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Jelatin ve Jelatin Nanolifli Süt Örnekleri için Yapılan Analizler

4. BULGULAR VE TARTIŞMA

4.5 Jelatin ve Jelatin Nanolifli Süt Örnekleri için Yapılan Analizler

(1) Na abertura deste texto aponta-se o cenário externo à Igreja Metodista, no âmbito social. A então Prefeita Luiza Erundina (1991) apresenta a publicação de pesquisa sobre a população em situação de rua na cidade de São Paulo na qual fica evidente a tendência de atendimento social a ser desenvolvida pela prefeitura em sua legislatura, focando excluídos presentes no cenário urbano.

A rua tem mudado bastante nos últimos anos. A população que hoje ocupa logradouros públicos, ruas, praças, terrenos e imóveis abandonados não corresponde mais à figura do andarilho ou do mendigo tradicional que pede esmolas e também não é um fenômeno exclusivo da cidade de São Paulo. São trabalhadores desempregados e subempregados, que se juntam a outros que perderam suas casas e outros tantos que, sem esperança, aguardam respeito e cuidados.

(2) Na Igreja Metodista há uma aproximação com o que vem sendo praticado em termos de atendimento dominical pela Igreja Metodista Coreana Ebenezer no Parque da Luz no período compreendido entre 1987 a 1992.

(3) A aproximação com o governo ocorre no segundo semestre de 1991, quando a Supervisora Técnica da Surbs-Sé/Lapa, da Prefeitura do Município de São Paulo, Cleisa Moreno Maffei Rosa visitou o Café do Coreano e propôs um trabalho em parceria com o poder público municipal, convênio da Prefeitura com a Igreja Metodista, conforme já se registrou pela declaração do Bispo Nelson Campos Leite, que asseverou não haver quaisquer restrições à relação de parceria entre a Igreja Metodista da 3ª Região e a Prefeitura.

(4) O estabelecimento do convênio com a Igreja Metodista e a 3ª Região Eclesiástica no episcopado do Bispo Geoval Jacinto da Silva, quando ele declarou, como já se fez referência, que a presença da Igreja Metodista na celebração dos 100 anos de inserção do Metodismo na Cidade de São Paulo, também era uma forma de testemunho do amor de Deus e da presença metodista junto à População em Situação de Rua. Foi assim que através de seu braço social denominado Associação Metodista de Ação Social - AMAS -, sendo esta a que está vinculada à Igreja Metodista Central por uma questão de proximidade geográfica à jurisdição da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social – Fabes/Sé. Por outro lado a AMAS, órgão oficial da estrutura da Igreja Metodista, dispõe de certificação de Utilidade Pública em nível federal, estadual e municipal.

(5) A proposta de trabalho em parceria - Em 14 de abril de 1992, ficou então decidido que o nome do projeto Casa de Convivência seria Comunidade Metodista do Povo de Rua. A Comunidade Metodista do Povo de Rua estruturou-se acolhendo a população moradora de rua em três programas:

> Casa de convivência, para 15 pessoas/dia

> Operação Inverno (abrigo emergencial), que atende a população no período de junho a setembro, a partir de 150 pessoas no pernoite.

> a Unidade albergue foi instalada a partir do ano de 1995, para 150 pessoas (BARROS, In: Caminhado 2009, p.101).

Para esta pesquisa se acessou a documentação que diz respeito ao programa do albergue, que hoje opera como o maior espectro dos programas da Comunidade Metodista de Povo de Rua, deixando com que os outros dois, ainda em vigor, desenvolvam-se vinculados a este. Desde 1992 até 1995 não se teve acesso a esta documentação do nível de relacionamento entre a

AMAS – Metodista – e o poder público Municipal.

(6) O programa abrigo, ou albergue, teve sua instalação em 1995 de maneira formal, como se verá a seguir. São 15 anos, sendo que em dois deles funcionou somente a casa de convivência, abrigo emergencial. A questão cresceu mesmo em 1995 quando aprofundou-se a relação com a prefeitura.

