• Sonuç bulunamadı

3. HASTALAR ve YÖNTEM

3.4 İstatistiksel Analiz

O Brasil, país oficialmente laico, porém, tradicionalmente católico, tem observado, nos últimos anos, em sintonia com a tendência da América Latina, o crescimento do número de fieis seguidores de diversas vertentes evangélicas, havendo projeções, inclusive, que apontam que a parcela de evangélicos irá ultrapassar a proporção de católicos, em nosso país. Diante dessa realidade, é de muito interesse para a Sociologia da Religião, portanto, estudar o dito fenômeno, buscando seus prováveis responsáveis, bem como analisando suas possíveis consequências.

Em outra via, está a importância do tema “prisões” para a Sociologia da Violência, a qual se preocupa com a análise do referido microambiente social. Neste trabalho, optou-se por enxergá-lo, tal como faz o teórico Goffman, que o considera uma instituição total, caracterizada, sobretudo, pelo fechamento, representado, por sua vez, de forma abstrata, por uma série de regras formais e informais, que impõe limites aos que ali se encontram e concretamente por vários símbolos estruturais que caracterizam a arquitetura de uma prisão, como, por exemplo: as grades, os altos muros e as guaritas.

Assim, estudamos os argumentos por ele expostos para reconhecer na prisão, uma instituição total. Dessa forma, verificamos as várias privações e condições que são impostas aos prisioneiros e como estes reagem a elas. Observamos, portanto, de forma detalhada as constatações feitas pelo supracitado autor no plano teórico e pudemos demonstrar que elas se fazem presentes, no ambiente estudado: na Penitenciária de Alcaçuz, maior estabelecimento prisional do Estado do Rio Grande do Norte, o qual pode ainda ser mencionado como aquele que ostenta o maior número de deficiências, como foi abordado de forma pormenorizada no corpo do trabalho.

Focando ainda mais na questão das reações dos atores sociais ao ambiente prisional, buscamos todos os possíveis estímulos que recaem sobre o preso, reconhecendo dentre eles: privações de ordem emocional e financeira, falta de assistência educacional, de saúde, dentre outras, como foram detalhadamente explicitados em momento anterior.

Para melhor entender como se dá esse mecanismo de ação e reação desenvolvido pelo preso, escolhemos seguir os ensinamentos propostos pelos seguidores da teoria social do Interacionismo Simbólico e o método da História de vida.

Diante da prisão e da religião evangélica, a proposta de trabalho foi pesquisar sobre ambas, para em seguida verificar quais as implicações, quando são consideradas em conjunto, ou seja, a que a religião se presta e o que pode proporcionar no ambiente prisional.

Com alicerce formado pelos supracitados amparos teóricos e de posse dos dados colhidos durante a pesquisa de campo realizada em Alcaçuz, pudemos caracterizar o ambiente de pesquisa, bem como perceber os estímulos conferidos aos presos, que podem ser traduzidos por três palavras: privação, desconfiança e punição, e como e por que alguns presos optam pela adoção de uma postura de conversão religiosa.

Nesta linha de pesquisa, portanto, se deu o presente trabalho, sendo proposta a seguinte problemática: a prática religiosa no cárcere potiguar apresenta uma perspectiva meramente instrumental, na qual as ações dos presos convertidos estariam propositalmente orientadas com relação a fins determinados, ou seja, para conquistar benefícios materiais ou simbólicos; ou uma perspectiva puramente religiosa, onde se busca uma renovação moral?

Levando em consideração a teoria estudada e os resultados da pesquisa, percebemos que a resposta a esta problemática não pode ser dada de forma objetiva, e o mais importante, ao nosso ver, é mencionar as constatações tecidas sobre ela.

