2. ATALETSEL ÖLÇÜM CİHAZI
2.1 İvmeölçer
Uma vez apresentado o conjunto de análises prototípicas realizadas com vista a depreender as representações sociais de leitura pelos elementos que parecem compor o núcleo central, presente entre os professores participantes deste estudo, passaremos a descrever os resultados pertinentes aos dados recolhidos pela aplicação do questionário “O Ato de Ler”. Como informado, este instrumento foi formulado com o intuito de obter outra medida acerca das maneiras como esses particiantes pensam leitura.
Inicialmente, tomamos o cuidado de verificar o grau de consistência interna do instrumento utilizado (Apêndice). Para tanto foi calculado o
(alfa) de Cronbach sendo utilizado o programa Statistica 7. Esse teste avalia o grau de inter-relação entre os itens que compõem o instrumento. O coeficiente alfa de Cronbach varia de 0 a 1: o valor zero indica falta de correlação entre os itens e o valor 1 indica uma correlação perfeita entre os itens. De modo geral, valores acima de 0,70 são aceitáveis para medidas psicométricas. Os resultados obtidos nessa análise são apresentados na próxima tabela.Tabela 6 - Médias, desvios padrão e índices de consistência interna dos itens do questionário “O ato de ler”
Itens Média Desvio padrão
de CronbachQuestionário 20 38,33 7,33 0,79
Visão reducionista 10 22,12 4,66 0,67
Visão interacionista 10 16,19 3,82 0,74
Como pode ser constatado o
de
Cronbach indicou um índice de consistência interna para o questionário de 0,79. Os dois fatores que o compõem apresentam valores menores: 0,74 para os itens propostos para medir a visão dialógica e de 0,67 para os previstos para avaliar a visão reducionista. A variação entre os valores obtidos para a escala total e subescalas, possivelmente, deva-se ao número reduzido de itens das subescalas.Uma vez demonstrado o grau de consistência interna dos itens que compõem o questionário passaremos a apresentar as decisões que tomamos em relação a esses resultados. Como informado, o questionário formulado teve por parâmetro a interpretação e inferências que tivemos após a leitura do texto de Silva (1999). Em face daqueles resultados, submetemos ao julgamento de dois especialistas, com experiência de pesquisa na área de leitura, o questionário construído para que indicassem por enunciado a sua pertinência a cada uma das visões de leitura (reducionista; interacionista), segundo o autor consultado, e em caso de não diferenciação, assinalassem o enunciado como relacionado a ambas ou não apropriado. A análise de suas respostas apontou para graus de concordância superior a 80%. Segundo a opinião deles cinco enunciados poderiam ser entendidos como comuns às duas visões (aprender; útil; prazer; tem sempre uma finalidade e relaxar). Os demais sete referiam a uma visão interacionista e oito a uma visão reducionista sobre leitura.
As análises dos resultados pertinentes ao Questionário aplicado aos participantes foram realizadas a partir das indicações desses especialistas. Os principais resultados obtidos a partir das respostas registradas pelos participantes, conforme a escolha de uma das cinco opções permitidas pela escala Likert proposta no instrumento são agora relatadas.
Para uma visão geral quanto à concordância, discordância e incerteza que os participantes manifestaram ao responder a cada item do questionário, inicialmente desconsideramos o grau com que assinalaram a sua concordância ou discordância, isto é se fortemente ou não.
De modo geral, mais de 95% dos participantes concordam quanto a que ler: seja útil (98,9%); sirva para aprender (98,6%); auxilie a aprender a respeito de outros (98,2%), a compreender e a interpretar (98%); a relaxar (95,6%); a descobrir o sentido das mensagens (95,2%), e essa atividade desencadeie prazer (96,2%).
Constamos que mais da metade dos participantes (70,1%) discorda quanto a que ler se aprenda na escola, sendo que destes apenas 15% discordam fortemente quanto a isso.
