6. Haftalık girdiği ders saati açısından incelenmiştir.
1.4. İlgili Araştırmalar
Em uma avaliação mais apronfudada da Manas (seção 3.1), é argumentada a necessidade de se diferenciar a visão do falante (emissão) da visão do ouvinte (recepção) de uma fala, quanto aos valores dos atributos dos sub-elementos comunicativos. De fato, em uma comu- nicação mediada pode-se ter algum tipo de intervenção ou ruído no canal que altere alguma característica da mensagem sendo transmitida.
A fala de envio de e-mail com cópia oculta é um exemplo desta situação. O falante decide enviar um e-mail destinado a um conjunto de ouvintes endereçados (to) e, por algum motivo, enviar uma cópia da mensagem a um conjunto de ouvintes não endereçados sem que os ouvintes endereçados saibam (bcc - blind carbon copy). Neste caso é fácil perceber que, para o falante, existe a representação explícita dos ouvintes não endereçados, e para os ouvintes endereçados, não existe a representação explícita dos ouvintes não endereçados devido ao fato de ser uma cópia oculta. Analisando o cenário, visão do falante e visão dos ouvintes, pode-se concluir que existe uma diferença entre os valores dos atributos entre a emissão e a recepção desta fala. Para o falante, os ouvintes não endereçados estão representados explicitamente, porém, para os ouvintes endereçados, os ouvintes não endereçados não estão representados na interface. Isto é, a visão do falante é diferente da visão dos ouvintes para esta fala.
Além da diferença entre os valores dos atributos para a emissão e recepção, temos ainda que o canal (sistema) pode fazer com que uma mesma fala seja recebida de diferentes formas
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por diferentes ouvintes (endereçados ou não endereçados), isto é, para uma mesma fala existem diferentes recepções.
Um exemplo desta situação é a fala de avaliação de artigos no JEMS (veja com mais detalhes na seção 3.1). Ao fazer a avaliação de um artigo, o membro do CP emite sua opinião acerca de um artigo respondendo as questões de um formulário de revisão criado pelo coordenador do CP. Ao fazer a avaliação, geralmente apenas algumas respostas das questões podem ser vistas pelo autor do artigo (o que é configurado pelo coordenador do CP ao criar o formulário de revisão) e as respostas de todas as questões podem ser vistas pelo coordenador do CP para que ele possa tomar a decisão acerca da aceitação ou rejeição da publicação do artigo. Portanto, nesta fala temos dois ouvintes, que são o coordenador do CP e o autor do artigo. No entanto, mesmo quando recebe algumas questões da avaliação, o autor não sabe quem foi o membro do CP que realizou a avaliação, enquanto o coordenador do CP sabe exatamente qual membro do CP realizou a avaliação. Logo, o falante desta fala está representado explicitamente para o coordenador do CP e não está representado explicitamente para o autor. Assim, existe uma diferença entre a visão do coordenador do CP e do autor para esta fala, isto é, existem diferentes recepções para estes ouvintes.
Apesar destas questões serem relevantes tanto para projeto quanto para avaliação, já que estas são intrínsecas à comunicação mediada, a Manas não permite o detalhamento da fala ao nível de emissão e recepção, o que prejudica a construção/análise do modelo de comunicação e seus impactos sociais. A seguir, na Figura 4.1 é proposto o detalhamento da fala onde são incorporadas essas duas novas entidades à L-ComUSU.
Figura 4.1: Detalhamento da fala em emissão e recepção.
A emissão (Figura4.2) permite o projetista descrever a visão do falante ao enunciar uma fala. Na emissão, o projetista define quais sub-elementos comunicativos irão estar explici- tamente representados para o falante. Dos sub-elementos comunicativos representados, para cada um, é possível estabelecer se o determinador do valor será o próprio falante ou o preposto. Para os valores os quais o falante pode especificar valores, é possível ainda determinar se o valor será obrigatório e, em caso positivo, se esse valor possuirá um valor padrão assumido na interface. O nível de processamento na emissão será discutido na seção 4.4.
A recepção (Figura 4.3) descreve a visão de um ouvinte, ou um conjunto de ouvintes, ao receber uma fala. Uma vez enunciada a fala, os ouvintes, sejam eles endereçados ou não endereçados, têm uma visão do que foi descrito no processo de emissão. Essa visão pode variar
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Figura 4.2: Emissão de uma fala.
Figura 4.3: Recepção de uma fala.
entre diferentes recepções para uma mesma fala, pois, o preposto pode manipular de diferentes maneiras a descrição da fala feita na emissão. Cada sub-elemento comunicativo pode estar presente ou não na interface no momento da recepção, independente do que seja especificado em sua emissão. Caso o valor da representação explícita de um sub-elemento seja sim na emissão, o preposto pode simplesmente omitir (totalmente ou parcialmente) na recepção ou mesmo suplementá-lo, alterando o valor estabelecido na emissão. No entanto, se o valor da representação explícita de um sub-elemento for não na emissão, o preposto pode suplementar o seu valor na recepção, isto é, o sub-elemento comunicativo é totalmente caracterizado pelo preposto e mostrado ao ouvinte daquela recepção. Sendo assim, o atributo representação explícita pode assumir três valores na recepção. A representação explícita na recepção pode ser:
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emissão e continua explicitado na recepção sem que o seu escopo seja modificado, ou quando o sub-elemento comunicativo não está representado na emissão e continua não representado na recepção;
• sim, quando o sub-elemento comunicativo não está representado explicitamente na emissão e passa a estar representado explicitamente na recepção, ou quando o sub- elemento comunicativo está representado explicitamente na emissão e continua repre- sentado explicitamente na recepção, porém, com escopo diferente. Quando a represen- tação explícita na recepção é igual a sim o projetista pode informar o novo escopo do sub-elemento comunicativo;
• não, quando o sub-elemento comunicativo está representado explicitamente na emissão e não está representado explicitamente na recepção.
O nível de processamento na recepção será discutido na seção 4.4.