BÖLÜM 1:YAHUDİLİK’TE ARZ-I MEV’UD ANLAYIŞI
2.1. İslam Dininin Seçilmişliğe Bakışı ve İsrail Oğullarının Seçilmişliği Meselesi…
2.1.3. Hz. İbrahim’in Seçimi ve Yanılgılar
De modo a simplificar a apresentação, serão apresentadas separadamente as amostras das condições industriais das amostras tratadas termicamente. No item 5.3.1 serão apresentadas as amostras na condição industrial e no item 5.3.2 serão apresentadas as amostras tratadas termicamente.
5.3.1 Condições industriais
5.3.1.1 Condição BQP
Na figura 5.6 apresentam-se micrografias do aço AISI 430 na condição BQP obtidas em MO com ataque por reagente de Kalling’s 1 e com reagente Villela. O reagente de Kalling’s 1 colore a ferrita em cinza (preto no campo escuro). A martensita é colorida na cor preta (cinza no campo escuro) e carbonetos e partículas de segunda fase não são atacados. Nas micrografias da figura 5.6 (a) e (c) se observa que a matriz do aço AISI 430 na condição BQP é dúplex apresentando ferrita e martensita, dispostas com estrutura quase lamelar. Foi verificado por MO com aumento de 1000x a presença de pequenos precipitados pretos na microestrutura (figura 5.6(d)).
Na figura 5.7 se apresentam micrografias em MEV sem ataque do aço AISI 430 na condição BQP, onde verifica-se que este aço apresenta efetivamente uma microestrutura dúplex com duas fases de composições levemente diferentes em função dos dois tons de cinza presentes nas micrografias obtidas por elétrons retro- espalhados. A análise química via EDS das duas fases é apresentada na tabela 5.4.
Tabela 5.4: Análise química via EDS (% em peso) do aço AISI 430 na condição BQP, referente à
micrografia da figura 5.7(d).
Ponto Fase Si Cr Mn Fe Ni
1 Matriz Escura 0,3 17,1 0,5 82,0 ---
2 Matriz Clara 0,2 16,3 0,5 82,4 0,6
Da tabela 5.10 em conjunto com a micrografia da figura 5.7(b), observa-se que a fase clara apresenta menor teor de cromo e apresenta níquel em pequena quantidade, já a fase escura apresenta maior teor de cromo e não apresenta níquel. A diferença de composição é claramente identificada nas micrografias óticas obtidas com ataque por reagente Villela onde se observa ataque preferencial de uma fase
da matriz, indicando o m a fase cinza escura (regiã identificada nas microgra de martensita é justificad laminado a quente, com resfriamento rápido até 6 temperatura ambiente. C microestrutura dúplex (au
(a)
(c)
Figura 5.6: Aço AISI 430 na
reagente Kalling’s 1, campo e
Assim, o aço AISI por ferrita de alto teor d (Cr,Fe)2N ricos em Cr2N.
DL DT
DL DT
menor teor de cromo. A diferença de com gião 1) é a ferrita e a fase cinza clara (regiã grafias da figura 5.6 pelo reagente de Kall cada em função do aço AISI 430 na con om a última cadeira na temperatura de 600°C para bobinamento e po sterior resfr . Como foi apresentado no item 5.1 o aço (austenita/ferrita) nesta temperatura.
(b)
(d) na condição BQP. Micrografias em MO. Micrografia o escuro. Micrografias (c) e (d) ataque por reagente
ISI 430 na condição BQP apresenta matr r de cromo e martensita com presença N.
DL DT
DL DT
mposição sugere que gião 2) é a martensita alling’s 1. A presença ondição BQP ter sido e 970°C, seguido de sfriamento ao ar até a
o AISI 430 apresenta
(b)
(d)
fias (a) e (b) ataque por nte Villela.
atriz dúplex composta a de nitretos do tipo
(a)
(c)
Figura 5.7: Aço AISI 430 na
ataque.
5.3.1.2 Condição BQB
Na figura 5.8 apre obtidas em MO com ataq observa-se que a matriz matriz ferrítica apresent precipitados intragranula do tipo (Cr,Fe)23C6, assim
extraídos. Observa-se qu indicando uma possível trabalho de Sinclair et al. Na figura 5.9 apre 430 na condição BQB apresenta presença de grão. Na tabela 5.5 apre pontos (1), (2) e (3) marc DT DL DT DL (b) (d) na condição BQP. Micrografias em MEV, elétrons
resentam-se micrografias do aço AISI 430 taque por reagente de Kalling’s 1 e Villela.N riz do aço AISI 430 na condição BQB é c entando precipitados nos contornos de
lares. Os carbonetos observados nos con sim como observado na difração de raios que há regiões recristalizadas e regiões el diferença de textura entre estas regiões al. (19).
presentam-se micrografias em MEV sem a B onde se observa que o aço AISI 430
e carbonetos e nitretos preferencialmente resentam-se as composições químicas ob rcados na micrografia da figura 5.9(d).
