• Sonuç bulunamadı

4. ATIKSULARDA RENKLİLİĞİN GİDERİLMESİ

4.2 Renk Giderimi

4.2.1 Renk giderim yöntemleri

4.2.1.5 Kimyasal Oksidasyon

Conforme os indicadores agroeconômicos dos sistemas consorciados taro e feijão-vagem (Tabela 11), maiores eficiência biológica e econômica foram obtidas nos cultivos consorciados. Comparados ao controle, os consórcios implantados aos 0, 21 e 42 DAP do taro apresentaram índices de uso da terra (UET), respectivamente, 63%, 86% e 128% maiores. A renda bruta foi 81%, 72% e 38% maior; a renda líquida foi 92%, 80% e 32% maior com vantagem monetária de R$15.949,00, R$ 18.296,00 e R$ 16.869,00, respectivamente, enquanto que a vantagem monetária corrigida foi de R$12.174,00, R$ 13.709,00 e R$ 11.591,00, respectivamente.

Como observado, o melhor aproveitamento dos fatores ambientais disponíveis ocorreu nos sistemas consorciados, em relação ao sistema solteiro, pois os índices de uso da terra (UETs) foram maiores que a unidade, variando de 63 a 128%. Isso significa que são necessários de 63 a 128% a mais de área de modo que as culturas em plantio solteiro produzam o equivalente à produção dessas consorciadas em um hectare.

29 Os valores obtidos para a (UETs) e para a renda bruta são coerentes com as citações de Sullivan (2001), Salvador (2003) e Harder (2005), de que, o aumento da produtividade por unidade de área é uma das razões mais importantes para se cultivar duas ou mais culturas no sistema de consorciação, porque permite melhor aproveitamento da terra e de outros recursos disponíveis, resultando em maior rendimento econômico.

Tabela 11. Indicadores agroeconômicos, Índice de Uso Eficiente da Terra (UET), Renda Bruta (RB), Renda Líquida (RL), Vantagem Monetária (VM) e Vantagem Monetária corrigida (VMc) nos tratamentos

Tratamento UET RB (R$/ha) RL (R$/ha) VM (R$/ha) VMc (R$/ha) Monocultura taro 1,00 c 23.132,00 cd 16.579,00 cd - - Consorcio – 0 DAP 1,63 b 41.870,00 a 31.853,00 a 15.949,00 a 12.174,00 a Consorcio – 21 DAP 1,86 ab 39.833,00 a 29.816,00 ab 18.296,00 a 13.709,00 a Consorcio – 42 DAP 2,28 a 31.882,00 a 21.865,00 cd 16.869,00 a 11.591,00 a

Monocultura feijão - 0 DAP 1,00 c 28.557,00 bc 22.921,00 bc - -

Monocultura feijão - 21 DAP 1,00 c 19.911,00 d 14.275,00 d - -

Monocultura feijão - 42 DAP 1,00 c 4.213,00 e -1.423,00 e - -

*Médias, nas colunas, seguidas por pelo menos uma mesma letra não diferem entre si pelo teste de Tukey a 5% de probabilidade.

Resultados similares aos obtidos nesse trabalho foram encontrados por Heredia Zarate et al. (2005) que obtiveram valores de UET e renda bruta superiores nos cultivos consorciados em relação ao cultivo solteiro, ao avaliar a produção e renda bruta de dois cultivares de taro em cultivos solteiro e consorciado com alface. Já Heredia Zarate (2006), obteve índices de uso eficiente da terra de 6% e 83% no consórcio de taro com cenoura e taro com alface, respectivamente.

Nos cultivos consorciados implantados especialmente aos 0 e 21 DAP, foi constatada grande participação da cultura do feijão-vagem na composição dos índices avaliados (Tabelas 7 e 11). Apesar do alto índice de UET no consórcio implantado aos 42 DAP, esse apresentou os menores valores de renda bruta, renda líquida e vantagem monetária corrigida dentre os consórcios, e a segunda pior em vantagem monetária. Nesse consórcio (42 DAP), houve a menor produtividade do feijão-vagem (Tabela 7). Essa menor produtividade do feijão-vagem não foi decorrente somente da maior competição das proporcionada plantas de taro devido à época da implantação da

30 associação, mas, ocasionada por intensas chuvas nesse período (Figura 2), o que também resultou em baixo rendimento no cultivo do feijão-vagem solteiro, o qual proporcionou renda líquida negativa (Tabela 11).

