SSB karışımında (the lean roller compacted concrete) katkılı çimento ile uçucu kül miktarı 100 kg/m 3 ’ten daha azdır Bununla birlikte içerisindeki uçucu kül oranı %40’a kadar çıkabilmektedir.
3. KATI DOLGU BARAJLARIN LİNEER STATİK ANALİZİ
3.2. Katı Dolgu Barajın Lineer Elastik Statik Analiz
3.2.4 Katı dolgu baraj yüksekliğinin (H b ) 120 m olması durumu
O produto de mais foco das empresas farmacêuticas são os medicamentos. A definição de medicamento é a seguinte: “produto farmacêutico, tecnicamente obtido ou elaborado, com finalidade profilática, curativa, paliativa ou para fins de diagnósticos” (BRASIL, 1973). Portanto, pela definição dada, os medicamentos englobam vacinas, contrastes utilizados para fins diagnósticos e produtos com fins curativos, como antibióticos, ou para melhora de sintomas, como analgésicos e antitérmicos.
Apesar do medicamento ser o bem principal produzido e comercializado pelo setor farmacêutico, há ainda outras categorias de produtos que são passíveis de produção e comercialização pelas indústrias. São eles os cosméticos, dermocosméticos, suplementos alimentares e nutricosméticos. Para registro de produtos junto a ANVISA, há apenas três classes de produtos: os medicamentos, os cosméticos e os alimentos. Entretanto algumas marcas são posicionadas como intermediários entre estas classes e recebem nomenclaturas no mercado diferentes das categorias que são efetivamente registrados.
Os dermocosméticos são produtos registrados como cosméticos. Entretanto seu posicionamento de marketing tem uma abordagem que faz com que o produto pareça um intermediário entre os cosméticos e os medicamentos. Os nutricosméticos são produtos registrados como um alimento ou suplemento alimentar, mas seus apelos são focados em melhoras estéticas. Por esse motivo, podem ser considerados um intermediário entre os alimentos e os cosméticos. Grande parte dos alimentos não são produtos regulamentados pela ANVISA, mas sim pelo Ministério da Agricultura. Entretanto alguns tipos de alimentos são objetos de regulamentação pela ANVISA, principalmente aqueles que alegam ter propriedades funcionais e para saúde, como por exemplo os suplementos alimentares e vitamínicos. Nesse caso, estes produtos podem ser considerados nutracêuticos.
Na figura 13 estão representados de forma esquemáticas as diferentes categorias de produtos que podem ser produzidos e comercializados no setor farmacêutico (KROHN; KLEBER; SCHAFFAR, 2008).
Figura 13 - Categorias produzidas e comercializadas no setor farmacêutico.
Os medicamentos podem ser classificados em: isentos de prescrição, venda sob prescrição e venda sob prescrição com retenção de receita, além dos medicamentos de uso restrito hospitalar. Como o próprio nome já diz, os medicamentos classificados como uso restrito hospitalar somente podem ser utilizados e comercializados para hospitais.
Os medicamentos isentos de prescrição (MIP) também são conhecidos como medicamentos OTC. Esta sigla vem do termo inglês over-the-counter, que significa “depois do balcão”. Ou seja, são aqueles medicamentos que podem ficar no autosserviço, pois como são utilizados para transtornos de menor gravidade não há necessidade de prescrição médica.
Para pertencer a categoria de MIP, o fármaco deve constar nos grupos terapêuticos e indicações terapêuticas, determinados pela ANVISA e descritos na Lista de Grupos e Indicações Terapêuticas Especificadas (GITE). Além disso, não devem ser administrados por via parenteral, ou seja, não podem ser injetáveis. No Brasil, no ano de 2009, houve uma tentativa da ANVISA de transferir estes produtos para fora do autosserviço. Entretanto este artigo da legislação acabou sendo revogado e os MIP puderam retornar para a área original de vendas das farmácias.
Diversos estudos na área de marketing utilizam o mercado farmacêutico, em especial o OTC para desenvolvimento de trabalho de campo. Vormittag, (2000) verificou o comportamento de compra de medicamentos isentos de prescrição. Já Mazzero, (2014) discute as métricas para o accountability em marketing em indústrias farmacêuticas que tem em seu portfólio medicamentos OTC.
Os medicamentos que não pertencem a lista GITE são, portanto, medicamentos sob prescrição médica. Podem ser chamados também de medicamentos Rx. Esta sigla vem do termo latim “recipe” que significa “faça uso de” (PALUDETTI, 2015). Estes possuem em suas embalagens uma tarja vermelha com os dizeres “venda sob prescrição médica”. Dentro desta categoria há ainda aqueles com tarja vermelha ou preta e que a receita fica retida na farmácia. Estes medicamentos são produtos entorpecentes, psicotrópicos e os antimicrobianos.
