Data-base: Junho/2004 Em R$ Mil
Ranking Instituição TD TC Ativo Total (-)
Intermediação Patrimônio Líquido Índice Basiléia
1 BB C 1 223.367.601 12.863.546 14,39% 2 CEF I 1 153.633.468 6.158.784 17,58% 3 BRADESCO C 3 131.784.959 13.668.044 18,07% 4 ITAU C 3 111.312.401 13.746.705 19,79% 5 UNIBANCO C 5 66.411.003 7.937.366 16,73% 6 SANTANDER BANESPA C 4 59.890.992 8.088.284 16,40% 7 ABN AMRO C 4 58.338.879 8.792.934 18,41% 8 SAFRA C 3 35.657.930 3.432.601 13,75% 9 HSBC C 4 31.587.024 2.099.976 13,17% 10 CITIBANK C 4 28.951.084 3.162.752 15,78% 11 NOSSA CAIXA I 2 27.546.414 1.897.182 27,15% 12 VOTORANTIM C 3 22.393.414 3.013.760 19,94% 13 BANKBOSTON C 4 18.278.093 2.954.331 23,92% 14 BNB I 1 13.128.011 1.314.899 20,84% 15 BANRISUL C 2 12.211.606 835.381 15,45% 16 PACTUAL C 5 9.106.367 551.860 17,04% 17 CREDIT SUISSE C 4 8.835.297 728.993 31,58% 18 ALFA C 3 7.546.245 1.105.132 20,04% 19 JP MORGAN CHASE C 4 7.399.049 1.260.546 18,71% 20 RURAL C 3 7.311.675 715.118 14,58% 21 SANTOS C 3 5.993.413 600.719 11,52% 22 FIBRA C 3 5.894.133 428.260 17,45% 23 DEUTSCHE C 4 5.416.217 174.180 13,37% 24 BIC C 3 5.287.931 403.534 11,75% 25 BNP PARIBAS I 4 4.782.875 517.069 19,13% 26 BASA I 1 4.203.516 1.466.307 51,42% 27 BBM C 3 3.941.176 344.690 17,69% 28 MERCANTIL DO BRASIL C 3 3.496.072 420.180 12,64% 29 RABOBANK I 4 3.387.632 172.820 15,29% 30 CRUZEIRO DO SUL C 3 3.006.555 127.819 15,01% 31 BANESTES C 2 2.842.445 173.582 17,01% 32 ABC-BRASIL C 4 2.732.462 368.422 15,92% 33 SS C 3 2.688.838 305.224 11,89% 34 BESC I 1 2.422.603 130.095 36,16% 35 BMG C 3 2.399.533 392.189 14,91% 36 WESTLB I 4 2.256.973 341.263 30,29% 37 BMC C 3 2.145.868 229.916 13,63% 38 BRB C 2 2.038.287 245.989 18,99% 39 DRESDNER C 4 1.847.182 288.778 36,93% 40 BANCOOB I 3 1.724.910 58.398 16,22% 41 IBIBANK I 4 1.719.534 333.273 20,10% 42 BVA I 3 1.712.912 138.130 17,73% 43 PINE C 3 1.499.473 162.447 16,06% 44 BEC C 1 1.418.904 331.390 71,86% 45 TOKYOMITSUBISHI I 4 1.345.648 375.791 45,84% 46 SOFISA C 3 1.337.102 241.748 24,23%
Data-base: Junho/2004 Em R$ Mil
Ranking Instituição TD TC Ativo Total (-)
Intermediação Patrimônio Líquido Índice Basiléia
47 CLASSICO I 3 1.317.659 1.253.600 158,32% 48 SMBC I 4 1.182.918 342.211 64,05% 49 CACIQUE C 3 1.176.471 259.888 22,46% 50 ING C 4 1.119.391 280.444 52,81%
Total 50 Maiores Bancos (Consolidado Bancário I) 1.117.030.145 105.236.550
% 50 maiores Bancos (Consolidado Bancário I) 82,35% 76,96%
Total demais bancos 239.460.565 31.502.032
Total Sistema Financeiro Nacional 1.356.490.710 136.738.582
TD (Tipo de Documento): C - Conglomerado, I – Instituição Independente
TC (Tipo de Controle): 1 - Público Federal, 2 - Público Estadual, 3 - Privado Nacional, 4 - Privado Controle Estrangeiro, 5 – Privado Participação Estrangeira
Consolidado Bancário I: Aglutinado das posições contábeis das instituições bancárias em cuja composição se verifica pelo menos uma instituição do tipo Banco Comercial ou Banco Múltiplo com Carteira Comercial
FASB (SFAS 115) IASB (IAS 39) Banco Central (Circular 3.068/01)
Escopo
O pronunciamento aplica-se aos investimentos em ações que tenham valor justo prontamente determináveis e para todos os investimentos em títulos de dívida, mantidos em carteira por qualquer tipo de empresa.
