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4.MATERYAL VE METOT

26 Temmuz 09 Koyun DiĢi Kuyruk L2, L3 W magnifica

5.3. Myiasis vakalarında bazı kan parametreleri 1 Plazma MDA düzeyler

5.3.4. Jugular venöz Amonyak düzeyler

O nome Vale do Mucuri se deu pelo fato do vale dessa região ser cortado pelo Rio Mucuri. A economia da região está baseada na exploração de pedras preciosas (na região de

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Ocupa 11.716 ha o que equivale a aproximadamente 0,02% da superfície do estado.

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Considerando como referencial o total da área empregada por cada cultura a nível estadual tem-se que as participações das microrregiões foram: Almenara – mandioca 6,82%; Araçuaí – mandioca 3,36%; Capelinha – mandioca 2,61%; Diamantina – feijão 0,55% e Pedra Azul – mandioca 3,16%.

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Para as microrregiões têm-se as seguintes participações em relação ao resultado estadual, respectivamente: Diamantina – 0,34% e 0,18%; Capelinha – 1,25% e 0,71%; Araçuaí – 0,88% e 0,73%; Pedra Azul – 0,25% e 0,37% e Almenara – 0,95% e 1,66%.

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Para as microrregiões inseridas na mesorregião em estudo os valores foram: Diamantina – 12,9 ha/l e 1.142,9 ha/t; Capelinha – 8,4 ha/l e 788,0 ha/t; Araçuaí – 11,2 ha/l e 2.716,3 ha/t; Pedra Azul – 25,3 ha/l e 2.184,1 ha/t e Almenara – 35,9 ha/l e 3.157,7 ha/t.

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Essa região é constituída por duas microrregiões (Teófilo Otoni e Nanuque) e que por sua vez essas resultam da união de 51 municípios.

Teófilo Otoni), pecuária e agricultura. Conforme a Embrapa Clima, é uma região que apresenta uma altitude média de 356m; temperatura média de 22,4 ºC e precipitação média de 1.059 mm. O regime térmico caracteriza-se por uma temperatura mínima de 19,5 ºC em julho e máxima de 24,9 ºC em março. Por sua vez, o regime pluviométrico compreende um período chuvoso nos meses de outubro, novembro, dezembro e janeiro e um seco nos demais meses. Sendo que janeiro é o mês com maior índice de precipitação (165 mm) e junho o menor (20 mm). Dessa forma, a deficiência hídrica ocorre entre os meses de abril a setembro sendo que naquele é de -14 mm e nesse -41 mm. O relevo dessa região é de forte ondulado a montanhoso com áreas de baixadas intercaladas.

Segundo a Embrapa Solos, os tipos de solos predominantes dessa região são podzólico amarelo86, podzólico vermelho-amarelo87 e hidromórfico cinzento88. Os solos do tipo podzólico amarelo são álicos (alta saturação por alumínio trocável) constituindo numa limitação para o aproveitamento agrícola desses. Os solos do tipo podzólico vermelho- amarelo estão caracterizados na mesorregião Sul/Sudoeste de Minas enquanto as dos hidromórfico cinzento encontra-se na Noroeste de Minas.

Segundo IBGE (2006), todas as atividades da agropecuária da Vale do Mucuri ocuparam uma área total de 1.219.592 ha. Sendo que as lavouras temporárias e permanentes utilizaram 12,16% desse total. Foram 112.805 ha com as culturas temporárias e 36.204 com as permanentes. Os canaviais foram a cultura que abrangeu a maior superfície dessa região, 10.799 ha (IBGE 2010, A), o que representou 32,46% das terras agrícolas. Contudo, a cultura com o maior percentual de participação no total estadual, em relação a área ocupada por cada cultura no estado, foi mandioca que obteve 4,26%. Os resultados para as demais culturas foram: cana-de-açúcar 1,48%; feijão 1,26%; café 0,75% e milho 0,41%. Destaca-se que nessa região não houve o plantio de soja89.

Dos 1.219.592 ha utilizados pela agropecuária a bovinocultura utilizou 82,21% dessa área, ou seja, 1.002.593 ha (IBGE 2006). O rebanho de corte era de 87.372 reses enquanto o leiteiro era composto por 917.415 cabeças. Com esses valores depreende-se que o efetivo total era de 1.004.787 animais. Para o ano de 2006 foram abatidas 13.460 cabeças representando uma participação na produção estadual de 4,16% (o rebanho da região correspondia a 3,89% do estadual) e foram ordenhadas 145.833 vacas o que resulta em 4,58% da produção estadual

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Abrange uma área de 32.708 ha o que equivale a aproximadamente 0,06% do território do estado.