31 4. CONCLUSÕES

Nas condições em que foi desenvolvido o experimento, conclui-se que os consórcios do taro com feijão-vagem indeterminado, nas três épocas da associação das culturas, foram agronomicamente viáveis considerando o UET e a renda bruta.

Dentre esses, os consórcios implementados aos 0 e aos 21 dias após o plantio do taro são os mais indicados em razão dos maiores resultados proporcionados em termos de renda líquida e vantagem monetária corrigida.

32 REFERÊNCIAS

Barros GSC (2006) Agricultura familiar. Disponível em http://www.cepea.esalq.usp.br/especialagro/EspecialAgroCepea_9.doc. Acessado: em 10/12/2012.

Bezerra Neto F, Andrade FV, Negreiros M.Z & Santos Júnior JJ (2003) Desempenho agroeconômico do consórcio de cenoura com alface lisa em dois sistemas de cultivo em faixa. Horticultura Brasileira, Brasília, 21: 635-641.

Bezerra Neto F & Gomes EG (2008) Índices de desempenho de sistemas agrícolas consorciados: uso eficiente da terra, indicadores econômicos e eficiência DEA In: XXVIII Encontro nacional de engenharia de produção. Rio de Janeiro, p1-10. Disponivel em: http://www.alice.cnptia.embrapa.br/handle/doc/661618 acessado dia 13 de fevereiro de 2013.

Brown RH & Blaser RE (1968) Leaf area index in pasture growth. Herbage Abstracts, Wallingford, 38:1-9.

Carvalho ACPP (1992). Avaliação de cultivares rasteiras e híbridos F1 de feijão-de- vagem (Phaseolus vulgaris L.) em cruzamentos dialélicos. (Tese Mestrado)

Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro-RJ.

Costa ASV, Vieira C, Cruz CD & Cardoso AA (1997) Comportamento de variedades de feijão (phaseolus vulgaris L.) em dez ambientes compreendendo cinco sistemas de produção. Revista Ceres, Viçosa-MG, 44: 676-700.

Costa ASV & Silva MB (2008) Sistemas de consórcio milho e feijão para a região do vale do Rio Doce, Minas Gerais. Ciências Agrotecnologias, Lavras, 32: 663-667.

Camargo Filho WP & Camargo FP (2008) Planejamento da produção sustentável de hortaliças folhosas: organização das informações decisórias ao cultivo. Informações Econômicas, São Paulo, 38- 27-36.

Carmo CAS do & Borel RMA (2002) Situação das culturas do taro e do inhame no estado do Espírito Santo. In: SANTOS ES dos (ed). Simpósio Nacional sobre as culturas do inhame e do taro. João Pessoa PB. Anais: João Pessoa, PB: EMEPA-PB, 1:198-212.

Catelan F, Canato GHD, Martins MIEG & Cecílio Filho AB (2002a). Análise econômica das culturas de alface e rabanete, cultivadas em monocultivo e consórcio. Horticultura Brasileira, Trabalho apresentado no 42º Congresso Brasileiro de Olericultura, Brasília, v. 20, n. 2, 2002. CD-ROM. Suplemento.

Catelan F, Canato GHD, Martins MIEG, Cecílio Filho AB (2002b) Análise econômica das culturas de beterraba e rúcula, cultivadas em monocultivo e consórcio. Horticultura Brasileira, Brasília, v. 20, n. 2, 2002b. 1 CD-ROM. Suplemento.

33 CEASA-M (2012).http://minas.ceasa.mg.gov.br/detec/Oferta_preco/ofertas_medio_prd/ ofertas_medio_prd.php. Acessado em 07 dezembro 2012.

CEASA-ES-centrais de Abastecimento do Espirito Santo, (2010). Disponivel em http://www.ceasa.es.gov.br. Acessado em 07 dezembro 2012.

Cecílio Filho AB & May A (2002) Produtividade das culturas de alface e rabanete em função da época de estabelecimento do consorcio em relação a seus monocultivos. Horticultura Brasileira, Brasília, 20: 501-504.