Exceções:
- Investimentos em ações contabilizados pelo método da equivalência patrimonial ou investimentos de subsidiárias consolidadas.
- Organizações sem fins lucrativos e empresas cuja prática contábil específica inclui a contabilização de substancialmente todos os investimentos em títulos e valores mobiliários a valor justo.
Escopo
O pronunciamento aplica-se a todas as entidades e a todos os tipos de instrumentos financeiros, incluindo ativos financeiros, passivos financeiros, derivativos e contabilização de hedge.
Exceções:
- Interesses em subsidiárias, coligadas e joint ventures.
- Direitos e obrigações de contratos de leasing.
- Direitos e obrigações de empregados decorrentes de planos de benefício.
- Direitos e obrigações decorrentes de contratos de seguro.
- Instrumentos financeiros que estejam dentro da definição de patrimônio líquido.
- Contratos de eventos contingentes em uma combinação de negócios.
- Contratos que exijam pagamentos baseados em condições climáticas, geológicas e outras variáveis físicas
Escopo
A norma aplica-se a todas as instituições financeiras, estabelecendo critérios para registro e avaliação dos títulos e valores mobiliários.
Exceções:
- Investimentos em ações contabilizados pelo método da equivalência patrimonial ou investimentos de subsidiárias consolidadas - Cooperativas de crédito.
- Agências de fomento.
- Sociedades de crédito ao microempreendedor.
Classificação
Os títulos são classificados em três categorias: - Negociação: títulos adquiridos e mantidos
principalmente com a finalidade de venda no curto prazo.
- Mantidos até o vencimento: títulos que a entidade tenha a intenção positiva e habilidade de manter até o vencimento.
- Disponível para venda: títulos que não foram classificados nas duas categorias anteriores.
- Empréstimos e valores a receber: Não está no escopo do SFAS 115.
Classificação
Os instrumentos financeiros são classificados em quatro categorias:
- Ativo financeiro ou passivo financeiro a valor justo, por via dos resultados. Essa categoria é dividida em duas subcategorias:
a) Negociação: ativo ou passivo financeiro é classificado como negociação se for adquirido principalmente com a finalidade de vender ou recomprar no curto prazo; se fizer parte de um portfólio de instrumentos financeiros identificados que sejam administrados de forma conjunta e para os quais existem evidências de um padrão recente de negócios de curto prazo; e se for um derivativo.
b) Designados: ativo ou passivo financeiro que seja designado pela entidade como a valor justo, por via dos resultados.
- Mantidos até o vencimento: semelhante ao FASB.
- Disponível para venda: semelhante ao FASB.
Empréstimos e valores a receber: ativos financeiros com pagamentos fixos ou
Classificação:
Os títulos são classificados em três categorias: Negociação: adquiridos com o propósito de serem ativa e freqüentemente negociados.
- Mantidos até o vencimento: títulos para os quais haja intenção e capacidade financeira da instituição de mantê-los até o vencimento.
- Disponível para venda: semelhante ao FASB.