A primeira observação que fazemos é que o ambiente de pesquisa comunga de duas realidades: a dos Pavilhões e a do Setor Médico. Os Pavilhões podem ser caracterizados como ambientes com muitos problemas estruturais e de gestão; onde a indisciplina parece ser maior e onde ocorrem, com frequência, fugas, motins e tragédias, e onde a liberdade e intimidade são mínimas, já que todas as celas são coletivas. O Setor Médico, por sua vez, abriga presos com comportamento reconhecidamente melhor pela Administração e que trabalham, e está situado bem próximo ao prédio administrativo (o que permite um contato mais fácil entre estes presos com a categoria dirigente do presídio), além de contar com algumas celas individuais, o que permite ao preso ter certo grau de individualidade, o qual se torna impossível nos Pavilhões. Em Alcaçuz, a estada no Setor Médico pode ser considerada, pelos motivos apontados, mais digna do que a vivida nos Pavilhões.

Diante desta divisão, o que se propõe é defender que os estímulos que se passam nos Pavilhões são muito destrutivos e provocam muito mais solidão e sofrimento e, portanto um isolamento maior do que o verificado no Setor Médico. Assim, uma vez que os presos dos Pavilhões percebem a diferença entre os dois ambientes citados, eles podem passar a buscar maneiras de serem transferidos para o Setor Médico. Uma delas seria usar a religião, pois neste referido setor, a categoria de presos evangélicos é maior e eles formam um grupo coeso, havendo inclusive um local próprio para os cultos, conforme demonstram os resultados da pesquisa.

Uma observação sobre as sanções também merece ser feita. Nos Pavilhões, os presos estão muito mais sujeitos a sofrerem sanções por condutas que não cometeram (por

exemplo, se um preso usa droga ou celular e a Administração toma conhecimento, esse preso provavelmente não vai assumir e como a Direção vai querer saber quem foi o responsável, este acaba colocando a culpa em outro, o qual sabe que se falar quem foi realmente o culpado, pode ter sua integridade física e psicológica muito mais comprometida – correndo o risco até de ser morto, diante das sanções impostas pelo autor do fato ilícito, do que se for submetido às sanções formais – a pior seria a instauração de sindicância para fins de investigação e julgamento, a qual, caso resulte na verificação da culpa por parte do acusado, lhe trará como sanção máxima, ter que passar mais tempo preso.

As considerações supramencionadas fazem lembrar a analogia proposta por Goffman, de que toda instituição total pode ser vista como uma espécie de mar morto, em que aparecem pequenas ilhas de atividades vivas e atraentes, que podem ajudar o indivíduo a suportar a tensão psicológica usualmente criada pelos ataques do eu, a qual pode ser aplicada ao Setor Médico, que está repleto de prêmios: trabalho, dinheiro, remição, respeito, maior intimidade, mais conforto e mais segurança. Vamos além: o Setor Médico pode ser tido como uma ilha que comporta ainda outra ilha: a religião evangélica.

Quanto à atuação dos pregadores evangélicos em Alcaçuz, a Direção e os agentes penitenciários veem com bons olhos a presença da Igreja e acreditam que ela se faz presente apenas com o intuito religioso, ou seja, o de propagar a palavra de Deus, como ensina a bíblia: “Ide e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16:15). Os evangelizadores, segundo os dados coletados, levam auxílio material com pouca frequência, e quando o fazem estariam apenas cumprindo com sua obrigação social, entendem os servidores de Alcaçuz. Pode-se fazer uma primeira constatação: não é, em regra, o interesse direto em algum beneficio proporcionado pelas igrejas, que motiva os presos a “seguirem seus preceitos”, mas talvez o fato da religião poder funcionar como uma ponte que leva do Pavilhão para o Setor Médico.

Diante da sistemática de vida de Alcaçuz, então, se dizer evangélico traduz-se, para nós, numa forte chance de conseguir privilégios, pois como a Administração vê com bons olhos a presença dos evangelizadores, acreditando que eles vêm verdadeiramente cumprir a palavra de Deus, presume-se que seguir os evangelizadores pode constituir um meio legítimo de se conseguir a atenção positiva e a confiança da Direção.