Mais da metade deles concorda quanto a que ler seja: decodificar mensagens (89,4%); produzir um ou mais sentidos (85,4%); extrair a idéia central (85,2%); uma atividade que sempre tem uma finalidade (83,4%); que auxilia a encontrar um bom trabalho (77,3%), além de que propicia esquecer aborrecimentos (72,3%) e às pessoas a serem importantes (72,1%). 52,6% são de opinião que ler seja apreciar os clássicos.
A Tabela 7 permite visualizar os níveis de concordância, de discordância e de incerteza demonstrados pelas respostas assinaladas pelos participantes deste estudo (N=445) quando responderam à escala utilizada para avaliar suas concepções acerca do ato de ler
Para auxiliar o leitor a realizar outras leituras a partir das informações da Tabela 7 utilizamos o recurso de destacar com sombreamento os enunciados que refletem uma visão redutora acerca da leitura, conforme caracterizada no texto de Silva (1999) que serviu de guia para a proposição dos itens desse questionário.
Tabela 7 - Frequência de respostas por item do Questionário (N=445) Ler é ...
CONCORDA DÚVIDA DISCORDA FREQÜÊNCIA
útil 440 3 2
aprender 439 3 3
auxilia a aprender a respeito de outras pessoas
e culturas 437 6 2
compreender e interpretar 436 5 4
descobrir o sentido das mensagens do texto 433 10 2
prazer 429 12 4
ajuda a relaxar 412 24 9
dialogar com o texto 400 33 12
decodificar mensagens 398 16 31
traduzir a escrita em fala 387 35 23
produzir sentido(s) 380 51 14
extrair a idéia central 379 36 30
uma atividade que tem sempre uma finalidade 371 29 45
dar respostas a sinais gráficos 352 50 43 ajuda a encontrar um bom trabalho 354 60 31 ajuda a esquecer aborrecimentos 322 66 57 auxilia as pessoas a serem importantes 321 58 66
apreciar os clássicos 234 87 124
uma atividade sempre relacionada a textos
produzidos em uma língua 177 109 159
aprende-se na escola 95 38 312
Códigos:
Enunciados relacionados a uma visão interacionista da leitura Enunciados comuns às duas visões
Enunciados relacionados a uma visão reducionista da leitura
Reitera-se que Silva (1999, p. 11-15) apresenta as concepções de leitura que identificou, ao longo de sua experiência de 25 anos, relatadas por professores das séries iniciais do Ensino Fundamental, as quais, em sua opinião, lhe permitiram esboçar as formas desses profissionais pensarem o ler “e que orientam a docência nas diferentes séries escolares” (p.11), essas concepções por ele apresentadas é que nortearam nosso olhar pesquisador. Foi constatado por esse autor que as concepções redutoras acerca da leitura permeiam a maioria das práticas de ensino dos professores na medida em que eles consideram a leitura de uma forma simplista, ou seja, diminuem, quando não excluem sua complexidade processual. Para muitos dos professores, segundo Silva, a leitura acaba se reduzindo à tradução da escrita em fala, à decodificação de mensagens, ao fato de apresentar sinais gráficos e outras visões reducionistas, atividade de leitura seguida da sequência padronizada apresentada pelos livros didáticos.
Esse autor constatou que concepções redutoras acerca da leitura permeiam as práticas de ensino da maioria desses professores, na medida em que eles ao considerarem a leitura de uma forma simplista, desprezam “elementos fundamentais da leitura, diminuindo a sua complexidade processual.” (SILVA, 1999, p.12). Para muitos deles a leitura reduz-se à tradução da escrita em fala, à decodificação das mensagens, a apresentar respostas a sinais gráficos, a extrair a ideia central, a apreciar os clássicos, além do seguimento da sequência padrão apresentada pelos livros didáticos que possibilita ao aluno pensar que ler é “oralizar o texto, fazer o vocabulário, responder perguntas, aprender gramática e depois redigir” (p.14).
