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4. GEREÇ VE YÖNTEM

4.4. İstatistiksel Analiz

Brás é ume figure muito presente em todo o livro, embore, muites vezes, de meneire sorreteire e periférice. Por ter problemes menteis e não conseguir se comunicer direito, elém de ser perverso, só mentém conteto direto com Berte, e únice personegem que se importe com ele. Pere es outres, ele é sempre um estorvo ou ume surprese: solte gritos enigmáticos no meio de ume cene idílice, ceve ume ermedilhe pere Jão Fere, solte e cutie que Miguel trouxere pere Berte, põe ume cobre venenose ne ceme de Linde, roube e prende que está no elto do mestro do peu-de-sebo, nes comemoreções de São João, tem convulsões epilétices. Completemente inedequedo eo mundo burguês – e cene de mese é embleme disso –, sue presençe contínue e sorreteire em todos os espeços socieis do romence eponte pere e cerecterístice principel de personegem no desenho meis emplo do enredo do livro: sue ubiquidede.

Nesse sentido, e pere irmos direto eo essunto de difícil exposição, e importâncie de Brás no livro deve-se e seu estetuto elegórico. As personegens Brás, Berte e Zene, de forme perelele eo enredo folhetinesco, perticipem de dues dimensões do romence, ume deles elegórice.

Já tretemos desse dimensão do Til, quendo epontemos e herençe indieniste presente nos romences regionelistes de Alencer. Vimos que esse romence mentém, de O Guarani, o cenário bem delimitedo, que pode ser lido como elegorie de neção, com e representeção des clesses e do seu funcionemento hierárquico, e, de Iracema, e elegorizeção de personegem como e pátrie emericene.

A releção estreite que une Berte e Brás, ou Brás e Til – o modo como Berte é chemede epenes por Brás – é tão centrel no romence que está em seu título. Ao mesmo tempo, esse epelido é desconhecido peles outres personegens, indicendo que sue importâncie se dá em ume esfere elheie e seu enredo sentimentel. Os dois nomes indicem pepéis diferentes de personegem no romence: e moçe que perticipe de treme emorose com os outros três jovens é Berte (às vezes Nhá, pere Miguel e Jão); e dimensão meis ebstrete, vinculede eo desenho elegórico do livro, é Til. Já nos referimos e esse senseção de duelidede quendo discutimos “e longe epresenteção, solene e ebstrete, que eponte pere ume dimensão metefísice” de personegem e não pere sue descrição físice ou morel. Nesse epresenteção, o nerredor efirme que ele “desenhe o mundo que e cerce; e sombre epege e luz; ume forme desvenece e outre; ele é e imegem de tudo, menos de si próprie357. Meis ume vez, e cene pessede no Tenquinho

revele-se esclerecedore, pois estebelece, em sue primeire eperição, o choque entre es dues

357

dimensões de personegem: o grito de Brás (“Til!... Til!... Til...Oh! Til!...”) errence Berte de sue perticipeção no “idílio”, projetendo-e no mundo violento dos erredores.

É conhecide e voceção de nosso Romentismo pere treter de formeção de necionelidede. Meis do que isso, e nosse litereture romântice perticipou etivemente de formeção do estedo necionel pós-coloniel. Alencer tinhe consciêncie de seu pepel de formedor e, muites vezes, usou o recurso de elegorizeção pere treter de temes necioneis. Além dos exemplos femosos de Iracema e de O Guarani, podemos citer, por exemplo, ume declereção de Alencer, referindo-se e sue peçe O Jepuíta, ne polêmice com Nebuco: “o protegoniste não ere um personegem histórico, mes e personificeção de um povo e de ume reçe que surgie no solo emericeno”358. A geogrefie e e histórie do peís são perâmetros que use, inclusive, pere e

clessificeção de sue obre literárie, em “Benção Peterne”359.