Empréstimos e valores a receber: Não está no escopo da Circular 3.068/01.
determinados que não sejam cotados em um mercado ativo.
Avaliação e contabilização
Os títulos são avaliados e contabilizados da Seguinte forma:
- Negociação: avaliados a valor justo, com ganhos e perdas não realizados incluídos na demonstração de resultados.
- Mantidos até o vencimento: reportados pelo custo amortizado.
- Disponível para venda: avaliados a valor justo, com ganhos e perdas não realizados reportados como outros resultados abrangentes.
- Empréstimos e valores a receber: não está no escopo do SFAS 115.
Avaliação e contabilização
Os ativos financeiros são avaliados e contabilizados da seguinte forma:
- Ativos financeiros a valor justo, por via dos resultados: reportados a valor justo, com ganhos e perdas não realizados incluídos na demonstração de resultados.
- Mantidos até o vencimento: semelhante ao FASB.
- Disponível para venda: avaliados a valor justo, com ganhos e perdas não realizados reconhecidos diretamente no patrimônio líquido.
- Empréstimos e valores a receber: reportados pelo custo amortizado.
Avaliação e contabilização
Os títulos são avaliados e contabilizados da seguinte forma:
- Negociação: semelhante ao FASB.
- Mantidos até o vencimento: semelhante ao FASB.
- Disponível para venda: semelhante ao IASB
- Empréstimos e valores a receber: não está no escopo da Circular 3.068/01.
Conceito de valor justo
O valor justo é o montante pelo qual um ativo pode ser comprado ou vendido numa transação corrente entre partes interessadas, ou seja, que não seja uma venda forçada. A cotação de preços de mercado, se disponível fornecem a mais confiável medida de valor justo. Para os títulos sem preço de mercado cotado, a estimativa de valor justo pode considerar os preços de ativos similares, ou técnicas de avaliação, tais como valor presente de fluxos de caixa futuros esperados.
Conceito de valor justo
O valor justo é o montante pelo qual um ativo pode ser trocado ou um passivo liquidado, entre partes conhecedoras e dispostas a isso, numa transação que não exista relacionamento entre elas. A existência de cotações de preços publicadas num mercado ativo é a melhor evidência de valor justo e quando elas existem são utilizadas para mensurar o ativo ou passivo financeiro. Se o mercado para um instrumento financeiro não for ativo, a entidade estabelece o valor justo através da utilização de uma técnica de avaliação, tais como: transações
Conceito de valor de mercado
A norma do Banco Central utilizou o termo valor de mercado, adotando uma interpretação mais abrangente do termo, ao estabelecer que pode ser utilizado como parâmetro:
I. O preço médio de negociação no dia da apuração ou, quando não disponível, o preço médio de negociação no dia útil anterior;
II. O valor líquido de realização obtido mediante adoção de técnica ou modelo de precificação;
O FASB esclarece que decidiu utilizar o termo valor justo para evitar a confusão entre os termos valor justo e valor de mercado; muitas vezes se associa o termo valor de mercado somente para os itens que são ativamente negociados no mercado secundário.
técnica de avaliação, tais como: transações recentes; valor justo de instrumentos semelhantes; análise do fluxo de caixa descontado e modelos de precificação de opções.
precificação;
III. O preço de instrumento financeiro semelhante, levando em consideração, no mínimo, os prazos de pagamento e vencimento, o risco de crédito e a moeda ou indexador.
Transferência entre categorias Negociação e disponível para venda
A cada data de balanço deve ser reavaliada a conveniência da classificação.
Mantidos até o vencimento
A venda ou transferência de títulos da categoria de mantidos até o vencimento deve ser um fato raro. Portanto, uma entidade não deve classificar um título como mantido até o vencimento se estiver disposta a vendê-lo, em resposta a:
a) Mudanças na taxa de juros. b) Necessidades de liquidez.
c) Mudanças na disponibilidade e taxas de investimentos alternativos.
d) Mudanças nos termos e fontes de recursos. e) Mudanças na taxa de câmbio.
