3.6. VERİLERİN ANALİZİ 3.6.5. İletişim Becerilerinin Tur Deneyimi ve Alt Boyutları Üzerindeki Etkisi No momento de significativas transformações no contexto mundial, é pertinente destacar a importância da inserção do IBGE nesse cenário. A revolução tecnológica ocorrida, principalmente a partir da década de 1990 permitiu à Instituição uma melhoria nos processos de levantamento, análise, divulgação e disseminação de seus trabalhos. Certamente, esse movimento acelerou a rotina de trabalho da Comunicação Social do IBGE. A realização das tarefas do setor tornou- se mais ágil e eficiente. A comunicação com a sociedade, com as unidades do Instituto espalhadas pelo país e com os órgãos da imprensa nacional e internacional adquiriu velocidade, qualidade e precisão, além de possibilitar a oferta de condições igualitárias de acesso às informações. A informatização do Instituto e o correto treinamento de seu pessoal para o uso da nova ferramenta de trabalho reduziu a distância temporal e espacial em todo território nacional. Por essa razão é possível afirmar que o uso da rede Internet foi um marco para a divulgação das informações produzidas pelo IBGE e divulgadas pela Coordenação de Comunicação Social. A Internet permitiu que os esclarecimentos necessários à formação de opinião de um grupo importante da sociedade, os jornalistas, possam ter, a qualquer instante, acesso praticamente irrestrito aos assuntos que permeiam os interesses públicos nacionais. Mas não é só à imprensa que a rede Internet favoreceu. O usuário h o j e não precisa mais se deslocar às unidades do IBGE para obter uma informação. Ele tem todas as informações até então produzidas, à sua disposição, na página virtual do IBGE. Nela o cidadão encontra uma biblioteca e os resultados das pesquisas. Caso queira comprar um produto, ele pode fazê - lo pela Internet, através da loja virtual. Há uma página direcionada às crianças e aos jovens em idade escolar, com linguagem própria, que facilita a pesquisa sobre hidrografia, vegetação, atividade econômica, densidade demográfica e demais assuntos referentes à vida do país, às regiões, aos estados e aos municípios, colaborando, dessa forma, com a formação do estudante. O IBGE, por meio virtual, se faz parceiro da educação, no país. Não é mais possível imaginar o IBGE desconectado da rede Internet. Graças a essa tecnologia é possível que o recenseador preencha seu questionário e o transmita para ao escritório imediatamente o que ele coletou, encurtando todos os processos de elaboração de resultados de cada pesquisa; criou um serviço de auto- atendimento à população; democratizou- se o acesso à informação produzida pelas pesquisas do IBGE; e, beneficiou, sobremaneira, a qualidade do atendimento oferecido ao cidadão. REFERÊNCIAS ALBAGLI, S. Globalização e espacialidade: o novo do local. In: Globalização & inovação localizada: experiências de sistemas locais no Mercosul. Brasília: Instituto Brasileiro de Informação em Ciência e Tecnologia: Ministério da Ciência e Tecnologia, 1999, p.186-87. ALMEIDA, Roberto Schmidt de. Padrões tecnológicos e reorganização espacial no final do milênio. Artigo. In: Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, v. 57, n. 3, jul/set, 1995, p. 6-19. ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. NBR 6023: Informação e documentação: referências- elaboração. Rio de Janeiro, 2002a. ______. NBR6024: Informação e documentação: numeração progressiva das seções de um documento escrito-apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6027: informação e documentação: sumário-apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 6028: Informação e documentação: resumo-apresentação. Rio de Janeiro, 2003. ______. NBR 10520: Informação e documentação: citações em documentos-apresentação. Rio de Janeiro, 2002b. ______. NBR 14724: Informação e docume ntação: trabalhos acadêmicos-apresentação. Rio de Janeiro, 2002c. BARRETO, A. de A. A questão da informação. São Paulo em Perspectiva, v. 8, n. 4, out./dez. 1994. BARROS, Luitgarde Oliveira Cavalcanti. Memória, linguagem e identidade: memória hoje. Artigo. In: Morpheus – Revista Eletrônica em Ciências Humanas. Ano 02, n. 03, 2003 - ISSN 1676-2924. Disponível em: www.unirio.br/morpheusonline. Acesso em: 23/06/2007. BAUMANN, Renato. Uma visão econômica da globalização. In: ____. O Brasil e a economia global. Rio de Janeiro: Campus /SOBEET, 1996. CANCLINI, Nestor García. A globalização imaginada. São Paulo: Iluminuras, 2003. CHESNAIS, François. A Mundialização do Capital. São Paulo: Xamã, 1996. ELHAJJI, Mohammed. Da simbiose hegemônica ocidental: globalização e convergência. Rio de Janeiro: Eco-Rizhoma, 2001. ENNEL, Ana Lucia S. “Lugar, meu amigo, é minha Baixada”: memória, representação social e identidade. Tese de Doutorado em