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İstanbul fotoğraf müzesi

4. TÜRKİYEDE FOTOĞRAFIN GELİŞİMİ

4.1 Osmanlı Döneminde Fotoğraf

4.1.12 İstanbul fotoğraf müzesi

Dentre as empresas que possuem computador, a média de equipamentos foi de 6 computadores com um desvio padrão (DP) de 6,5. Essa grande variabilidade é conseqüência da grande amplitude de respostas, que variou de um mínimo de 1 equipamento a um máximo de 34 computadores, onde a grande concentração da distribuição foi em torno de 1 a 9 equipamentos, o que justifica a mediana de 4 computadores ser mais representativa para esta distribuição de dados, como mostra o gráfico 6.

48 Max = 34,00000 Min = 1,000000 75% = 7,000000 25% = 2,000000 Median value: Med = 4,000000 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40 Max = 34,00000 Min = 1,000000 75% = 7,000000 25% = 2,000000 Median value: Med = 4,000000 Max = 34,00000 Min = 1,000000 75% = 7,000000 25% = 2,000000 Median value: Med = 4,000000 -5 0 5 10 15 20 25 30 35 40

Gráfico 6: Distribuição do número de computadores

Dentre as empresas investigadas, cerca de 88% afirmaram que têm alguns dos seus computadores ligados em rede, dentre esses, cerca de 90% afirmaram ter todos os seus computadores em rede. Para manter esta estrutura de TI, a média de investimentos foi de R$ 6.365,00, como mostra o gráfico 7. Este valor está acima do que foi identificado por Ströher (2003) em sua pesquisa sobre o do perfil da tecnologia da informação nas pequenas empresas do ramo industrial do Vale do Ivaí, norte do Paraná, que apontou um valor médio de investimento em hardware de R$ 3.000,00 anuais.

Max = 68000,00 Min = 0,000000 75% = 10000,00 25% = 2000,000 Median value: Med = 3500,000 -10000 0 10000 20000 30000 40000 50000 60000 70000 80000

Gráfico 7: Distribuição do valor investido em TI no ano de 2005

Essa média calculada levou em consideração o expurgo de 5% dos dados mais baixos e 5% dos dados mais altos, melhorando a qualidade desta medida representativa da

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distribuição de investimento em TI. Este procedimento ocorreu em alternativa para a grande amplitude de valores e a concentração de investimentos entre R$ 2.000,00 (primeiro Quartil) e R$ 10.000,00 (segundo Quartil). Outro fato observado é a correlação entre as variáveis “Número de computadores (Q13)” e “Orçamento da TI em 2005 (Q16)”, onde se pode

construir o modelo de regressão Q13=2,413 + 0,819 Q16 com um R2Ajustado = 0,66.

O percentual de funcionários que trabalham com a TI nas empresas tem a distribuição dos dados conforme o gráfico 8, com um percentual médio de funcionários que utilizam a TI de 55,2% e um DP de 31,94%. 100,0 90,0 80,0 70,0 60,0 50,0 40,0 30,0 20,0 10,0 F requ ênci a 14 12 10 8 6 4 2 0 Std. Dev = 31,94 Mean = 55,2 N = 51,00

Gráfico 8: Percentual de funcionários que trabalham com a TI

Pode-se observar que há uma tendência de concentração de respostas bem distintas, até 30% dos funcionários e 100% deles. Isso demonstra dois níveis de utilização da TI, o primeiro refere-se aquelas empresas que ainda não democratizaram o uso da TI e restringem o seu acesso provavelmente a funcionários da administração e vendas, o segundo grupo refere- se às empresas onde o uso da TI já está disponível para a maioria de seus funcionários.

Na avaliação do nível de terceirização em TI dentro das empresas (tabela 12), verificou-se que cerca de 61,8% das empresas possuem alguns serviços ou todo o setor de TI terceirizado, mostrando que há uma sintonia com a tendência atual rumo à terceirização.