Algumas circunstâncias, podem levar a entidade a mudar a intenção de manter um título até o vencimento, sem que seja questionada a sua intenção de manter os
Transferência entre categorias Valor justo, por via dos resultados
A reclassificação de instrumentos financeiros da e para a categoria de valor justo, por via dos resultados é proibida.
Mantidos até o vencimento Semelhante ao FASB.
Transferência entre categorias Negociação e disponível para venda
A reavaliação quanto à classificação dos títulos e valores mobiliários somente poderá ser efetuada por ocasião da elaboração dos balanços semestrais.
Mantidos até o vencimento
A transferência da categoria títulos mantidos até o vencimento para as demais categorias somente poderá ocorrer por motivo isolado, não usual, não recorrente e não previsto. A norma não especifica situações em que são aceitas a venda ou transferência de títulos mantidos até o vencimento.
Em 29 de março de 2004, a Resolução 3.181 permitiu a alienação de títulos públicos federais classificados nessa categoria, desde que de forma simultânea ocorresse a aquisição de novos títulos de mesma natureza, com prazo de vencimento superior e em montante igual ou superior ao dos títulos alienados.
demais títulos até o vencimento. Assim, a venda ou transferência de um título mantido até o vencimento devido a uma das seguintes mudanças não será considerada como inconsistente com a classificação original: a) Evidência de deterioração significativa do
risco de crédito do emissor.
b) Mudança na legislação tributária que elimine ou reduza a isenção de tributos do título de dívida.
c) Uma grande combinação de negócios ou venda, que obrigue a venda de títulos mantidos até o vencimento para que a entidade mantenha o nível de risco de taxa de juros ou a política de risco de crédito. d) Mudança das exigências estatutárias ou
regulamentares que modifiquem de forma significativa os investimentos permitidos ou nível máximo de investimentos em certos títulos.
e) Aumento significativo, pelo regulador da indústria, de exigência de capital.
f) Aumento significativo nas ponderações de risco dos títulos de dívida.
Adicionalmente às mudanças descritas, outros eventos que sejam isolados, não recorrentes e não usuais e que não pudessem ser razoavelmente antecipados podem levar a entidade a vender ou transferir um título mantido até o vencimento.
das condições a seguir, será considerada como até o vencimento:
a) Venda de um título que ocorra próximo ao seu vencimento (3 meses), de forma que o risco de taxa de juros é substancialmente eliminado como fator de precificação. b) Venda de um título que ocorra após a
entidade ter recebido parte substancial do principal (pelo menos 85%).
Penalidade pela venda de títulos mantidos até o vencimento.
Semelhante ao IASB, porém o SFAS 115 não define um período em que a entidade fica proibida de utilizar a classificação de mantidos até o vencimento.
Penalidade pela venda de títulos mantidos até o vencimento.
Quando uma entidade vender mais do que um montante significativo dos ativos classificados como mantidos até o vencimento, ela fica proibida de utilizar essa classificação por dois anos. A entidade também deverá reclassificar todos os ativos mantidos até o vencimento para a categoria de disponível para venda.
Penalidade pela venda de títulos mantidos até o vencimento.
A Circular 3.068/01 não prevê uma pena específica para a venda de títulos mantidos até o vencimento; porém, a norma estabelece que se constatada impropriedade ou inconsistência nos processos de classificação e de avaliação, o Banco Central poderá determinar a reclassificação dos títulos e valores mobiliários Perdas permanentes
Para os títulos classificados como disponíveis para venda ou mantidos até o vencimento, a entidade deve avaliar se o declínio no valor justo abaixo do custo amortizado é outro que não temporário. Se o declínio no valor justo for outro que não temporário, o valor do custo deve ser reajustado e o valor justo passa a ser a nova base do valor de custo.
Perdas permanentes Semelhante ao FASB.
Perdas permanentes Semelhante ao FASB.