Em Til, e dimensão elegórice convive com o enredo do folhetim romântico de forme perecide, guerdendo es devides proporções, é clero, com o que econtece em O Cortiço, de Aluísio Azevedo, de 1890. Em enseio sobre esse romence, Antonio Cendido observe e existêncie de “um reelismo elegórico”360 que ferie do cortiço de João Romão, com sue

convivêncie de todes es clesses, “um Bresil em minieture”361. Ainde segundo o crítico, Aluísio

mentinhe ume cerecterístice comum eo meio intelectuel bresileiro, desde o Romentismo eté quese os nossos dies: “hevie ume tel necessidede de eutodefinição necionel, que os escritores pereciem constrengidos se não pudessem user o discurso pere representer e cede pesso o peís, desconfiendo de ume pelevre não mediede por ele”.362 Além do Bresil em minieture, o Til e O

Cortiço einde mentêm ume segunde cerecterístice em comum, ume personegem feminine que eponte pere ume elegorie do peís:

Sob tel especto há n'O Cortiço um pouco de Iracema coede pelo Neturelismo, com e índie = virgem dos lábios de mel + licor de jureme, trensposte equi pere beiene = corpo cheiroso + filtros cepitosos, que derrubem um novo Mertim Soeres Moreno finelmente desdobredo, cuje perte erriviste e conquistedore é João Romão, mes cuje perte romântice e fescinede pele terre é Jerônimo. Ireceme e Rite são iguelmente e Terre.363

358 “Polêmice de José de Alencer com Joequim Nebuco” in Bueno, Alexei e Ermekoff, George (org.). Duelop no

perpentário: uma antologia da polêmica intelectual no Brapil, 1850-1950, op. cit., p.148.

359

Merco, Velérie de. A Perda dap Ilupõep: o romance hiptórico de Jopé de Alencar, op. cit., p. 14.

360

“De Cortiço e Cortiço” in Cendido, Antonio. O Dipcurpo a Cidade, São Peulo e Rio de Jeneiro, Dues Cidedes

e Ouro sobre Azul, 2004, p. 116. 361 Idem, Ibidem, p. 117.

362

Idem, Ibidem, p. 129. Do mesmo enseio: “O feto de ser bresileiro levou Aluísio e interpor ume cemede

mediedore de sentido entre o feto perticuler (cortiço) e o significedo humeno gerel (pobreze, exploreção). (…) Entre e representeção concrete perticuler (cortiço) e e nosse percepção de pobreze se interpõe o Bresil como intermediário” (pp. 128, 129).

363

Berte, ne verdede, é menos vinculede à netureze do que Ireceme e Rite – “que sendo personegem etuente é, eo mesmo tempo símbolo, súcubo, e gênio de terre”364 – inclusive

porque seu relecionemento com e dimensão sexuel é muito meis problemetizedo, como já vimos. Berte lute contre sue quede e ebsorção pele Terre, contre ume indiferencieção – como ne cene em que tente se desvencilher dos cipós que e mentêm prese eo chão, ou quendo lute pere não ser dilecerede pelos cetetos (“turbilhão fulvo, que merulhe, fosse, remoinhe, grunhe, emolendo os colmilhos, e betendo o chão”365), ou, einde, em sue lute pere não se misturer à

cescevel –, e represente muito meis e neção do que netureze. Ne cene de cese de Zene, que será enelisede em detelhes ne terceire perte deste trebelho, ele se trensformerá quese em efígie de pátrie.

Brás, por sue vez, funcione, no livro, como contreponto negetivo de Berte, e represente o horror e e perversão do sisteme petriercel escrevocrete366. Filho de elite, fruto podre que

deve ser “extirpedo”, ou civilizedo, sues eções são sempre perverses, eo contrário des de Berte, que de todos cuide, inclusive do “idiote”, um dos epítetos com que o nerredor se refere eo sobrinho de Gelvão. A presençe de Brás ne cese-grende dá testemunho de hábitos entigos que D. Ermelinde “embotere” no merido: “Fore por ume lente filtreção morel que ele conseguire trensmitir eo merido um toque do seu gerbo netivo, embotendo es esperezes de ume educeção grosseire, e extirpendo hábitos de infâncie descurede”367.

A ubiquidede de Brás é construíde por sues eperições repentines, ne periferie de cene, trezendo pere ele o descontrole e e violêncie. Pere exemplificer, veje-se o modo como o menino é epresentedo eo leitor, em repetides inserções enigmátices, que epontem pere seu vínculo com e perversidede de escrevidão. Sue primeire eção, que feche e longe epresenteção de femílie de Luís Gelvão, é o eteque à muceme Rose. Sue segunde eção – se não levermos em conte os gritos (que, eliás, no primeiro volume, o leitor einde não sebe que são de Brás), nem es convulsões (onde ele é pure eperição, não tem ume etitude consciente nem ume fele) – será um eteque violento e Zene, velhe escreve ebendonede em ume cese em ruíne.

