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İsimden Erkek ve Kadınlar İçin Ortak Meslek İsmi Yapmaya Yardımcı Son Ekler

4. Erkek ve Kadınlar İçin Ortak Meslek İsimleri Yapmaya Yardımcı Son Ekler

4.3. İsimden Erkek ve Kadınlar İçin Ortak Meslek İsmi Yapmaya Yardımcı Son Ekler

Os comportamentos e as respostas dizem respeito ao seu modo de atuação frente a questões que podem constituir problemas ou atividades que requeiram um desempenho social por parte da corporação. Observou-se que os funcionários manifestaram opiniões relacionadas

propriamente a uma resposta específica, tendo todos os coeficientes de variação oscilados a um nível médio.

É possível visualizar o comportamento da empresa pelo gráfico 2 a seguir, que expõe os resultados quantitativos obtidos com a pesquisa:

55,0% 0,0% 15,0% 10,0% 5,0% 5,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 10,0% 5,0% 0,0% 5,0% 0,0% 0,0% 0,0% 15,0% 35,0% 40,0% 15,0% 15,0% 0,0% 20,0% 10,0% 45,0% 40,0% 25,0% 30,0% 25,0% 0,0% 10,0% 5,0% 40,0% 0,0% 20,0% 40,0% 35,0% 10,0% 45,0% 30,0% 0,0% 0,0% 0,0% 10,0% 15,0% 35,0% 25,0% 50,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 0,0% 55,0% 0,0% 5,0% 0,0%

Reativo Reativo2 Defensivo Defensivo2 Acomodativo Acomodativo2 Pró-ativo Pró-ativo2

discorda totalmente discorda muito discorda pouco nem concorda/nem discorda

concorda pouco concorda muito concorda totalmente

Gráfico 2: Resultados da Dimensão Comportamento e Respostas - Funcionários Fonte: Dados da Pesquisa

Os valores encontrados em relação ao gráfico exposto são apresentados na tabela 8:

COMPORTAMENTOS E RESPOSTAS Valor Médio Desvio - Padrão Coeficiente de Variação (%)

REATIVO 3,20 1,13 35,4

DEFENSIVO 4,28 1,25 29,2

ACOMODATIVO 5,60 0,88 15,8

PRÓ-ATIVO 4,30 0,88 20,5

Tabela 8: Valores Quantitativos para a dimensão Comportamentos e respostas - Funcionários Fonte: Dados da Pesquisa

De acordo com o gráfico 2, é possível inferir que a percepção dos funcionários em relação ao comportamento reativo foi de discordância. Inclusive a média de 3,20, abaixo do padrão mediano da escala de valores, o desvio padrão de 1,13 e variação de 35,4% mostraram algumas opiniões difusas em relação a este tipo de comportamento da empresa. Na opinião dos funcionários pesquisados, as ações sociais não são desenvolvidas após alguma reivindicação ou reclamação por parte do governo e/ou comunidade; 40% nem concordam nem discordam com esta variável.

“Como te falei, a sociedade não tem iniciativa de procurar ações ou de requerer algo da empresa. As ações são mais pra melhorar o ambiente, pra fazer o que precisa ser feito. As pessoas de fora não conhecem os projetos e vejo que nem buscam procurar saber.”

“Não. Os projetos feitos não enfrentam problemas, eles são bem aceitos pelos colaboradores. A sociedade não reclama, pois ela não interfere ou tem (sofre) interferência dos projetos. A não ser o nosso grande projeto educacional, mas é mais aqui na comunidade local”.

Pelo observado, uma vez que a comunidade não possui uma prática de interação com a empresa, de interligação sobre necessidades ou problemas, não é possível manifestar com maior intensidade, apesar de não ser impossível, uma reivindicação ou princípio de protesto. Tanto é que a variável que explana a existência de projetos sociais como forma de mitigar impactos negativos foi pouco discordada por 40% dos funcionários. Assim, a resposta reativa acaba por não estar exprimida ou manifestada por isso.