1 DT DL DT DL (b) (d) ns retroespalhados, sem 430 na condição BQB la.Nestas micrografias é constituída por uma e grão e de alguns ontornos de grão são s-X dos precipitados s não recristalizadas, es em acordo com o
ataque do aço AISI 30 na condição BQB nte nos contornos de obtidas por EDS dos
(a)
(c)
Figura 5.8: Aço AISI 430 na
reagente Kalling’s 1. Microgr se a presença de duas regiõe carbonetos do tipo M23C6 nos
Tabela 5.5: Análise química v
micrografia da figura 5.9(d). Ponto Fase C 1 Matriz 16 2 Precipitado 34 3 Precipitado 31 Da tabela 5.5 obse nitretos do tipo (Cr,Fe,V) comparar estes resulta precipitados extraídos. confiável visto que os p região de análise pelo fe que a análise química via
DL DT DL DT (b) (d) na condição BQB. Micrografias em MO. Micrografia grafias (c) e (d) ataque por reagente Villela. Na mic iões, uma recristalizada e outra não. Observa-se a
os contornos de grão.
a via EDS (% em peso) do aço AISI 430 na condiçã
Cr Fe Mn Si N
16,2 82,9 0,5 0,3 --- 34,6 63,9 0,5 0,1 Identificado 31,9 66,6 0,5 0,2 Identificado
serva-se que os precipitados identificados V)2N (ponto 2) e carboneto do tipo (Cr,Fe)2
ltados com os resultados da difração . A análise química via EDS destes p precipitados apresentam tamanho da or feixe de elétrons é da ordem de 1µm de d via EDS considerou também a composição
DL DT DL DT (b) (d)
fias (a) e (b) ataque por icrografia (c) observa- a presença de ição BQB, referente à V C --- --- 0,9 --- 0,7 Identificado os são provavelmente 23C6 (ponto 3), ao se
ção de raios-X dos precipitados não é ordem de 0,5µm e a e diâmetro, sugerindo ão da matriz do aço.
(a)
(c)
Figura 5.9: Aço AISI 430 na
ataque.
Com base nos re verifica-se que este aço a de nitretos do tipo (Cr preferencialmente nos co
5.3.1.3 Condição BFB
Na figura 5.10 apr recozido obtidas em MO micrografias obtidas com apresenta locais de ata carbonetos do tipo (Cr,Fe para identificar os conto Villela confirmam a prese indicando que após a lam e alongados em relação à DL DT DL DT (b) (d) na condição BQB. Micrografias em MEV, elétrons
resultados obtidos para o aço AISI 430 o apresenta matriz ferrítica com alto teor de Cr,Fe)2N ricos em Cr2N e carbonetos d
contornos de grão.
apresentam-se micrografias do aço AISI 4 MO com ataque com os reagentes Kallin om ataque pelo reagente de Kalling’s 2 rev ataque preferencial (pontos pretos) que
,Fe)23C6. O ataque com reagente de Kallin
ntornos de grão. As micrografias com ata sença de carbonetos e revelam os contor laminação a frio e recozimento o aço apres
o à condição BQB. 2 DL DT DL DT (b) (d) ns retroespalhados, sem 0 na condição BQB, r de cromo e presença do tipo (Cr,Fe)23C6 I 430 na condição BF lling’s 2 e Villela. As revelam que este aço e são possivelmente lling’s 2 não foi eficaz ataque pelo reagente rnos de grão do aço resenta grãos maiores
1
(a)
(c)
Figura 5.10: Aço AISI 430 na
reagente Kalling’s 2. Microgr do tipo M23C6 dispersos em u
nitretos do tipo (Cr,Fe)2N por
Na figura 5.11 são na condição BFB com at observa-se que este aço tipos (pretos e brancos). precipitados e da matriz o
Tabela 5.6: Análise química v
micrografia da figura 5.11(d).
Ponto Fase
1 Matriz
2 Precipitado es
3 Matriz com precipita