A proposta de Plano de Trabalho acordado com a Prefeitura através da AMAS, tem a seguinte justificativa:

Há uma série de elementos que tem contribuído para o número de empobrecidos tornar-se cada vez maior em nosso país. A situação sociopolítico-econômica tem levado mais e mais pessoas à migração, ao desemprego, à miséria e a se utilizarem da rua como local de moradia e sobrevivência. O centro da cidade é a área que favorece a concentração de pessoas moradoras de rua por oferecer condições de sobrevivência. É uma região com farta concentração de pontos de comércio que geram possibilidades de bicos, prédios antigos, marquises e viadutos que servem como pontos de dormida, além da obtenção de sobras de alimentos junto a bares e restaurantes – fatores fundamentais para sobrevivência dos que moram nas ruas.

Em contagem realizada na noite de 23 de agosto de 1994, sob a coordenação da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social – FABES e com a participação das entidades sociais, verificou-se que 4.549 pessoas dormem nas ruas de São Paulo, sendo que 3.032, significativos 66%, na região central – área da Sé.

A pesquisa realizada nos abrigos municipais durante a Operação Inverno/94, aponta alguns aspectos do perfil da população moradora de rua que merecem destaque: 62% vivem nas ruas, no mínimo, seis meses; 92% são do sexo masculino; 70% destes na faixa etária entre 19 e 44 anos, em idade produtiva, 64% sem exercer atividade remunerada.

Em levantamento efetuado na Casa de Convivência da CMPR, no período de 08 a 19 de agosto de 1994, com 369 usuários, verificou-se: 39,57% com documentação; 16,53% com documentação incompleta; 43% sem qualquer documentação.

Esta proposta - que está na íntegra como anexo - composta de 27 páginas, é uma tentativa de resposta à falência do aparato denominado Casa de Convivência, que pelo texto se percebe que era a prática até então desenvolvida. A Casa oferecia apoio durante o dia, tempo disponível para que a pessoa em situação de rua pudesse buscar a construção de sua história. Por outro lado, à noite, a Casa de Convivência fechada, e mesmo os albergues disponíveis em menor número que a demanda, impulsionava o grupo à rua, em busca de proteção.

Reconhecia-se, naquela altura, a necessidade de atendimento integral para garantia dos resultados. O mesmo documento aponta no horizonte de sua proposta o seguinte: oferecendo- lhe acolhimento desenvolvendo atividades e projetos complementares que possibilitem o resgate da sua cidadania.72

O oferecimento do acolhimento está pautado no documento em duas áreas: Área de Higiene (limpeza, saúde, alimentação, refeições e repouso); Área Pedagógica, subdividida em orientação sócio-educativa e educação para o trabalho.

O abrigo ou albergue foi a ferramenta eleita para estender o atendimento à população em situação de rua na perspectiva da construção da cidadania. É perceptível, pela extensão do aparato necessário com vistas a focar na construção da cidadania, que diante das carências e da complexidade do entorno do sujeito que chegue ao estágio de residir na rua, não basta estadia provisória com alimentação e dormida para o alcance do objetivo. O tempo proposto para permanência inicial no albergue é de no máximo trinta dias, e, em regime de exceção, de noventa dias, sendo que, passados estes prazos, o sujeito atendido só terá chance de voltar depois de doze meses.

O aspecto a ressaltar no documento é o levantamento de dados que aponta a ocorrência de 3.03273 pessoas em situação de rua na região da Sé. A proposta abrange somente 100, em números exatos, conforme a capacidade estimada na proposta enviada e depois acordada e implementada em 1995, em convênio com Prefeitura Municipal através de sua secretaria da Ação Social, levando-se em conta que a permanência de cada um na média de 45 dias, voltando depois de doze meses, permite uma assessoria intensiva, em curtíssimo prazo, tendo-se em vista o tamanho da proposta original, que é o resgate da cidadania.

Para se manter este objetivo geral de resgate da cidadania, há que se levar em conta que existe um fluxo que tende a ser contrário, a saber: na medida em que aumenta a população em situação de rua, a proposta de atendimento numérico mensal de sujeitos assistidos tende a cair, na tentativa de viabilizar o maior acesso ao um maior número de pessoas. Aumenta o número de pessoas, diminui o tempo de assistência individual como está proposto. Caindo este tempo de atendimento individual, cai drasticamente o significado da extensão do projeto, que é o resgate da cidadania.