Silva (1999) justifica a presença dessas concepções redutoras de leitura, em vista da “pobreza material do contexto escolar no que se refere à ambientação para as práticas de leitura [e esta ser] diretamente proporcional ao empobrecimento de pensamento daqueles que têm por responsabilidade planejar e orientar essas práticas” (p.12). Entretanto, não deixa de salientar as decorrências dessas práticas orientadas pelo “apego a uma ou mais dessas concepções [...porque] pode produzir leitores „mancos‟ ” (p.15. Destaque do autor)
A Tabela 8 permite identificar a porcentagem de participantes por nível de concordância e discordância a cada enunciado. Como na tabela anterior destacamos, pelo recurso do sombreamento, os enunciados que denotam uma visão redutora acerca da leitura.
Como pode ser verificado na Tabela 8, um número reduzido de participantes discorda fortemente quanto aos enunciados que caracterizam as concepções reducionistas acerca da leitura. Os enunciados que instigaram a discordâncias fortes foram os de que ler aprende-se na escola (15%) e de que ler é uma atividade sempre relacionada a textos produzidos em uma língua (5,2%). Apenas 8,5% e 24,5%, respectivamente, demonstraram estar incertos quanto ao proposto em cada um desses enunciados.
Merecem destaque, nessa tabela, as porcentagens constatadas na opção incerteza aos enunciados: Ler é produzir sentidos (11,5%) e Ler é dialogar com o texto (7,4%). Quando levadas em conta as incidências dos que estão incertos e discordam,
constata-se que 14,6% e 10,1% dos participantes não concebem a leitura como produção de sentido(s) ou como diálogo com o texto. Esses modos de pensar, expressos pelas respostas a esses enunciados, contrapõem-se às ponderações tecidas por Silva (1999, p.15-17) acerca da concepção interacionista da leitura. Este autor salienta a leitura como uma prática social de interação com signos. Interação essa que implica no leitor dialogar “com um tecido verbal” (p.16), em produzir sentido(s), porque “Toda leitura envolve um projeto de compreensão e um processo de interpretação” (SILVA, 1999, p.17).
Vejamos, então, parte dessas informações as quais foram sistematizadas na Tabela 8.
Tabela 8 - Graus de concordância aos enunciados (N=445)
Ler é...
% por Nível de Concordância
1 2 3 4 5
traduzir a escrita em fala 32,6 54,4 7,9 3,8 1,8 decodificar mensagens 42 47,4 3,6 6,1 0.9 dar respostas a sinais gráficos 24,7 54,4 11,2 8,3 1,3 extrair a idéia central 32,3 52,8 8,1 6,1 0.7 apreciar os clássicos 12,3 40,2 19,5 26,1 1,8 produzir sentido(s) 31,9 53,5 11,5 2,7 0,4 compreender e interpretar 71,5 26,5 1,1 0,4 0,4 descobrir o sentido das mensagens
do texto 60,9 36,4 2,2 0,2 0,2
dialogar com o texto 46,1 43,8 7,4 2,5 0,2
uma atividade que tem sempre uma
finalidade 41,8 41,6 6,5 9,2 0,9 aprender 77,3 21,3 0,7 0,7 0 útil 74,6 24,2 0,6 0,2 0,2
uma atividade sempre relacionada a textos produzidos em uma língua
10,3 29,4 24,5 30,6 5,2 aprende-se na escola 3,1 18,2 8,5 55,5 15,5 ajuda a esquecer aborrecimentos 22,2 50,1 14,8 11,5 1,3 auxilia as pessoas a serem
importantes 24,4 48,1 13 11 3,8
ajuda a relaxar 40,7 51,9 5,4 1,8 0,2
auxilia a aprender a respeito de
outras pessoas e culturas 58,4 39,8 1,3 0,4 0 ajuda a encontrar um bom trabalho 34,6 44,9 13,4 6,5 0,4
prazer 63,8 32,6 3,7 0,7 0,2
Códigos: 1=Concordo fortemente; 2=Concordo; 3=Não estou certo(a); 4=Discordo; 5=Discordo Fortemente
Enunciados relacionados a uma visão interacionista da leitura Enunciados comuns às duas visões
Enunciados relacionados a uma visão reducionista da leitura
As Tabelas 7 e 8 permitem, respectivamente, visualizar a incidência de concordância dos participantes aos enunciados que compõem cada uma das subescalas do questionário utilizado, isto é, da porcentagem daqueles que assinalaram os enunciados pertinentes à visão redutora e interacionista sobre a atividade de leitura. A fim de proporcionar uma visão mais clara dos dados, foi construída a Figura 9, comparando-se os graus de concordância aos enunciados reducionistas de leitura.
