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Kalkon (12) ve Türevlerine Siklohekzanon (16) Katılması

2. MATERYAL VE YÖNTEMLER

2.2. Kalkon (12) ve Türevlerine Siklohekzanon (16) Katılması

Segundo Oliveira e Teodoro (2005), a avaliação da absorção sonora de materiais aplicados para o conforto acústico pode ser realizada por alguns métodos conhecidos, como: a Câmara Reverberante, descrita na norma ISO 354 (1985), no qual amostras são submetidas a um campo com ondas sonoras incidentes em todas as direções, sendo as curvas de absorção determinadas indiretamente por medidas de tempo de reverberação; o Método in situ, conforme ISO 13472-1 (2010), com amostras submetidas à incidência de ondas em campo livre a certo ângulo desejado e medição por meio de aparelhos específicos; e o Tubo de Impedância, de acordo com ISO 10534-1 (1996), no qual o coeficiente de absorção é obtido pela incidência normal de ondas planas em direção perpendicular às amostras, contidas em um tubo usado em conjunto com um gerador de sinais, um filtro e um medidor de nível. Dentre os métodos citados, os mais utilizados para este fim são detalhados a seguir.

a) Câmara Reverberante

No método da câmara reverberante, as amostras são submetidas a um campo com ondas sonoras incidentes em todas as direções (campo difuso) e curvas de absorção são determinadas indiretamente por medidas de tempo de reverberação (ISO 354, 1985). Segundo a norma ISO 354 (1985), o tempo de reverberação é definido como o tempo de decaimento do nível da pressão sonora num decréscimo de 60 dB após interrupção da fonte sonora. Os coeficientes de absorção sonora são usualmente determinados nas seis faixas de oitavas de frequências de: 125 Hz, 250 Hz, 500 Hz, 1000 Hz, 2000 Hz e 4000 Hz.

Segundo Everest (2001), a câmara reverberante é representada por uma grande sala com paredes, cobertura e pisos altamente reflexivos (Figura 8). O tempo de reverberação destas salas é muito longo e, consequentemente, a medida se torna muito precisa. Para realização do ensaio, o material é disposto no chão da câmara, preenchendo uma área especificada por norma e são tomadas as medidas do tempo de reverberação deste ambiente com a amostra. Segundo Moreira

(2009), o coeficiente de absorção sonora é então obtido levando-se em consideração os tempos de reverberação da sala vazia e da sala contendo a amostra.

A construção da câmara é muito importante para garantir as muitas frequências modais e para equalizar o modo de espaçamento, tanto quanto possível. Outras variáveis a serem trabalhadas são a posição da fonte sonora, o número e posições dos microfones, além da utilização de “placas” rotativas para assegurar adequada difusão do som (EVEREST, 2001).

Figura 8 – Câmara reverberante. Fonte: Patrício e Patraquim (2008).

b) Tubo de Impedância

Propriedades acústicas tais como coeficiente de absorção sonora, impedância, admitância e fator de reflexão podem ser obtidas por meio de equipamentos chamados tubo de impedância ou tubo de ondas estacionárias, conforme metodologia estabelecida pela norma ISO 10534-1 (1996).

O princípio do método empregado neste equipamento consiste em um tubo no qual em uma das extremidades coloca-se a amostra em estudo e na extremidade oposta situa-se um alto-falante conectado a um gerador de sinais (MARTINS, 2008). Segundo Moreira (2009), o alto-falante é conectado a um gerador de sinais senoidais e a um amplificador, produzindo-se dentro do tubo uma onda estacionária. Um microfone ou sonda de

microfone, inserido na extremidade do tubo, capta a pressão acústica da onda estacionária. A leitura do nível de pressão acústica é realizada através do sinal amplificado do microfone, permitindo também variar a distância entre a amostra e o ponto de medida da leitura. No tubo de impedância, existem somente ondas planas excitadas por tons puros que estão abaixo da frequência de corte (Figura 9).

Figura 9 – Representação do tubo de impedância. Fonte: Everest (2001).

As restrições na validação do coeficiente de absorção sonora (α) determinado no tubo de impedância estão relacionadas à incidência do som apenas perpendicularmente à amostra e à excitação acústica com frequências puras (não em bandas de frequências), entre 100 Hz e 1000 Hz para corpos de prova de 10 cm de diâmetro, e entre 1300 e 6300 Hz para amostras de 3 cm de diâmetro. Neste caso existe a possibilidade da amostra não ser representativa devido às suas limitações de tamanho. No entanto, a norma ISO 10534-1 (1996) permite correções dos valores obtidos para situações próximas às reais, onde a incidência do som é aleatória - campo difuso (MOREIRA, 2009).

Trata-se de um método altamente reprodutível, proporcionando o emprego de pequenas amostras para ensaio. Tal método é utilizado principalmente para amostras de materiais absorventes porosos/fibrosos, não sendo aconselhável para materiais absorvedores que dependem da área para o efeito, tais como painéis de vibração e grandes absorvedores do tipo membranas (EVEREST, 2001).

Atualmente, os tubos de ondas estacionárias podem ser empregados também na determinação da perda de som, no qual a amostra é posicionada no centro do tubo (Figura 10). A fonte de som (alto-falante), posicionada em uma das extremidades do tubo, gera ondas

sonoras aleatórias estacionárias, que se propagam como ondas planas. As ondas planas atingem a amostra posicionada em um suporte, no qual parte destas ondas é refletida e volta para o tubo de origem (fonte), parte é absorvida pela amostra de material e outra parcela das ondas passa através da amostra para o tubo de recepção. Por meio da medição da pressão sonora em quatro locais fixos (dois no tubo de fonte e dois no tubo de recepção) e do cálculo da função de transferência complexa, utilizando um analisador de frequência digital de quatro canais, é possível determinar a perda de transmissão do som do material. A gama de frequência utilizável depende do diâmetro do tubo e do espaçamento entre as posições do microfone. Este método é descrito pela norma ASTM E2611 – 0λ “Standard Test Method for Measurement of Normal Incidence Sound Transmission of Acoustical Materials Based on the Transfer Matrix Method” (BRÜEL & KJÆR, 2012).

Figura 10 – Esquema do tubo de impedância para determinação da perda de transmissão do som. Fonte: BRÜEL & KJÆR (2012).

2.7 Pesquisas no âmbito de painéis e compósitos com propriedades térmicas e

Benzer Belgeler