Cecílio Filho AB (2005) Cultivo consorciado de hortaliças: desenvolvimento de uma linha de pesquisa. Jaboticabal: UNESP/FCAV, (Tese livre-docência).

Cecilio Filho AB, Costa CC, Rezende BLA & Leeuwen R (2008) Viabilidade produtiva e econômica do consórcio entre chicória e rúcula em função da época de plantio. Horticultura Brasileira 26: 316-320.

Ceretta CA (1993) Sistema de cultivo de mandioca em fileiras simples e duplas em monocultivo e consorciada com girassol. Dissertação de mestrado (Mestrado em Fitotecnia) Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre.

EMATER/DF-empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal. 2012. Custo de produção da cultura do feijão vagem. Disponível em www.emater.df.gov.br/feijao-vagem. Acessado em 10/02/2013.

EMBRAPA (2004). O Desafio da Agricultura Familiar. Disponível em http://www.embrapa.br/imprensa/artigos/2002/artigo.2004-1207.2590963189/.Acessado em 07/12/2012.

FAOSTAT. ©FAO Statistics Division (2009). Disponível em: <http://faostat.fao.org>.Disponível em htpp//www.fao.org/. Acessado em 07/12/2012. Gliessman SR (2005) Agroecologia: processos ecológicos em agricultura sustentável. 3a ed. Porto Alegre:UFRGS. 639 p.

Gondim ARO, Puiatti M, Cecon PR & Finger FL (2007) Crescimento, partição de fotoassimilados e produção de rizomas em taro cultivado sob sombreamento artificial. Horticultura Brasileira, 25:418-428.

Harder WC, Heredia Zarate NA &Vieira MC (2005) Produção e renda bruta de rúcula (Eruca Sativa Mill.) „cultivada‟ e de almeirão (cichorium intybus L.) „amarelo‟ em cultivo solteiro e consorciado. Ciência e agrotecnologia, Lavras, 29: 775-785.

Helmich M, Heredia Zarate NA, Vieira MC, Faccin FC, Macedo RV & Maeda AKM (2010) Número de fileiras no canteiro na produção agroeconômica de quatro clones de taro. Horticultura Brasileira. Trabalho apresentado no 50° congresso brasileiro de olericultura, v.28, n.2 (suplemento CD Rom).

Heredia Zarate NA & Vieira MC (2002) Sustentabilidade da cultura do taro (Colocasia esculenta) no centro-oeste do Brasil. In: SANTOS ES dos (ed). Simpósio Nacional sobre as culturas do inhame e do taro. João Pessoa PB. Anais. João Pessoa, PB: EMEPA-PB, 1:161-179.

34 Heredia Zarate NA, Vieira MC & Bratti R (2003) Efeito da cama de frango e da época de colheita sobre a produção e a renda bruta da cebolinha “todo ano”. Pesquisa agropecuária tropical, 33: 73-78.

Heredia Zarate NA, Vieira MC, Oliveira ACP & Lima AA (2005). Produção e renda bruta de dois cultivares de taro, em cultivo solteiro e consorciado com alface. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, 26:283-290.

Heredia Zarate NA, Vieira MC, Giuliani AR, Helmich M & Chiquito EG, AMADORI AH (2006) Taro „Chinês‟ em cultivo solteiro e consorciado com cenoura „Brasília‟ e

alface „Quatro Estações‟. Horticultura Brasileira 24: 324-328.

Heredia Zarate NA, Vieira MC, Helmich M, Chiquito EG, Quevedo LF & SOARES EM (2007) Produção e renda bruta da cultura do taro, em cultivo solteiro e consorciado com as culturas da salsa e do coentro. Acta Scientiarum. Agronomy, 29:83-89.

Heredia Zarate NA, Vieira MC, Giuliani AR, Helmich M, Pontim BCA & Pezzoni Filho JC (2007a). Produção e renda de taro Macaquinho, solteiro e consorciado com

alface „Salad Bowl‟, em solo com cobertura de cama-de-frango semidecomposta. Semina: Ciências Agrárias, Londrina, 28:563-570.

Heredia Zarate NA, Vieira MC, Graciano JD, Helmich M; Gassi RP & Souza CM (2007b) Produção do taro chinês, em cultivo solteiro e consorciado com chicória. Ciências Agrotecnologia, Lavras, 31:1558-1562.