Perguntados, por sua vez, sobre os reais motivos que levariam um preso a se dizer evangélico, os agentes, Direção e presos não evangélicos defendem a opinião de que a minoria é sincera e se converteu de verdade, tentando mudar de vida. A maioria, para os três

grupos citados acima, se utiliza da imagem do evangélico para conseguir privilégios. Dentre estes, podemos citar como principais: morar no Setor Médico; trabalhar; ter remição de pena.

Outro ponto observado foi o fato de muitos deles buscarem utilizar elementos que facilitem sua identificação, como, por exemplo, andar sempre com a bíblia debaixo do braço. Agindo desse modo, provocam, naqueles com quem convivem, uma percepção visual maior, possibilitando que sejam reconhecidos de longe e ao mesmo tempo, conseguem evitar uma aproximação constante das autoridades que os vigiam, pois acabam passando a mensagem subliminar de que são de confiança, pelo fato de serem religiosos e, assim, consegue-se um grau maior de intimidade, a qual é bastante violada na prisão.

Com relação a perspectiva religiosa da conversão, o que podemos verificar é que o ambiente prisional deve favorecer o interesse pela religião evangélica, uma vez que ela promove a união, a descontração com seus hinos e o consolo, decorrente do seu ritual, o que atrai o preso, que suporta uma grande carga de privações e está sujeito a muitas regras de conduta no cárcere. Além disso, enquanto a categoria “preso” é preconcebida negativamente, a imagem que se tem do evangélico é positiva, o que pode render um tratamento mais humano e respeitoso ao preso.

Escolher esse caminho pode ser vantajoso, pois a pesquisa demonstrou que, apesar da desconfiança, os agentes e a Direção reconhecem que mesmo pairando a dúvida sobre a sinceridade da conversão, os presos evangélicos adotam um comportamento mais disciplinado e causam menos problemas e, por isso, podem sim ter mais oportunidades e sossego na prisão, do que aqueles mais indisciplinados.

As ideias interacionistas, por sua vez, defendem que as pessoas ajustam o que fazem levando em conta o que os outros fazem, pois dessa forma podem incorporar as respostas dos outros aos seus próprios atos e antecipar o que provavelmente acontecerá. Aplicando esse raciocínio à realidade dos evangélicos de Alcaçuz, significa dizer que, se é fato que nesse presídio, a maioria que trabalha é evangélica, e que, em decorrência desse trabalho, consegue-se uma série de benefícios, é compreensível que possa haver o interesse de presos fingirem ser evangélicos para conseguir os referidos privilégios.

A resposta para a problemática, entretanto, é a seguinte: a prática religiosa em Alcaçuz pode apresentar uma perspectiva instrumental, porém, não se pode afirmar ou se negar categoricamente se as ações dos presos estariam propositalmente orientadas com relação a fins determinados. O que é mais interessante é apontar para as consequências das impressões decorrentes da representação de um comportamento tido como representativo da categoria social do evangélico (seu modo de vestir, de falar, de andar, de se expressar etc),

perante a sua plateia. Com relação a este ponto, a pesquisa demonstrou um aspecto prático interessante para o grupo dirigente do presídio: que verdadeira ou não, a representação da conversão proporciona uma mudança positiva de comportamento, mesmo que seja aparente, fazendo com que estes presos sejam mais disciplinados. Outro ponto que se percebe, é que, proposital ou não, a representação da figura do evangélico pode conceder ao preso benefícios, como morar no Setor Médico, onde há a chance de se conseguir um “prêmio” bem interessante para quem está preso: uma cela individual ou mesmo dividi-la com apenas mais uma pessoa, e não com sete, como ocorre nos Pavilhões. Assim, o preso teria mais liberdade para representar o seu eu verdadeiro, nos bastidores, como se refere Goffman (2002).