Exigências de divulgação
Para os títulos classificados como disponíveis para venda deve-se divulgar o valor justo, o total de ganhos/perdas para os títulos com
Exigências de divulgação
As exigências de divulgação que existiam no IAS 39, edição revisada de 2000, foram todas transferidas para o IAS 32 – Financial
Exigências de divulgação
A Circular 3.068/01 estabelece a obrigatoriedade de divulgação, em notas explicativas às demonstrações financeiras, de
ganhos/perdas acumulados em outros resultados abrangentes, separados pelos principais tipos de títulos.
Para os títulos classificados como mantidos até o vencimento deve-se divulgar o valor justo, ganhos/perdas não reconhecidas e o valor líquido.
Para cada período em que o resultado das operações seja apresentado, deve-se divulgar: a) A renda decorrente de vendas de títulos da
categoria de disponíveis para venda e os ganhos/perdas brutas realizadas.
b) A base em que foi determinado o custo de um título vendido ou o montante reclassificado de outros resultados abrangentes para resultados.
c) Os ganhos/perdas brutas incluídas nos resultados de transferência de títulos da categoria de disponíveis para venda para a de negociação.
d) O montante de ganhos ou perdas não realizados de títulos da categoria disponíveis para venda, no período em que tenha sido incluído em outros resultados abrangentes acumulados e o montante de ganhos e perdas reclassificados de outros resultados abrangentes para resultados no período.
e) A porção de ganhos e perdas com negociação no período, relativa a títulos para negociação ainda mantidos na data do balanço.
Instruments: Disclosure and Presentation. As exigências de divulgação relacionadas com os títulos e valores mobiliários são:
a) Termos, condições e políticas contábeis – para cada classe de ativo financeiro a entidade deverá divulgar: (a) informações sobre a extensão e natureza do ativo financeiro, incluindo os termos e condições significativas que possam afetar o montante, o prazo e a certeza dos fluxos de caixa futuros; e (b) as políticas contábeis adotadas, incluindo os critérios de reconhecimento e as bases de mensuração aplicadas.
b) Risco de taxa de juros – para cada classe de ativo financeiro a entidade deverá divulgar informações sobre a exposição ao risco de taxa de juros, incluindo as datas de repactuação ou vencimento, o que ocorrer primeiro, e taxa de juros efetiva, quando aplicável.
c) Risco de crédito – para cada classe de ativo financeiro a entidade deverá divulgar informações sobre a exposição ao risco de crédito, incluindo o montante que melhor represente o máximo de exposição ao risco de crédito na data de balanço, e as concentrações significativas de risco de crédito.
d) Valor justo – para cada classe de ativo
informações que abranjam, no mínimo, os seguintes aspectos relativos a cada categoria de classificação:
I - o montante, a natureza e as faixas de vencimento;
II - os valores de custo e de mercado, segregados por tipo de título, bem como os parâmetros utilizados na determinação desses valores;
III - o montante dos títulos reclassificados, o reflexo no resultado e os motivos que levaram à reclassificação;
IV - os ganhos e as perdas não realizados no período, relativos a títulos e valores mobiliários classificados na categoria títulos disponíveis para a venda.
do balanço.
Para qualquer venda ou transferência de títulos classificados como mantidos até o vencimento deve-se divulgar o valor de custo do título vendido ou transferido, os ganhos e perdas realizados e não realizados e as circunstâncias que levaram à decisão de vender ou transferir o título.
