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1.437.324 1.402.194 Kazanılmamış gelirler hariç, toplam faktoring alacaklarının sektörel dağılımı aşağıdaki gibidir:

Em 1964 instalou-se um Regime Militar no Brasil, este apoiado por setores da sociedade civil descontentes e temerosos com os rumos da política corporificados pela posse de João Goulart na presidência da república desde 1961.

Ocupando os postos mais elevados do governo brasileiro e instalando no Brasil uma situação política caracterizada pela diminuição progressiva de direitos em nome de um ideal de estabilidade econômica e organizativa da sociedade, diversas ações foram realizadas no sentido de realinhar a vida nacional. O ocidental estava em processo de enfrentamento de outros modos de produção e outras formas de organização da sociedade.

A política externa do Regime Militar ocorre num contexto internacional caracterizado pela Guerra Fria, demandando um posicionamento do Brasil nos diversos fóruns internacionais e condução da política econômica. Em tal contexto, cabe destacar as diferentes posturas e um multifacetado conjunto de iniciativas dos gestores do Ministério das Relações Exteriores (MRE).

Faço a seguir um breve resumo dos governos militares, buscando similitudes e diferenças nas posturas do Estado brasileiro perante às relações com outros países, focando sobretudo nas relações com o continente africano.

De certo, relacionar contextos internos e externos pode aparecer, inicialmente, como uma tarefa mais complexa que as dimensões pretendidas neste estudo. Porém, parto do pressuposto (a ser demostrado ao longo da exposição) de que a política externa encontrava ressonância direta com certos processos internos característicos do regime ditatorial, cujas características permitem interligar o modo como o Estado brasil atuam politicamente nas três décadas (1960, 1970 e 1980) perante o mundo e sua atuação como fator organizativo (em suas presenças e ausências de ações) das relações étnico raciais efetivadas pelos cidadãos brasileiros. Mas o que significa ser um cidadão de determinado país?

A cidadania não é um adjetivo simples de ser atribuído. Ele é tanto um assumir- se enquanto tal quanto um ser reconhecido enquanto sujeito de direitos. Cidadania e etnia se interligam na medida em que os agentes do Estado (de modo muito característico no

caso brasileiro) e os próprios cidadãos se valem de fenótipos característicos para segregar e incluir os sujeitos em determinadas estratificações de cidadania.

De outra forma, internamente o Brasil militar se comporta com o cidadão segundo sua vinculação a uma etnia, no que a cor da pele e certas características justificam omo mais -se os cidadãos encolhendo a amplitude da afrodescendência à população negra, cujo protagonismo na história da construção de uma realidade mais justa étnico-econômico-socialmente passa a ocorrer como num filme sem outros personagens.

Concomitante a esse processo, levando em consideração que o PEC-G abre seu escopo de atuação para os demais países, além da América Latina, apenas em seu Segundo protocolo (1974), caberá discorrer sobre as interlocuções entre a política externa e as políticas étnico-raciais a partir do contexto da intensificação das tensões entre o regime e seus opositores, dentre os quais estava boa parte do movimento negro organizado.

A população branca continua a se converte em espectadores de uma luta que não lhes diz respeito, mascarando de modo muito eficaz a afrodescendência que emerge nas mais variadas relações econômicas, formas de linguagem e organização do espaço, infundindo no cerne mesmo de outras descendências suas marcas e cores. Tal população, por outra lado, também perde sua vinculação com a afrodescendência num ideal de pureza étnica, na qual conviver com a cultura afro é, já de saída, uma relação desigual e imiscível. Tal processo nos remete, em verdade, à uma história brasileira marcada pelo processo de colonização.

Assim, m como dicotómica: na qual aqueles

nascidos negros devem se colocar numa busca para embranquecer sua natureza e sua cultura, seja em vida ou na vida de sua descendência. Externamente, essa mesma imputação de culpa à população negra e busca por um branqueamento artificial (o qual mascara o espectro de cores de pele característicos da população brasileira) será mascarada pela ação diplomática no sentido da harmonia étnica como fator da ordem social e econômica.