Uma outra observação que fazemos é que a impressão negativa da representação parece acabar por desmotivar presos que possivelmente podem ter um interesse puramente religioso, de buscar o consolo e a mudança de vida, num ambiente que proporciona uma sensação intensa de solidão e sofrimento. Por fim, uma crítica àqueles que utilizam como argumento para não acreditar na conversão, o fato de alguns presos não seguirem mais o evangelho quando estão em liberdade. O que se sugere, sobre isto, é uma reflexão, no seguinte sentido: a prisão leva ao indivíduo uma série de privações, como foi demonstrado no trabalho, e a religião, por sua vez, presta-se a consolar e acolher a pessoa, fazendo com que tenha mais força espiritual para suportar o desprezo e as carências. Uma vez solto, o preso volta a ter contato com os estímulos que tinha antes, volta para o seu ambiente, o que pode fazê-lo sentir mais independente e confortado, não mais sentindo o vazio que o fazia procurar a religião, o que não significa que ele não foi verdadeiro, enquanto esteve preso.

Em outras palavras, pretende-se dizer que a verdadeira conversão é um aspecto muito subjetivo, que não pode ser mensurado, além do que o ser humano não é estático, podendo ter uma crença hoje e pensar de forma diferente no futuro, o que não significa necessariamente que ele fingiu e se aproveitou de uma representação, a qual podia ser adequada num determinado momento, mas que devido a alterações de vida, deixou de ser, num momento posterior. Por fim, reiteramos que o mais relevante é buscar as consequências e implicações decorrentes da representação da categoria social dos evangélicos, como, por exemplo, como a religião evangélica pode ajudar no processo de alfabetização das pessoas.

REFERÊNCIAS

ABRAHÃO, Maria Helena Menna Barreto. A aventura (auto) biográfica: teoria e empiria. Porto Alegre: EDIPUCRS, 2004.

ABREU, Adriano. Alcaçuz: falta de comida e homicídio no fim de semana. Tribuna do Norte, 17 jan 2012.

AMARAL, Emanuel. Detento é decapitado durante rebelião em Alcaçuz. Tribuna do Norte, 03 mai 2011.

ARAÚJO, Ricardo. Vídeo: Rebelião em Alcaçuz. Tribuna do Norte, 15 set 2011. Acesso aos 17mar 2012. Disponível em:

http://www.youtube.com/watch?v=XcGQcKYYz2w&feature=related __________. Dia de motins. Tribuna do Norte, 15 set 2011.

BECCARIA, Cesare. Dos delitos e das penas. Quartier latin, 2005.

BECKER, Howard Saul and MCCALL, Michal M. Symbolic interaction and cultural

studies. University of Chicago, 1990.

BÍBLIA SAGRADA. Tradução, introduções e notas: Storniolo e Balancin (1990). São Paulo: Paulos, 1990.

BLUMER, Herbert. Symbolic interactionism: pnrpnctivn and mnthod. University of California, 1986.

BOURDIEU, Pierre. Ofício de sociólogo: metodologia da pesquisa na sociologia. 6ª ed. RJ: Vozes, 2007.

__________. (Coord). A miséria do mundo. RJ: Vozes, 1997.

__________. A economia das trocas simbólicas. 1998. 5ª ed. São Paulo: Perspectiva, 1998. BRAGANÇA JÚNIOR, Edson. Uma perspectiva garantista na Lei de Execução Penal. Revista CEPPG, nº 21 - 2/2009.

BRASIL. Constituição Federal, 1988.

__________. Lei nº 7.210: institui a Lei de Execução Penal, de 11 de julho de 1984. __________. Lei nº 12.403, de 04 de maio de 2011.

CANINDÉ, Francisco. Os traumas dos garotos de rua. A vida e o renascer. A plenitude da natureza. 1995.

CARNELUTTI, Francesco. As misérias do processo penal. Tradução: José Antônio Cardinalli. 7ª ed. Editora Bookseller. 2008.

CARVALHO, Marco e ARAÚJO, Ricardo. Segurança de Alcaçuz não é reforçada após fuga. Tribuna do Norte, 24 jan 2012.

CARVALHO, Marco. Fuga em massa é a maior da história. Tribuna do Norte, 21 janeiro 2012.

CORTEN, André. Os pobres e o espírito santo: O pentecostalismo no Brasil. Tradução: Mariana Nunel Ribeiro Echalar. Petrópolis/RJ: Vozes, 1996.