Em 1996, um ano após a implantação do Albergue da Comunidade Metodista do Povo de Rua, a Prefeitura Municipal de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Família e Bem-Estar Social – FABES/SURBES/SÉ/LAPA divulgou um documento denominado “Algumas Considerações sobre A População de Rua”, em que praticamente admite a população em situação de rua como um quadro explicável pelo agravamento da situação sócio-econômica do país, e por outro lado a resistência de aceitação por parte dos membros da população de rua

do atendimento oferecido pelo poder público; de um lado, e do outro o fato de outra parcela já estar estabelecida na rua e não querer sair dela, como segue:

O agravamento do quadro sócio-econômico do país tem gerado situações alarmantes e de visível degradação do homem. A situação de pobreza da população em São Paulo chega a atingir na região metropolitana, milhares de pessoas em condições de extrema miséria, impossibilitadas de prover suas necessidades básicas. Um número considerável desse contingente, atualmente, utiliza a rua como espaço de sobrevivência e moradia. Esse segmento populacional em situação de total marginalização social constitui os grupos denominados Moradores de Rua. São famílias ou pessoas que estão na cidade, sozinhas ou agrupadas, sem moradia e inserção na vida produtiva. Há os que se encontram há muito tempo com problemas de alcoolismo, distúrbios mentais e que não procuram e/ou não aceitam os serviços oferecidos. Essas pessoas, que perderam toda a referência, necessitam inicialmente de atendimento imediato. Em contrapartida, há uma parcela que já se estabeleceu na rua e não quer sair dela. Outra, ainda, tem esperança de arrumar emprego e ter moradia fixa.

Fica, portanto, claro, que constatada a realidade e presença da situação de rua tendo-se como pano de fundo a crise socio-economica, a rejeição aos serviços oferecidos pelo governo, o compromisso com dependência química e o hábito constituído de viver na rua, que o atendimento a esta população se classifica como no imediato, no sentido amplo do termo. No aspecto da urgência, mas também na questão das necessidades imediatas, ou nas carências circunstanciais denunciadas pelos sujeitos em situação e rua. Seja alimentação, banho, documentação ou o que for.

A considerar-se este aspecto, observa-se que de fato ele alimenta e fundamenta a política municipal de Assistência Social, visto que os relatórios de atendimento da Comunidade Metodista do Povo de Rua visa o Imediatismo, e a assistência emergencial, e um entendimento de que o que é feito atende a premissa do imediato, do urgente do agora. Esta constatação se cruza em linhas diametralmente opostas com o que está proposto pela Comunidade Metodista do Povo de Rua, que pretende estabelecer a dignidade da cidadania plena, mas o poder público, quem financia a ação entendida pela Igreja Metodista como pastoral, quer saber exatamente do imediatismo. Em suma, não há sintonia nas perspectivas.

Em 2002, após as gestões Paulo Maluf74 e Celso Pitta75, Marta Suplicy76 foi eleita prefeita da cidade de São Paulo e trouxe para a Secretaria da Assistência Social, a Dra. Aldaíza Sposati, autora da Lei do Povo de Rua77, segundo registra “O Trecheiro”78 que estampa na página de rosto da publicação de 5 mil exemplares o seguinte: “Autora da Lei do Povo de Rua é Secretária da Assistência Social”.

Segue o comentário à chamada:

Agora a população que mora na rua já pode sonhar de perto com o cumprimento da Lei de Atenção ao Povo de Rua. A Autora da lei, a vereadora Aldaíza Sposati assumiu em 28 de fevereiro a Secretaria de Assistência Social (SAS) da Cidade de São Paulo. Uma das maiores pastas administrativas da Cidade, a Secretaria de Assistência Social é responsável, entre outras coisas, pelo atendimento aos mais de 10 mil moradores de Rua de São Paulo. Segundo a nova secretaria, atualmente a SAS gasta cerca de 200 milhões de reais no seu orçamento e tem quase dois mil servidores.