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Idem à nota de rodapé 10.

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Idem à nota de rodapé 13.

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Para as microrregiões, em relação a área para cada cultura a nível de estado, foram: Nanuque – mandioca 2,08% e Teófilo Otoni – mandioca 2,18%.

(o efetivo leiteiro da Vale do Mucuri representava 5,20% do estado)90. O grau de intensidade tecnológica, que capta quantos hectares estava sob “os cuidados” de um trabalhador ou de um trator, para o Vale do Mucuri, foram 23,7 ha/l e 1.526.4 ha/t91.

Tabela 3 – Intensidade tecnológica das mesorregiões mineiras

Mesorregiões Intensidade tecnológica

hectares/trabalhadores hectares/tratores Triângulo Mineiro/Alto Paranaíba 31,71 235,87

Sul/Sudoeste de Minas 8,22 112,54

Noroeste de Minas 61,09 547,06

Zona da Mata 7,49 522,15

Norte de Minas 19,74 998,40

Oeste de Minas 14,62 227,73

Vale do Rio Doce 14,50 1.116,10

Metropolitana de Belo Horizonte 13,90 351,90

Central Mineira 46,50 517,30

Campo das Vertentes 11,90 153,50

Jequitinhonha 16,10 1.772,60

Vale do Mucuri 23,70 1.526,40

Fonte: elaboração própria com base em IBGE (2006).

Conforme a caracterização realizada acima a Zona da Mata é uma região montanhosa que apresenta um solo fértil com bom potencial produtivo tendo como principal produto agrícola o café que na maioria das vezes são cultivados nas encostas dos morros através da técnica de nível. Desse modo, por possuir um relevo rugoso com altos morros que dificulta a mecanização dos cafezais o serviço dessa atividade na grande maioria das vezes é realizado utilizando-se trabalho braçal. Nota-se pela Tabela 3 que nessa região estava a menor taxa de intensidade tecnológica corroborando com esse quadro estrutural, pois de acordo com IBGE (2006) haviam 296.441 pessoas ocupadas nos estabelecimentos rurais da Zona da Mata minimizando assim o índice de intensidade tecnológica hectares/trabalhadores sob os cuidados de uma única pessoa. Assim como a Zona da Mata a mesorregião Sul/Sudoeste de Minas apresenta um relevo desfavorável à agricultura, conforme caracterização acima, dificultando a mecanização das culturas de café, dessa forma, também é uma região que

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Respectivamente, os resultados para as microrregiões foram: Teófilo Otoni – 2,73% e 2,44% e Nanuque – 1,43% e 2,14%.

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Para as microrregiões o grau de intensidade tecnológica foi: Teófilo Otoni – 17,5 ha/l e 1.391,1 ha/t e Nanuque – 42,0 ha/l e 1.736,5 ha/t.

emprega muitas pessoas nas atividades agrícolas e sendo assim possui a segunda menor razão hectares/trabalhadores, segundo a Tabela 3.

Importante salientar que o baixo valor de hectares sob os cuidados de um único trator na Sul/Sudoeste de Minas, conforme Tabela 3, pode-se justificar pela utilização desses nas demais atividades agrícolas que são cultivadas em áreas mais planas da região. Por exemplo, as culturas de milho que utilizam uma mecanização mais intensa comparada aos cafezais e que nessa região representaram 18,71% de toda a área do estado dedicada às culturas de milho. Na caracterização da região Jequitinhonha destacou-se a dificuldade de mecanização dessa região devido aos aspectos físicos do solo. Fato que se refletiu na taxa de intensidade tecnológica hectares/tratores que indicou que haviam 1.772,6 hectares sob os cuidados de apenas um trator nessa região.

3 REVISÃO BIBLIOGRÁFICA

O objetivo desta seção é apresentar e discutir as teorias e os conceitos que irão alicerçar o desenvolvimento deste trabalho. Desse modo, uma vez que esse objetiva compreender o processo de produção agropecuário dos municípios mineiros bem como mensurar a eficiência econômica através da estimação econométrica e da programação matemática de fronteiras de produção serão apresentados e discutidos as abordagens paramétricas e não-paramétricas para se calcular as eficiências econômicas.

Benzer Belgeler