O ponto de articulação entre a política externa em relação aos países em desenvolvimento africanos e a política interna étnico racial está, em primeiro lugar, na

busca pela supressão do movimento negro que se intensificava no Brasil em ressonância às reivindicações desse movimento em nível internacional.

Intensificar a ideologia da democracia racial e da miscigenação e incorporá-la nos processos decisórios era, portanto, importante e externava uma situação cultural mantida de maneira artificial através de ações de governo.

No campo das relações exteriores, os governos militares são iniciados com uma reconfiguração da Política Externa Independente (PEI), adotada pelos dois governos imediatamente anteriores e sobre os quais vem a pesar o golpe militar de 1964 (FERREIRA, 2001; GUIMARÃES, 2013).

Dentre as características da PEI estava uma outra forma de se posicionar frente à questão do colonialismo e das lutas pela independência dos países africanos. Em 1960, a abertura de novas embaixadas em países africanos, estrutura requerida pelo PEC-G na seleção de novos estudantes do programa, se intensifica e a postura do Brasil passa a ir de encontro às posições Norte-americanas e da Portugal do Regime ditatorial de Salazar.

A intensificação das relações diplomáticas efetivas com os países africanos é interrompida por uma nova posição internacional do Brasil, a qual buscava alinhar as iniciativas políticas brasileiras no mundo à política de combate ao comunismo e expansão do capitalismo, capitaneadas pelos EUA.

A política externa do Brasil militar, portanto, passa a ser composta por uma aglutinação de objetivos sociais, econômicos e culturais. A sociedade se mantinha coesa a partir da manutenção da ordem institucional interna, conseguida através de um individualismo repressivo e dos impedimentos e violências cometidos contra as organizações coletivas. Por outro lado, os agentes diplomáticos passam a agir a partir da noção de democracia racial, a qual normalizava as relações étnicas em conflito e normalizava as relações entre países africanos e seus colonizadores, ou seja, o processo de descolonização é desconsiderado como algo relevante.

Já do ponto de vista econômico, o alinhamento ocorria no sentido da expansão dos mercados aos produtos brasileiros, modificando-se substancialmente o processo de substituição de importações iniciados no período da Segunda Guerra. No plano cultural, a perspectiva da transformação do Brasil em uma potência mundial era sustentada por uma

independência formal precária, num americanismo de superfície que desconsidera sobremaneira aspectos estruturas de organização da sociedade e da economia.

Através do Decreto N º 55613 de 20 de janeiro de 1965, o registro de estudantes estrangeiros torna-se obrigatório. A denominação estudantes-convênio define tais sujeitos como beneficiários de Convênios Culturais firmados entre o Brasil e outros países. O artigo segundo desse decreto, especifica que fica sob responsabilidade do MRE, em comum acordo com o MEC a emissão de carteira de identidade para estes estudantes, cujo número deverá ser anotado em seu Passaporte juntamente com a data de emissão da identidade.

A matrícula dos estudantes-convênio se efetiva com a apresentação da identidade, a cada ano de permanência do estudante-convênio no país. Nessa identidade, por sua vez, precisa constar o número de matrícula, sem o qual a mesma perde sua validade. Também o curso e o ano de matrícula deverão vir neste documento. Em um de seus parágrafos únicos, o legislador evidencia a vinculação entre a permanência como estudante regular da instituição de ensino, e sua permanência no país (art 6º).

Promulgado pelo então presidente Castelo Branco, o referido decreto traz como anexo um modelo das informações que irão constar na cédula de identificação. Nesta constam três colunas, uma com os despachos informações do MRE, a segunda com os compromissos do estudante, e a terceira com os despachos e informações do MEC. A primeira coluna vai assinada pelo Chefe da Divisão de Cooperação Intelectual, a segunda pelo estudante-convênio, e a terceira pelo Diretor do Ensino Superior.

