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İşlevsellik özelliği ve malzeme ilişkisi

3. GRAFİK TASARIM SÜRECİNDE AMBALAJ

3.1 Ambalaj Tasarımın Öğeleri

3.1.2 İşlevsellik özelliği ve malzeme ilişkisi

O primeiro aspecto a ser questionado aos egressos foi a respeito da faixa etária. A faixa etária que mais aparece na pesquisa é entre 25 a 28 anos. A mesma está distribuída conforme tabela a seguir:

Tabela 9: Tabela de Frequência, por faixa etária. FAIXA ETÁRIA

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%) 21 a 24 anos 24 25,5 25,5 25 a 28 anos 41 43,6 69,1 29 a 32 anos 19 20,2 89,4 Acima de 33 anos 10 10,6 100,0 Total 94 100,0

Fonte: Elaboração Própria.

Definindo o perfil e as características da amostra, foram identificados os percentuais desta: com relação ao sexo, resultando em sua maioria num total de 63,8% da amostra, o sexo masculino, sendo, em contrapartida, 36,2%, mulheres.

Tabela 10: Tabela de Frequência, por sexo. SEXO

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%)

Feminino 34 36,2 36,2

Masculino 60 63,8 100,0

Total 94 100,0

A terceira questão se refere aos egressos serem graduados em outros cursos. Neste caso, o percentual de egressos que tem outra graduação representa 13,8% do total dos respondentes.

Tabela 11: Tabela de Frequência, considerando outra graduação. POSSUI OUTRA GRADUAÇÃO

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%)

Não 81 86,2 86,2

Sim 13 13,8 100,0

Total 94 100,0

Fonte: Elaboração Própria.

Considerando o vínculo empregatício, foi observado que de modo geral, os egressos estão inseridos no mercado de trabalho, e o percentual de egressos desempregados é 19% da amostra.

Tabela 12: Tabela de Frequência, considerando situação no mercado de trabalho. VÍNCULO EMPREGATÍCIO

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%)

EMPREGADO 76 80,9 80,9

DESEMPREGADO 18 19,1 100,0

Total 94 100,0

Fonte: Elaboração Própria.

Na sequência da análise, o próximo requisito analisado foi com relação ao estado em que os egressos estão residindo/trabalhando. O estado com maior representatividade, totalizando 61,7%, foi o Rio Grande do Norte.

Tabela 13: Tabela de Frequência, por estado de residência. ESTADO

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%)

Rio Grande do Norte 58 61,70 61,70

Rio de Janeiro 10 10,64 72,34 Pernambuco 6 6,38 78,72 São Paulo 5 5,32 84,04 Maranhão 4 4,26 88,30 Distrito Federal 3 3,19 91,49 Outro 3 3,19 94,68 Paraíba 2 2,13 96,81

Rio Grande do Sul 1 1,06 97,87

Roraima 1 1,06 98,94

Sergipe 1 1,06 100,00

Total 94

Fonte: Elaboração Própria.

Continuando a análise do perfil dos egressos, a próxima etapa é considerar se os egressos cursaram ou cursam uma pós-graduação. Os resultados foram os seguintes: 76,6% dos engenheiros de produção cursam ou concluíram uma pós-graduação, conforme mostra a tabela 14.

Tabela 14: Tabela de Frequência, considerando pós-graduação em curso ou concluída. Pós-graduação

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%)

Não 22 23,4 23,4

Sim 72 76,6 100,0

Total 94 100,0

Fonte: Elaboração Própria.

A respeito da área da engenharia de produção que os egressos estão atuando, a resposta que apareceu com mais frequência foi engenharia de operações e processos da produção, que engloba aspectos como: projetos, operações e melhorias dos sistemas que criam e entregam os produtos (bens ou serviços) primários da empresa; gestão de sistemas de produção e operações; planejamento, programação e controle da produção; gestão da manutenção; projeto de fábrica e de instalações industriais: organização industrial, layout/arranjo físico; processos produtivos discretos e contínuos: procedimentos, métodos e sequências; engenharia de métodos. Esta área corresponde a 28,7% da atuação dos egressos no mercado de trabalho. Vale ressaltar, que no campo “Outros”, as áreas mais frequentes foram áreas ligadas ao petróleo e ao gás, e software. Vide abaixo, a distribuição das demais áreas de atuação.