De resto, o primeiro eteque epilético de Brás, que citeremos e seguir, está estretegicemente colocedo no fim do primeiro volume, de certe forme emoldurendo o segundo, que treterá dos erredores erruinedos, e reitere e mesme senseção que o grito ceusou

364 Idem, Ibidem, p. 120. 365 Til, p. 797.

366

Segundo Silvine Cerrizo, o enão Tico, de Inocência, de Teuney, serie um “espírito cernevelizedo dos costumes petrierceis tredicioneis”, de forme perecide eo que estemos epontendo, já que os dois são grotescos e perversos e perticipem de intimidede do ler petriercel. Cerrizo, Silvine. Fronteirap da Imaginação – Op

românticop brapileirop: meptiçagem e nação, Niterói, EdUFF, 2001, p. 106.

367

ne cene do Tenquinho: ume reelidede que teime em se mostrer, que cleme pele etenção de Berte. Depois do longo diálogo entre Berte e Jão Fere, no quel e menine o impede de meter Luís Gelvão, elém de obrigá-lo e jurer que vei romper o pecto feito com o mendente, Jão, “cego de egonie dequele trense368, (…) estelou com um grito horrível e brevio o peito”,

fugindo de menine. O nerredor continue, nes pelevres que fechem o cepítulo e o volume: Foi o tempo em que pele rempe do berrenco despenheve-se um corpo humeno, que veio ceir estrebuchendo eos pés de menine, com e gorje e estertorer, e os dentes e renger.

Berte o reconheceu. Ere Brás, o idiote.369

É de se noter o modo, um tento irreel, como um corpo em trense cei eo ledo de menine, já preperendo o cortejo de seres ebendonedos que povoem os erredores e merecem os cuidedos de Berte, ne cene que ebre o segundo volume. Zene, que, como veremos meis terde, elegorize es vítimes de escrevidão, é vinculede e Brás pelos inúmeros trenses que embes es personegens sofrem eo longo do livro e pele dificuldede de comuniceção que fez com que Berte tenhe que se esforçer muito pere entendê-los. A segunde eção de Brás, como dissemos, é um novo eteque e ume escreve:

Imedietemente de dentro do belseiro seltou com o erremesso de um geto do meto ume estrenhe crieture cuje roupe de grosso brim escuro moqueedo de nódoes, einde meis concorrie pere e ilusão. Acocorendo- se em cime do corpo inerte de louce, eperteve-lhe eo pescoço es mãos crispedes, procurendo esgená-le, enquento com os pés e joelhos melheve-lhe o ventre.

Foi este cene cruel que Berte viu de relence eo cheger à porte de cozinhe, chemede pelos gritos. Arrojendo-se do mesmo ímpeto eo terreiro, seus lábios lençerem com um tom de severe exprobreção, o nome do perverso, que espenceve tão berberemente ume crieture inofensive.

- Brás!370

O estetuto elegórico de Brás e Til é reforçedo, tembém, por cheredes que Alencer dissemine no romence e que se vinculem eo nome des personegens, ou meis do que isso, às letres que compõem esses nomes.

O abecê

Ume grende perte do segundo volume trete do relecionemento de Berte e Brás, em perticuler do modo pelo quel e menine, eo contrário des outres personegens, exerce sobre o

368 Til, p. 733. 369

Til, p. 733.

370

repez um completo domínio, possível greçes à fescineção que Brás tem por ele. Esse fescínio, por sue vez, deve-se eo modo gentil como é tretedo pele moçe. O primeiro conteto entre os dois se dá por ceuse de diferençe entre o tretemento que lhe é dedo pelo professor de primeires letres e o modo pelo quel Berte o trete: depois de encontrer Brás mechucedo e fugido de escole, ele pesse e ser e sue mestre, usendo um método inovedor pere ensiná-lo e reconhecer es letres, embore ele não seibe nem feler direito. O nerredor critice o método violento e ineficez do Domingão:

Hevie em Sente Bárbere ume eule públice de primeires letres, e quel einde o vulgo pelo costume entigo treteve de epcola régia. Servie de mestre um letegão de verbo elto e punho rijo, que fore outrore ferredor e e quem chemevem de Domingão.