financeiro a entidade deverá divulgar o valor justo do ativo. Entretanto, se o investimento for em ações não cotadas em mercado, contabilizadas pelo custo, em função do valor justo não ser mensurável de forma confiável, esse fato deve ser divulgado juntamente com uma descrição do instrumento financeiro, o montante contabilizado, uma explicação do porque o valor justo não pode ser mensurado de forma confiável, e, se possível, um intervalo de estimação, dentro qual o valor justo pode estar contido. Adicionalmente a entidade deve divulgar: (a) os métodos aplicados na determinação do valor justo, (b) se o valor justo foi determinado de forma direta, no total ou em parte, através da utilização de cotações de preço de um mercado ativo ou foi estimado utilizando-se uma técnica de avaliação, (c) se as demonstrações contábeis incluem instrumentos financeiros mensurados a valor justo, que foram determinados no todo ou em parte utilizando-se uma técnica de avaliação baseada em assunções que não sejam suportadas por observações de preços ou taxas de mercado, e (d) o montante total da alteração no valor justo estimado utilizando uma técnica de avaliação, que tenha sido reconhecido nos resultados durante o período.
e) Ativos financeiros contabilizados a valor justo através dos resultados – a entidade
deve divulgar os montantes escriturados dos ativos financeiros classificados como negociação e dos que foram inicialmente designados pela entidade como ativos financeiros a valor justo através dos resultados.
f) Reclassificação – se uma entidade reclassificou um ativo financeiro como mensurado pelo custo ou custo amortizado ao invés de pelo valor justo, ela deve divulgar a razão dessa reclassificação. g) Demonstração de resultados e patrimônio –
a entidade deve divulgar os itens relevantes de receita, despesa e ganhos e perdas resultantes de ativos financeiros, quer incluídos nos resultados quer como um componente separado do patrimônio líquido, incluindo, para os ativos classificados como disponível para venda, o montante de qualquer ganho ou perda reconhecido diretamente no patrimônio líquido e o montante que foi removido do patrimônio e reconhecido no resultado durante o período.
h) Divulgação de prejuízo por perda de valor – a entidade deve divulgar a natureza e o montante de qualquer prejuízo por perda de valor de ativo financeiro, reconhecido nos resultados.
incluídos na amostra.
Item Instituições 1 ABC-BRASIL 2 ABN AMRO 3 ALFA 4 ARBI 5 BANESE 6 BANESTES 7 BANKBOSTON 8 BANRISUL 9 BANSICREDI 10 BARCLAYS 11 BASA 12 BB 13 BBM14 BCO JOHN DEERE 15 BCOMURUGUAI 16 BEC 17 BEPI 18 BESC 19 BGN 20 BIC 21 BMC 22 BMG 23 BNB 24 BNP PARIBAS 25 BONSUCESSO 26 BRADESCO 27 BRASCAN 28 BRB 29 BVA 30 CACIQUE 31 CARGILL 32 CEDULA 33 CEF 34 CITIBANK 35 CLASSICO 36 CNH CAPITAL 37 CREDIBEL 38 CREDIT SUISSE 39 CRUZEIRO DO SUL 40 DAIMLERCHRYSLER 41 DAYCOVAL 42 DEUTSCHE 43 DRESDNER
45 FATOR 46 FIBRA 47 FICSA 48 GE CAPITAL 49 GUANABARA 50 HSBC 51 INDUSTRIAL DO BRASIL 52 INDUSVAL 53 ING 54 INTER AMEX 55 INTERCAP 56 ITAU 57 LA PROVINCIA 58 LA REPUBLICA 59 LLOYDS 60 LUSO BRASILEIRO 61 MATONE 62 MERCANTIL DO BRASIL 63 MODAL 64 NOSSA CAIXA 65 OPPORTUNITY 66 OURINVEST 67 PACTUAL 68 PARANA 69 PEBB 70 PECUNIA 71 PINE 72 PRIMUS 73 PROSPER 74 RABOBANK 75 RENDIMENTO 76 RENNER 77 RIBEIRAO PRETO 78 RURAL 79 SAFRA 80 SANTANDER BANESPA 81 SANTOS 82 SCHAHIN 83 SMBC 84 SOCIETE GENERALE 85 SOCOPA 86 SOFISA 87 SS 88 TOKYOMITSUBISHI 89 TOYOTA
91 TRICURY 92 UNIBANCO 93 VOLVO 94 VOTORANTIM 95 VR