Dentre os principais verbos utilizados pela designar os compromissos do

estudante- - -se em

pol

militar, caracterizar esse decreto e analisá-lo será importante, pois ele só é substituído por outro em 2013, sendo apenas regulamentado por Protocolos de cooperação que farão

1965.

A exemplo disso, o Primeiro Protocolo, de 3 de janeiro de 1967, delimita as atribuições do MEC e do MRE. Ao primeiro se atribui a responsabilidade por afixar as vagas ofertadas pelos estabelecimentos de ensino aos estudantes-convênio. O MRE se responsabiliza pela distribuição das vagas pelos países latino-americanos, não sendo feita

menção ao continente africano. Fica encarregado, também, de selecionar os estudantes, por intermédio de comissão especificamente formulada para este fim. O item 4 do protocolo

Nesse período, o regime miliar passava por uma mudança de governo com a saída de

pela desarticulação da PEI e com a ênfase num modelo de relações de prioridade do governo que iam do nível mais geral e abrangente (luta contra o comunismos em nível mundial), passando por um nível intermediário e regional (ênfase no americanismo) o qual também englobava o nível de mais alta importância que seria garantir a segurança do Estado.

Essa teoria dos círculos concêntricos, formulada por Golbery Couto e Silva implicava uma contradição, pois vinculava a segurança nacional à dependência aos processos macroestruturais os quais, por sua vez, faziam o mundo ocidental se organizar socialmente de modo a rechaçar o comunismo, engajando-se economicamente ao modo de produção capitalista e culturalmente à dinâmica norte-americana de produção de um individualismo consumista e repressivo.

A partir de 1967, no governo de Costa e Silva, uma nova roupagem da PEI é consolidada como a busca de uma industrialização mais efetiva com a consolidação da indústria de base e a percepção de uma necessidade de desenvolvimento tecnológico de ponta para prosseguir no desenvolvimento. Em detrimento a formas que demandariam outras estratégias, o desenvolvimento tecnológico é buscada pela via da importação de tecnologias, conseguida através da captação de recursos e investimentos estrangeiros. Universalismo político, um americanismo de vanguarda, e a posição periférica nas relações econômicas serão característicos desse momento.

Em relação ao continente africano, porém, em detrimento da priorização das relações com países latino-americanos, existia uma continuidade do apoio brasileiro à política externa da Portugal de Salazar, ou seja, apoio ao colonialismo e não adesão às lutas anticoloniais de países como Guiné (o Brasil votaria contrariamente ao reconhecimento de um Estado independente na região em 1973). Mesmo ocorrendo um significativo almento do número de embaixadas no continente, a África é reconhecida minimamente como

parceira em relações culturais mais amplas e políticas mais consistentes, pois suas relações com as colônias precisava ser mediada pelos interesses de Portugal e dos EUA.

Nesse sentido, levando em consideração o fortalecimento das relações com os países latino-americanos requeridas pela política externa brasileira no período de estabelecimento do Primeiro Protocolo, não se torna estranho que seja priorizados as

principais articuladores do programa, ficando as missões com o encargo de conceder os vistos de estudante-convênio mediante preenchimento das vagas e até o limite destas, não excedendo esse limite. As missões diplomáticas, inclusive, serão interlocutores obrigatórios das solicitações de vaga para atender as necessidades dos países parceiros.

Quando da chegada dos estudantes-convênio, fica a cargo do MEC distribuí-los pelas escolas superiores, tendo em vista os seguintes critérios: a) as condições do item 5 do protocolo; b) facilidade decorrente de condições geográficas e; c) o currículo do candidato.

Deve o MRE, ainda, fazer ciente aos candidatos os compromissos impostos pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Outras formas de visto já concedidos não podem ser transformados no visto especial requerido para a definição de estudante- convênio. estudantes-convênio.

A seguir, o protocolo compõe um perfil típico do estudante-convênio, indica que este não pode mudar de curso e que não haverá transferência de universidade estrangeira para instituições nacionais através do convênio PEC-G. A transferência entre instituições é permitida mediante comprovação oficial da existência de vaga. A interrupção da vida acadêmica só é permitida mediante comprovação de impossibilidade de permanecer na cidade por motivo de saúde ou por outro motivo grave apurado pelo MEC.