Hussein SDA, Salman SR, Abdel Mawgoud AMR & Ghoname AA (2005) Productivity, quality and profit of sole or intercropped green bean (Phaseolus Vulgaris L.) crop. Jornal of Agronomy 4: 151-155.

Juliatti JC, Saraiva JST, Costa EB & Carmo CAS do (2002) Análise conjuntural sobre as culturas do taro e do inhame no estado do Espírito Santo. in: Carmo CAS do (ed). Inhame e taro: sistemas de produção familiar. Vitória: Incaper. p52-60.

Larcher W (2000) Ecofisiologia vegetal. São Carlos: RiMa Artes e Textos. 531p.

Mascarenhas MHT & Resende LMA (2002) Situação atual e prospecção das culturas do inhame (Dioscorea alata) e do taro (Colocasia esculenta) no sudeste do Brasil. In: Santos ES dos (ed). Simpósio Nacional sobre as culturas do inhame e do taro. João Pessoa PB. Anais. João Pessoa, PB: EMEPA-PB, 1:33-51.

Mueller S, Durigan JC, Banzato DA & Kreuz CL (1998) Época de consórcio de alho com beterraba perante três manejos do mato sobre a produtividade e o lucro. Pesquisa Agropecuária Brasileira, Brasília, 33:1361-1373.

Negreiros MZ, Bezerra Neto F, Porto VCN & Santos RH (2002) Cultivares de alface em sistema solteiro e consorciado com cenoura em Mossoró. Horticultura Brasileira, Brasília, 20: 162-165.

Nolasco F (1983) Aspectos gerais da cultura do inhame (Colacasia esculenta (L.) Schott). In: Heredia MCV de; Burba JL, Casali VWD. (Coords.). Seminários de olericultura. Viçosa, UFV, 6:01-36.

35 Oliveira EQ, Bezerra Neto F, Negreiros MZ, Barros Júnior AP (2004) Desempenho agroeconômico do bicultivo de alface em sistema solteiro e consorciado com cenoura em cultivo em faixa. Horticultura Brasileira, Brasília, 22: 712-717.

Oliveira FL, Ribas RGT, Junqueira RM, Padovan MP, Guerra JGM, Almeida DL & Ribeiro RLD (2005) Desempenho do consórcio entre repolho e rabanete com pré- cultivo de crotalária, sob manejo orgânico. Horticultura Brasileira, Brasília, 23:184- 188.

Oliveira FL, Guerra JGM, Junqueira RM, Silva EE, Oliveira FF, Espindola JAA, Almeida DL, Ribeiro RLD & Urquiaga S (2006) Crescimento e produtividade do inhame cultivado entre faixas de guandu em sistema orgânico. Horticultura Brasileira, 24:53-58.

Oliveira FL, Guerra JGM, Ribeiro RLD, Almeida DL, Silva EE & Urquiaga S Espindola JAA (2007) The use of sunn hemp as green manure intercropped with taro.

Horticultura Brasileira 25: 562-566.

Park SE, Benjamin LR & Watkinson AR (2002) Comparing biological productivity in cropping systems: a competition approach. Journal of Applied Ecology 39: 416-426. Pedralli G, Carmo CAS, Cereda M & Puiatti M (2002) Uso de nomes populares para as espécies de Araceae e Dioscoreaceae no Brasil. Horticultura Brasileira 20: 530-532. Peixoto N, Morais EA, Monteiro JD & Thung MDT (2001) Seleção de linhagens de feijão-vagem de crescimento indeterminado para cultivo no Estado de Goiás. Horticultura Brasileira, 19:85-88.

Pelegrin R, Mercante FM, Miyuki I, Otsubo N & Otsubo AA (2009) Resposta da cultura do feijoeiro à adubação nitrogenada e à inoculação com rizóbio. Revista Brasileira ciência do solo, 33:219-226.

Pinto CMF, Vieira RF, Venzon M, Paula Júnior TJ & Mattos RN (2007) Feijão-vagem (Phaseolus vulgaris L.) In.: Paula Júnior TJ, Venzon M (Org.). 101 Culturas: Manual de Tecnologias Agrícolas. 1ª ed. Belo Horizonte: EPAMIG, v. único, p359-364.

