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Zon VI. Ön kompartman (Prelarengeal, perilarengeal, pretrakeal, paratrakeal, peritiroidal) lenf nodlarını içermektedir.

2. GEREÇ VE YÖNTEM 1 Çalışma Grubu

2.4. İstatistiksel Analiz

Os modelos de planejamento estratégico e ferramentas estratégicas utilizados pelas unidades analisadas, anteriores a utilização do BSC, fazem parte de sua história frente ao tema estratégia. Tzu (2001) define o termo estratégia como sendo a possibilidade da sobrevivência ou a ruína de um negócio.

Em função dos diferentes modelos e ferramentas existentes e utilizados identificados através da pesquisa, os quais são voltados à busca de melhorias de resultados para as empresas, neste questionamento buscou identificar-se os pontos fortes e pontos fracos quando da utilização destes.

Na empresa U1, na utilização do Desdobramento das Diretrizes, identificou-se como ponto fraco a dependência da liderança dos dirigentes e da boa vontade dos responsáveis pelos planos de ação, para que fosse possível colocar as metas estabelecidas em prática. Identificou-se também a falta de controle e liderança sobre os resultados obtidos pela ferramenta.

“...o desenvolvimento dependia exclusivamente da liderança dos dirigentes e da boa vontade dos responsáveis pelos planos de ação. Outro ponto fraco foi à falta de liderança sobre os resultados do planejamento” (R1, U1).

Para a implementação do GPD é necessário que as pessoas da empresa estejam preparadas para aceitar o estabelecimento da gerencia funcional (gerenciamento da rotina), estabelecendo um sistema de padronização; e, posterior a isto, pode se determinar os valores (filosofia de administração), visão, estratégia e as diretrizes de longo e médio prazos e, anuais (CAMPOS, 1992). O controle e liderança por parte da alta administração são importantes para que se consiga estabelecer as diretrizes e metas e, obter os resultados esperados pelo que foi estabelecido.

A partir de 2003, com a utilização do PEP, verificou-se como ponto forte o aumento da massa crítica capaz de viabilizar e discutir as estratégias da empresa, melhorando o foco nos resultados. Matus (1996) define o PEP como sendo uma abordagem que busca compreender a realidade e, modificá-la, na busca dos resultados esperados pela empresa.

“A partir de 2003 um ponto forte foi o aumento da massa crítica para discutir a empresa com foco nos eixos estratégicos, bem como grande mobilização interna, cobrança interna de resultados” (RI, U1).

Ainda, um ponto fraco identificado no PEP é a permanência de alguns problemas de liderança da alta administração da empresa. O gerenciamento é um dos 11 passos fundamentais da ferramenta e é necessário na busca dos resultados para realização do plano de ação (MATUS, 1996). Para Juran (1990) não é possível obter controle e qualidade em um processo, se não houver a participação dos superiores, sendo que a capacidade destes em liderar pessoalmente é considerada uma das principais estratégias de um processo.

“Ainda nesta fase, percebe-se problemas de liderança da alta direção” (RI, U1). Na unidade U2, a avaliação é feita com base na própria ferramenta do planejamento estratégico, o qual é considerado como uma ferramenta que se volta para as medidas positivas que uma empresa poderá tomar para enfrentar ameaças e aproveitar as oportunidades encontradas em seu ambiente (ALDAY, 2000).

“Planejamento Estratégico: pontos fortes: Análise de cenários, oportunidades, ameaças, visão macro do negócio; pontos fracos: dificuldade de visualização da estratégia e a integração com as ações, acompanhamento da execução do planejamento" (R3, U2).

O Modelo de Porter utilizado para mapear os cenários, baseia-se em clientes, fornecedores, produtos substitutos, novos entrantes e competidores (PORTER, 1980), para a empresa a ferramenta apresentou como ponto forte à possibilidade de discussão e reflexão de forma mais aprofundada de sua missão e da visão.

“Basicamente era o modelinho Porter bem clássico, de mapear os cenários: as oportunidades, as ameaças, as forças e fraquezas. E ai, uma formulação bem discutida da missão e da visão, houve bastante discussão sobre isso” (R2, U2). Ainda o Modelo de Porter apresenta como ponto fraco a capacidade da estrutura em somente avaliar de forma macro, sem conseguir trazer maiores detalhes das situações. Mais um ponto fraco da ferramenta é não apresentar uma forma de desdobrar objetivos em metas e ações.

