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İNTERLOKİN-6 VE Kİ-67’NİN YARA İYİLEŞMESİ ÜZERİNDEKİ

5. TARTIŞMA VE SONUÇ

5.6. İNTERLOKİN-6 VE Kİ-67’NİN YARA İYİLEŞMESİ ÜZERİNDEKİ

Etapa 1 - Estudo de Utilização de Fitoterápicos nas UBASF:

Para a coleta dos dados foi utilizado um questionário estruturado, pré- codificado e previamente testado (etapa piloto) para entrevistar os usuários nas UBASF (Anexo I), que constava de duas partes: A primeira parte destinou-se aos dados referentes ao perfil de identificação do usuário, e a algumas características sobre o uso de medicamentos fitoterápicos. A segunda parte destinou-se aos dados relativos a prescrição do medicamento fitoterápico. Alguns critérios foram utilizados para definir determinadas variáveis relativas a essa fase do estudo. A seguir,

apresentamos um resumo dessas informações:

S

Seexxoo: Foram considerados os usuários de ambos os sexos;

I

Iddaaddee: Participaram do estudo apenas usuários com idade igual ou superior a 18 anos;

E

Essccoollaarriiddaaddee: A escolaridade foi classificada de acordo com a nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que classifica a escolaridade em três tipos de ensino: Ensino fundamental, ensino médio e o ensino superior, sendo que o ensino médio engloba o técnico e/ou pedagógico;

I

Iddeennttiiffiiccaaççããoo dodo mmeeddiiccaammeennttoo ffiittootteerrááppiiccooss: Buscou-se conhecer o grau de identificação dos medicamentos fitoterápicos pelos usuários utilizando os termos “‘remédio feito de planta” e “remédio da Farmácia Viva” (vide etapa piloto);

O

Orriieennttaaççããoo méméddiiccaa qquuaannttoo aaoo ususoo dodo memeddiiccaammeennttoo fifittootteerrááppiiccoo: As informações referentes à orientação médica foram obtidas através dos usuários, sendo consideradas também as respostas com terminologias diferentes.

F

Foonnttee dede iinnffoorrmmaaççããoo paparraa a a ututiilliizzaaççããoo ddoo memeddiiccaammeennttoo ffiittootteerrááppiiccoo: Foram considerados como fonte de informação para o uso do fitoterápico todos os indivíduos citados pelos usuários como primeira fonte de informação;

T

Teemmppoo ddee ususoo dodoss memeddiiccaammeennttooss ffiittootteerrááppiiccoos: O tempo de uso foi calculado em meses e convertido para anos, a partir da data da primeira utilização dos medicamentos fitoterápicos. Para aqueles que sabiam que estavam tomando “remédios feitos de plantas”, fez-se a seguinte pergunta: “O (a) Sr(a) já usou remédios feitos de plantas antes?” Para aqueles que não tinham esse conhecimento, a pergunta foi direcionada apenas para o fitoterápico que o paciente estava recebendo (o medicamento foi apontado ao usuário pelo entrevistador).

O

Oppiinniiããoo ququaannttoo aoao ffiittootteerrááppiiccoo: As opiniões dos usuários referentes ao medicamento fitoterápico não foram codificadas, tendo sido registradas de maneira fiel às expressões referidas pelos entrevistados;

M

Meeddiiccaammeennttooss fifittootteerrááppiiccooss pprreessccrriittooss: Foram considerados todos os medicamentos fitoterápicos prescritos, mesmo aqueles não dispensados aos usuários por estarem faltando nas farmácias das UBASF.

Etapa 2 - Estudo Sobre os Conhecimentos e Práticas dos Usuários e Prescritores a respeito da Fitoterapia :

O material (discursos) para o estudo em profundidade sobre a fitoterapia foi coletado mediante entrevista semi-estruturada, a qual possui como fio condutor um roteiro previamente elaborado, contendo questões inerentes aos objetivos propostos para o estudo, que definem a área a ser explorada. Essa técnica é denominada de semi-estruturada porque não pode ser definida como estruturada, pois não utiliza questões fechadas, com respostas pré-determinadas. Por outro lado, também não pode receber o título de não-estruturada, visto que não é destituída completamente de estrutura. É uma técnica que utiliza perguntas abertas, nas quais o entrevistado tem a possibilidade de discorrer sobre o tema proposto, sem respostas ou condições prefixadas pelo pesquisador, o qual pode divergir das perguntas a fim de perseguir mais detalhadamente uma idéia ou uma resposta (MINAYO, 1993). As entrevistas foram registradas em um micro-gravador, utilizando-se fitas magnéticas de 60 minutos cada. Em seguida, foram transcritas manualmente, armazenadas em computador e posteriormente analisadas.

