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24 kırmızı fren lambası LED’inden 8 tanesi düşük ışık gücü ile kuyruk lambası olarak kullanılmaktadır

5.1 Hipótese 1

Os sinalizantes demonstraram sensibilida- de a informações mais simultâneas e a res- trições fonológicas específicas da língua de sinais – tais como distribuição das configu- Figura 4: Respostas dos sujeitos para condições

de CM 1-5 para sinalizantes (1) e não- sinalizantes (2) (cortesia de J. Bourneman)

Explorar essa condição com mais deta- lhe revela padrões interessantes de interação entre parâmetros fonológicos e os grupos de sujeitos. Na condição 1 de CM, os estímulos contêm um único CM não-marcado do in- ventário da ASL. O grau em que os sujeitos utilizam essa informação adicional virá por afetar sua resposta - “um” ou “dois” - apesar de haver apenas uma CM. A primeira obser- vação é que tanto sinalizantes, quanto não-si- nalizantes foram sensíveis ao M na condição 1 de CM.

A segunda observação é que as decisões na condição 1 de CM são afetadas de forma

Um estudo interlingüístico de segmentação da palavra em três línguas de sinais

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1 rações de mão (CMs), pontos de articula-

ção (PAs), e movimentos (Ms) – do que os não-sinalizantes.

A hipótese 1 foi parcialmente confir- mada: os sinalizantes são mais sensíveis às informações simultâneas no sinal do que os não-sinalizantes. Os resultados relatados aqui demonstram duas tendências aparen- temente contraditórias: nenhuma diferença entre sinalizantes e não-sinalizantes e uma diferença clara entre sinalizantes e não-si- nalizantes, com relação aos parâmetros fo- nológicos específicos. As semelhanças dos sinalizantes e não-sinalizantes em geral é o resultado do mesmo tratamento de Mo- vimento, ou seja, para ambos os grupos, o Movimento foi um fator significativo na to- mada de decisão quanto à segmentação da palavra. As diferenças entre os dois grupos resultam do papel ou da falta de PA e CM. O uso do PA variou para os não-sinalizantes, não havendo quase variação alguma para os falantes da língua inglesa e da língua alemã- austríaca e com significativa variação para os falantes croatas, assim como para os si- nalizantes, de forma similar ao que foi ob- servado em relação ao contraste entre HZJ e ÖGS, no que diz respeito à forma como os valores de PA afetaram suas decisões nas condições de CM.

Nossos resultados indicam que a CM é especial na fonologia da língua de sinais. Os sinalizantes prestam mais atenção a ela na segmentação da palavra, do que os não-si- nalizantes. A CM também é claramente mais categórica do que o PA, que pode ser tratado de maneira diferente mesmo em línguas de sinais distintas, ou o Movimento, que é tra- tado de forma semelhante por sinalizantes e não-sinalizantes. Existe também uma grande diferença no inventário de CM entre as LSs e os sistemas de gestos.

Os resultados apresentados aqui tam- bém dão suporte à hipótese de que sinali- zantes usarão regras de sua língua de sinais para a tarefa de segmentação, mesmo em uma língua de sinais desconhecida. Os sina- lizantes da ASL estavam, basicamente, lidan- do com o inventário fonêmico de suas pró- prias línguas, enquanto tomavam decisões sobre as restrições em nível da palavra em combinações. Ao contrário, os sinalizantes da HZJ e ÖGS lidaram de forma diferente com os inventários fonêmicos e as restrições ao nível da palavra. Os estímulos podem ter contido CM, PA e M que não são fonêmicos tanto em HZJ, quanto em ÖGS. Além disso, as restrições ao nível da palavra para essas duas línguas de sinais podem ser diferentes. Por exemplo, alguns dos estímulos que po- deriam, claramente, ser separados em dois sinais na HZJ ou ÖGS, na ASL podem ser sinais isolados admissíveis, ou vice-versa. O exemplo da ASL DESTROY, discutido an- teriormente, ilustra a complexidade dessas restrições no sentido de que algumas com- binações de dois movimentos ainda podem ser consideradas um único sinal na ASL. Face aos inventários fonêmicos e combina- ções pouco familiares, os sinalizantes devem utilizar as regras de sua própria língua de sinais para tomar decisões de segmentação. Esse fato é sublinhado pelos diferentes pa- drões de decisão para HZJ e ÖGS, ou seja, suas sensibilidades diferenciais para CM nas duas condições do PA. Os sinalizantes da HZJ não se mostraram sensíveis à CM quando o estímulo apresentava apenas um PA, porém mostraram-se sensíveis, quando o PA apresentava dois PAs. Contrariamente a essa situação, os sinalizantes da ÖGS mos- traram-se sensíveis à CM, quando os estímu- los apresentavam apenas um PA, mas não quando o estímulo apresentava dois PAs. Se

