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2.3. Biyoloji Ders Kitaplarında Güvenlik Sembolleri Tasarımı ve Kullanımı

2.3.2. Kaliforniya’daki Biyoloji Ders Kitabında Güvenlik Sembolleri Tanıtımı

A citação (denominada tradicionalmente discurso relatado) é, segundo Halliday (1994), um processo verbal de parataxe, por exemplo: Ela continua dizendo para nós ‘eu estou acordada até as doze horas toda noite’13.

Na citação, a oração que projeta é um processo verbal de dizer e a oração projetada representa o que é dito. Na relação tática, isto é, o tipo de dependência é a parataxe e as duas partes têm status igual. A principal função da oração que projeta é mostrar que a outra oração é projetada: alguém a disse. A oração projetada, portanto, é considerada um fraseamento (frase que é falada), isto é, ela representa um fenômeno léxicogramatical; por exemplo: Eu

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In addition two tactic modes of projection – paratactic projection of quotes and hypotactic projection of reports, there is one further environment which projected clauses occur – that of embedding: the witness’s claim that she saw one young man open fire seems plausible. (HALLIDAY; MATTHIESSEN, 2004, p. 443) (Tradução nossa)

13

She keeps saying to us ‘I stay up till twelve o’clock every night’. (HALLIDAY, 1994, p. 250) (Tradução nossa)

não tenho tanta certeza, replicou o Controlador14 (tradução nossa). Enquanto a oração que projeta: replicou o Gordo Controlador15 representa um fenômeno comum da experiência, a oração projetada: Eu não tenho tanta certeza16 (tradução nossa), representa um fenômeno de segunda ordem, algo como uma representação – um metafenômeno. Portanto, segundo Halliday (1994), a estrutura total é uma estrutura paratática complexa em que o relacionamento lógico semântico é a projeção: a oração que projeta é um processo verbal e a projetada tem o status de um fraseamento.

Por outro lado, Halliday (1994) considera o discurso relatado como um processo mental de hipotaxe, pois falar não é o único modo de usar a linguagem e pode-se usar a linguagem para pensar. Assim, um processo de pensar também serve para projetar, conforme o exemplo (13) abaixo:

(13) Dr. Singleman sempre acreditou que seu paciente recuperaria.17

Nessa oração, há um fenômeno, O médico sempre acreditou, e um meta-fenômeno, que seu paciente recuperaria, em que temos: (i) a oração que projeta é um processo mental, mais especificamente, de cognição; e (ii) a oração projetada não é uma citação, mas um significado. E, algo que é projetado como um significado é ainda um fenômeno de linguagem – referido como metafenômeno, mas é apresentado em um nível diferente – semântico – não léxico-gramatical. Quando algo é projetado como um significado, já foi processado pelo sistema lingüístico, mas processado somente uma vez, não duas vezes como no caso de uma citação.

Segundo Halliday (1994), o relacionamento hipotático implica uma perspectiva diferente se contrastamos os seguintes exemplos:

(14) a) Maria disse: ‘ Eu voltarei aqui amanhã’.18

b) Maria pensou que ela voltaria lá no dia seguinte.19

Em (a), o ponto de vista na oração projetada é aquele de quem diz, Maria; ela é o ponto de referência para a dêixis, que assim preserva a forma do evento léxico-gramatical, usando Eu, aqui, amanhã. Em (b), por outro lado, o ponto de vista na oração projetada é

14

‘I’not so sure’ replied the Fat Controller. (HALLIDAY, 1994, p. 252) (Tradução nossa)

15

replied the Fat Controller (HALLIDAY, 1994, p. 252) (Tradução nossa)

16

I’m not so sure (HALLIDAY, 1994, p. 252) (Tradução nossa)

17

///Dr. Singleman believed //his patient would recovered. ///(HALLIDAY,1994, p. 253) (Tradução nossa)

18

Mary said: ‘I Will come back here tomorrow’(HALLIDAY, 1994, p. 253) (Tradução nossa)

19

aquele do falante da oração que projeta; assim Maria é ela, a locação de Maria é lá, e o dia referido como aquele imediatamente seguindo não é o amanhã do falante, mas simplesmente “o dia seguinte”. Como a oração de dizer tem tempo passado, a oração projetada apresenta o traço temporal mais remoto: o futuro do pretérito. A projeção hipotática preserva a orientação dêitica da oração projetada, que é aquela do falante; ao passo que a parataxe toma a orientação daquele que diz.

Pode-se considerar, ainda, o discurso relatado como pensamento citado, pois é possível relatar um dizer, representando-o como um significado, por exemplo:

(15) a) O nobre Brutus falou a você que César foi ambicioso.20 b) Se for assim, foi uma falta grave. 21

Segundo Halliday (1994), o princípio implícito nessa representação hipotática de um evento verbal é que ele não está sendo apresentado como preciso e exato à citação; o falante está relatando o essencial, o sentido geral do que foi dito, e a citação pode ser bastante diferente do original. Isto não quer dizer que, quando um falante usa a representação paratática, a forma direta está sempre repetindo as palavras exatas. Mas a função idealizada da estrutura paratática é representar a citação; enquanto com a hipotaxe a função idealizada é representar o sentido geral.

Os verbos usados nas afirmações e perguntas são muitas vezes os mesmos que aqueles usados na citação, segundo Halliday (1994, p. 255-256), mas há uma diferença significante. Na citação, o status independente da proposição, incluindo seu modo, é preservado; portanto a função da fala é tão explícita como no original. No relato, a função da fala é, ou pode ser, obscurecida, e é, portanto, feita explícita no verbo de relatar. Seguem os aspectos em que muitos verbos, semanticamente complexos por funções de falas elaboradas, são usados somente em relato, por exemplo: compreender, decifrar, hipotetizar, implicar, manter, negar. Esses verbos são usados raramente para citar. Por outro lado, muitos verbos que atribuem traços interpessoais e/ou comportamentais ao evento de fala, e são usados para citar, principalmente, em contextos de narrativas, não são usados para relatar, porque não contêm o traço de dizer. Assim, essa combinação de um processo verbal com relato, embora se esteja tratando-o logicamente para citar, sendo comparado por analogia com o relato de

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The noble Brutus Hath told you Caesar was ambitious. (HALLIDAY, 1994, p. 254) (Tradução nossa)

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processo mental, é o modo normal de representar o que as pessoas dizem, na maioria dos registros.

Citação e relato são simples variantes formais, conforme Halliday (1994, p. 256), mas diferem em significado. A diferença entre as duas formas tem origem na distinção semântica geral entre parataxe e hipotaxe, quando se aplicam no contexto particular de projetar. Na citação, o elemento projetado tem o status independente, sendo assim mais imediato e semelhante ao cotidiano e este efeito é realçado pela orientação da dêixis, que é aquela de drama, tensão, excitamento. O relato, por outro lado, apresenta o elemento projetado como dependente. Permite alguma indicação de modo, mas em uma forma que o impede de funcionar como um movimento em uma troca e o autor não faz nenhuma afirmação de que é fiel ao fraseamento.

Por meio dessas análises apresentadas por Halliday (1994), podemos perceber que, na base comunicativa da interação, está o uso de conexões ou articulações determinadas por regras e estratégias entre as construções linguísticas e o seu contexto comunicativo- situacional, mas tendo o discurso como o princípio dessa representação.

Benzer Belgeler