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4. ORGANİZE SANAYİ BÖLGELERİNDE ARAZİ EDİNİMİ VE

4.3 İncelenen OSB’nde Arazi Edinimi ve Kamulaştırma Sorunlarının Analizi

1Universidade Estadual da Paraíba; 2 Centro de Ensino Superior e Desenvolvimento; 3Universidade Federal da Paraíba; 4 Alpargatas

A abordagem dos cuidados paliativos (CP) no Brasil, ainda não está consolidada. Somente em 2001 o Ministério da Saúde lançou o Programa Nacional de Humanização da Assistência Hospitalar para oficializar as assistências em CP. O número de serviços dedicados aos CP não cobre as demandas do país e os profissionais de saúde, dentre eles o psicólogo, têm dificuldade em identificar as práticas relacionadas. O objetivo do estudo foi conhecer os saberes e as práticas sobre os CP dos psicólogos atuantes em dois Hospitais públicos da cidade de Campina Grande-PB-Brasil. A abordagem foi quantiqualitativa e os instrumentos foram um questionário sócio demográfico e uma entrevista. A leitura dos dados orientou-se pela análise da enunciação e pela estatística descritiva e foram demonstrados através de árvores de associação de sentidos. A amostra foi formada por 21 psicólogos. Os resultados apontam uma amostra essencialmente feminina (90,5%). E 95% confirmaram ter contato com pacientes terminais. A análise dos discursos mostrou que as práticas estão voltadas para técnicas psicológicas, assistências ao paciente, à família e à equipe de saúde. Existem dificuldades no relacionamento com essa

equipe. A formação acadêmica é deficitária. A importância da humanização é reconhecida, ainda que não seja praticada como deveria. Foi expressa a necessidade de se ter uma sistematização em cuidados paliativos como guia das ações. A conclusão indica fragiliadade no preparo dos profissionais da saúde para o exercício desses cuidados. Fato que compromete as assistências aos pacientes terminais e leva ao aumento de um sofrimento que poderia ser evitado.

Railda Fernandes Alves

Universidade Estadual da Paraíba

Rua Rodrigues Alves, 350, Apartamento 303. Prata. Campina Grande - Paraíba - Brasil [email protected]

[email protected]

PROMOÇÃODASAÚDEEMIDOSOSCOMDEMÊNCIA-PROGRAMADE

INTERVENÇÃO

Ana Paula Amaral& Diana Evangelista

Instituto Politécnico de Coimbra, Escola Superior Tecnologia da Saúde

As demências constituem um dos principais problemas de saúde pública deste século, não só pela sua dimensão mas sobretudo pela forma como afetam o doente e aqueles que o rodeiam. O principal objetivo deste programa de intervenção foi estudar a influência da atividade física e da estimulação cognitiva, nas capacidades física e cognitiva do idoso com demência, bem como na sua qualidade de vida. A amostra foi constituída por 22 idosos com demência, divididos em dois grupos: o grupo de intervenção (n=12) e o grupo de controlo (n=10). A intervenção decorreu durante quatro meses, num total de 30 sessões. As sessões foram realizadas duas vezes por semana (uma de atividade física e outra de estimulação cognitiva), com duração máxima de 60 minutos cada. Com pré-teste e pós-teste, a avaliação foi realizada através da aplicação de três instrumentos de avaliação: o Mini Exame do Estado Mental, o Índice de Katz e a Escala de Avaliação da Qualidade de Vida na Doença de Alzheimer. Os resultados obtidos sugerem uma melhoria estatisticamente significativa no grupo de intervenção, a nível cognitivo (p= 0,004) e a nível funcional, nomeadamente no controlo de esfíncteres (p= 0,014), na mobilidade (p= 0,008), no vestir/despir (p= 0,025) e na alimentação (p= 0,003). Relativamente à qualidade de vida, a saúde física (p= 0,025), a disposição e humor (p= 0,002) e a memória (p= 0,046) obtiveram também melhorias significativas. No grupo de controlo não se encontraram diferenças estatisticamente significativas, em nenhum dos parâmetros avaliados. Conclui-se que o programa de intervenção elaborado contribuiu para a promoção da saúde física e mental dos idosos com demência.

Ana Paula Monteiro Amaral

Instituto Politécnico de Coimbra – ESTESC

Rua 5 de Outubro, S. Martinho do Bispo, Apartado 7006, 3046 854 Coimbra [email protected]

239802430

PROMOÇÃODASAÚDEMENTALEMIDOSOS-PROGRAMADEINTERVENÇÃO

NADEPRESSÃO

Ana Paula Amaral& Patrícia Costa

Instituto Politécnico de Coimbra, Escola Superior Tecnologia da Saúde

O crescimento da população idosa é, sem dúvida, um aspecto preocupante a vários níveis. Associada ao envelhecimento a depressão ocupa um lugar de destaque. O principal objetivo deste programa de intervenção foi estudar as repercussões de um conjunto de actividades de

animação socio-cultural nos níveis de depressão, no idoso. A amostra foi constituida por 42 indivíduos com idade superior a 65 anos, institucionalizados (grupo de intervenção=21 e grupo de controlo= 21). O programa decorreu durante 3 meses, com 3 sessões por semana, de aproximadamente 1 hora cada, num total de 30 sessões. As sessões centraram-se na promoção da auto-estima, do relacionamento interpessoal e do humor positivo. Com pré e pós-teste, a avaliação foi realizada utilizando a Escala de Depressão Geriátrica, para além de um breve questionário sociodemográfico. Os resultados obtidos sugerem uma diminuição significativa (p=0.002) dos níveis depressão após a implementação do programa, não se verificando diferenças significativas no grupo de controlo. Podemos concluir que programas desta natureza são válidos na diminuição dos níveis de depressão nos idosos, contribuindo para um envelhecimento mais ativo e saudável.