Tabela 15: Tabela de Frequência, área de atuação no mercado de trabalho.

Atuação no mercado de trabalho Frequência Frequência (%)

Frequência Acumulada

(%) Engenharia de operações e processos da produção 26 34,21 34,21

Logística 12 15,79 50,00

Pesquisa operacional 3 3,95 53,95

Engenharia da qualidade 6 7,89 61,84

Engenharia do produto 4 5,26 67,11

Engenharia econômica 3 3,95 88,16

Engenharia do trabalho 4 5,26 93,42

Engenharia da sustentabilidade 2 2,63 96,05

Educação em engenharia de produção 3 3,95 100,00

Total 76

Fonte: Elaboração Própria.

Um ponto que foi perguntado aos egressos, foi a respeito da natureza do emprego, visto que esta questão é relevante, pois é possível analisar em qual natureza do mercado os egressos de engenharia de produção estão inseridos. Os resultados mais comuns entre os egressos foi origem de emprego na iniciativa privada, representando 46,8% dos egressos. A segunda alternativa com mais resposta foi a Instituição Pública Federal, os resultados detalhados podem ser vistos a seguir.

Tabela 16: Tabela de Frequência, por natureza do emprego.

NATUREZA DO EMPREGO Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%) Empresa privada 44 46,81 46,81

Instituição Pública Federal 22 23,40 70,21

Desempregado 18 19,15 89,36

Proprietário de empresa ou firma

individual 5 5,32 94,68

Instituição Pública Estadual 2 2,13 96,81

Militar, bombeiro ou Policial 1 1,06 97,87

Organismo internacional ou não

governamental 1 1,06 98,94

Total 94 Fonte: Elaboração Própria.

Vale ressaltar que referente aos dados da tabela 16, no tocante ao campo “Desempregados”, 9 são bolsistas.

Prosseguindo na análise, o próximo índice considera qual o cargo que os egressos estão ocupando no mercado de trabalho. Os cargos mais ocupados pelos egressos são: Supervisor, Coordenador, Gerente, Oficial, Engenheiro, representando 48,9% dos participantes da pesquisa. Vale ressaltar que os alunos que são bolsistas desenvolvem atividade de professor no ensino superior.

Tabela 17: Tabela de Frequência, por cargo. CARGO Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%) Desempregado 11 11,70 11,70

Presidente, Dirigente, Diretor, alta

patente 6 6,38 18,09

Supervisor, Coordenador, Gerente,

Oficial, Engenheiro 46 48,94 67,02

Analista, técnico, soldado 20 21,28 88,30

Professor do Ensino Superior

(Bolsistas) 9 9,57 97,87

Professor do Ensino Profissional 2 2,13 100,00

94 Fonte: Elaboração Própria.

Analisando agora, a faixa salarial dos egressos, se concentra nos valores salariais entre R$ 6.501 e R$ 9.500, estando acima da faixa do piso salarial do engenheiro exigido por lei.

Tabela 18: Tabela de Frequência, por faixa salarial. FAIXA SALARIAL

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%) Até 500 2 2,13 2,13 de 501 até 730 2 2,13 4,26 de 731 até 1.200 9 9,57 13,83 de 1.201 até 2.000 9 9,57 23,40 de 2.001 até 3.500 15 15,96 39,36 de 3.501 até 6.500 21 22,34 61,70 de 6.501 até 9.500 23 24,47 86,17 Acima de 9.500 13 13,83 100,00 Total 94 100,0

Fonte: Elaboração Própria.

Para finalizar a primeira parte de análise de dados, correspondente a aplicação dos questionários, a última questão desta parte inicial diz respeito aos egressos registrados no CREA – Conselho Regional de Engenharia e Agronomia.

Neste aspecto, as respostas ficaram equilibradas, entre os amostrados, porém a maioria 57,4% dos egressos possui registro no CREA.

Tabela 19: Tabela de Frequência, considerando o registro no CREA. REGISTRO NO CREA

Frequência Frequência (%) Frequência Acumulada (%)

Não 40 42,6 42,6

Sim 54 57,4 100,0

Total 94 100,0

6.2 FATORES RELEVANTES NA QUALIDADE DO CURSO – ANÁLISE DA

Benzer Belgeler