42 35 ,6 32 ,3 24 ,5 24 12 ,3 10 ,3 3,1 47 ,4 54 ,4 52 ,8 54 ,4 48 ,1 40 ,2 29 ,4 18 ,2 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100
Concordo fortemente Concordo
Decodificar mensagens Traduzir escrita em fala Extrair ideia central
Responder a sinais gráficos Dá status
Apreciar clássicos
Restrita a textos linguísticos Aprende-se na escola
Figura 9 - Visão reducionista do ato de ler: graus de concordância (N=445)
De modo geral, na figura anterior, verifica-se que mais da metade dos participantes (65,5%) estão incertos quanto a que ler possa ter os sentidos de: “uma atividade sempre relacionada a textos produzidos em uma língua” (24,5%), “apreciar os clássicos” (19,5%), “auxilia as pessoas a serem importantes” e de se aprenda na escola (19,5%). Acerca de cada um desses sentidos, poucos foram os que deles discordaram, com exceção à de que essa atividade se aprenda na escola (70,1%).
Ao se resgatarem os resultados da Tabela 8 (Graus de concordância aos enunciados; N=445) com os ilustrados por esta última figura (Figura 9) merecem comentário os índices evidenciados pelo grau de concordância dos participantes acerca de que ler é decodificar para 89,4% dos participantes, e que mais da metade
deles (54,4%) concorde que ler é dar resposta a sinais gráficos e traduzir a escrita em fala. 71, 5 58, 4 46, 1 34, 6 31, 9 22 ,2 31 ,9 26, 5 39, 8 43, 8 44,9 53, 5 50 ,1 53,5 0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 100 Concordo fortemente Concordo compreender e interpretar auxilia a aprender a respeito de outras pessoas e culturas
dialogar com o texto ajuda a encontrar um bom trabalho
produzir sentido(s) ajuda a esquecer aborrecimentos produzir sentido(s)
Figura 10- Visão interacionista do ato de ler: graus de concordância (N=445)
De modo geral, observa-se na Figura 10, que entre os participantes da pesquisa a maioria concorda com os enunciados interacionistas. Quanto a “compreender e interpretar”, constata-se que 98% deles concordam quanto a que a leitura “auxilia a aprender a respeito de outras pessoas e culturas”, 98,2% quanto ao enunciado “dialogar com o texto”, 89,9% quanto a que “ajuda a encontrar um bom trabalho”, 79,5% quanto ao de que leitura seja “produzir sentido”, 85,4%, quanto a “ajuda a esquecer aborrecimentos” 72,3% concordam e por fim, para a concepção ler é “produzir sentido(s)” 85,4% concordam. Resumidamente, da Figura 10 podemos deduzir que os participantes compartilham de uma visão interacionista de leitura.
Comparando-se as Figuras 9 e 10 surge um paradoxo: o registro de um grau alto de concordância dos participantes para os enunciados característicos de
visões reducionistas acerca da leitura, bem como um alto grau de concordância para os de visões interacionistas. Excetuando-se, como já foi dito anteriormente, o enunciado de que ler “aprende-se na escola”.
Assim, cabe-nos agora apresentar os resultados que independem da visão reducionista e interacionista acerca da leitura. A Figura 11 retrata a porcentagem de concordância em relação a esses enunciados comuns, conforme indicação dos especialistas que serviram de juízes.
Figura 11 - Visão interacionista e reducionista do ato de ler: Graus de concordância (N=445)
Legenda: 1=concorda fortemente; 2=concorda
Para as concepções que podem pertencer tanto às interacionistas quanto às reducionistas, os participantes, em sua maioria concorda como pode ser percebido na Figura 11.