Portes TA (1988) Ecofisiologia. In: Zimmermann MJO. Cultura do feijoeiro: fatores que afetam a produtividade. Associação Brasileira de Pesquisa da Patassa e do Fosfato. Piracicaba- SP.

Plucknett DL (1983) Taxonomy of the Genus Colocasia. In: Wang JK, Higa S. ed. Taro: A review of Colocasia esculenta and its potentials, Honolulu: University of Hawaii Press. p.14-19.

Puiatti M, Greeman S, Katsumoto R & Favero C (1992) Crescimento e absorção de

macronutrientes pelo inhame „Chinês‟ e „Japonês‟. Horticultura brasileira, 10:89-92.

Puiatti M, Fávero C, Finger FL & Gomes JM (2000) Crescimento e produtividade de inhame e de milho doce em cultivo associado. Horticultura Brasileira, Brasília, 18: 24-30.

Puiatti M (2002) Manejo da cultura do taro In: Carmo CAS.(Ed.). Inhame e taro: sistemas de produção familiar. Vitória-ES: INCAPER, p203-252.

36 Puiatti M, Katsumoto R, Pereira FHF, Barrella TP (2003). Crescimento de plantas e produção de rizomas de taro „Chinês‟ em função do tipo de muda. Horticultura Brasileira, Brasília, 21-110-115.

Puiatti M & Pereira FHF (2007) Taro [Colocasia esculenta (L.) Schott]. In: Paula Júnior TJ & Venzon M. (Org.). 101 Culturas: Manual de Tecnologias Agrícolas. 1ª ed. Belo Horizonte: EPAMIG, v. único, p. 729-734.

Rezende BLA, Cecílio Filho AB, Canato GHD, Martins MIEG (2005a) Análise econômica de consórcios de alface x tomate, em cultivo protegido, em Jaboticabal, SP. Científica, Jaboticabal, 33:42-49.

Rezende BLA, Cecílio Filho AB, Catelan F, Martins M (2005b) Análise econômica de consórcios de alface americana x rabanete: um estudo de caso. Horticultura Brasi leira, Brasília, 23: 853-858.

Rezende BLA, Cecílio Filho AB, Martins MIEG & Costa CC (2005c) Custo de produção e rentabilidade da alface crespa, em ambiente protegido, em cultivo solteiro e consorciado com tomateiro. Informações Econômicas, São Paulo, 35: 42 -50. Ribeiro CA, Guimarães PTG, Alvares VH (1999) Comissão de Fertilidade do Solo do Estado de Minas Gerais. Recomendações para uso de corretivos e fertilizantes em Minas Gerais – 5ª Aproximação. Viçosa. 359 p.

Rubatzky VE & Yamaguchi M (1997) Word vegetables. Principles, production, and nutritive values. 2. ed. New York: Chapman & Hall. p843.

SAEG Sistema para Análises Estatísticas, Versão 9.1: Fundação Arthur Bernardes - UFV - Viçosa, 2007.

Salvador DJ, Heredia Zarate NA & Vieira MC (2003) Produção e renda bruta de cebolinha e de almeirão em cultivo solteiro e consorciado. Acta Scientiarum Agronomy, 26:491-496.

Santos RHS (1998) Interações interespecíficas em consórcio de olerícolas. Viçosa: UFV, 129p. (Tese doutorado).

Sheehy JE & Cooper JP (1973). Light interception, photosynthetic activity, and crop growth rate in canopies of six temperature forage grasses. Journal of Applied Ecology, 10-239-250.

Silva NF (1983) Consórcio de hortaliças. In: Heredia MCV, Burba JL, Casali VWD (Coord) Seminários de Olericultura.Viçosa-UFV VII: 1-19.

Souza JP, Abboud ACS, Souza CG, Guerra JGM, Espindola JAA & Ribeiro RLD (2007). Rendimento agronômico de consorcio entre pimentão e feijão vagem arbustivo em sistema orgânico. EMBRAPA-RJ. P.1-4 (comunicado técnico).

Sullivan P (2001) Intercropping principles and production practices. Disponível em <www.attra.org/attra-pu/intercrop.html#abstratNational >. Acesso em: 14 junho. 2013. Vandermeer JH (1989) The ecology of intercropping. Cambridge University Press. 237p.

37 Vandermeer JH (1990) Intercropping. In:Gliessman SR (Ed.) Agroecology:researching the ecological basis for sustainable agriculture. p481-516.

