelecer uma estratégia de liderança tecnológica, posicionando a empresa inovadora em posições competitivas superiores. O tempo em que a empresa poderá manter-se em determinada situação depende de vários fatores, dentre os quais a capacidade empresarial de proteger essa condição estratégica, evitando ser copiada pela concorrência (Imitabilidade).
As vantagens competitivas estabelecidas através da qualidade dos serviços
prestados criaram uma marca reconhecida como “séria e atuante” (SEFAZ-PE),
valor intangível de grande relevância por tratar-se de uma organização da administração pública, que a diferencia das demais empresas do próprio setor. Vale ressaltar que essa vantagem agrega valor, pois é mais durável em longo prazo,
devido a dificuldade em ser copiada, já que é construída ao longo do tempo através da satisfação do cliente.
A utilização dirigida da TI, nesta organização em particular, estabelece outro fator de competitividade, através do seu constante aprimoramento. Esta inovação pode alterar o cenário de atuação e a relação com seus clientes e mercado, figurando assim mais um diferencial estratégico.
Enfatizando essa estratégia apoiada na utilização de TI, Porter (1980) afirma que uma inovação tecnológica aumenta a vantagem competitiva que resulta em custo mais baixo ou em diferenciação e ainda pode “ser protegida contra imitações". Dessa forma, agregando a teoria de Porter (1980), com sua análise das cinco forças competitivas atuantes em qualquer indústria, e dos elementos componentes da cadeia de valor de uma empresa (1985), chega-se ao arcabouço da Visão Baseada em Recursos (RBV) apresentada por Barney (2002), em que o gerenciamento de recursos organizacionais raros e valiosos pode ser fonte de vantagem competitiva em longo prazo para uma empresa.
Pode-se, assim, afirmar que o processo de inovação desencadeado pelas atividades de TI é de grande importância para a sobrevivência da empresa e para a sua valoração. Porém, apesar da concordância, em parte, com a teoria que explica essa vantagem obtida através da redução dos custos operacionais, os achados na pesquisa de campo não identificaram este recurso como difícil de adquirir (raro), ou mesmo protegido contra imitações (imitabilidade).
Interessante a apreciação, durante o processo de pesquisa, de que os “recursos de capital humano” e os “recursos organizacionais” são as verdadeiras vertentes estratégicas de suporte ao diferencial competitivo da empresa. Essa condição primaz do próprio modelo VRIO de Barney (2007), favorece o conceito da “Nova” Administração Pública a utilizar-se dos conceitos estratégicos em sua gestão, já que a organização é peça fundamental na estruturação dos recursos internos para o estabelecimento desta atividade.
Com base nas entrevistas realizadas, inferiram-se algumas formas de atuação comuns às empresas nesse ambiente de competição regulada pela inovação (hiper- competitivo). Essa postura inovadora mostra o seu potencial estratégico, haja vista a crescente importância dada à inovação como vantagem competitiva sustentável, a saber: 1) A estratégia do negócio pautada na “Diferenciação”, através da busca constante pela inovação e das competências essenciais; 2) a estratégia corporativa,
através das alianças estratégicas estabelecidas com as outras secretarias do Estado e nacionalmente e a criação de planos de serviço mais completos, na busca de maior “Diversificação”, objetivando ampliar a atuação da organização dentro do escopo administrativo do Estado e aumentar a arrecadação de tributos; 3) a
implementação da Estratégia, através de aparelhamento da “Estrutura
Organizacional” e de adequados “processos de controle”; e, 4) Busca da sustentabilidade da vantagem competitiva adquirida, através da adequada valoração do recurso e cultura organizacional voltada à resultados.
5.2. PERCEPÇÃO DO VALOR ESTRATÉGICO DA TI (TECNOLOGIA DA