“Não existe muita interação com a sociedade. Por isso não tem muita reivindicação. As pessoas não reconhecem a importância do projeto educacional feito, inclusive os funcionários não valorizam, o projeto era discriminado por eles e só agora começa a gerar certa consciência, só agora que ele está se consolidando. Ele não é tão divulgado porque há pouco tempo pra isso. A sociedade não reconhece”.

A própria falta de abertura da Têxtil para um procedimento em que os funcionários possam declarar suas opiniões acaba por ser um fator que inibe a existência do comportamento reativo.

Já o comportamento defensivo obteve média um pouco maior de 4,28 e variação menor de 29,2%, o que mostra uma concordância relativamente maior que o comportamento anterior. De acordo com o observado, a ocorrência de desafios ou problemas não é um fator que motive de maneira marcante o desenvolvimento de ações sociais, como também nem sempre os problemas que ocorrem são sanados ou tratados por intermédio da adoção deste tipo de comportamento. O que ocorre é que, analisando a frequência de reclamações recebidas no departamento de recursos humanos, e observando a natureza e princípio das ações sociais adotadas, nenhuma partiu da intenção para resolver de uma questão problemática ou para evidenciar o trabalho com um desafio. Alguns funcionários questionados sobre se a empresa assume o papel de atuante para a resposta a problemas, de alguma forma, tem essa opinião:

“Acho que não. Quando agente pensa em desenvolver um projeto, o planejamento é feito procurando o melhor. Até hoje os problemas não interferiram tanto nesse planejamento”.

“Eu acho que o que é feito é mais como um incentivo e não pra resolver um problema. É pra motivar as pessoas pro trabalho. Talvez os problemas tenham influência no desejo de introduzir ações sociais aqui, mas acredito que isso não é o motivo principal”.

Algumas atividades relacionadas a esporte, produção de conhecimento, culinária, tratamento com drogas e inclusão de deficientes, que são os principais, não foram motivadas, segundo observação, pelo surgimento de conflitos, falta de integração ou atividades insuficientes no trabalho. Foram planejadas sob o ponto de vista da busca por inovação ou incremento do trabalho realizado e não por soluções específicas que devessem ser trazidas ao exercício das atividades. Com isso, a variável desenvolvimento de programas sociais para evitar acidentes ou conflitos obteve 35% de pouca concordância.

A resposta acomodativa foi a mais observada pelos funcionários, isto porque sua média foi de 5,60, e seu desvio padrão e coeficiente de variação respectivamente de 0,88 e 15,8%. Esse tipo de resposta está relacionado à adequação por parte da empresa às exigências da opinião pública, do governo ou das necessidades prioritárias de agentes internos. Tem por fundamento práticas estabelecidas e desenvolvidas na observância de aspectos reguladores das empresas, menos voltados a iniciativas de cunho remediador. O desenvolvimento de projetos apenas conforme as normas e legislação foi totalmente concordado por 55% dos funcionários, mais da metade; e o atendimento de suas necessidades e expectativas por parte da gestão foi pouco concordado por 45% deles.

Essa resposta, como também todas as outras, é o resultado de como a empresa se porta em relação às respostas para com agentes internos e externos, seu posicionamento e reação frente a requisições da sociedade, petições, postura dos funcionários, entre outros. Assim, de acordo com o posicionamento da Têxtil e de suas relações com seus funcionários, a opinião destes está mais relacionada ao comportamento acomodativo. As ponderações de alguns funcionários entrevistados podem ser verificadas a seguir:

“Existem benefícios como convênio saúde, cesta básica, transporte e outros, mas alguns colaboradores não vêem tanta vantagem nisso, e também eles não se interessam em interagir mais fortemente com a empresa na busca de soluções para o desempenho de um trabalho melhor”.