Vieira C (1998) Cultivos consorciados. In: Vieira C, Paula Júnior TJ, Borém A(eds.). Feijão: aspectos gerais e cultura no Estado de Minas Gerais. Viçosa: UFV, p523-558. Vilhordo BW, Burin ME, Gandolfi VH (1988). Morfologia. In: Zimmermann MJO. (Ed.) Cultura do feijoeiro: fatores que afetam a produtividade. Associação Brasileira de Pesquisa da Potassa e do Fosfato. Piracicaba-SP.

38 APÊNDICE

39 Tabela 1A. Resumo da análise de variância dos dados de produção de rizoma mãe (RM), rendimento total (RT), rendimento comercial (RC), filho grande (FG), filho médio (FM), filho pequeno (FP), refugo (REF), número de rizomas comerciais por planta (NFCP)

** e * = significativo, respectivamente, a 1% e 5% de probabilidade pelo teste F; N = não significativo a 5% de probabilidade pelo teste F.

FV GL Quadrados Médios RM RT RC FG FM FP REF NFCP Bloco 3 23,76 84,62 5,31 3,14 8,23 3,53 15,70 5,70 Tratamento 3 13,79** 181,99* 134,1** 99,77* 10,57** 4,22NS 4,51NS 7,11NS Resíduo 9 17,69 31,91 16,65 14,80 13,08 1,83 1,80 3,19 CV(%) 26,28 10,65 13,53 35,77 27,07 22,41 19,60 14,88

40 Tabela 2A. Resumo da análise de variância dos dados de índice de área foliar e de coeficiente de extinção de luz (k) registrados aos 90, 120, 150 e 180 dias após o plantio do taro

FV GL Quadrados Médios

90 120 150 180

Índice de área foliar (IAF)

Bloco 3 0,81 0,54 1,83 0,35

Tratamento 3 11,57** 7,54** 1,35NS 0,62NS

Resíduo 9 0,54 0,51 0,67 0,32

C.V (%) 15,1 14,71 20,54 19,06

Coeficiente de extinção de luz (k)

Bloco 3 0,37 0,00087 0,00053 0,0015

Tratamento 3 0,85* 0,0065* 0,0024NS 0,0032NS

Resíduo 9 0,15 0,0017 0,0016 0,0030

CV(%) 9,27 11,45 9,37 12,045

41 Tabela 3A. Quadrados médios dos contrastes das características comprimento (CVA) e diâmetro de vagem (DVA), número de vagens por planta (NVP), produções total (PT), comercial (PC) e não comercial de vagens (PNC) e produções de matéria fresca (MFP A) e seca da parte aérea (MSPA) das plantas de feijão-vagem

FV GL CVA DVA NVP PT PC PNC MFPA MSPA

QM Resíduo 9 0,137 0,00016 184,54 11,888 11,933 2,633 16,469 0,866 Ŷ1 1 0,000612NS 0,000200NS 1237,531* 68,91* 68,85* 50,00NS 28,388NS 0,266 NS Ŷ2 1 0,000800NS 0,000312NS 2679,120** 145,86** 145,01** 1334,72NS 48,412NS 1,162 NS Ŷ3 1 0,120NS 0,00245** 135,301NS 2,98 NS 2,50NS 21012,50** 28,125NS 1,051 NS CV(%) 2,77 1,46 14,19 17,83 18,04 26,94 28,11 28,01 NS

; **; *; = respectivamente, não significativo e significativo a 1% e 5% de probabilidade pelo teste F; Y1 – Feijão-vagem consorciado com o taro aos 0 DAP vs. Feijão-vagem solteiro aos 0 DAP; Y2 – Feijão-vagem consorciado com o taro aos 21 DAP vs. Feijão-vagem solteiro aos 21 DAP; Y3 – Feijão vagem consorciado com o taro aos 42 DAP vs. Feijão-vagem solteiro aos 42 DAP.

