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D. Temerrüdün Karşılıklı Borç Yükleyen Sözleşmelerdeki Sonuçları Bakımından

3. İfadan Vazgeçerek Olumlu Zararın Tazmin

A modelação é um procedimento em que um exemplo de um determinado comportamento é apresentado a um indivíduo, a fim de induzir esse indivíduo a apresentar um comportamento semelhante. Como acontece com outros procedimentos comportamentais, a modelação é comum na vida cotidiana. Todos nós, em nossas vidas diárias, temos freqüentes oportunidades de observar as ações de terceiros e, muitas vezes, imitamos seus comportamentos (MARTIN, 2001).

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Sobre a modelagem, o autor acima afirma que ela é uma técnica de reforçamento

de “aproximações” sucessivas, ou de tentativas cada vez mais próximas da execução correta, uma aproximação de cada vez, até que a resposta desejada ocorra. A modelagem pode ser utilizada para modificar vários aspectos ou dimensões do comportamento, como a forma (ou topografia), a freqüência, a duração, a intensidade (ou força) e a latência de um comportamento (tempo de reação).

Para Martin, as aplicações da modelagem, tipicamente, seguem três passos: 1. Identificar o comportamento final desejado, em termos de sua forma, freqüência,

duração, intensidade ou latência;

2. Identificar um comportamento inicial que o indivíduo emite, no momento, e que se aproxima do comportamento-alvo;

3. Reforçar aproximações sucessivas, do comportamento inicial ao comportamento final desejado, durante as repetições.

A modelagem é uma estratégia de modificação de comportamento que depende do reforçamento constante para ser efetiva, ela se diferencia da modelação, porque esta é a imitação de um comportamento, é a aprendizagem pela observação, ela não depende do reforço para que a aprendizagem ocorra.

Como anteriormente citado por Bandura (1986) em nosso trabalho, a aprendizagem pela observação viola o pressuposto inicial da teoria da aprendizagem – segundo o qual a aprendizagem só ocorre se existir reforço. Bandura afirmou que é possível distinguir entre a aprendizagem e o desempenho. O reforço fornece os incentivos necessários para o desempenho, mas não é imprescindível para a aprendizagem.

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Assim, podemos entender que ambas são estratégias comportamentais, uma mais

voltada ao aprendizado de uma habilidade ou comportamento (modelação) e a outra mais relacionada à modificação e ao desempenho de vários aspectos de um comportamento (modelagem). Uma pode ser realizada sozinha, pela simples observação de um comportamento (modelação) e outra depende de terceiros, como o técnico, para fornecer o reforço (modelagem).

O impacto dos modelos atléticos varia dependendo de suas características. Bandura (1986, 1997) identificou vários fatores que influenciam a eficácia da modelação como técnica de obtenção e de modificação de comportamento.

Primeiro: a similaridade carrega, especialmente, um grande peso. As pessoas têm maior probabilidade de imitar alguém que seja semelhante a elas de várias maneiras, tais como: idade, habilidade atlética, status socioeconômico, aparência física, etc., do que alguém que seja muito diferente. Dada uma escolha, indivíduos, provavelmente, selecionam modelos com atributos similares e ignoram aqueles com os quais eles têm menos em comum. Se modelos diferentes são largamente ignorados, suas habilidades particulares não vão ser observadas e aprendidas.

Segundo: há maior probabilidade de se imitar indivíduos considerados competentes ou proficientes na obtenção de resultados, do que indivíduos que são vistos como menos proficientes em fazê-lo (para ter algum ganho, o atleta deve observar modelo habilidoso).

Terceiro: a quantidade de indivíduos servindo de modelo para determinado comportamento é um fator que determina se o comportamento pode ser imitado (haverá maior probabilidade de se imitar um comportamento, caso a habilidade seja apresentada por um número maior de modelos).

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Finalmente: a extensão com que as características do modelo exercem influência

nas crenças de eficácia e na performance vai depender, em grande parte, da relevância das características do modelo para uma tarefa particular. A similaridade de um atributo relevante à tarefa é capaz de ser considerada mais indicativa de suas próprias capacidades, que a similaridade de um atributo que pode ter menor sustentação sob a atividade em questão. Portanto, em atividades que requerem força física, a suposta habilidade atlética (força) do modelo carrega maior peso que o sexo do modelo (GEORGE et al. apud BANDURA, 1997).

Os vídeos de esporte que são vendidos comercialmente desprezam os benefícios da suposta similaridade e, tipicamente, retratam estrelas exibindo suas inigualáveis

performances. Tais vídeos são, usualmente, formulados na linguagem esotérica da programação neuromuscular. Contrário às extravagantes afirmações, os novatos ganham pouco, se ganham alguma coisa, de tais vídeos além do que eles já têm aprendido sobre a forma da habilidade, partindo de numerosas observações naturalísticas (McCULLAGH; NOBLE; DEAKIN apud BANDURA, 1997).

Bandura (1997) faz algumas considerações a respeito do uso eficiente de modelos superiores para a modelação, dizendo que eles podem minar as crenças de eficácia e as performances de observadores que estão inseguros sobre suas capacidades. A evidência de que a comparação para cima pode ter efeitos avaliativos não desejados carrega importantes implicações para o treinamento.

O uso instrucional de modelos talentosos deveria destacar ou sublinhar seus valores como fontes de conhecimento atlético e de habilidades para aumentar suas capacidades. Acentuando a função instrucional, enquanto subestimada a função avaliativa comparativa, pode-se construir um senso de eficácia atlética sem risco de

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desmoralização. Além do mais, o potencial de desvalorização da comparação com

modelos superiores é abatido, se não eliminado, quando os atletas estão confiantes em suas eficácias para aprender as habilidades que estão sendo ensinadas e tornam-se modelos proficientes como conselheiros aspiracionais.

Os achados apresentados acima indicam que a percepção da auto-eficácia é um dos mecanismos através dos quais a modelação e a modelagem aumentam a

performance. Isso se refere, igualmente, a auto-modelação. Assistir a si mesmo, em um vídeo editado, desempenhando o seu melhor aumenta as crenças de eficácia e aumenta a

performance atlética mais que a tradicional instrução faz (SCRABA apud BANDURA, 1997).