ALTERNATIVAS FREQ. %

Não há um setor ou pessoa específica responsável pela TI na empresa 13 23,6% Próprio (tem setor de TI e profissionais especializados no quadro funcional) 8 14,5%

Terceirizado 27 49,1%

Tem setor próprio e alguns serviços terceirizados. 7 12,7%

TOTAL 55 100,0%

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As variáveis “Orçamento da TI em 2005 (Q16)” e “Nível de terceirização do setor de TI (Q18)” foram analisadas através de uma análise de correspondência com uma chi-

quadrado = 57,55 e com g.l.=48 (p=0,1627), a qual é mostrado no gráfico 9. Observa-se um baixo nível de correspondência entre as variáveis, porém pode-se verificar que, nas empresas onde não há um setor ou uma pessoa responsável pela TI na empresa (código 1), há uma tendência ao nível de investimento estar entre os mais baixos, com valores de no máximo R$ 1.000,00 ao ano. De outra forma, observa-se que as empresas onde há um setor próprio e tem setor de TI e profissionais especializados no quadro funcional (código 2), há uma tendência ao nível de investimento ser mais alto, com valores entre R$ 30.000,00 a R$ 68.000,00 anual, o que poderá ser comprovado com uma ampliação da amostra.

Gráfico 9: Análise de correspondência entre “Orçamento da TI em 2005” e “Nível de terceirização do setor de TI”

Ao analisar a variável “Alinhamento entre a TI e o Planejamento Estratégico da

empresa (Q19)”, obteve-se que, para cerca de 79,6% dos respondentes, a TI está alinhada com

o planejamento estratégico de suas empresas e para apenas 11,1% a TI não está alinhada. Além disso, aproximadamente 7,4% responderam que suas empresas não possuíam planejamento estratégico e 1,9% que não sabiam ou desconheciam sobre tal planejamento.

Uma análise de correspondência entre as variáveis “Alinhamento entre a TI e o

Planejamento Estratégico da empresa (Q19)” e “Nível de terceirização do setor de TI (Q18)” pode ser visto no gráfico 10 com uma chi-quadrado=6,16 e g.l.=9 (p=0,7230), não

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Gráfico 10: Análise de correspondência entre “Alinhamento entre a TI e o Planejamento Estratégico da empresa” e “Nível de terceirização do setor de TI”

Quanto à disponibilidade de correio eletrônico pelas empresas aos seus colaboradores, apenas 40% delas relataram disponibilizar esta importante ferramenta de comunicação corporativa. Uma análise de correspondência com chi-quadrado=13,46 e g.l=16 (p=0,6388) entre as variáveis “Disponibilidade de correio eletrônico (Q20)” e “Orçamento da TI em 2005 (Q16)” sugere não haver correspondência significativa entre o padrão de resposta das

variáveis, conforme podemos visualiza-se no gráfico 11.

Gráfico 11: Análise de correspondência entre “Disponibilidade de correio eletrônico” e “Orçamento da TI em 2005”

Quanto ao “Tipo de acesso a internet (Q21)”, pode-se perceber que as maiores

ocorrências estão para o acesso via rádio (18,2%), linha discada (10,9%), ADSL (29,1%) e

Cable Modem (27,3%). A menos citada foi a linha dedicada (1,8%), dentre outras formas

(5,5%). Além disso, pode-se observar que 7,3% das empresas pesquisadas não possuíam acesso algum a internet.

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Quanto à “Velocidade de conexão da internet (Q22)”, 61,81% das empresas possuem

internet com velocidades superiores a 300 Kbps (banda larga) e apenas 7,27% com velocidades de até 56 Kbps (tabela 13).

Velocidades % % Acumulado Até 56 Kbps 7,27 7,27 De 57 a 128 Kbps 18,18 25,45 De 129 a 200 Kbps 10,91 36,36 De 201 a 300 Kbps 1,82 38,18 De 301 a 600 Kbps 29,09 67,27 De 601 ate 1Mbps 5,45 72,73 Acima de 1Mbps 27,27 100,00 TOTAL 100,00 --

Tabela 13: Velocidade de conexão da internet nas empresas pesquisadas

Algumas variáveis trataram do uso de tecnologias e serviços de e-business (negócios eletrônicos) para fins empresariais, onde foi solicitado ao respondente que marcasse as opções que são normalmente utilizadas por sua empresa, indicando a freqüência de uso, mesmo que sua empresa não possuísse acesso a Internet e utilizasse o acesso através de outros meios (ex.: telecentros, lanhouse, etc). A tabela 14 mostra as variáveis relacionadas ao uso de negócios eletrônicos e suas respectivas freqüência de resultados.

