JAPON TEKSTİLLERİNİN BOYAMA YOLUYLA DESENLENDİRME TEKNİKLERİ
31 Iwao Nagasa , Kasuri , Shogakkan; Shohan Edition, Japan, 1993, s
2.2. Macun Kapama Rezerve Tekniği (Paste Resist)
2.2.2. Katazomenin (Stencil) Tarihsel Gelişim
2.2.2.3. Katazome ablonu Oyma
Richit (2010) investiga as possibilidades do GeoGebra em um curso de formação continuada de professores de Matemática a distância. Nesse curso discutiu-se criticamente o uso das TIC na sala de aula de Cálculo, além de serem desenvolvidas atividades sobre Soma
de Riemann com o software. Sobre o uso do GeoGebra, a autora afirma que
O professor de Cálculo Diferencial e Integral tem aí uma chance de poder tornar significativo para os estudantes a abordagem de certos conceitos, gerando novas compreensões em função da ampliação das formas de interação aluno-conteúdo, comparando-se com estratégias metodológicas clássicas, que priorizam a abordagem estática do conteúdo (RICHIT, 2010, p. 103).
A autora conclui que o uso do GeoGebra possibilitou uma ampliação e uma ressignificação quanto aos conceitos do Cálculo Diferencial e Integral por parte dos professores, gerando momentos de formação no curso oferecido.
Em outro trabalho, Richit et al (2012) apresentam uma pesquisa que, a partir de atividades exploratório-investigativas, investigou como a produção de conhecimento dos alunos podia ser reelaborada no contexto das TIC, em particular, utilizando o GeoGebra enquanto alternativa teórico-metodológica na introdução e visualização de conceitos matemáticos para alunos de um curso de Geologia. Os autores afirmam que a inserção da tecnologia "proporcionou uma motivação nos alunos, de forma que houve um envolvimento maior por parte deles durante a execução das atividades" (RICHIT et al., 2012, p. 98) e, corroborando De Villiers (2003, 2010), observou-se que a partir da experimentação "os alunos puderam levantar hipóteses a partir de um problema dado" (RICHIT et al., 2012, p. 98).
Alves e Neto (2012b) trazem alguns exemplos de limites vinculados ao surgimento de algumas categorias de indeterminações (, ,∞∞, ∞, ∞, . ∞, etc.), a fim de discutir a utilização da Regra de L'Hopital. Os autores afirmam que muitos alunos não entendem a necessidade da utilização de tal regra, e sugerem uma abordagem diferenciada para o trabalho com tal tema, utilizando o software GeoGebra, de forma que "suavize o caráter hegemônico de tarefas algorítmicas" (ALVES; BORGES NETO, 2012b, p. 330). Os pesquisadores concluem que com o auxílio do software é possível "construir um cenário de aprendizagem que possibilite ao estudante o entendimento acerca da manifestação da noção de indeterminação, sobretudo no quadro geométrico" (ALVES; BORGES NETO, 2012b, p. 336).
A pesquisa de Brunet, Leivas e Leyser (2009) busca criar alternativas que ofereçam ao futuro professor formas diferenciadas de desenvolver conteúdos, tendo como fundamento a intuição geométrica ancorada pelas tecnologias computacionais. O trabalho desenvolveu-se como um estudo de caso, cujos sujeitos foram alunos do curso de Licenciatura em Matemática da Universidade Luterana do Brasil (ULBRA). De início trabalhou-se com a ideia intuitiva de limite, discutindo alguns casos sobre continuidade e descontinuidade de funções. Esses pesquisadores concluíram que a utilização da tecnologia foi um facilitador no entendimento de limite de funções pelos alunos.
Percebe-se certa facilidade em encontrar pesquisas com conteúdos do Cálculo, utilizando o GeoGebra. Entretanto, na área da Análise há uma escassez de trabalhos que discutem o uso do software, com a exceção de algumas pesquisas de Francisco Alves e Hermínio Borges Neto.
Alves (2012) faz uma breve discussão de algumas noções topológicas no contexto da transição do Cálculo Diferencial e Integral para a Análise utilizando o software GeoGebra.
Nesse artigo o autor levanta a possibilidade de trabalho com sequências numéricas, teorema do confronto, conjuntos dos valores de aderência, conjunto compacto, entre outros, com o auxílio do GeoGebra. O autor defende, ainda, a importância dos software na produção de conhecimento em comparação com as mídias tradicionais lápis e papel.
Ferramentas computacionais como o GeoGebra, ou o CAS Maple possibilitam explorar a visualização, a evolução de imagens mentais, o uso de metáforas, a produção de insights e, por fim, a apreensão cognitiva do aprendiz em relação aos objetos do 2 ou no 3, o que se mostra inviável quando restringimos nosso ensino às mídias lápis/papel e priorizamos a formalização da teoria (ALVES, 2012, p. 176).
Alves e Neto (2012a) trazem alguns usos do GeoGebra em definições de Análise, como imagem limitada e convergência de sequências. Os autores destacam a importância da ressignificação dos conceitos propiciada pelo uso do software e chamam atenção às dificuldades geradas devido ao caráter formal que a Análise possui.
Em nosso trabalho, evidenciamos a significação proporcionada pela exploração do software Geogebra, pertinente às definições e alguns teoremas essenciais nesta teoria, que adquirem um significado que ultrapassa os limites do formalismo e o olhar estrutural dos objetos matemáticos (ALVES; BORGES NETO, 2012a, p. 328).
Os autores afirmam que o GeoGebra funciona como elemento impulsionador de uma ressignificação para teoremas e definições formais da Análise e defendem que ter domínio formal sobre inferências lógicas não garante uma compreensão efetiva dos conceitos discutidos por eles.
Visto a complexidade dos conteúdos abordados na disciplina análise, acredito ser importante um trabalho diferenciado que objetiva a compreensão dos conceitos discutidos. Essa pesquisa, então, tem a intenção de apresentar o trabalho de experimentação-com- tecnologia de alunos da Licenciatura em Matemática com o GeoGebra no qual é discutido a noção de convergência de sequências, alguns resultados de convergência a partir de sequências limitadas e monótonas, além de investigar o Teorema do Valor Intermediário, resultado importante na Análise. A revisão de literatura nos dá indícios quanto a necessidade de investigações nessa temática, reforçando a importância da pesquisa.
Dado que carrego a noção "Experimentação-com-Tecnologia" na pesquisa, algo que emerge nesse processo é a visualização. Sendo assim, na próxima seção, destacarei aspectos
relevantes sobre a mesma, apresentarei algumas definições encontradas na literatura sobre o termo, assim como seu uso na Matemática.