42 Tabela 4A. Valores médios do comprimento (CVA) e do diâmetro (DVA) de vagem, número de vagens por planta (NVP), produção total (PT),

produção comercial (PC), produção não comercial (PNC) de vagens e massas de matéria fresca (MFPA) e seca (MSPA) de parte aérea de plantas de feijão-vagem

TRATAMENTO CVA DVA NVP PT PC PNC MFPA MSPA

Cultivo consorciado do feijão-vagem

2-Consorcio – 0 DAP 13,56 0,90 145,75 29,59 29,3 196,66 19,52 4,75

3-Consórcio – 21 DAP 13,84 0,89 84,30 16,87 16,69 181,66 13,34 3,25

4-Consorcio – 42 DAP 12,59 0,85 22,22 3,71 3,61 98,33 4,22 1,03

Cultivo solteiro do feijão-vagem

5-Feijão vagem – 0DAP 6-Feijão vagem – 21 DAP 7-Feijão vagem – 42 DAP

13,55 13,82 12,83 0,91 0,90 0,81 170,62 120,90 30,45 35,46 25,41 4,93 35,25 25,20 4,73 191,66 207,50 200,83 23,29 18,26 7,97 5,12 4,01 1,75 CV(%) 2,77 1,46 14,19 17,83 18,04 26,94 28,11 28,01

43 Tabela 5A. Quadrados médios dos contrastes para teores de matéria seca (MS) e dos macros e micros nutrientes nas plantas de feijão-vagem depois de colhidas as vagens FV GL Macronutrientes N P K Ca Mg S QM Resíduo 9 866,74 5,5768 106,911 255,599 2,818 4,7338 Ŷ1 1 12527** 139,36** 3673,59** 7915,44** 24,734** 13,20 NS Ŷ 2 1 977,92 NS 2,10 NS 113,79 NS 4,37 NS 9,57 NS 27,12* Ŷ 3 1 866,74 5,5768 106,911 255,599 2,818 4,7338 CV 27,83 26,81 31,72 25,78 28,38 30,34 Micronutrientes Zn Fe Mn Cu B QM Resíduo 9 628,388 745635,8 101470,9 156,1639 1008,533 Ŷ1 1 5717,23** 2885745 NS 502194* 111,49 NS 21974** Ŷ 2 1 2157,58 NS 1218798 NS 80282,25 NS 1024,913* 161,18* Ŷ 3 1 74,66 NS 2548492 NS 109788,3 NS 37,8450 NS 2519,577 NS CV 28,61 37,65 32,33 36,92 27,17 NS

; **; *; = respectivamente, não significativo e significativo a 1% e 5% de probabilidade pelo teste F; Y1 – Feijão-vagem consorciado com o taro aos 0 DAP vs. Feijão-vagem solteiro aos 0 DAP; Y2 – Feijão-vagem consorciado com o taro aos 21 DAP vs. Feijão-vagem solteiro aos 21 DAP; Y3 – Feijão vagem consorciado com o taro aos 42 DAP vs. Feijão-vagem solteiro aos 42 DAP.

44 Tabela 6A. Conteúdo de macro e de micronutrientes em plantas de feijão-vagem deixadas sobre o solo após a colheita das vagens

TRATAMENTOS N P K Ca Mg S Zn Fe Mn Cu B

Cultivo consorciado do feijão-vagem

2-Consorcio – 0 DAP 146,45 12,83 5,32 79,40 8,55 9,03 123,63 1.222,03 1.436,01 28,53 165,47

3-Consórcio – 21 DAP 94,39 7,81 39,06 61,19 7,81 11,71 71,61 4.436,56 1.425,68 74,86 119,45

4-Consorcio – 42 DAP 50,47 3,39 12,36 23,38 2,98 2,88 53,56 519,12 385,22 6,18 41,20

Cultivo solteiro do feijão-vagem

5-Feijão vagem – 0 DAP 156,16 a 14,33 a 65,53 a 112,12 a 7,16 ab 8,19 a 112,64 ab 2.278,39 bc 819,20 abc 30,72 bc 187,90 a

6-Feijão vagem – 21 DAP 116,50 ab 8,83 bc 46,60 ab 62,19 bc 5,62 abc 8,03 ab 104,45 abc 3.655,92 ab 1.225,33 ab 52,22 ab 110,48 bcd

7-Feijão vagem – 42 DAP 70,72 b 5,61 cd 26,67 bc 33,16 cd 3,33 bc 3,15 bc 59,67 bc 1.647,94 c 619,51 bc 10,53 c 76,69 cd

Benzer Belgeler