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İşsizlik ile Büyüme İlişkisini Nedensellik Yönünden İnceleyen Çalışmalar

Uma das principais questões que envolvem o processo de escolha do mecanismo mais adequado para seleção da empresa que será selecionada a obter o direito de exploração do espectro de freqüência, é qual objetivo a ser alcançado neste mecanismo de escolha. Observa-se que os objetivos identificados pelos governos têm sido algo como: designar de forma eficiente o espectro, promover a competição e concretizar o aumento de bem-estar, maximizando o excedente total.

Uma das maiores dificuldades tem aparecido ao se definir eficiência. Enquanto, Van Damme , 2002, p.850) denomina um leilão de licenças eficiente, quando este encoraja entrantes prevenindo com sucesso o conluio, ou simplesmente: quando aumentou a competição. Binmore e Klemperer (2002, C79), tenta simplificar esta definição, como: uma alocação eficiente aloca o recurso a empresa detentora do melhor plano de negócios. Logo, como o melhor plano de negócio será responsável por uma maior geração de receita, este melhor plano fará com que a empresa que o detenha valorize mais o recurso.

Portanto, a questão passaria a ser identificar o participante que realmente aloca maior valor. Baseado no pressuposto de que o mais disposto a pagar representa aquele participante mais eficiente.

Apesar de o leilão ser o mecanismo mais utilizado este não era o único. Diversos países fizeram uso de outro tipo de mecanismo denominado por: “Beauty Context”, ou em português, Concurso de Beleza.

Esses países que se utilizaram do mecanismo de concurso de beleza, elegeram um conjunto de regras próprio, solicitaram informações dos pretensos concorrentes pelas licenças, e escolheram estes participantes.

O uso deste mecanismo, porém, torna de difícil análise o nível de eficiência obtido com tais escolhas. Afinal, o problema da escolha é geralmente o desconhecimento do vendedor das informações detidas pelos participantes do processo de escolha, que os levam ao valor alocado ao objeto a ser concedido.

Logo, como este tipo de processo consegue fazer com que os participantes se revelem? Como este mecanismo pode garantir que fenômenos como o conluio entre participantes são evitados, e como ele pode ajudar a identificar tais fenômenos caso ocorram. Enfim, a garantia quanto à solução das grandes partes dos problemas envolvidos a se conceder este tipo de licença é conhecida única e exclusivamente pelo vendedor.

Ao se adotar o leilão como mecanismo, parte-se do princípio de que as regras criadas, estarão de acordo com o ambiente onde o leilão ocorrerá, e que estas tentarão evitar que fenômenos diversos evitem que os participantes do leilão se revelem, e que, também, o objeto a venda seja alocado de forma ineficiente, não ao participante que o valoriza mais, porém a qualquer outro.

As regras do leilão devem garantir para todos os participantes que o “payoff” daquele que valoriza mais o objeto será o valor por ele atribuído menos o valor pago, enquanto o “payoff” de todos os demais será zero.

Logo, daí a opção da maioria dos países por adotar o leilão como mecanismo de escolha dos detentores de licença, pois através deste se estaria alocando a licença ao participante que a valoriza mais, e por conseguinte, aquele mais eficiente. Apesar de que a escolha do participante mais eficiente pode não caracterizar

aumento de bem-estar. Logo, caso seja desejado além da alocação eficiente aumento de bem-estar, as preocupações com o número de participantes no mercado, e com o advento de entrantes passa a ser mais que uma necessidade para o jogo que representa o leilão como também para tentar-se garantir o afastamento dos participantes da situação do monopólio para um oligopólio eficiente onde, apesar de o lucro ser não negativo no longo prazo, condição necessária para se atrair o entrante, o preço caminhará para cada vez mais próximo do custo médio estabilizando a indústria, e exigindo um grau maior de eficiência operacional por parte das empresas. Apesar que o aumento de eficiência produtiva de forma indiscriminada também possa ter impactos negativos sobre o bem-estar (Stennek, 2000, p.1742). Afinal, apesar dos muitos aspectos que podem evidenciar a eficiência, a competição ser aquele que tem mais se destacado. Deve-se sempre manter a cautela de forma a não se ignorar as conseqüências provenientes dessa opção, tecnologia é algo que geralmente requer altos custos fixos. Afinal, as perdas sociais provenientes da duplicação de tais custos fixos podem ultrapassar tais ganhos.

E, por conseguinte, concomitantemente à realização dos leilões, observou-se uma abrupta queda no valor de mercado das empresas de telecomunicações européias.

Do primeiro leilão, ocorrido no Reino Unido em março de 2000, ao último realizado na Dinamarca em agosto de 2001 o índice "Dow Jones" para as empresas de telecomunicações européias caiu a dois terço de seu valor (Van Damme, 2002, p.846), uma queda consideravelmente profunda, quando comparada, a de um quarto, ocorrida sobre o índice geral.

Além disso, apesar da observação do pagamento de altos valores pelas licenças em alguns países, mais intrigante era a discrepância entre esses valores.

Países 2G 3G Receita Reino Unido 4 5 650 Holanda 5 5 170 Alemanha 4 6 620 Itália 4 5 210 Áustria 4 6 105 Suíça 3 4 20 Bélgica 3 4 45 Dinamarca 4 4 95

Tabela 1: Receita Leilões (2G – denota o número de operadores "incumbents", 3G – o número de licenças UMTS leiloado, Receita está em Euro per capita)

Fonte: Van Damme (2002, p.847)

Podemos observar, pela Tabela 1, que a variação da receita esperada per capta entre países foi demasiada. A tabela foi construída de forma a ordenar a ordem de realização dos leilões.

Portanto, apesar de o leilão realmente se caracterizar como um mecanismo transparente de alocação de recurso, o mesmo conjunto de regras não é adequado a todos os ambientes (Klemperer, 2002, p.844) e o diabo está nos detalhes, como sempre salientado por Klemperer (CESifo..., 2004, p. 167).

Benzer Belgeler