O item 15 do primeiro protocolo estabelece que haverá desligamento do programa nos casos de conduta inapropriada, reprovação e trancamento de matrícula ou abandono do curso. Tal desligamento implica a impossibilidade de participar novamente do programa em outra ocasião, uma vez perdida a qualidade de estudante convênio por algum deste casos, fica-se impedido de nova participação. Em tais casos, as missões diplomáticas devem ser avisadas e as providências para o retorno do país serão tomadas.

A reprovação em mais de uma série ou conjunto de disciplinas acarreta o desligamento do programa. Salvo nos casos de ingresso para curso de pós-graduação,

imediatamente após a graduação, o na qualidade de estudante-convênio não poderá novamente o sujeito se matricular.

De 1969 a 1974, período do governo de Médici, instaura-se uma diplomacia do interesse nacional, configurando-se num progressivo afastamento das políticas diplomáticas e bilaterais dos EUA e de Portugal. No interior da América Latina, o Brasil apoia os golpes na Bolívia (1971) e no Uruguai (1972), estende suas águas a 200 milhas náuticas e vota contrariamente aos EUA em questões internacionais diversas.

Com o governo Médici, vemos a política externa ser administrada a partir de uma nova firmeza diante dos fóruns internacionais. Alicerçando-se num momento de prosperidade devido ao crescimento acelerado da economia, manter a ordem interna tinha sua consecução no desejo nacional de fazer do Brasil uma potência mundial, promessa do então regime que precisa se expressar de alguma forma.

Ações do ponto de vista econômico, foram adotadas no sentido de melhorar as estruturas coloniais que fazem do Brasil uma plataforma de alavancagem de economias externas. Numa sociedade organizada a partir da contradição entre discursos e práticas, o jeitinho brasileiro capaz de tornar verdade em mentira e estas em outra coisa parecida com a verdade se expressavam num acelerar das forças produtivas conseguido através de um capital externo, investimentos e tecnologias e do endividamento externo.

O que faz do Brasil o Brasil? Suas estruturas de manutenção de privilégios a partir da incorporação de repaginações e reconfigurações da imagem do colonizador, em suas diversas vicissitudes. Na época do Regime, o Brasil ensaia sua empreitada colonialista e torna o continente africano parceiro nessa empreitada, como mercado a ser colonizado.

Miscigenado com aquele que deveria colonizar, carregam os brasileiros as mais contraditórias potências de ser um sujeito social numa cultura que abarca as outras e as mantem vivas quase que em seus estados naturais. Ilhas metropolitanas de estruturas estrangeiras, umas consumindo a cultura nacional ou tornando-a periférica às formas cultu

cultura brasileira encontra uma redução de seu espaço de manutenção, geralmente confundindo-se com os emergires das culturas afro-indígenas nas formulações estéticas e éticas da população, conformando-

econômicas ao invés de manterem essa cultura, deslocam as acumulações e produções privadas e públicas para o fomento apenas de certas manifestações estrangeiras em solo nacional. Estas pouco vinculadas à cultura afrodescendente, aliás, vinculadas à matriz anglo-saxã que pouco temperou (senão com seus interesses de acumulação e transferência de riquezas) o caldeirão étnico brasílico.

Feito isso, as forças produtivas deixam de se vincular à cultura brasileira. Tornada periférica como cultura popular, como se fora uma das tantas formas culturais, convivendo num mesmo status (identificação que inferioriza) que outros corpus culturais de outros países.

Comparando-se a política externa do Brasil, sua política econômica e a dinâmica cultural, vemos que a dinâmica de subserviência econômica, mesmo em sua roupagem desenvolvimentista, está associada ao mascaramento desta subserviência através da diversificação de parcerias político-econômicas que, no período da milagre, estava associado a abertura de mercados consumidores aos produtos brasileiros. Os países africanos se inserem nesse processo.