Cloves Reis registra o que denominou de compromissos assumidos pela então nova secretária, Aldaíza, à página 4 de “O Trecheiro”:

Muito do que esta pasta faz são ações que ainda não se transformaram no campo do direito social e isto é uma missão. Nós temos que construir muito claramente os direitos sociais, e como diz o Frei Betto, ‘não são direitos animais, de ter apenas o que comer e beber’, não é isso. É direito de gente, é direito social humano. Nós vamos ter que trabalhar nesta direção.

A prefeita Marta Suplicy na mesma ocasião, segundo o registro de Cloves Reis, declara que durante o primeiro ano da gestão do seu governo foi ampliado em 30% as vagas nos albergues. O número de vagas subiu de 2900 para 3. 660. Foram abertos dois novos albergues e otimizados os já existentes.

A falta de políticas governamentais estruturadas e amplamente divulgadas, bem como a negação da construção do direito social para população em situação de rua, torna uma irrealidade a discussão de uma ação pastoral que conduza à cidadania na medida em que não se trabalha pelos fundamentos da construção dessa lei de diretos sociais. O que é feito e o que deixará de ser feito em breve como se apontará a seguir será a desmobilização de toda a rede de assistencialismo em torno da População em Situação de Rua na Cidade de São Paulo. A Comunidade Metodista do Povo de Rua é objeto deste processo de desmonte da rede assistencialista do governo.

Neste aspecto, em 02 de dezembro de 2009, a Revista Veja São Paulo79 publicou matéria sob o título Degradação que se Esparrama, apontando que o fechamento dos albergues pela prefeitura é uma das razões apontadas para migração de sem-teto para outros bairros. O articulista antepõe dados da FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) de 2003 contando na época com algo em torno de 10.400 moradores em situação de rua, mas hoje as estimativas da prefeitura apontariam 12.000, entretanto, os movimentos ligados à população de rua indicam que o número passa de 20.000.

O artigo registra o fechamento de dois albergues e aponta para o fechamento do terceiro, sendo este, o do viaduto Pedroso, a saber: a Comunidade Metodista do Povo de Rua.

Para o vereador Floriano Pesar (PSDB), ex-secretário da Assistência e Desenvolvimento Social, o fechamento de dois albergues localizados na região central é a principal explicação para essa percepção de crescimento. No ano passado, antes da posse da atual secretaria, Alda

Marco Antônio, o Albergue Cirineu, na Rua Santo Amaro, com capacidade para 180 pessoas, cerrou as portas. Em abril, já na atual gestão, foi a vez de o São Francisco , no Glicério, com 420 vagas, acabar. Para o Início do próximo ano, está previsto o término das atividades do Pedroso, que fica sob o viaduto de mesmo nome, na Liberdade, e conta com 380 lugares. (grifo do autor).

A degradação apontada como decadência em ascendência, aponta um esgotamento da proposta de assistencialismo, conforme aponta a reação do movimento da rede de rua, no jornal “O Trecheiro” de dezembro de 200980, como segue apontamentos extraídos do editorial:

EDITORIAL

PAC da População de Rua

Aqui estamos escrevendo o último editorial do ano de 2009 sem que se tenha notícias de alguma mudança significativa para a população em situação de rua. Ao contrário, houve recrudescimento das conquistas, a violência policial aumentou em quantidade e gravidade das ações, os programas sociais que possibilitam a saída da rua foram cortados e alguns são motivos de chacota de determinados gestores, como é o caso do POT – Programa Operação Trabalho. Definitivamente houve uma piora dos serviços e programas em algumas cidades do Estado de São Paulo, em particular na capital. Já não é mais a área social que cuida da população de rua, mas sim a Guarda Civil e a Polícia Militar. São eles que tomam a decisão de onde vão tirar as pessoas e para onde elas devem ir. Isto me lembra o que meu pai fazia com o gado: A cada mês trocava de pasto. É como diz a música do Zé Ramalho, Êeeeeh! Oh! Oh! Vida de gado, povo marcado Êh!... Assim parece ser a visão do poder público das pessoas que são obrigadas a viver nas calçadas, praças e outras áreas públicas. Viver assim, nem gado vive mais! A culpa é de quem? Será que os gestores públicos pensam que quem está na rua é algum animal? Se não pensam, estão agindo como tal. A sociedade já não está mais aguentando a falta de ação dos gestores. Só que a sociedade se volta contra aqueles que já foram empurrados para esta situação degradante sem merecê-la. A falta de conhecimento e noções preconcebidas de que todos que estão na rua são mendigos, vagabundos, preguiçosos e outras denominações levam a uma cegueira social até daqueles que estão ao lado dessas pessoas. Não conseguem olhar que são pessoas acima de tudo, com baixa estima, deprimidos, sentimento de fracasso, desempregados, sujos e com problemas que a classe média e alta conseguem tratar com terapia e remédios. Para estes, as possibilidades de apoio social só depois de alguns dias num albergue. Isto quando conseguem vaga em algum serviço da Prefeitura.