Da mesma forma que executamos a separação por grupos com o indutor “leitura é...”, separamos os grupos agora, primeiramente por tempo de serviço e num segundo momento por graduações. Seguimos rigorosamente os mesmos padrões já utilizados, logo o grupo de participantes é o mesmo e a nomenclatura adotada também.
estes serão apresentados de forma consecutiva. Iniciando pela comparação entre os subgrupos dos graduados em Pedagogia ou Normal Superior(Tabela 9), seguido pela comparação entre os subgrupos (Tabela 10) dos participantes graduados em outras Licenciaturas.
Tabela 9 - Graus de concordância aos enunciados do G1PNS, G2PNS e G3PNS
Ler é...
% por Nível de Concordância
G1PNS G2PNS G3PNS G1PNS G2PNS G3PNS G1PNS G2PNS G3PNS G1PNS G2PNS G3PNS G1PNS G2PNS G3PNS 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 4 5 5 5 traduzir a escrita em fala 33,3 30,3 30,2 55,5 57,9 57,9 5,5 10,5 10,5 3,7 1,3 1,3 1,8 0 0 decodificar mensagens 33,3 40,8 40,8 44,4 44,8 44,7 3,7 5,3 5,3 7,4 9,2 9,2 0 0 0 dar respostas a sinais gráficos 31,5 18,4 18,4 48,1 61,9 61,8 9,2 9,2 9,2 9,2 9,2 9,2 1,8 1,3 1,3 extrair a idéia central 31,5 40,8 40,8 57,4 47,4 47,4 9,2 5,2 5,3 1,8 5,2 5,3 0 1,3 1,3 apreciar os clássicos 14,9 11,8 7,8 40,7 32,9 50,6 20,4 21 14,3 24 32,9 23,4 0 1,3 3,9 produzir sentido(s) 29,6 32,9 31,2 44,4 55,3 59,7 22,2 6,6 6,5 3,7 5,3 1,3 0 0 1,3 compreender e interpretar 66,7 71 72,7 31,5 26,3 23,4 0 1,3 2,6 1,8 0 0 0 1,3 1,3 descobrir o sentido das mensagens do texto 64,8 60,5 64,9 31,5 34,2 33,8 3,7 3,9 0 0 0 1,3 0 1,3 0 dialogar com o texto 40,7 46 49,3 44,4 43,4 46,7 5,5 10,5 3,9 7,4 0 0 9,2 0 0 uma atividade que tem sempre uma finalidade 33,3 43,4 43,4 44,4 43,4 43,4 5,5 2,6 2,6 14,8 9,2 9,2 1,8 1,3 1,3 aprender 77,7 77,6 72,7 22,2 22,3 25,9 0 0 0 0 0 1,3 0 0 0 útil 77,7 78,9 78,9 20,4 21 21,1 1,8 0 0 0 0 0 0 0 0 uma atividade sempre relacionada a textos produzidos em uma língua 12,9 7,9 7,9 29,6 32,9 32,9 25,9 23,7 23,7 24 31,6 31,6 7,4 3,9 3,9 aprende-se na escola 0 2,6 2,6 14,8 21 21 7,4 7,9 7,9 61,1 60,5 60,5 16,7 7,9 7,9 ajuda a esquecer aborrecimentos 16,7 27,6 16,8 42,6 50 53,2 20,3 17,1 11,7 18,5 3,9 16,9 1,8 1,3 1,3 auxilia as pessoas a serem importantes 16,7 27,6 23,4 55,5 55,3 41,5 12,9 7,9 16,9 12,9 6,6 14,3 1,8 2,6 3,9 ajuda a relaxar 35,2 50 33,8 51,8 46 59,7 5,5 4 5,2 7,4 0 1,3 0 0 0 auxilia a aprender a respeito de outras pessoas e culturas 55,5 64,5 53,2 42,6 35,5 44,1 1,8 0 1,3 0 0 1,3 0 0 0 ajuda a encontrar um bom trabalho 31,5 36,5 27,3 48,1 51,3 49,3 13 10,5 16,9 7,4 0 6,5 0 1,3 0 prazer 53,7 63,1 66,2 38,9 34,2 31,2 5,5 1,3 1,3 1,8 0 1,3 0 1,3 0 Códigos:
Enunciados relacionados a uma visão interacionista da leitura Enunciados comuns às duas visões
Tabela 10 - Graus de concordância aos enunciados do G1OLic, G2 OLic e G3 OLic
Ler é...