Ana Paula Monteiro Amaral

Instituto Politécnico de Coimbra - ESTESC

Rua 5 de Outubro, S. Martinho do Bispo, Apartado 7006, 3046 854 Coimbra [email protected]

239802430

NECESSIDADESEPAPÉISPARENTAISNASNORMASDEORIENTAÇÃOEM

CUIDADOSINTENSIVOSNEONATAIS

Mariana Amorim1, Elisabete Alves 1,2, & Susana Silva1,2

1Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto; 2Departamento de Epidemiologia Clínica,

Medicina Preditiva e Saúde Pública, Faculdade de Medicina da Universidade do Porto Este trabalho pretendeu analisar as necessidades e papéis parentais incluídos nas normas de orientação em Unidades de Cuidados Intensivos Neonatais (UCIN) publicadas no website da Sociedade Portuguesa de Pediatria. Procedeu-se à análise de conteúdo temática de 22 normas (17 consensos e 5 documentos dirigidos aos pais) disponíveis online em junho de 2013. As necessidades e papéis parentais referidos nas normas analisadas incluem, principalmente, as necessidades de informação, os cuidados a prestar pelos pais e as respetivas responsabilidades em processos de tomada de decisões quanto à saúde das crianças. Adicionalmente, características parentais e familiares são mencionadas enquanto fatores de risco para a prematuridade e doenças perinatais. As consequências psicossociais para mães e pais da parentalidade vivida em UCIN, assim como a adequação das características deste ambiente às necessidades parentais, emergem como temas abordados com menos frequência. Questões especificamente relacionadas quer com a promoção da confiança dos pais e de um ambiente confortável para os mesmos na UCIN, quer com o reforço do suporte social e da proximidade física e emocional com o bebé com vista a melhorar a saúde dos progenitores não figuram nas normas analisadas. Importa produzir documentos formais que orientem os profissionais de saúde quanto à integração das diversas necessidades parentais nas dinâmicas da UCIN. O alinhamento entre as condições físicas e humanas destes ambientes sociotécnicos e as necessidades e características parentais é essencial na implementação de cuidados de saúde centrados na família, contribuindo para a promoção da saúde de mães e pais de bebés internados na UCIN.

Susana Manuela Ribeiro Dias da Silva

Instituto de Saúde Pública da Universidade do Porto Rua das Taipas, nº 135 4050-600 Porto

[email protected]

PERCEÇÕESECRENÇASPARENTAISSOBREODESENVOLVIMENTODOS

COMPORTAMENTOSALIMENTARESDACRIANÇAPRÉ-ESCOLAR

1Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisboa – Instituto Politécnico de Lisboa; 2Faculdade de Psicologia – Universidade de Lisboa

O presente estudo teve como objetivo identificar as diferentes perceções e crenças dos pais sobre a alimentação da criança e sobre o modo como os pais compreendem o desenvolvimento dos comportamentos alimentares (CA) dos filhos.

Foram entrevistados 26 pais de crianças pré-escolares da zona norte de Loures. A análise de conteúdo foi categorial, quantitativa e frequencial, sendo as categorias construídas ao longo da análise.

Relativamente aos determinantes de uma alimentação saudável (AS) da criança foram identificadas sete categorias das quais as mais referidas foram os comportamentos parentais, as preferências alimentares inatas da criança e as influências culturais.

Sobre as consequências de uma AS os pais centraram-se nas consequências físicas (e.g.,saúde). De entre as consequências psicológicas muitos pais referem também a aquisição de hábitos alimentares saudáveis para o futuro.

As barreiras para uma AS mais verbalizadas são as influências externas (e.g., avós, irmãos, colegas), o contexto socioeconómico, a pressão exercida pela criança e as emoções parentais (e.g.,ambivalência).

Relativamente à forma como os pais compreendem o desenvolvimento dos CA infantis foram identificadas três categorias principais: 1) centração em fatores externos e fora do controlo parental, 2) centração nas características da criança (e.g., capacidade de autorregulação), 3) centração nas variáveis parentais e 4) coordenação de dois ou mais fatores para a explicação dos CA.

O presente trabalho permitiu a identificação de algumas temáticas das crenças e perceções parentais relacionadas com a alimentação infantil, podendo constituir um quadro de referência para investigações futuras e para a intervenção com pais na área da alimentação saudável. Maria da Graça Massano de Amorim Mavigné Andrade

Escola Superior de Tecnologia da Saúde de Lisbola - Instituto Politécnico de Lisboa Travessa de Santa Marta, 3 - 1º 1150-299 Lisboa

[email protected] 938233348

IMPORTÂNCIA DA ATIVIDADE FÍSICA NA AUTO-EFICÁCIA E QUALIDADE DE

Benzer Belgeler