Se o cerne da substituição de importações era estender e aumentar a capacidade produtiva global dos países subdesenvolvidos, a remodelagem da economia brasileira no período do regime militar buscava nivelar as forças produtivas e manter determinadas econômicas como controladoras dessas forças produtivas. Nesse momento, um certo grau de engajamento das sociedades a projetos nacionais de desenvolvimento como efetivação de suas próprias culturas, demandava uma estrutura societária estratificada, com concentração de renda e dependência financeira mais explícita.

Isso, por sua vez, tendo em vista a vinculação entre etnia e classe, fazia da democracia racial uma problemática ideológica, pois com a concentração de renda também concentrava-se a riqueza numa determinada caracterização étnica.

No plano internacional, as economias globais deveriam manter o controle sobre

sua supremacia no controle dos capitais produtivos dos territórios coloniais. O capital daí produzido se invertia na forma de incremento das forças produtivas locais, em quantidades estendidas mas com uma qualidade mediada pelas tecnologias em pleno desenvolvimento nas sociedades e culturas daquelas nações centrais.

Nas parcerias culturais e educacionais, como as oportunizadas pelo PEC-G, esse processo pouco se faz presente nas legislações até o presente momento analisadas e, a seguir, veremos que prevalece um modelo de formação profissional e operacional das tecnologias e dos mercados internacionais e nacionais que sustentam a divisão mundial do trabalho.

O segundo protocolo será efetivado em 11 de dezembro de 1974. Neste, - escopo das parcerias mediadas pelo programa para além da América Latina, num contexto em que o regime de 64 passa a priorizar as relações econômicas com os países ocidentais e busca ampliar seus mercados, dirigindo-se ao continente africano valendo-se de um discurso típico, construído internamente e que se torna característico da integração nacional e da segurança do Estado frente ás pressões dos grupos alijados em busca de direitos: a democracia racial enquanto obliteração das desigualdades.

Essas desigualdades, tensionadas pela necessidade de concentração de renda, requeriam uma diferenciação de classe típica que, na sociedade brasileira, está imbricada com as relações étnicas. Do ponto de vista da política externa, o endividamento com os setores internacionais e a vinculação com países do eixo capitalista, requeria ações de estado cujo direcionamento mantivesse o país num processo de desenvolvimento.

Cabe destaca uma série de contradições que se realizam nesse período, fazendo presente contradições estruturais da cultura, da sociedade e da economia do Brasil. Dentre essas contradições, como se verá, está o fato de ser exigido um comportamento e um desempenho otimizado em termos de resultados acadêmicos do estudante-convênio. E a exclusão nos termos dos protocolos de quaisquer referenciais que digam respeito à atuação como agente de interlocução entre culturas.

O Segundo Protocolo, nesse sentido, inicia especificando que certo departamento do MEC deverá fixar por fixar as vagas ofertadas pelas instituições de ensino. Também é especificado o Departamento Cultural que, no MRE, ficará responsável pelas atribuições do programa.

Percebe-se a ordenação institucional visando atender o programa, este protocolo se diferencia pouco do anterior, especificando estes departamentos com as atribuições

pertinentes anteriormente aos ministérios. A doutrina externa do Governo Geisel (1974- 1979), formulada pelo chanceler Azeredo da Silveira, denominava-se Pragmatismo Responsável e Ecumênico. Já no Governo Figueiredo (1979-1985), instala-se o que se chamou de uma Diplomacia do Universalismo, cujos objetivos eram dar continuidade ao pragmatismo, como um imediatismo de decisões visando ganhos econômicos imediatos de curto ou médio prazo.

De um ponto de vista interpretativo, estas políticas externas baseavam-se numa forma interna de mascaramento das relações de dominação étnica ainda presentes, utilização de critérios étnicos na definição das populações empobrecidas, manutenção da cor da pele como fator associado e associativo entre os sujeitos no interior de um território.

O Brasil passa a não seguir mais Portugal ideologicamente no que concerne ào colonialismo, reconhecendo a independência de Angola e de Moçambique e intensificando

Benzer Belgeler