• Sonuç bulunamadı

2.3. Yöntem

2.3.1. Katılımcılar

O sujeito passivo é a pessoa obrigada ao pagamento de tributo ou penalidade pecuniária. Será contribuinte quando tenha relação pessoal e direta com a situação que constitua o respectivo fato gerador; e responsável, quando, sem revestir a condição de contribuinte, sua obrigação decorra de disposição expressa de lei.

São solidariamente obrigadas as pessoas que tenham interesse comum na situação que constitua o fato gerador da obrigação principal; e as expressamente designadas por lei, não comportando benefício de ordem.

Além dessas hipóteses a lei pode atribuir de modo expresso a responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação.

A disposição do art. 150, §7º da Constituição36 autoriza a sujeição passiva por substituição, bem como o artigo 128, do Código Tributário Nacional37.

Há três tipos de substituição para trás, para frente e padrão. No primeiro caso, trata-se do diferimento, já que a obrigação de pagar é adiada. No último caso é a questão do IR fonte e do tomador de serviços. No segundo, a questão do fato presumido.

36 § 7.º A lei poderá atribuir a sujeito passivo de obrigação tributária a condição de responsável pelo

pagamento de imposto ou contribuição, cujo fato gerador deva ocorrer posteriormente, assegurada a imediata e preferencial restituição da quantia paga, caso não se realize o fato gerador presumido

37 Art. 128. Sem prejuízo do disposto neste capítulo, a lei pode atribuir de modo expresso a

responsabilidade pelo crédito tributário a terceira pessoa, vinculada ao fato gerador da respectiva obrigação, excluindo a responsabilidade do contribuinte ou atribuindo-a a este em caráter supletivo do cumprimento total ou parcial da referida obrigação.

Ademais há a figura da sucessão tributária aplicada não só aos sucessores propriamente ditos, como aos adquirentes ou remitentes de imóveis relativa aos impostos cujo fato gerador seja a propriedade, o domínio útil ou a posse de bens imóveis, e bem assim os relativos a taxas pela prestação de serviços referentes a tais bens, ou a contribuições de melhoria, sendo pessoalmente responsáveis.

Também são sucessores, o cônjuge meeiro, pelos tributos devidos pelo

de cujus até a data da partilha ou adjudicação, limitada esta responsabilidade ao

montante do quinhão do legado ou da meação; o espólio, pelos tributos devidos pelo de

cujus até a data da abertura da sucessão.

Também é responsável, incluída no capítulo da sucessão, a pessoa jurídica de direito privado que resultar de fusão, transformação ou incorporação de uma sociedade em outra. Essa responsabilidade é entendida nos casos de extinção de pessoas jurídicas de direito privado, quando a exploração da respectiva atividade seja continuada por qualquer sócio remanescente, ou seu espólio, sob a mesma ou outra razão social, ou sob firma individual.

A pessoa natural ou jurídica de direito privado que adquirir de outra, por qualquer título, fundo de comércio ou estabelecimento comercial, industrial ou profissional, e continuar a respectiva exploração, sob a mesma ou outra razão social ou sob firma ou nome individual, responde pelos tributos, relativos ao fundo ou estabelecimento adquirido, devidos até à data do ato integralmente, se o alienante cessar a exploração do comércio, indústria ou atividade; ou subsidiariamente com o alienante, se este prosseguir na exploração ou iniciar dentro de seis meses a contar da data da alienação, nova atividade no mesmo ou em outro ramo de comércio, indústria ou profissão.38

Foi definida, ainda, pelo Código Tributário Nacional, a responsabilidade de terceiros, nos atos em que intervierem ou pelas omissões de que forem responsáveis, nos casos de impossibilidade de exigência do cumprimento da obrigação principal pelo contribuinte, os pais, pelos tributos devidos por seus filhos

38 Excetuadas as disposições relativas à hipótese de alienação judicial, veiculadas pela Lei Complementar

menores; os tutores e curadores, pelos tributos devidos por seus tutelados ou curatelados; os administradores de bens de terceiros, pelos tributos devidos por estes; o inventariante, pelos tributos devidos pelo espólio; o síndico e o comissário, pelos tributos devidos pela massa falida ou pelo concordatário; os tabeliães, escrivães e demais serventuários de ofício, pelos tributos devidos sobre os atos praticados por eles, ou perante eles, em razão do seu ofício; os sócios, no caso de liquidação de sociedade de pessoas, sendo também responsáveis nos caos de obrigação tributária resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, hipótese acrescida pela responsabilidade dos mandatários, prepostos e empregados; os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado.

Não se pode esquecer que também foi prevista a responsabilidade por infrações que independe da intenção do agente ou do responsável e da efetividade, natureza e extensão dos efeitos do ato, sendo pessoal ao agente nas hipóteses previstas no art. 137, também do CTN.

Não é objeto de análise do presente estudo a questão das características de cada uma dessas figuras que atribuíram a pessoa diversa da do contribuinte a obrigação de quitação do tributo.

Entretanto, o que importa é que a ação rescisória, requer a triangularização da relação processual para se aperfeiçoar.

Assim, no que se refere à legitimidade passiva, deverão ser partes todos aqueles que foram partes na ação anterior.

Desse modo, figurará no pólo ativo dessa ação aquele que subsumir às hipóteses do art. 487, do CPC, tanto como parte na ação originária, como o sucessor ou o terceiro interessado.

Se ocorrer sucessão no plano de direito material, após o encerramento do processo anterior, ou na pendência dele, há legitimidade do sucessor.

Benzer Belgeler