COSTA, Sérgio. Rebelião em Alcaçuz. 9’35’’. RN Urgente, 03mai2011. Acesso aos 17mar2012. Disponível em:

http://www.youtube.com/watch?feature=endscreen&NR=1&v=Om-JTWxBnSI

COUTINHO, Francisco Seráphico da Nóbrega. Relatório de inspeção prisional nº 12.534/2011. Natal, 19 dez 2011.

__________. Relatório de inspeção prisional nº 11.903/10. Natal, 13 dez 2010. __________. Relatório de inspeção prisional nº 11.163/09. Natal, 02 fev 2010.

DA CUNHA, Christina. Traficantes evangélicos: novas formas de experimentação do sagrado em favelas cariocas. PLURAL, Revista do Programa de Pós-Graduação em Sociologia da USP, São Paulo, v.15, 2008, pp.23-46.

DA SILVA, Márcia. Reintegração de detentas do complexo penal doutor João chaves: projeto transformn-sn. Monografia apresentada ao Curso de Ciências Sociais da UFRN, 2010. DE OLIVEIRA, Carla Montefusco. Método e sociologia em Weber: alguns conceitos fundamentais. Revista eletrônica Interlegere, nº3. Jul/Dez, 2008.

DIAS, Camila C. Nunes. A igreja como refúgio e a Bíblia como esconderijo: religião e violência na prisão. São Paulo, Humanitas, 2008.

__________. Evangélicos no cárcere: representação de um papel desacreditado. Debates Do Ner, Porto Alegre, Ano 6, n. 8, P. 39-55, Jul./Dez. 2005

__________. Conversão evangélica na prisão: sobre ambigüidade, estigma e poder. Publicado em Plural – Revista do Curso de Pós-graduação em Sociologia da USP n.13, 2 Semestre de 2006.

DURKHEIM, Émile. As formas elementares de vida religiosa. São Paulo, Paulinas: 1989. DUTRA, Domingos. Relatório final da CPI do Sistema carcerário. Câmara dos Deputados, junho de 2008.

FREIRE, Aldemar. Rosalba oficializa convite para Peres assumir a Sejuc. Tribuna do Norte. Edição de 25 de abril de 2012. Disponível em:

http://tribunadonorte.com.br/noticia/rosalba-oficializa-convite-para-peres-assumir-a- sejuc/218557. Acesso aos 25 abr 2012.

GOFFMAN, Erving. Manicômios, prisões e conventos. São Paulo: Editora Perspectiva. __________. A representação do eu na vida cotidiana. Tradução de Maria Célia Santos Raposo. 10ª ed. Petrópolis, Vozes: 2002.

GOMES, Luis Flávio. Crescimento da população carcerária ultrapassa vertiginosamente o da população nacional. Acesso aos 23 de abril de 2012. Disponível em: http://www.ipclfg.com.br/artigos-do-prof-lfg/crescimento-da-populacao-carceraria-

ultrapassa-vertiginosamente-o-da-populacao-nacional/

__________. População prisional: Brasil vai passar os EUA em 2034. Acesso aos 23 de abril de 2012. Disponível em: http://www.ipclfg.com.br/mapa-da-violencia- carceraria/populacao-prisional-brasil-vai-passar-os-eua-em-2034/

KRONBAUER, Jaime Luis. O crente e o cárcere: Estudo sociológico sobre evangélicos em prisões gaúchas. Dissertação de mestrado – PUC/RS. Porto Alegre, 2010.

LACERDA, Antônio Carlos. Brasil tem a terceira maior população carcerária do mundo. Aos 05.12.2010. Acesso aos 23 abr 2012. Disponível em: http://port.pravda.ru/cplp/brasil/05- 12-2010/30867-brasil_carcerario-0/

LOBO, Edileuza Santana. Ovelhas aprisionadas: a conversão religiosa e o rebanho do senhor nas prisões. Debates do NER, Porto Alegre, Ano 6, nº 8, p. 73-85, Jul/Dez 2005.

MACEDO, Thyago. Alcaçuz vive momento de tensão e nova tentativa de fuga é registrada. No minuto, 05 abr 2010.

