4. ARAŞTIRMA SONUÇLARI VE TARTIŞMA
4.5. Işınlanan OSL’lerin Literatür İle Karşılaştırılması
Para os testes preliminares em bancada, as amostras foram homogeneizadas, retirando alíquotas para análise físico-química e mineralógica, posteriormente foi classificado e cominuido até a um top size definido pelo processo a ser testado posteriormente. Após o estágio de britagem o material foi classificado, sendo que a fração -1,00mm foi direcionada para classificação em peneira com tela de 0,21mm a seco e o material +1,00mm foi classificado em peneiramento a seco para gerar o Granulado e o Sinter
Feed. Após a classificação o material foi deslamado e flotado (fração -0,15mm) e a fração -1,00 +0,15mm concentrado em separador magnético. Os equipamentos utilizados e procedimentos dos testes realizados estão listados abaixo:
¾ Deslamagem em célula Denver D12 em dois estágios, por sifonamento da fase
dispersa, dispersão em pH 9,20, a uma concentração de sólidos de 20% em massa, com um tempo de agitação de 5min e de repouso de 15min;
¾ Flotação até a exaustão, com valores de pH que variou de 10,0 à 10,7, dosagem
de amido de 800,0g/t (amido gritz, maizena de milho, farelo de mandioca e fécula de mandioca), dosagem de amina variando de 33,0 a 50,0g/t (amina EDA- B da Clariant);
¾ Para a classificação foi utilizada uma tela de 0,21mm, peneira redonda. Esta tela
foi selecionada a partir da análise química por faixa do run of mine. A porcentagem de massa retida acumulada nesta abertura apresenta teor de sílica
bem inferior à fração passante acumulada (5,5%SiO2 no oversize versus
30,0%SiO2 no undersize);
¾ Separação magnética em L4 da Humboldt, GAP de 2,5mm para o material na
fração -1,0 +0,21mm e GAP de 0,9mm para o material na fração -0,21mm. Campo magnético variando entre 1950 a 8710Gauss.
As amostras foram submetidas à análise granulométrica macro e micro, segundo procedimentos de rotina dos laboratórios da Vale, utilizando-se para a série macro peneiras quadradas e para a série micro peneiras redondas. Para analise granulométrica da fração menor que 0,037mm foi utilizado o granulômetro a laser modelo CILAS 920. A análise mineralógica foi realizada segundo os critérios adotados pelo Centro de Pesquisas Tecnológicas Alegria (CPT Alegria) da Vale.
A identificação dos minerais realizada, baseou-se no tipo de mineral e na forma do cristal/textura das partículas:
A tabela 4.3.1 mostra a relação dos principais minerais pertencentes ao minério de ferro e a relação entre tipo de mineral, forma/textura, química e algumas características para individualização de cada espécie.
A quantidade consistiu na estimativa do percentual de área que cada espécie mineral ocupa no campo visual do microscópio ótico luz refletida (Leica Modelo DMLP), convertendo em percentual de massa, a partir da densidade de cada mineral.
A tabela 4.3.1 apresenta a base de referência para a análise mineralógica utilizada pelos técnicos do laboratório de mineralogia, Queiroz (2003).
O trabalho de análise mineralógica teve como base a tabela 4.3.1 para identificação dos minerais presentes no minério estudado. A análise foi realizada por contagem de minerais comparando com a área representante no setor avaliado para a quantificação da área representada por cada mineral e utilizado a densidade real do mineral para correção da distribuição do mineral na massa total. Para a quantificação da liberação dos minerais foi utilizada uma referência de área ocupada por cada mineral no grão avaliado, sendo que o mineral de maior representação no grão era denominado o mineral principal para quantificação de sua massa representativa no total.