O que se fazer?

As ações mais eficientes que conhecemos é a violência policial, o preconceito social que impede a inclusão a partir de programas diretos, a expulsão pela limpeza urbana com os jatos d’água, os desligamentos, transferência para outras cidades por meio das kombis e o confinamento dentro dos albergues ou casas de acolhida. Melhor solução é não ver o problema ou quando o vemos, sabermos que está sob controle. (grifo do autor).

Destaca-se neste texto do Editorial o elenco de ações denominadas pelo editor como eficientes, a saber:

A violência policial; O preconceito social;

A expulsão pela limpeza urbana com jatos de água; Transferências para outras cidades;

Confinamento nos albergues;

A relação negativa de ações à população em situação de rua inclui os albergues, que é o caso do objeto de nossa pesquisa, a saber: A Comunidade Metodista do Povo de Rua.

Este confinamento anunciado perpassa a dimensão do espaço de acesso, onde é possível pernoitar, banhar-se, alimentar-se, mas vai além pois, a proposta de ação não é de promoção humana, de construção de cidadania, no sentido de resgate da dignidade, como colocado no documento de 1994 sobre o Albergue da CMPR em processo e gênese, mas há um padrão pré- estabelecido pelo poder público, e para isto ele aplica o dinheiro do contribuinte neste projeto de terceirização social conforme se verá a seguir nos gráficos, que são documentos reconhecidos como oficiais, exigidos pela Secretaria Municipal de Assistência Social.

A Coordenação da Comunidade Metodista do Povo de Rua – CMPR, remete tais documentos mensalmente à Coordenadoria do Observatório de Políticas Sociais, ao Centro de Monitoramento e Avaliação, com as atividades executadas nos períodos diurno e noturno, dia a dia do mês.

No primeiro quadro, denominado Atendimento Noturno são requeridos dados numéricos da frequência dia a dia e o total do mês. E depois quatro janelas que correspondem a: permanência no serviço, motivos da saída, encaminhamentos e outras informações.

Cada quadro tem sub-itens os quais serão expostos nos gráficos a seguir.

No informático sobre o Atendimento Diurno exige-se a frequência numérica dia a dia, também por sexo e faixas etárias. Há duas grandes janelas, duas a menos que no quadro anterior com destaques para outras informações e atividades desenvolvidas.

Com a finalidade de possibilitar um diálogo com dados disponíveis, se colocará lado a lado, inicialmente, no serviço diurno, as informações dos meses de setembro de 2008 e setembro de 2009, numa escolha aleatória, dentre os relatórios disponibilizados, e os demais meses serão encaminhados como anexos.

1. Tempo de Permanência no serviço – Atendimento Noturno

2008 2009

1 a 3 meses, inclusive 58 74

3 a 6 meses, inclusive 58 41

6 meses a 1 ano, inclusive 46 32

Mais de 1 ano 6 6

(Elaborado pelo autor, 2009)

84

58

58

46

6

2800

74

41

32

6

1 MÊS OU MENOS 1 A 3 MESES, INCLUSIVE 3 A 6 MESES, INCLUSIVE 6 MESES A 1 ANO, INCLUSIVE MAIS DE 1 ANO

Atendimento Noturno

2008

2009

Benzer Belgeler