“As exigências legais são cumpridas, e existem algumas iniciativas que estão além disso como as parcerias para os projetos de educação e aperfeiçoamento profissional para os colaboradores. Mas não são todos os projetos que são feitos por envolvimento próprio”.

O comportamento pró-ativo foi visto pelos funcionários com uma frequência menor que o último. Este comportamento está relacionado à disposição da empresa para agir de maneira antecipada, como forma de antever qualquer questão que possa comprometer a eficiente realização das atividades. Este tipo de resposta pode ser visto na Têxtil pelo seu maior projeto social, o projeto educacional para jovens e adolescentes de baixa renda da comunidade local. O projeto possui um caráter voluntário, apesar de não ser desenvolvido por iniciativa própria, e relaciona-se à mitigação de uma série de problemas que podem afetar a sociedade de forma direta e a empresa indiretamente. A erradicação do trabalho infantil, o analfabetismo, o incentivo à cultura e a disponibilidade de uma orientação educacional e profissional para as pessoas participantes do projeto designam-se como partes integrantes do projeto. É possível afirmar que os funcionários da Têxtil observam este projeto como grande influência positiva da sociedade, e este colocado pró-ativamente. Assim, 50% concordam muito que a organização adota projetos contra erradicação do trabalho infantil, analfabetismo, discriminação, incentivo à cultura ou outros, internamente ou na comunidade local.

Alguns funcionários falaram sobre o que acham dos projetos sociais feitos pela empresa, conforme a seguir:

“(...) existem alguns projetos. Posso te dar o exemplo do que está sendo feito agora como a Semana da Saúde Bucal que estamos realizando por iniciativa própria da nossa dentista. (...) A prioridade da maioria dos nossos projetos é a educação, esses fazemos por nós mesmos e com parcerias com algumas instituições”.

“Nosso maior projeto social é voltado à educação de jovens e adolescentes de baixa renda da comunidade. Podemos considerá-lo como contribuinte à erradicação do trabalho infantil. Outros agente faz com parceria, como o que é feito para dar aulas à colaboradores após o expediente de trabalho, para aqueles que não podem estudar fora. A educação na verdade, ela trabalha na forma de diminuir ou sanar vários problemas”.

Conforme o gráfico, 2,45% dos funcionários discordam um pouco que os projetos sociais desenvolvidos estão além das expectativas de todos; esta afirmação comprova que, ainda que os projetos tenham reconhecimento por parte dos funcionários, estes verificam que as ações não superaram suas expectativas, o que poderia caracterizar um comportamento pró- ativo.

Questionados sobre se há um planejamento empresarial relacionado com o desenvolvimento de estratégias sociais e se existe um balanço social acessível à sociedade, os funcionários explicitaram a não concordância com as duas afirmações.

“O planejamento das ações sociais não está atrelado ao planejamento da empresa. Existe uma pessoa responsável por verificar a viabilidades de todos eles”.

“Não fazemos balanço social. A empresa planeja as ações, e principalmente interage com o [principal parceiro]. O planejamento dos projetos é um pouco diferente do planejamento econômico da empresa”.

O balanço social é um meio para divulgação e interação com os stakeholders de uma empresa. A Têxtil poderia dispor desta ferramenta como informativo sobre sua forma de realização de atividades sociais. Ela também não relaciona os projetos sociais dentro de seu contexto econômico, ou seja, não reúne em meio aos seus objetivos empresariais prioritários a iniciativa social.

Deste modo, a partir da análise dos comportamentos e respostas da empresa Têxtil, a resposta acomodativa foi a mais citada, o que mostra que, segundo seus funcionários, esta empresa possui respostas e aplica seus esforços por seu próprio turno, de acordo com o que está requerido pela legislação, e levando em conta quando possível as opiniões de agentes externos.

Por conseguinte, verificam-se quais as ações e programas explicitados no modelo tridimensional a empresa está mais propensa a adotar no momento em sua relevância social.

Benzer Belgeler