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Risk le İlgili Genel Bilgiler

2. KURUMSAL RİSK YÖNETİMİ BOYUTUNDA İÇ DENETİM

2.1. Risk le İlgili Genel Bilgiler

Dados sócios profissionais (pré-expatriação):

J. Felipe: Qual é a sua idade? Essa é/foi sua primeira expatriação?

E01–SUI: Estou com vinte e sete anos e sim, essa é minha primeira expatriação. Mas a uns 3 anos eu fui convidada para expatriar para o Chile.

J. Felipe: E porque você não aceitou?

E01–SUI: Eu quase fui, mas fiz pesquisas e falei com uma galera de lá e não me senti muito confortável. Ai eu preferi recusar e dar a chance para outra pessoa mesmo.

J. Felipe: Entendi. E quanto tempo faz que você trabalha na empresa? E01–SUI: Já fazem cinco anos.

J. Felipe: Qual era seu cargo na empresa antes da expatriação? E01–SUI: Eu era coordenadora de projetos.

J. Felipe: Qual foi o motivo para a empresa te expatriar?

E01–SUI: Na verdade eu vim para cá porque a empresa pretende expandir mais o escritório que ela já tem. Por isso decidiram que eu deveria vir para cá para trabalhar com uma equipe de projetos que já tinha aqui.

J. Felipe: O que levou você a querer expatriar?

E01–SUI: Ah, o meu crescimento como profissional foi a maior motivação para isso. J. Felipe: Ao expatriar, você assumiu que cargo na subsidiária da empresa?

E01–SUI: Sou uma Project Manager aqui.

J Felipe: Como uma Project Manager, quais são suas funções?

E01–SUI: Eu ajudo no escritório comercial que temos aqui a desenvolver projetos de melhorias e expansão. No momento trabalho com um projeto de marketing que prevê aumentar nossas vendas. Se der tudo certo eu devo ser mandada para o núcleo corporativo que

também fica aqui para trabalhar no mesmo esquema de expansão. Mas ainda não sei bem se vai ser isso mesmo.

J. Felipe: Onde você está expatriada? E01–SUI: Suíça, em Saint-Prex. J. Felipe: Você é casada?

E01–SUI: Não.

J. Felipe: Você tem filho/filhos? E01–SUI: Não tenho.

Preparo para a expatriação:

J. Felipe: Como ocorreu o convite para a expatriação?

E01–SUI: A empresa anunciou que ia expatriar três pessoas para três escritórios e pediu para que os interessados notificassem o (gestor responsável) para a seleção. Para essa vaga aqui na Suíça eu competi com mais um colega.

J. Felipe: Para critério de escolha, você sabe qual foi o utilizado para determinar que você era a candidata adequada?

E01–SUI: Se não estou enganada tiveram dois critérios. O primeiro foi porque eu não era casada e ele era. O segundo foi o tempo de empresa. Eu estou na empresa há mais tempo.

J. Felipe: Você recebeu algum treinamento? Caso sim, você considera que o treinamento foi adequado?

E01–SUI: Sim, o treinamento foi muito importante. J. Felipe: Que tipo de treinamento lhe foi dado?

E01–SUI: Eu conversei bastante com outros funcionários que moram aqui para ver como as coisas funcionam. Fiz um curso para aprimorar meu inglês e também estudei sobre a cultura e economia e durante quase dois meses me instruíram sobre as diferenças nos costumes.

E01–SUI: Sim. Claro que dava um certo receio, porque ia mudar muita coisa. Só de pensar que eu ia ficar longe de casa me deixava triste. Outro problema é que eu não gosto de aviões e ia fazer uma viagem de quase 16 horas.

J. Felipe: Mas e no que se refere a estar e um ambiente novo com uma cultura diferente? E01–SUI: Isso me assustou muito no começo. Quando cheguei aqui percebi que todo o treinamento não adiantou muita coisa, mas eu acho que não tinha como treinar algo assim. Só vivendo aqui para aprender.

Período de expatriação

J. Felipe: Como tem sido a comunicação entre você e a matriz ao longo de sua expatriação? Você recebe informações sobre as mudanças que ocorrem na matriz?

E01–SUI: Eu quase não falo diretamente com a empresa. No começo um pouco, mas hoje quase nada. Quando preciso falar ou pedir alguma coisa eu falo com meu superior aqui e ele encaminha para a matriz e quando a matriz precisa me passar algo eles informam meu superior e ele me avisa.

Toda semana eu vejo algumas noticias sobre a empresa pelo próprio site, mas nada além disso.

J. Felipe: Durante sua expatriação você retornou ao Brasil?

E01–SUI: Desde que eu vim para cá eu não fui ao Brasil nenhuma vez. Eu tinha planos para voltar ao Brasil nessas férias, mas não deu certo.

J. Felipe: Sobre o processo de retorno, você já possui data definida?

E01–SUI: Ainda não tenho a data certa, mas se não tiver nenhum imprevisto devo ficar mais uns dois anos.

J. Felipe: Como tem sido a experiência internacional para você?

E01–SUI: É diferente do que eu tinha imaginado, sabe? Eu pensava que as coisas seriam mais fáceis, pois sempre ouvi coisas boas sobre a Suíça, mas tem dias que são difíceis.

E01–SUI: A qualidade de vida aqui é melhor. Existe um consenso favorável a educação. As pessoas são muito educadas aqui. Se no Brasil fosse um pouquinho igual aqui seria muito legal. Outra coisa que gosto aqui é o fato de ser um país com baixa violência.

J. Felipe: E o mais difícil?

E01–SUI: Apesar de ter baixos impostos por aqui, os gastos com serviços são muito altos, por exemplo, quando eu cheguei aqui eu pretendia ter uma faxineira para cuidar de meu apartamento, porém o valor era muito acima do que eu esperava e tive que deixar essa ideia para lá. Outra coisa que é desanimador e que eu não consigo acostumar é com a falta do sol. As vezes passamos semanas aqui sem nem mesmo ver o sol. Então imagina só, eu, carioca desde sempre privada do sol. Não é fácil de gostar disso.

J. Felipe: Alguma vez você cogitou retornar antes do previsto?

E01–SUI: Não cheguei a tanto. Algumas vezes me sinto muito fora do lugar, sabe? Como se eu estivesse sozinha mesmo. É difícil de enturmar com os suíços, eles são bem reservados. No começo achei que não gostassem de min porque eu vim de outro país, mas estou vendo que é o jeito deles mesmo. Cheguei aqui faz quase 1 ano e meio e tenho apenas dois amigos suíços. Mas tento seguir em frente e não penso em desistir não, pois seria muito ruim para minha carreira.

J. Felipe: Você já sabe que cargo irá ocupar quando retornar para sua empresa de origem? E01–SUI: A conversa que eu tive sobre isso era que, dependendo de meu desempenho, eu seria promovida. Mas ainda não está certo qual será meu cargo quando eu voltar, mas eu imagino que, com a experiência que estou tendo, não tem como não me promover, afinal eu vou ser uma profissional com conhecimentos internacionais.