Tabela 4.3.1 – Principais características para identificação de espécies minerais em minério de ferro (baseado na Tabela dos principais tipos texturais de cristais de óxidos/hidróxidos de ferro – Mineralogia – CDM/CVRD), Parte 1/4, Queiroz (2003). TIPO DE MINERAL HEMATITA ESPECULAR ( HE ) HEMATITA LAMELAR ( HL ) HEMATITA GRANULAR ( HG ) HEMATITA SINUOSA ( HS ) HEMATITA MARTÍTICA ( HM )
Tabela 4.3.1 – Principais características para identificação de espécies minerais em minério de ferro (baseado na Tabela dos principais tipos texturais de cristais de óxidos/hidróxidos de ferro – Mineralogia – CDM/CVRD), Parte 2/4, Queiroz (2003). TIPO DE MINERAL MAGNETITA ( MA ) GOETHITA ( GO )
Tabela 4.3.1 – Principais características para identificação de espécies minerais em minério de ferro (Baseado na Tabela dos principais tipos texturais de cristais de óxidos/hidróxidos de ferro – Mineralogia – CDM/CVRD), Parte 3/4, Queiroz (2003). TIPO DE MATERIAL GOETHITA TERROSA ( GT ) QUARTZO ( QZ ) CAULINITA ( CA ) GIBBISITA ( GI )
Tabela 4.3.1 – Principais características para identificação de espécies minerais em minério de ferro (baseado na Tabela dos principais tipos texturais de cristais de óxidos/hidróxidos de ferro – Mineralogia – CDM/CVRD), Parte 4/4, Queiroz (2003). TIPO DE MATERIAL ÓXIDOS DE MANGANÊS ( MN )
A figura 4.3.1, apresenta o macro fluxo utilizado para a caracterização tecnológica e desenvolvimento do projeto de ampliação da Usina de Fábrica para o novo run of mine. A primeira etapa que foi o planejamento da pilha, foi desenvolvido pela equipe do planejamento a longo prazo, sendo que o planejamento a curto prazo com as diretrizes definidas identificou e retirou as amostras para formar a carga para a britagem primária. A etapa de formação da pilha de homogeneização foi executada pela equipe de produção da mina com o acompanhamento da equipe de qualidade e planejamento a curto prazo que definiram as frentes as serem lavradas conforme diretrizes do planejamento a longo prazo para compor o novo run of mine para a amostragem do circuito atual e a retirada de amostras para o desenvolvimento da caraterização mineralógica e tecnológica.
PLANEJAMENTO DA PILHA (ROM 10 ANOS DE LAVRA) PARA
PLANEJAMENTO DA PILHA (ROM 10 ANOS DE LAVRA) PARA
ALIMENTAÇÃO DA USINA FÁBRICA
ALIMENTAÇÃO DA USINA FÁBRICA
FORMAÇÃO DE PILHA DE ALIMENTAÇÃO DA USINA FÁBRICA
FORMAÇÃO DE PILHA DE ALIMENTAÇÃO DA USINA FÁBRICA
(ROM 10 ANOS DE LAVRA)
(ROM 10 ANOS DE LAVRA)
AMOSTRAGEM E BALANÇO AMOSTRAGEM E BALANÇO DE MASSA INDUSTRIAL DE MASSA INDUSTRIAL COLETA DE 500t DA PILHA COLETA DE 500t DA PILHA PARA ESTUDOS DE PARA ESTUDOS DE CARACTERIZAÇÃO CARACTERIZAÇÃO OPORTUNIDADES DE OPORTUNIDADES DE GANHOS, QUALIDADE, GANHOS, QUALIDADE, PARTIÇÕES, PARTIÇÕES, DIMENSIONAMENTOS, DIMENSIONAMENTOS, INVESTIMENTOS, ... INVESTIMENTOS, ...
Figura 4.3.1 – Fluxograma de trabalho para a caracterização tecnológica do novo run of mine.
A amostragem foi realizada pelo pessoal da produção em conjunto com a equipe de processo a longo prazo que ficou responsável pelo planejamento e acompanhamento das amostragens.
O transporte da amostra foi realizado em caminhões traçados de capacidade de 26t e que a conduziram para o centro de pesquisa de Alegria para a realização dos testes em bancada e piloto além da caracterização mineralógica.
Para caracterização mineralogia dos minérios foram utilizadas a microscopia óptica luz refletida e/ou difração de raios-X. Para os materiais muito finos foram utilizados o MEV para auxiliar na caracterização mineralógica das amostras.
Para balizar os trabalhos de caracterização tecnológica, foi realizada a caracterização mineralógica, com o intuito de direcionar os trabalhos de pesquisa tecnológica, assim foi retirada uma alíquota representativa da amostra principal para que fosse realizada a caracterização mineralógica.