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İKİ AĞIRLIKLI EISENSTEIN SERİLERİ VE BU SERİLERİN SIFIRLARI

Belgede Eisenstein serileri üzerine (sayfa 32-43)

Vivemos em um mundo em que as mudanças ocorrem a todo tempo, pessoas cada vez mais informadas e conscientes do ambiente em que vivem vêm se tornando consumidores cada vez mais exigentes. As informações antes escassas e de difícil aquisição, atualmente tornaram-se de grande abundância e fácil acesso. Usuários vorazes por tecnologias que estão cada vez mais disponíveis tiram fotos, gravam, fazem parte de redes sociais, compartilham suas informações e conhecimentos ao ponto que novas possibilidades e estilos de vida surjam fruto dessas novas invenções e aplicativos. Assim, utilizar as informações disponíveis de forma produtiva se tornou o grande desafio para as organizações (DRUCKER, 1995).

Nesse contexto, estudos empíricos mostraram que enquanto as organizações criam conhecimento e aprendem, elas também esquecem, não se lembram deles ou do caminho que foi seguido para adquiri-los (ARGOTE et al, 1990; e DARR et al, 1993) o que contribui para que erros recorrentes aconteçam. Dessa forma, é premente a necessidade de se entender qual o conhecimento considerado estratégico a ser trabalhado e quais as melhores ferramentas que podem desenvolver ambientes mais colaborativos.

OMOT UGC UCI e ComImSup Ciclo OM KDCA

Estrutura de Gestão do Conhecimento baseada no modelo de Batista Conselho de GC

Dado esse cenário, a GC surgiu com a finalidade de prover o apoio necessário para que, de forma consciente, possibilite que as organizações melhor compreendam o que se sabe, o que se deve saber, quem detém os conhecimentos estratégicos na organização, quem deveria deter e onde eles podem ser aplicados de forma produtiva. Com esse viés que, segundo Batista (2012), para aumentar a eficiência, melhorar a qualidade e a efetividade social e para observar os princípios da legalidade, impessoalidade, moralidade, publicidade e eficiência na Administração Pública, é necessário mobilizar o melhor conhecimento disponível nas organizações públicas ou fora delas, concluindo que a efetiva GC é a base de tudo para essa empreitada.

Com isso, este trabalho verificou como está a GC em um dos mais tradicionais órgãos da administração pública direta brasileira, a Marinha do Brasil, e focado especialmente no CIM, setor responsável pela parte administrativa tão comum à AP em geral, identificou as principais práticas existentes, o seu grau de maturidade e propôs, ao final, uma estrutura de GC possível de ser implementada de forma a trazer maior efetividade, eficácia e eficiência em suas ações. Cabe destacar que, haja vista as semelhanças encontradas em toda a AP, em face das atividades administrativas comuns e mesmo programa de excelência em gestão implementados. Tal estrutura pode ser utilizada amplamente, com as devidas adaptações, em outros órgãos e setores públicos brasileiros.

Dentre as principais conclusões constatadas foi verificado que há uma falta de conhecimento amplo do que seja GC e os seus benefícios. Assim, considerando o conceito adotado neste estudo, tal fato pode ser apontado como uma possível principal causa da não utilização consciente de todas as atividades desse processo. Nesse aspecto, verificou-se ainda que as práticas de GC intencionais estão ligadas ao compartilhamento de informações e à transformação do conhecimento tácito em explícito, e que a UGC tem suas atividades quase que exclusivamente ligadas ao ensino, com ações direcionadas à cursos e treinamentos, o que é muito restrito se elevarmos suas ações as diversas possibilidade de produtos e serviços que podem ser implementados e oferecidos nesse sentido.

Adicionalmente, constatou-se haver uma grande disposição da organização em valorizar a aprendizagem e a inovação, bem como utilizar tecnologias em seus processos de trabalho, sendo essas as dimensões melhor avaliadas nas OM estudadas. No entanto, sobre essas mesmas dimensões, observou-se que elas carecem de serem alinhadas a uma política de GC e a processos sistêmicos que contemplem atividades adequadas aos diversos trabalhos e “conhecimentos práticos” observados. Nesse sentido, é preciso implementá-los de forma que atividades de GC possam ser desenvolvidas, funcionalidades e ferramentas sejam criadas e a

oportunidade de unir pessoas, dados, informações seja realmente efetivado e que, além disso, os próprios anseios pessoais sejam integrados as expectativas da organização por meio de trilhas de aprendizagem por competência em ambientes virtuais dedicados e disponibilizados. Adicionalmente, observou-se que no nível sistêmico os conhecimentos estão bem mapeados e que a MB como um todo já reconhece a necessidade de realizar gestão por competência por meio de bancos de competências individuais e auditoria do conhecimento, ferramentas da GC que ainda estão sendo estudadas para implementação no órgão (BRASIL, 2014). Pertinente a esse assunto, cabe destacar que os critérios “Pessoas e Resultados da GC” foram os que obtiveram as menores pontuações nas avaliações efetuadas o que reforça a necessidade de acelerar a implentação nessa direção. Pode-se ressaltar que mesmo havendo programas de capacitação e educação bem definidos e executados, esses são ainda percebidos como insuficientes para os desafios das funções atuais, cabendo, por exemplo, serem ampliadas as comunidades de práticas, transformando-as em redes, e a utilização de fóruns de discussões não somente em uma área do conhecimento, mas em todas as que essa ferramenta se mostre útil.

Por fim, mesmo consciente de que o trabalho em tela tenta ajudar a enriquecer o carente portfólio de estudos realizados sobre o tema voltados exclusivamente para AP e de que a pesquisa em questão contribui para preencher parte da literatura que apenas faz menção, mas não descreve como aplicar de forma ampla e prática as ferramentas tecnológicas disponíveis em todas as atividades da GC, cabem ainda diversas pesquisas voltadas para o assunto. Como sugestão de pesquisas futuras, vale ressaltar a necessidade de estudos na AP voltados para a medição de resultados longitudinais da implementação de estruturas de GC sistêmicas, da importância de ferramentas de TI na melhoria de produtos e serviços nesse contexto, bem como da real contribuição dos usuários na melhoria de processos e resultados na AP.

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Benzer Belgeler