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Suda dibe batan, su içinde askıda kalan ve yüzen cisimlere etkiyen kuvvetleri çizerek gösterebilme.

DERS PLAN

15. Suda dibe batan, su içinde askıda kalan ve yüzen cisimlere etkiyen kuvvetleri çizerek gösterebilme.

Antes de abordar as etapas, passos e análises associadas ao planejamento estratégico é importante destacar que numa organização a administração se dá em três níveis:

- Estratégico: define a direção da organização adaptando-se ao meio ambiente e cabe a Diretoria ou Conselho de Administração.

- Administrativo: cuida do relacionamento e integração interna da organização e faz o elo entre a área administrativa e operacional.

Estes níveis podem distinguir três tipos de planejamento: estratégico, tático e operacional. De forma resumida o planejamento estratégico relaciona-se com objetivos de longo prazo e com estratégias e ações para alcançá-los que afetam a empresa como um todo, ou risco e amplitude maior.

O planejamento tático relaciona-se a objetivos de médio prazo com riscos e amplitude que afetam parte da empresa como um plano de marketing ou financeiro.

O planejamento operacional é o dia a dia, com riscos e amplitude muito menores como uma alteração no produto ou plano de cargos e salários.

As etapas, passos e análises do planejamento estratégico para Almeida (2003) seguem o modelo da Figura 2.

Figura 2 - Modelo para elaboração do planejamento segundo Almeida FONTE: Almeida (2003)

A orientação está voltada ao estabelecimento da missão, vocação e visão, ou a razão de ser da empresa, orienta a estratégia e não pode ser mudada em espaços de tempo muito curto, é mais usada nas grandes empresas e nas Unidades de Negócio de grandes corporações.

O diagnóstico segue a abordagem SWOT da Escola do Design e pode ter técnicas de aplicação diferente em diferentes organizações, o que se espera é que as análises sejam consistentes e confiáveis.

Para Almeida (1997), tem-se como fator importante neste diagnóstico à análise do ambiente. É tudo aquilo que influencia o desempenho da entidade, pessoa ou organização, sem que ela pouco ou nada possa fazer para mudar esses fatores/variáveis, sendo a análise do ambiente uma etapa muito importante do planejamento estratégico.

A entidade busca a eficácia a partir das oportunidades e ameaças identificadas. Para se ter sucesso deve-se aproveitar as oportunidades e evitar as ameaças.

Para facilitar a análise do ambiente, Fischmann e Almeida (1991) utilizam o conceito de segmentação ambiental, de acordo com o Quadro 4.

Quadro 4 - Segmento ambiental

Segmento Ambiental Variáveis Ambientais Características

Macro ambiente clima Relações de poder (fatores políticos que determinam o comportamento das variáveis) tais como: restrição à importação, incentivos fiscais

A previsão do clima pode ser de curtíssimo prazo ou uma tendência a longo prazo

Macro ambiente solo São compostos da população e suas características, fornecendo a receita necessária para manter e desenvolver a empresa. Tais como: aumento da população por região, por idade e sexo

As transformações são lentas e previsíveis

Ambiente operacional Organizações e pessoas que sem pertencer à empresa, relacionam-se diretamente com suas atividades. Tais como concorrentes, fornecedores e clientes

As previsões são feitas com um conjunto de variáveis, pois estes são interdependentes

Ambiente interno É a parte humana e incontrolável das pessoas que participam diretamente da empresa. Tais como: valores e aspirações.

São os determinantes dos indivíduos e grupos que orientam as suas ações

FONTE: Fischmann e Almeida (1991)

Para Fischmann e Almeida (1991), deve-se analisar apenas aquelas que tenham relevância para a empresa. Isso é feito relacionando o comportamento de uma variável ambiental em períodos de sucesso e de fracasso. Se o comportamento não se altera nesses períodos, deduzimos que o seu comportamento não é relevante para o desempenho da empresa.

Outro aspecto importante da análise de ambiente é o planejamento de cenários, citado na escola do Planejamento. Para Heijden (2005) o planejamento de cenários é particularmente recomendado para organizações que:

- Operam num ambiente com alto grau de incerteza e seus administradores têm pouca habilidade para lidar com previsões ou necessidades de ajustes.

- Tem um histórico de surpresas que custou muito dinheiro. - Tem dificuldades para perceber ou gerar novas oportunidades. - São muito rotineiras e possuem pensamento estratégico pobre.

- Estão num ramo industrial que tem apresentado mudanças significativas. - Estão à procura de uma linguagem comum.

- Tem fortes diferenças internas de opinião, muitas com mérito. - Seus concorrentes usam planejamento de cenário.

A direção está relacionada ao tipo de estratégia que será adotada, o importante é que esteja condizente com as análises anteriores e busque sinergias comerciais, operacionais, de investimento ou administrativas. Os principais tipos de estratégia estão relacionados à integração vertical, integração horizontal, economia de contenção, desinvestimentos, liquidação do negócio, penetração de mercado, desenvolvimento de novos produtos ou novos mercados, diversificação, concentração, retração, inovação, enfim várias são as alternativas e a organização poderá escolher uma ou combinar vários tipos.

Os objetivos têm a função de verificar aquilo que foi projetado na direção, podem ser de longo, médio e curto prazo e a dimensão destes prazos está relacionada ao porte da organização e o ramo de atividades que ela se encontra. Grandes corporações podem trabalhar com objetivos superiores a cinco anos, pequenas empresas o aconselhável é trabalhar com prazos de no máximo três anos.

Eficácia é a palavra usada para indicar que a organização realiza seus objetivos. Quanto mais ela atinge seus objetivos mais ela demonstra sua eficácia, Certo et al (2005), especificam algumas características dos objetivos eficazes:

- Específicos, indicam exatamente o que deve ser realizado, por quem e dentro de que intervalo de tempo.

- Exigentes de esforços, ou seja, desafiadores e deve ser difícil o suficiente para que os funcionários tenham que se esforçar para alcançá-los.

- Flexíveis, podem ser modificados se necessário. - Mensuráveis, quantificado, que não gere dúvida.

- Consistente em longo prazo, de acordo com a missão organizacional e que suportem diversos cronogramas em suas etapas até serem atingidos.

A viabilidade está relacionada aos indicadores ou demonstrativos financeiros, como contribuição por produto ou Unidade de Negócio, lucros e perdas, balanço, fluxo financeiro e outros indicadores.

As ações e o cronograma estão relacionados à operacionalização do planejamento e de preferência devem conter os prazos, responsáveis e custos de cada ação assim como sua situação atual e pretendida. É importante que o plano possa ser divulgado para todas as pessoas de decisão da empresa e os detalhes deverão ser do conhecimento apenas dos responsáveis de cada área.

2.7 Planejamento estratégico para Wright et al (2000), Thompson e Strickland

Benzer Belgeler