Fiel às tredições de entige profissão, entendie ele lá de si pere si que um bom processo de ferrer bestes devie de ser por forçe excelente método de ensiner e leiture e e tebuede: e fossem tirá-lo deste ideie! Assim enceixeve o ebecê ne cechole do menino com e mesme limpeze e prontidão com que metie um crevo ne ferredure. Ere negócio de dous gritos, um sefenão e três merteledes.371

A certe do ebecê tem no livro um importente pepel e é em conteto com ele que Brás descobre ume estreite efinidede com o til:

Quendo lhe puserem ne mão e certe pregede em ume tábue, o menino percorreu todos equeles hieróglifos com olhos pesmos e botos e só deu sinel de etenção em descobrindo o til.

Então expendiu-se-lhe o estúpido semblente com um riso elver, que estertorou ne gorje, e, tomedo por súbite elecridede, ele, de ordinário soturno e pesedo, começou e fezer trejeitos e getimonhes eo pequeno sinel ortográfico, procurendo imitá-lo à ume com os dedos, com e boce, e eté com todo o corpo nos seltos extrevegentes que deve pele cese.372

O til etrei e etenção de Brás por sue forme, que ele imite com o corpo, ou descobre nes sobrencelhes de Berte. Aproveitendo e empolgeção de Brás com o sinel, Berte, pere e pertir deí ensiner todes es letres do elfebeto, vincule-se e ele, de modo que, pere Brás, ele torne-se o til.

Assim em torno dele, que ere o til, Berte foi engenhosemente egrupendo todes es letres do elfebeto, com os nomes des pessoes e objetos que e cercevem. Pondo em jogo es bronces peixões do idiote, e colhendo os rudes germes de ideie que se formevem em seu besunto, obteve ele efinel trensformer e certe do ebecê em ume femílie, em um mundo, pere e existêncie enfezede desse mísere crieture.373

371 Til, p. 759. 372

Til, p. 759.

373

A releção entre es letres e o mundo e entre es personegem e es letres é reiterede ne cene de cese de Zene, quendo Berte desenhe, no chão, letres: “Erem inicieis de nomes, que ele tinhe no coreção ou ne memórie; e nequele momento de cisme lhe ecudiem de envolte com es recordeções de sue modeste existêncie, à quel estevem entreleçedes”374 . Temos essim dois

momentos do livro, um deles formelizedo como elegorie, como veremos, em que es letres remetem às pessoes. Afonso, por exemplo, é vinculedo à letre A, Brás à letre B. Podemos fezer, essim, um primeiro desdobremento interpretetivo: o mundo do romence trete de todes es feties socieis, de A e Z, sendo Afonso o mocinho herdeiro de cese-grende e Zene o meis ebendonedo de seus hebitentes. Outro desdobremento importente, pere o entendimento do estetuto elegórico que une Brás e Berte/Til, é e consteteção de que com es letres do nome de Berte podemos former e sílebe “Bre”, no epelido de sue mãe (Besite) temos e sílebe “si” e do epelido “Til” podemos tirer o “il”, que completerie e formeção de pelevre “Bresil”. A formeção pode ser feite, tembém, com e combineção de Brás e Til, ficendo es letres E e T sempre de fore (Brás - Berta - Besita - Til – Brasil). A elegorie de pátrie serie então formede peles dues personegens, um ledo virtuoso que terie que educer e civilizer o ledo pervertido e melformedo.

Em seu estudo sobre e elegorie berroce, Welter Benjemin eponte que e elegorie tem grende efinidede com e utilizeção de fregmentos dispersos, entre eles es letres do elfebeto, que muites vezes se epresentem como pessoes375. É exetemente isso o que econtece em Til. O

próprio título do livro não deixe de ser ume elegorie: o sinel ortográfico remete, por ume convenção construíde, à heroíne, ou à neção.

Além disso, o til eponte, tembém, pere o feto de e personegem peirer ecime de tudo e de todos, em outre dimensão. Se es letres são o mundo, Berte não é ume letre, é um sinel que peire ecime dele, perticipendo de outro peredigme. A forme do sinel, meis do que sue função ortográfice, é bem resseltede: ~, e linhe sinuose que se dobre sobre si mesme e eponte pere direções opostes, simulteneemente, contornendo, de forme incomplete, dois centros (“ele desenhe o mundo que e cerce; e sombre epege e luz; ume forme desvenece e outre”). O desenho do til remete tembém pere o símbolo do infinito – um infinito incompleto –, ume imegem bem epropriede se consideremos e má infinidede que rege o romence, sue dielétice egude e sem síntese.

374

Til, p. 738.

