V. KAYIT YENİLETEN ÖĞRENCİLERİN AÖF BÜROSUNDAN YAPACAKLARI İŞLEMLER
3. Büro, Sınav Merkezi Değişiklikleri
4.2.5.1 Microscopia ótica
Para a preparaçã juntas soldadas com dimen preparação metalográfica c granulação de 100, 200, 40 pasta de diamante de 6, 3 e eletrolítico.
Os exames m termicamente afetada (ZTA Imager.M2m com câmera d
Figura Fonte: pró 4.2.5.2 Microscopia Eletrôn Foram realizada termicamente afetada e do imagens nesta etapa, fora microscópios eletrônicos de com 20 kV e 25 kV, detecto raios-X.
icroestrutural
ação de amostras, inicialmente foram retiradas ensões de 70x20 mm conforme Figura 44, em a consistiu de lixamento utilizando lixadeira
400, 600 e 1200. Após o lixamento foi realizad 3 e 1 µm e ataque químico com os reagentes
metalográficos foram realizados no metal TA) e na zona fundida (ZF) através de um Mic a digital acoplada e sistema de aquisição de ima
ra 44 – Amostra para microscopia ótica e MEV
própria.
rônica de Varredura
adas imagens da microestrutura das regiões da z do metal de base das três juntas soldadas. Par
ram usadas as mesmas amostras da micros de varredura (MEVs) Phillips XL 30 e VEJA ector SE e acoplado com sistema de análise de
s seções completas das em seguida, a etapa de ra rotativa e lixas com zado um polimento com es nital e ácido crômico
tal de base, na zona icroscópio ótico ZEISS magem.
V.
a zona fundida, da zona ara o levantamento das roscopia ótica, com os EJA TESCAN operando de energia dispersiva de
4.2.5.3 Microdureza
Os perfis de mic shimadzu compreendendo a zona fundida (ZF). Na Figu os perfis de microdureza na de base), a segunda linha inferior da chapa. Também metal de solda, a fim de lev as juntas A308 e BL e 200 g de 0,2 mm e tempo de carga Figura 45 – Regi Fonte: Além de microd metal de base, zona termica
4.2.6 Ensaios Mecânicos
A seguir são es resistência à tração e impac ensaiada foram produzidos
4.2.6.1 Ensaio de Tração
Para o levantam foram realizados ensaios de
microdureza vickers foram levantados através d o as regiões do metal de base, zona termicam igura 45 são mostradas as linhas de referência o na seção das juntas, a primeira linha a 2 mm do ha no meio da chapa e finalmente a última a ém foram realizadas medições nas mesmas al levantar o valor médio de dureza. A carga utiliz 0 g para a junta MBT. Todas com um espaçam rga de 10 segundos.
giões de levantamento dos perfis de microdurez
te: própria.
rodureza também foram levantados os valores m icamente afetada e metal de solda de cada junta.
especificados os procedimentos para a realiz pacto charpy-V, bem como as normas utilizada os três corpos de prova.
tamento dos valores de resistência à tração e l de tração em corpos de prova retirados das tr
s de um microdurômetro amente afetada (ZTA) e a onde foram levantados do topo da chapa (metal a a 2 mm da superfície alturas e no centro do ilizada foi de 100 g para amento entre impressões
reza das juntas.
s médios de dureza no ta.
alização dos ensaios de adas. Para cada situação
e limite de escoamento, s três juntas produzidas.
Para cada junta foram usi ensaios, repetidos nas mesm ensaios da marca EMIC, pe
Os procediment seguiram a Norma ASTM técnico do corpo de prova e
Figura 46 – Corpo de pro
Fonte: própria.
Pela Figura 46 de diâmetro no corpo centra mm, estas medidas são para
A posição de re central da seção, contempla distância da face superior d aproximadamente 7 mm.
Figura 47 – Posição
Fonte: própria.
usinados três corpos de prova e conseqüentem esmas condições. Nesta etapa foi utilizada uma
pertencente ao laboratório de ensaios mecânico entos do ensaio, a geometria do corpo de pro
E8/E8M – 13a. Abaixo na Figura 46 está a a e suas dimensões.
prova para ensaio de tração
podemos observar que foi utilizado um corpo tral e comprimento útil de 36 mm, já o raio de ara um corpo de prova reduzido.
retirada do corpo de prova em relação à junta plando o enchimento da solda. A Figura 47 de r do metal de base para a o corpo central do c
ção do corpo de prova de tração em relação à jun
temente realizados três a máquina universal de icos da UFC.
prova e suas dimensões apresentado o desenho
rpo de prova com 9 mm de concordância foi de 8
ta soldada foi da região destaca esta posição. A o corpo de prova foi de
4.2.6.2 Ensaio de Impacto C
Os ensaios de im E23. Três regiões das junta A Figura 48 mostra o des usinado observando as tole brochadeira. A conferência de um projetor de perfil.
Figura 48
Fonte: Nor
As posições de bem como a localização d posicionado a aproximadam altura da superfície superior
Figura 49 – Posição
Fonte: própria.
o Charpy-V
e impacto Charpy-V foram realizados de acordo tas foram avaliadas, o metal de base, a ZTA re esenho do corpo de prova e suas respectivas olerâncias especificadas na norma e seu entalh ia das dimensões do raio e profundidade do en
8 – Corpo de prova Charpy-V.
orma ASTM E23.
de retirada do corpo de prova Charpy-V em re o do entalhe são mostradas na Figura 49. N amente 1 mm da linha de fusão, e no MS pos ior da chapa (MB) para o corpo de prova Charp
ão chapy-V, a) entalhe na ZTA; b) entalhe na M
rdo com a norma ASTM reta e o metal de solda. vas dimensões. Este foi alhe produzido por uma entalhe foi feita através
elação à junta soldada, Na ZTA o entalhe foi osicionado no centro. A arpy foi de 2 mm.
Na Figura 50 são mostradas as fotos dos corpos de prova, no qual é possível visualizar as posições dos entalhes.
Figura 50 – Foto dos corpos de prova charpy-V a) entalhe na solda e b) na ZTA.
Fonte: própria.
O aço ABNT 4140 tem baixa resistência ao impacto em temperaturas criogênicas (ASM, 1990). Neste trabalho, foi estabelecida a temperatura de 25 ºC para todas as regiões ensaiadas.