__________. Reciclar é renascer: presos ganham ferramenta para ressocialização. No minuto, 08 jun 2009.

__________. Latrocida é degolado dentro de Alcaçuz por ter dado tapa em rival. No minuto, 19 fev 2008.

MAFRA, Clara. A carne do feijão. Labirinto (p. 30-47). abr, mai, jun, 2009.

MARIANO, Ricardo. Expansão pentecostal no Brasil: o caso da igreja universal. Estudos Avançados, 2004.

__________. Neopentecostais: Sociologia do novo pentecostalismo no Brasil. São Paulo: Loyola, 1999.

MARX, Karl. Crítica da Filosofia do Direito de Hegel. São Paulo: Boitempo, 2005. Tradução de Zur Kritik des Hegelschen Rechtsphilosophie.

MEDEIROS, Tiago. Presos reabrem túnel e fogem da Penitenciária de Alcaçuz. Jornal No minuto, 02 fev 2012.

MELO, Flávia Valéria C. B. A Experiência neopentecostal na prisão: uma discussão sobre efervescência religiosa, racionalidade e secularização. Revista Aulas. Dossiê religião. Nº4, abr-jul 2007.

NERI, Marcelo Cortês (Coordenação). Novo mapa das religiões. Rio de Janeiro, FGV: 2011. PATRULHA DA CIDADE. Reportagem: Revista em Alcaçuz. Aos 27jan2012.

PLENA UNÇÃO. População Evangélica no Brasil atingirá 57,4 milhões em 2011. Não é Avivamento. Acesso em: 05 set 2011. Disponível em:

http://www.plenauncao.com.br/index.php?

option=com_content&view=article&id=136&Itemid=162&lang=pt

PRANDI, Reginaldo. Converter indivíduos, mudar culturas. pp 152-172. Tempo Social, revista de sociologia da USP, v. 20, n. 2. Novembro de 2008.

REZENDE JUNIOR, João Pires de. Reflexões sobre conversão e identidade: perspectivas de estudo. Ciências da religião – história e sociedade. Volume 8, nº 1, p. 98-113, 2010

RODRIGUES, Jesiel. Ser evangélico. Estudo postado aos 25 mai 2006. Disponível em: http://www.projetoomega.com/ser_evang.htm. Acesso aos 26 abr 2012.

SANTOS, Júnior. Rebelião é controlada e direção de Alcaçuz afirma que há apenas um ferido grave. Tribuna do Norte, 16 jun 2010.

SANTOS JÚNIOR, Rosivaldo dos. Discurso sobre o sistema penal – uma visão crítica. Acesso em: 05set2011. Disponível em:

http://www.esmarn.org.br/ojs/index.php/revista_direito_e_liberdade/article/viewFile/296/333. SEJUC-RN. Portaria nº. 072: Institui o Regimento Interno Único dos Estabelecimentos Prisionais do Estado do Rio Grande do Norte. Natal/RN, 28 de março de 2011.

__________. Plano diretor do sistema penitenciário do Rio Grande do Norte. 28 de fevereiro de 2008.

SHECAIRA, Sérgio Salomão; SA, Alvino Augusto de. Criminologia e os Problemas da Atualidade. São Paulo: Atlas, 2008.

SILVA, Aline Pacheco nt al. “Conte-me sua história”: reflexões sobre o método de História de Vida. Mosaico: estudos em psicologia. Vol. I, nº 1, 25-35, 2007.

SPINDOLA, Thelma e SANTOS, Rosângela da Silva. Trabalhando com a história de vida: percalços de uma pesquisa(dora?). Rev Esc Enferm USP, 37(2):119-26, 2003.

SOUZA, Fátima. PCC – A facção. 1ª ed. Rio de Janeiro: Record, 2007.

TRIBUNA DO NORTE. Pavilhão inaugurado há menos de um mês tem primeira rebelião. Natal, 06 nov 2011.

__________. Morte por arma de fogo em Alcaçuz. Natal, 29 jul 2011.

Benzer Belgeler