Diane Brentari e Ronnie Wilbur

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fosse meramente uma questão de modali- dade, seria de se esperar que os sinalizantes da HZJ e os sinalizantes da ÖGS agissem de forma semelhante e não no padrão contras- tante como aqui foi observado.

5.2 Hipótese 2

A natureza visual do sinal fará com que tanto falantes quanto sinalizantes usem informa- ção ao nível da palavra para seus julgamentos na LS, apesar do fato de trabalhos sobre uma língua falada mostrarem que falantes são pré- dispostos a usar uma seqüência de sílabas (ou seja, o pé) para fazer julgamentos de segmen- tação da palavra em línguas faladas.

A segmentação nas línguas de sinais e nas línguas faladas requer estratégias diferentes. A segmentação da palavra em línguas faladas depende muito das pistas rítmicas – pés tro- caicos (por exemplo, “chil.dren, break.fast”). O que é mais “baseado na sílaba”. As línguas de sinais utilizam pistas baseadas em domí- nios, que são mais baseados na palavra (1 va- lue=1 word). Os sinalizantes abordam a tare- fa de maneira diferente dos não-sinalizantes. Os sinalizantes prestam atenção, primeiro no M e depois na CM e, por fim, no PA. Os não- sinalizantes prestaram atenção - na maioria das vezes - primeiro no M, depois no PA e, geralmente, ignoraram a CM.

Uma questão chave para a tarefa aqui apresentada é se a dependência em pistas de M é um efeito da palavra ou um efeito da sí- laba. Gostaríamos de argumentar que essa dependência é um efeito da palavra, pois a estratégia geralmente utilizada pelos partici- pantes é “1 valor=1 palavra”. Para a sílaba ser uma unidade relevante, a evidência de uma seqüência silábica de um tipo em particular seria necessária, assim como o pé, com um

padrão trocaico (forte-fraco) ou iâmbico (fraco-forte). Em vez disso, como acontece com a segmentação da palavra baseada na harmonia vocálica, cada mudança no valor desencadeou a percepção de que ela sinalizou o início de uma nova palavra.

Portanto, concluímos que os espectado- res de LSs utilizam a palavra para segmentar as seqüências sinalizadas, o que atribuímos, em larga escala, à natureza visual/gestual das línguas de sinais, ao passo que os ouvintes das línguas faladas dependem muito mais de síla-

bas para a segmentação da palavra, o que atri-

buímos à natureza auditivo/vocal das línguas faladas (cf. discussão de diferenças em Allen, Wilbur & Schick 1991; Brentari 1998; Wilbur & Allen 1991; Wilbur & Petersen 1997).

5.3 Direções futuras

Existem vários fatores que merecem ser mais explorados. Um deles é a forma como “repre- sentamos com palavras” a questão para nos- sos sujeitos. Poderíamos antecipar resultados diferentes se reformulássemos as instruções para pedir aos sinalizantes “Esta forma poderia ser composta?” Na ASL, existem sinais com- postos que permitem 2 PAs contrastivas, por exemplo: FEMALE (cabeça)^MARRY (mão) = “wife”. Existem também sinais compostos que contêm 2 PAs contrastivas e 2 CMs, como em SLEEP^SUNRISE = “oversleep”.

Dada a interação entre a ASL e a soletra- ção de uma mão do alfabeto, existe um nú- mero substancial de sinais contendo 2 CMs contrastivas. Esses incluem empréstimos de sinais como #JOB (reduzido de uma seqüên- cia de letras soletrada manualmente para ape- nas a primeira e a última letra com um mo- vimento de torção de pulso) e sinais iniciali- zados como #BACKGROUND e #PROJECT.

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Benzer Belgeler