Variáveis 1 (%) 2 (%) 3 (%) 4 (%) 5 (%)

Q23 - Freqüência de uso dos E-mails (Correio Eletrônico) 7,7% 17,9% 20,5% 12,8% 41,0% Q24 - Freqüência de uso dos Programas de Comunicação Instantânea 34,5% 21,8% 9,1% 5,5% 29,1%

Q25 - Freqüência de uso de Vídeo/ teleconferências 79,6% 9,3% 3,7% 0,0% 7,4%

Q26 - Freqüência de uso da Internet p/ divulgar a empresa 52,7% 9,1% 7,3% 5,5% 25,5%

Q27 - Freqüência de uso da Internet p/ vender produtos e serviços 60,4% 18,9% 0,0% 1,9% 18,9%

Q28 - Freqüência de uso da Internet p/ comprar produtos e serviços 32,1% 30,2% 13,2% 7,5% 17,0%

Q29 - Freqüência de uso da Internet p/ realizar suporte ao cliente 37,7% 24,5% 15,1% 5,7% 17,0%

Q30 - Freqüência de uso da Internet p/ gerenciar a logística 56,4% 21,8% 3,6% 5,5% 12,7%

Q31 - Freqüência de uso da Internet p/ operações bancárias 28,3% 9,4% 7,5% 13,2% 41,5%

Q32 - Freqüência de uso da Internet p/ o e-gov 11,1% 18,5% 18,5% 11,1% 40,7%

Q33 - Freqüência de uso da Internet p/ Pregão Eletrônico 75,5% 1,9% 5,7% 0,0% 17,0% Q34 - Freqüência de uso da Internet p/ intermediação financeira 37,0% 9,3% 9,3% 9,3% 35,2%

Q35 - Freqüência de uso da telefonia celular p/ transmissão de dados 72,2% 1,9% 1,9% 3,7% 20,4%

Q36 - Freqüência de uso da Internet p/ interação com parceiros 51,9% 22,2% 13,0% 0,0% 13,0%

CONJUNTO 46,3% 15,4% 8,9% 5,7% 23,7%

Tabela 14: Freqüência de uso de tecnologias relacionadas aos negócios eletrônicos

Através da tabela 14 acima, pode-se observar que o correio eletrônico é utilizado frequentemente para fins empresariais, assim como o uso da internet para operações bancárias e o e-gov (declaração de Imposto de Renda, emissão de certidões, etc). Esse padrão de difusão do e-mail é similar a outros estudos de uso de tecnologias Internet no campo organizacional. O Internet banking e o uso para fins de relacionamento governamental mostra um padrão que

53 se relaciona com fatores externos, do tipo mandatório.

Percebe-se que algumas tecnologias ainda não são freqüentemente utilizadas nas micro e pequenas empresas, como são os casos da vídeoconferência, utilização da internet para vender produtos e serviços, bem como para a realização de pregão eletrônico. Outro fato importante é a baixa utilização das tecnologias móveis (uso da telefonia celular para a transmissão de dados), fato comum em determinados segmentos, tomando como exemplo as distribuidoras de bebidas, alimentos, dentre outras, que utilizam esta tecnologia para a automação da força de venda externa.

Quando questionado sobre a suficiência de recursos de hardware e software para alcançar a produtividade e competitividade desejada, as respostas foram computadas na tabela 15, onde um teste chi-quadrado ao nível de significância de 5% não constatou diferenças significantes entre as freqüências observadas e as esperadas com as variáveis “Suficiência

dos recursos de hardware (Q37)” e “Suficiência dos recursos de software (Q39)”.