Antropologia pelo PPGAS/Museu Nacional/UFRJ. Rio de Janeiro, 2002. Disponíve l em: < www.castelobranco.br>. Acesso em: 30/07/2007. FEATHERSTONE, Mike. Cultura global: introdução. In:____. Cultura global: nacionalismo, globalização e modernidade. Petrópolis: Vozes, 1994. FERRARI, Pollyana. Jornalismo digital. São Paulo: Contexto, 2006. FREIRE, I.M. A utopia planetária de Pierre Lévy: uma leitura hipertextual d'a inteligência coletiva. In: Perspectivas em Ciência da Informação, v. 10 n. 2, p. 132-139, jul./dez. 2005. FRIEDMAN, Thomas L. "The World Is Flat: A Brief History of the Twenty-First Century" (O mundo é plano: Uma breve história do século 21). Rio de Janeiro: Objetiva, 2005. GIDDENS, Anthony. As conseqüências da modernidade. São Paulo: UNESP, 1991. GIOVANNETTI, Gilberto. e LACERDA, Madalena. Melhoramentos Dicionário de Geografia. São Paulo: Melhoramentos, 1996. HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Vértice; Editora Revista dos Tribunais, 1990. HALL, Stuart. A identidade cultural na pós-modernidade. Rio de Janeiro: DP&A. 2002. HIRATA, 1993 ; COSTA & CAULLIRAUX, 1995, apud ALMEIDA, Roberto Schmidt de. Padrões tecnológicos e reorganização espacial no final do milênio. Artigo. In: Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, v. 57, n. 3, jul/set, 1995, p. 6-19. HUYSSEN, Andreas. Seduzidos pela memória: arquitetura, monumentos, mídia. 2.ed. Rio de Janeiro: Aeroplano, 2004. IANNI, Octavio. Teorias da Globalização. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1996, p.192. LE GOFF, Jacques. História e memória. Campinas, SP: Unicamp, 1990. LÉVY, Pierre. As tecnologias da inteligência. 11. ed. São Paulo, Editora 34, 2001. LISTONE, Harold. Technology and Governance. In: Artigos publicados no Acervo do Pensamento do Núcleo de Pesquisa Sobre Governança Global, 2001.02, p. 39. Disponível em: < www.rcgg.ufrgs.br> acesso em 9/08/2007. MARTELETO, R. M. Cultura, educação, distribuição social dos bens simbólicos e excedente informacional. Informare, v. 1, n. 2, 1995. MORIN, Edgar; SILVA, Juremir Machado da. As duas globalizações: complexidade e comunicação, uma pedagogia do presente. 2. ed. Porto Alegre, Sulina/EDIPUCRS, 2002. OLIVEIRA, Lúcia Lippi. A questão nacional na primeira república. São Paulo: Brasiliense, 1990, p. 126-158 (cap. 6 e 7). ORTIZ, Renato. Mundialização e Cultura. São Paulo: Brasiliense, 1996. ORTIZ, Renato, IN: ENNEL, Ana Lucia S. “Lugar, meu amigo, é minha Baixada”: memória, representação social e identidade. Tese de Doutorado em Antropologia pelo PPGAS/Museu Nacional/UFRJ. Rio de Janeiro, 2002. Disponível em: < www.castelobranco.br>. Acesso em: 30/07/2007. POLLACK, Michael. Memória, esquecimento, silêncio. Estudos Históricos, RJ, v.2, n.3, p.3- 15, 1989. ROBERTSON, Rolan. Mapeamento da condição global: globalização como conceito central. In: FEATHERSTONE, Mike. Cultura global: nacionalismo, globalização e modernidade. Petrópolis: Vozes, 1994. SANTANA, Dalva. O Brasil globalizado. Artigo. Sistema de Apoio à Decisão da FAE. disponível em : <www.aldeiadesign.com.br/artigos> acesso em 10/08/2007. SANTOS, Milton. IN: GIOVANNETTI, Gilberto. e LACERDA, Madalena. Melhoramentos Dicionário de Geografia. São Paulo: Melhoramentos, 1996. SANTOS, Milton. Por uma outra globalização: do pensamento único à consciência universal. 10. ed. Rio de Janeiro: Record, 2003. SCHERER, André Luis Forti. Globalização. In: CATTANI, A. D. (Org.) . Trabalho e Tecnologia: dicionário crítico. 3. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. SEFIDVASH, Farhang. Fala no Seminário da UNESCO do Fórum Social Mundial, 25-30 de Janeiro 2001 em Porto Alegre. In: Artigos publicados no Acervo do Pensamento do Núcleo de Pesquisa Sobre Governança Global, 2001. Disponível em: < www.rcgg.ufrgs.br> acesso em 9/08/2007. SIZE, Pierre. Dicionário da Globalização". Tradução e adaptação de Serge Goulart. Florianópolis: Obra Jurídica Editora, 1997. THOMPSON, P. A voz do passado. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1990. VERNANT, J. P. “Aspectos míticos da memória e do tempo”. In: Mito e Pensamento entre os Gregos. São Paulo: Difel/Edusp, 1973. VESCHI, Jorge Luiz. Mídia e identidade pessoal. Rio de Janeiro: Eco-Rizhoma, 2003. VIRILIO, IN: ALMEIDA, Roberto Schmidt de. Padrões tecnológicos e reorganização espacial no final do milênio. Artigo. In: Revista Brasileira de Geografia. Rio de Janeiro: IBGE, v. 57, n. 3, jul/set, 1995. Sites: http://www.aisa.com.br. O que é a Internet. Acesso realizado em 12/10/07. http://www.decon.ufpe.br. A Internet, o modelo nacional e uma proposta de enfoque para uma política de tarifas em sua operação no país. Acesso realizado em 12/10/07 Belgede Turist rehberlerinin iletişim becerilerinin turistlerin tur deneyimi üzerine etkisi: Nevşehir ilinde bir araştırma (sayfa 72-93)