Outra forma de classificar o medicamento no Brasil é a seguinte: inovação, referências, genéricos, similares e similares equivalentes. O medicamento inovação é o primeiro a ser lançado e geralmente é o detentor da patente. Na Figura 14 é apresentado o processo de criação e desenvolvimento de um medicamento. Segundo a Interfarma, (2012) cerca de 10.000 moléculas são pesquisadas para cada medicamento viável. Quando a pesquisa aponta moléculas com potencial para se tornar um medicamento, estas são patenteadas e inicia-se a fase de pesquisa e desenvolvimento do medicamento com os testes
pré-clínicos e testes clínicos, que duram em torno de 10 anos. Quando o medicamento é aprovado para a comercialização, este é considerado um medicamento inovação. Assim que esta patente termina, ocorre à entrada da comercialização do medicamento genérico e similares.
Fonte: Interfarma (2014)
Para que o medicamento genérico seja fabricado quando a patente do medicamento inovador expira, a ANVISA indica o medicamento inovador como sendo o medicamento de referência. O medicamento de referência é definido como: “produto inovador registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária e comercializado no País, cuja eficácia, segurança e qualidade foram comprovadas cientificamente junto ao órgão federal competente, por ocasião do registro” (BRASIL, 1999).
Existe também a possibilidade de, após expirada a patente, serem lançados os medicamentos similares que são definidos como:
“aquele que contém o mesmo ou os mesmos princípios ativos, apresenta a mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica, preventiva ou diagnóstica, do medicamento de referência registrado no órgão federal responsável pela vigilância sanitária, podendo diferir somente em características relativas ao tamanho e forma do produto, prazo de validade, embalagem, rotulagem, excipientes e veículos, devendo sempre ser identificado por nome comercial ou marca;” (BRASIL, 1999).
Já o medicamento Genérico é conceituado pela legislação brasileira como sendo: “Medicamento similar a um produto de referência ou inovador, que se pretende ser com este intercambiável, geralmente produzido após a expiração ou renúncia da proteção patentearia ou de outros direitos de exclusividade, comprovada a sua eficácia, segurança e qualidade e designado pela DCB ou, na sua ausência, pela DCI” (BRASIL, 1999).
Ou seja, é um medicamento que contém em sua fórmula os mesmos princípios ativos, na mesma concentração, forma farmacêutica, via de administração, posologia e indicação terapêutica do medicamento de referência que se pretende copiar. Além disso, o medicamento genérico necessita comprovar que tem os mesmos efeitos de eficácia e segurança que o medicamento de referência. A grande diferença do medicamento genérico em relação aos demais é que o seu nome será designado pela Denominação Comum Brasileira (DCB) ou Denominação Comum Internacional (DCI). Esta nomenclatura será estipulada de acordo com o nome do fármaco ou princípio farmacologicamente ativo constante na lista da ANVISA (BRASIL, 1999).
Segundo Dias e Romano-Lieber (2006) os medicamentos genéricos são mais baratos que seus referencias devido a seu fabricante não ter investimentos para pesquisa e desenvolvimento do fármaco e também não ter despesas com a promoção da marca. Estudo realizado por Vieira e Zucchi (2006) avaliou a diferença de preço dos medicamentos genéricos e seus referências, de janeiro de 2000 à junho de 2004. Constatou que, ao longo destes anos pesquisados, o medicamento genérico foi se tornando mais barato do que o seu medicamento de referência. Ainda que na introdução dos medicamentos genéricos, estes eram, em média, 40% mais baratos que seus referências.
Esse dado corrobora com a obrigação legal que o medicamento genérico deve ser no mínimo 30% mais barato do que o medicamento de referência. Em pesquisa realizada pelo Procon, (2013) sobre a variação de preços do medicamento genérico em relação ao medicamento de referência, foi verificado que, em média, os medicamentos genéricos são 54,68% mais baratos do que os de referência. Quando a comparação foi entre medicamentos genéricos em diferentes estabelecimentos foram encontradas variações de até 1.129,21%.
Conforme colocado por Yamaguti et al. (2008), as indústrias farmacêuticas fabricantes de medicamentos genéricos iniciaram um processo de divulgação das marcas, neste caso do próprio laboratório produtor, para diferenciar seus medicamentos. Cabe ressaltar que o médico pode colocar na prescrição que não é favorável à troca do medicamento referência
pelo genérico. Entretanto, ao prescrever um medicamento genérico o médico não pode determinar a marca.
Por fim, o medicamento similar equivalente é o medicamento similar intercambiável que tenha apresentado os estudos de bioequivalência farmacêutica e biodisponibilidade ao órgão regulatório (BRASIL, 2014). Neste caso, o medicamento similar equivalente pode ser trocado com o medicamento referência. A Figura 15 apresenta um esquema que demonstra, em resumo, as possíveis trocas entre os medicamentos referência, similar equivalente e genérico.
Figura 15 - Intercambialidade de medicamentos.
Fonte: EMS Marcas (2015).
A troca de medicamentos pode ser efetuada entre o referência e o similar equivalente; e o referência e o genérico. Todavia, a troca entre similar equivalente e genérico não é possível de acordo com a legislação vigente. A troca entre medicamentos equivalentes também não é permitida.