% por Nível de Concordância
G1OLic G2OLic G3OLic G1OLic G2OLic G3OLic G1OLic G2OLic G3OLic G1OLic G2OLic G3OLic G1Olic G2Olic G3OLic 1 1 1 2 2 2 3 3 3 4 4 4 5 5 5 traduzir a escrita em fala 52,2 42 22,8 43,5 49,3 59,8 4,3 2,9 8,7 0 5,8 4,3 0 0 4,3 decodificar mensagens 39,1 49,3 36,9 47,8 43,5 53,5 0 1,4 7,6 8,7 4,3 2,1 4,3 1,4 0 dar respostas a sinais gráficos 34,8 21,7 22,8 39,1 55 56,5 17,4 15,9 10,9 8,7 5,8 8,7 0 1,4 1 extrair a idéia central 34,8 34,8 25 43,5 52,2 58,7 8,7 7,2 9,8 13 5,8 5,4 0 0 1 apreciar os clássicos 17,4 15,9 9,8 43,5 34,8 38 17,4 21,7 20,6 21,7 27,5 27,2 0 0 4,3 produzir sentido(s) 30,4 30,4 30,4 52,2 47,8 55,4 13 20,3 9,8 4,3 1,4 3,3 0 0 1 compreender e interpretar 82,6 68,1 75 17,4 27,5 25 0 2,9 0 0 1,4 0 0 0 0 descobrir o sentido das mensagens do texto 47,8 63,8 58,7 47,8 34,8 39,8 4,3 1,4 2,2 0 0 0 0 0 0 dialogar com o texto 47,8 53,6 42,4 43,5 31,9 46,7 8,7 10,1 7,6 0 4,3 3,3 0 0 0 uma atividade que tem sempre uma finalidade 30,4 42 45,6 43,5 42 34,8 13 11,6 5,4 13 2,9 13 0 1,4 1 aprender 91,3 78,3 80,4 8,7 18,8 17,4 0 2,9 1 0 0 1 0 0 0 útil 82,6 68,6 75 17,4 28,9 23,9 0 1,4 0 0 0 0 0 0 1 uma atividade sempre relacionada a textos produzidos em uma língua 17,4 8,7 9,8 21,7 31,9 32,6 21,7 18,8 29,3 34,8 33,3 28,8 4,3 7,2 5,4 aprende-se na escola 0 4,3 5,4 34,8 21,7 15,2 13 14,5 6,5 47,8 40,6 56,5 4,3 18,8 16,3 ajuda a esquecer aborrecimentos 30,4 24,6 17,4 56,5 47,8 53,3 4,3 14,5 16,3 8,7 11,6 10,9 0 1,4 2,2 auxilia as pessoas a serem importantes 26,1 20,3 21,7 47,8 47,8 47,8 8,7 15,9 13 13 8,7 13 4,3 7,2 4,3 ajuda a relaxar 34,8 42 40,2 60,9 50,7 52,2 4,3 7,2 5,4 0 0 2,2 0 0 0 auxilia a aprender a respeito de outras pessoas e culturas 65,2 65,2 47,8 34,8 34,8 47,8 0 0 3,3 0 0 1 0 0 0 ajuda a encontrar um bom trabalho 34,8 37,7 34,8 30,4 42 42,4 17,4 10,1 15,2 17,4 10,1 6,5 0 0 1 prazer 65,2 69,6 67,4 34,8 28,9 27,2 0 0 5,4 0 1,4 0 0 0 0 Códigos:
Enunciados relacionados a uma visão interacionista da leitura Enunciados comuns às duas visões