Variáveis Suficiente (%) Insuficiente (%)

Q37 - Recursos de Hardware 78,2% 21,8%

Q39 - Recursos de Software 81,8% 18,2%

Conjunto 80,0% 20,0%

Tabela 15: Suficiência dos recursos de hardware e software para o alcance da produtividade e competitividade desejada pelas empresas respondentes

Quanto da insuficiência de hardware, pode-se observar que, segundo os respondentes, sempre existe a necessidade de renovação dos equipamentos, bem como a adoção de novas tecnologias, tais como impressoras mais eficientes e econômicas, redes locais e computadores que suportem o uso de sistemas que interliguem os diversos setores da empresa (Justificativa da negativa da questão Q37).

Quanto da insuficiência de software, pode-se observar que existe a necessidade de atualização e modernização dos softwares utilizados, bem como capacitar os funcionários na utilização dos recursos dos sistemas (Justificativa da negativa da questão Q39).

Os valores encontrados nas variáveis “Existência de site na Internet (Q41)”, a

“Existência de capacitação em TI nos últimos 24 meses (Q42)”, a “Existência de disposição em qualificar funcionários (Q43)” e “Existência de disposição em investir em TI (Q45)” podem ser vistos na tabela 16, bem como foram analisadas conjuntamente através

do gráfico 12 e da análise de correspondência múltipla do gráfico 13, com um chi- quadrado=245,69 e g.l.=49 (p=0,000).

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Variáveis Sim Não

Q41 - Existência de site na Internet 38,2 61,8

Q42 - Existência de capacitação em TI (nos últimos 24 meses) 42,6 57,4

Q43 - Existência de disposição em qualificar funcionários 78,2 21,8

Q45 - Existência de disposição em investir em TI 81,8 18,2

Tabela 16: Resultados da existência de site na internet da empresa, capacitação em TI, disposição em qualificar funcionários e disposição em investir em TI

Apenas 38,2% das empresas entrevistadas citaram possuir um site na internet, isso reforça o baixo nível de uso de recursos tecnológicos para a adoção de negócios eletrônicos citados na análise da tabela 14. Outro dado é que 57,4% dessas empresas não realizaram nenhum tipo de capacitação em TI para os seus colaboradores nos últimos dois anos.

0 10 20 30 40 50 60 70 80 90 Sim Não

Q41 - Existência de site na Internet Q42 - Existência de capacitação em TI (no s último s 24 meses)

Q43 - Existência de dispo sição em qualificar funcio nário s

Q45 - Existência de dispo sição em investir em TI

Gráfico 12: Resultados da existência de site na internet da empresa, capacitação em TI, disposição em qualificar funcionários e disposição em investir em TI

A tabela 16 também relata uma relativa boa disposição das empresas em qualificar os colaboradores no uso adequado da TI (78,2%), bem como em investir na modernização ou em novas tecnologias da informação (81,8%).

Gráfico 13: Análise de correspondência entre Existência de site, Capacitação em TI, Disposição em qualificar funcionários e Disposição em investir em TI

Outro fato relevante é que as variáveis “Existência de site na Internet (Q41)” e

“Existência de capacitação em TI nos últimos 24 meses (Q42)” possuem o mesmo padrão

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(Q43)” e “Existência de disposição em investir em TI (Q45)”, como mostra o gráfico 12 e

reforçada pela análise de correspondência múltipla do gráfico 13, que sugere uma proximidade entre o padrão de resposta da existência de disposição em qualificar os funcionários (Q43:1) e existência de disposição em investir em TI (Q45:1).

Quando não há disposição em qualificar os seus funcionários, as empresas justificam esta posição alegando que muitos dos seus funcionários (ou colaboradores terceirizados) já estão capacitados, ou que os mesmos aprendem no dia-a-dia, com a experiência, não havendo a necessidade de “gastar” dinheiro com qualificação, em uma visão clara da grande dificuldade dos empresários de micro e pequenas empresas entenderem a capacitação como investimentos necessários e continuados, não como “gastos”.

Quanto à ‘não disposição em investir em TI’, as empresas pesquisadas alegam que os atuais equipamentos atendem as necessidades, ou não há recursos disponíveis, pois em parte as diretorias dessas empresas entendem que tal tipo de investimento é oneroso.

Benzer Belgeler