“...modelo anterior foi só um e ele ficou muito carente de ferramentas de desdobramento dos objetivos em ações, metas” (R2, U2).

O próprio planejamento estratégico da empresa, o qual possui o foco de análise na estratégia macro, é visto como sendo um ponto fraco, uma vez que não viabilizava o desdobramento das metas e ações estabelecidas pela empresa.

“(O planejamento estratégico) era realmente somente voltado para uma estratégia macro...” (R2, U2).

“...dificuldade de visualização da estratégia e a integração com as ações, acompanhamento da execução do planejamento” (R3, U2).

Na unidade U3 a utilização da análise SWOT é analisada tendo como ponto fraco a falta de correlação entre causa-e-efeito.. Uma vez que a esta ferramenta propõe a formulação de estratégia que busque atingir uma adequação entre as capacidades internas e as possibilidades externas das empresas (MINTZBERG, AHLSTRAND e LAMPEL, 2000), não focalizando as ações e suas correlações.

“Análise SWOT não apresentava uma correlação de causa-e-feito, não havia controle dos indicadores” (R4, U3).

O modelo interno de planejamento estratégico criado pela unidade U4, é avaliado como tendo um ponto fraco e um ponto forte-chave:

“O modelo interno criado apresentava como ponto fraco à falta de acompanhamento dos resultados, de medição, enquanto agora com todas as evoluções o principal ponto forte é a capacidade de dar foco, de enxergar as relações de causa-e-efeito” (R5, U4).

O planejamento estratégico consiste no estabelecimento de metas e na formulação de planos para atingí-las. Utilizando o foco de atingimento deve se estabelecer um controle estratégico, o qual, para Certo e Peter (1993), consiste num tipo especial de controle organizacional que se concentra na monitoração e avaliação do processo de administração estratégica visando melhorá-lo e assegurar um funcionamento adequado.

Em U5 como a história do planejamento se inicia muito recentemente, não havia nem mesmo a utilização de outra ferramenta ou sistema de auxílio:

“Não há um histórico de existência de utilização de outras ferramentas ou técnicas adotadas pela empresa” (R6, U5).

De uma maneira geral, a análise dos pontos fortes e pontos fracos, identificados nos modelos e ferramentas estratégicas já utilizadas pelas unidades analisadas, são demonstradas no Quadro 16 abaixo:

Unidade Ferramenta Pontos Fortes Pontos Fracos

U1 Desdobramento de Diretrizes Não apontados boa vontade dos responsáveis pelos planos de Dependência da liderança dos dirigentes e da ação, falta de controle de resultados

U1 Planejamento Estratégico

Participativo Aumento da massa crítica

Alguns problemas de liderança da alta administração

U2 Planejamento Estratégico

Análise de cenários, oportunidades, ameaças, visão

macro do negócio

Dificuldade de visualização da estratégia e a integração com as ações, acompanhamento da

execução do planejamento

U2 Modelo de Porter forma mais aprofundada da Discussão e a reflexão de missão e da visão

Capacidade da estrutura em somente avaliar de forma macro, sem conseguir trazer maiores

detalhes das situações

U3 Análise SWOT Não apontados Falta de correlação de causa-e-efeito

U4 Planejamento Estratégico enxergar as relações de causa-Capacidade de dar foco, de e-efeito

Falta de acompanhamento dos resultados, de medição

U5 Nenhuma Não utilizado Não utilizado

Quadro 16 – Pontos fortes e fracos dos modelos e ferramentas utilizadas Fonte: Autor (2006)

Com base nesses dados verifica-se que na existência de ferramentas utilizadas anteriormente ao BSC, os pontos fortes mostram a visão mais crítica, a análise de cenários macros viabiliza serem realizadas discussões mais detalhadas sobre a empresa e sua estratégia viabilizando a possibilidade de foco. Enquanto a maior incidência é de pontos fracos, onde se demonstra a necessidade de uma forma mais detalhada e aprofundada de interpretação da estratégia, não somente através de uma visão macro, bem como a necessidade de relações de causa-e-efeito e formas de acompanhamento e medição de desempenho das atividades.

A possibilidade de criação de um maior foco pela empresa, pode ter viabilizado e facilitado à opção e a busca por ferramenta. Buscando suprir as necessidades identificadas nos pontos fracos surge à possibilidade de utilização de ferramentas que detalhem mais as atividades e ações das empresas.

Benzer Belgeler