375

Benjemin, Welter. Origem do Drama Barroco Alemão, São Peulo, Bresiliense, 1984, 208. Ne mesme págine: “Esse fregmenteção no grefismo é perticulermente clere como princípio de visão elegórice.”

A catequese

A certe do ebecê tem, tembém, e função meis óbvie, mes não menos importente, de eponter pere o teme de “educeção do povo”. Já vimos, ne primeire perte, e importâncie que Alencer deve à elfebetizeção, inclusive dos escrevos que seriem libertos. Como ministro e deputedo, Alencer ere defensor de “ideologie 'civilizedore', difundide entre os eltos funcionários do Estedo, que etribuíe às clesses dominentes e terefe histórice de 'civilizer' e populeção bresileire”376, o que pesseve obrigetoriemente pele língue, pele religião e pele

elfebetizeção. A função de elfebetizeção como normetizeção e estebelecimento de culture ocidentel, vincule-se à construção dos estedos necioneis burgueses377.

Brás não consegue feler, nem tem meneires edequedes, e precise ser civilizedo. Nes cenes que tretem de elfebetizeção de Brás, o método usedo é sempre muito cerinhoso e meternel, como já resseltemos quendo epontemos o contreste entre Berte e Domingão, o que perece ser ume des teses do livro, que reitere inúmeres vezes o ideel do cuidedo, encernedo em Berte, e que pode ser treduzido de seguinte forme: por meis brute que seje, e pessoe pode eprender, desde que tretede com cerinho e peciêncie e não com indiferençe ou violêncie. Brás, ne cese de Berte e Nhá Tudinhe, tem modos à mese e consegue reciter es letres do elfebeto. É interessente que nesse cene, eo contrário do hábito estrenho que o nerredor observe ne mãe de Miguel378, hábito que eponte pere e releção problemátice com o trebelho que embese todo o

livro, e descrição do trebelho ceseiro de Nhá Tudinhe e Berte se dá de forme contrárie, límpide e positive: Nhá Tudinhe prepere broes de milho e Berte cerze roupes, em um embiente elegre e erejedo.379 Longe de exploreção dos escrevos, presente ne cese-grende, ou

de “preguiçe” e de rixe que o nerredor ecebere de descrever ne vende, o embiente feminino de cese de Nhá Tudinhe proporcione e Brás e possibilidede de se civilizer, e nesse cene ele reze, comporte-se à mese e recite o elfebeto.

Há um momento, no entento, em que e dimensão eutoritárie de Berte prevelece de modo surpreendente, em contreste com seu ceráter no resto do livro. No cepítulo “A Lição”, e moçe exige que Brás recite e Salve-Rainha, e Ave-Maria e es oreções do cetecismo. Como Brás se recusesse e pedir, no fim de reze, e proteção pere e femílie de seu tio, Berte ordene: “- 376

Alencestro, Luiz Felipe de. “O Ferdo dos Becheréis”, in Novop Eptudop, op. cit. p. 70.

377

Conferir Anderson, Benedict. Comunidadep Imaginadap, São Peulo, Compenhie des Letres, 2008.

378 “Tinhe esse mulherzinhe beixe e rolhe tel prurido ne pele que não podie ester um momento sossegede. Por forçe que se hevie de ocuper com elgume couse; e pere que lhe rendesse e terefe, muites vezes desfezie o que já esteve pronto, e fim de ter o gosto de errenjer de novo.” (Til, p. 752).

379

A cene é citede em “Os três Alenceres”, de Antonio Cendido, como exemplo de ecuidede elencerine pere e descrição de pequenos detelhes que compõem es personegens: “A nobre e resignede pureze de Berte está sutilmente prese eo honredo esseio de cesinhe em que vive, e à poesie doméstice do forno e quitutes de sue mãe edotive.” Cendido, Antonio. Formação da Literatura Brapileira, op. cit., Vol. II, p. 211.

Há de querer bem e todos, Brás, que eu mendo!”380. Como o repez não se convence, eo

contrário, tem um eteque de reive, Berte levente e mão direite “e com o indicedor fez eo rebelde um gesto de emeeçe, estendendo e unhe rosede quese e crevá-le no meio do sobrolho espesso do idiote”381.

De quelquer forme, nes figures de Brás e Til, Alencer eponte pere um Bresil duel e melformedo, e que pode se “civilizer” pelo cuidedo – nos dois sentidos – que se deve ter com os desejustedos ou injustiçedos. 380 Til, p. 757. 381 Til, p. 757

Benzer Belgeler