D

D InInqquuéérriittoo cocomm osos UsUsuuáárriiooss: O instrumento utilizado consistiu de um questionário dividido em três partes (Anexo II): para a primeira parte, fez-se uso de questões estruturadas, pré-codificadas destinadas às características dos domicílios dos usuários. A segunda parte foi realizada utilizando-se questões abertas que se destinaram à classificação sócio-econômica da família. Para a última parte (estudo aprofundado), utilizou-se um roteiro de entrevista semi-estruturado que se destinou ao conhecimento dos usuários acerca da Fitoterapia. Alguns critérios foram utilizados

para definir determinadas variáveis relativas a essa fase do estudo. A seguir, apresentamos um resumo dessas informações:

C

Caarraacctteerrííssttiiccaass dodo ddoommiiccíílliioo: Para o preenchimento do questionário relativo a esses dados, a entrevistadora observou os domicílios dos usuários selecionados e somente solicitava informação dos mesmos em caso de dúvida;

E

Essccoollaarriiddaaddee:: A escolaridade dos usuários foi classificada de acordo coma nova Lei de Diretrizes e Bases (LDB), que classifica a escolaridade em três tipos de ensino: Ensino fundamental, ensino médio e o ensino superior, sendo que o ensino médio engloba o técnico e/ou pedagógico;

R

Reennddaa ffaammiilliiaarr: Os valores de renda fornecidos pelos usuários foram utilizados para calcular a renda média das famílias dos entrevistados;

C

Coonnhheecciimmeennttooss ssoobbrree a a FiFittootteerraappiiaa: As respostas referentes ao conhecimento dos fitoterápicos foram dadas através do discurso livre dos usuários, sem a interrupção ou influência da entrevistadora. Foram consideradas todas as informações que os usuários deram referentes ao roteiro da entrevista: opinião sobre remédio ‘feito de planta’; a razão do uso de ‘remédios à base de plantas; o nível de conhecimento sobre a Farmácia Viva; o cultivo de plantas caseiras; a primeira atitude tomada ao adoecer; relação entre formulação fitoterápica caseira e o fitoterápico industrializado.

D

D InInqquuéérriittoo cocomm ooss PrPreessccrriittoorreess: O instrumento utilizado para a coleta dos dados foi dividido em duas partes (Anexo III): a primeira parte, consistiu de um questionário estruturado, pré-codificado destinado às características profissionais; a segunda parte, correspondeu a um roteiro de entrevista semi-estruturado que destinou-se ao conhecimento aprofundado dos profissionais prescritores acerca da Fitoterapia. Alguns critérios foram utilizados para definir determinadas variáveis relativas a essa fase do estudo. A seguir, apresentamos um resumo dessas informações:

T

Teemmppoo dede foforrmmaaddoo: Foi considerado o tempo decorrido após o término da graduação;

T

Tiippooss dede pópóss--ggrraadduuaaççããoo: Foi classificada em lato sensu (residência, especialização) ou estrito sensu (mestrado e doutorado);

T

Teemmppoo dede trtraabbaallhhoo: Foi considerado o tempo de serviço prestado na UBASF na qual o prescritor foi entrevistado;

C

Coonnhheecciimmeennttoo sosobbrree a a FiFittootteerraappiiaa: As respostas referentes ao conhecimento dos fitoterápicos foram dadas através do discurso livre dos profissionais prescritores (médicos e enfermeiros), sem a interrupção ou influência da entrevistadora. Foram consideradas todas as informações que os prescritores deram referentes ao roteiro da entrevista: o fitoterápico mais prescrito; suas razões para prescrever; a opinião pessoal sobre a eficiência terapêutica do medicamento; opinião sobre o programa Farmácia Viva; a maneira pelo qual o mesmo obtém informações sobre o regime terapêutico correto; realização de cursos de Fitoterapia.