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BÖLÜM 2. SEYYİD ŞERÎF CÜRCÂNÎ’YE GÖRE NÜBÜVVET İLE İLGİLİ

2.5. İsmet Sıfatı bağlamında Peygamberlerin Zellelerine İlişkin Ayetlere Yaklaşımı

2.5.7. Hz. Muhammed İle İlgili Ayet ve Rivayetler

A United Nations Conference on Trade and Development (UNCTAD) analisa o valor total dos Investimentos Diretos Externos (IDE) formalizado pelos países nos anos recentes: em 2007 os investimentos alcançaram um valor recorde de US$1,833 bilhões frente a um total de US$400 bilhões no ano de 2000. As taxas de crescimento dos fluxos de IDE dos países desenvolvidos e em desenvolvimento podem ser verificadas na Tabela 1 (UNCTAD, 2008).

Taxa de crescimento dos fluxos de IDE em dólares 2006 2007 MUNDO 47.2 29.9 Economia Desenvolvidas 53.9 32.6 Europa 18.6 41.6 América do Norte 127.3 14.0 Economias em Desenvolvimento 30.5 21.0 África 55.3 15.8 América Latina 21.6 36.0 Ásia 29.9 17.0

Tabela 1 – Taxas de crescimento dos fluxos de IDE em dólares americanos entre os anos de 2006 e 2007 Fonte: Elaborado pela autora. Adaptado de UNCTAD 2008, p. 4.

As taxas de crescimento para o período analisado foram influenciadas por importantes aspectos presentes nesse cenário. Entre eles, destacam-se:

a) O alto crescimento econômico e desempenho das economias;

b) A influência dos lucros das firmas incorporadas, que contribuíram para a formação de fundos que puderam ser usados no financiamento de investimentos e também ajudaram a reduzir a importância dos empréstimos junto a bancos;

c) As atividades de fusões e aquisições em países estrangeiros, que alcançaram o valor total recorde de US$1,637 bilhões no ano de 2007 (21% maior que o valor alcançado no ano 2000);

d) As condições financeiras favoráveis de muitas multinacionais importantes, que apresentaram lucros crescentes no período, apesar das crises de liquidez presentes em bancos transnacionais.

As taxas de crescimento de IDE foram maiores entre países desenvolvidos que em países em desenvolvimento, principalmente como resultado de um forte crescimento econômico nesses países. Quanto aos países em desenvolvimento, especialmente para a América Latina em 2007, as entradas de IDE cresceram 36% e alcançaram um valor recorde de US$126 bilhões. Estes investimentos tiveram como destino, principalmente, países como Brasil e Chile e os recursos foram direcionados com maior intensidade para atividades de expansão e em novos investimentos e menos em atividades de fusões e aquisições. (UNCTAD, 2008, p.8).

Adicionalmente, o cenário para países em desenvolvimento pode ser considerado como resultante de um forte crescimento da economia regional e dos elevados preços das commodities que proporcionaram altos lucros corporativos. No Brasil, as atividades de manufatura baseadas em recursos naturais contribuíram para a entrada de IDE em maior escala.

Quanto à formalização de IDE por parte de países em desenvolvimento, dados da UNCTAD (2008) revelam que as taxas continuaram altas. Porém, para países da América Latina e Caribe, estes valores caíram 17% em 2007. Nesse resultado, o Brasil teve uma participação importante, pois apresentou uma redução de US$7 bilhões em saídas de recursos para IDE após ter alcançado um valor de US$28 bilhões em 2006.

Quanto à influência de aspectos políticos na formalização de IDE, o principal aspecto considerado em todas as economias continua sendo a maior abertura dos países. Assim, muitos têm incentivado o recebimento de IDE através de medidas como a concessão de benefícios e estabelecimento de zonas econômicas especiais como meio de reduzir as taxas de impostos. No Brasil, essa tendência tem sido verificada mais intensamente no setor de serviços.

Essa tendência de maior abertura não tem sido verificada entre países como Bolívia, Equador e Venezuela, exportadores de recursos de base natural, que criaram novas restrições setoriais e de propriedade.

A UNCTAD também classifica as maiores transnacionais não financeiras e as 100 maiores empresas transnacionais de países em desenvolvimento. Para tanto, primeiramente, são considerados os valores de ativos que as empresas mantêm no exterior.

A avaliação do nível ou grau de internacionalização é feita a partir da consideração de empresas que ocupam um papel de destaque na produção mundial, tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento. Portanto, essa classificação considera somente empresas que já desenvolveram processos de internacionalização produtiva.

Porém, se aspectos como o volume de vendas no exterior ou o número de empregos gerados no exterior fossem considerados, as posições seriam diferentes. Assim, como forma de solucionar essa questão, a UNCTAD desenvolveu o Índice de Transnacionalidade (Transnationality Index – TNI), que considera outros aspectos para a avaliação de “quanto transnacional” cada uma das empresas realmente é. Esse índice é calculado a partir de três razões:

a) Ativos estrangeiros com relação aos ativos totais; b) Vendas no exterior com relação às vendas totais;

c) Empregos gerados no exterior com relação ao total de empregos.

Outra informação relevante que pode contribuir para a análise do nível de transnacionalização de uma empresa refere-se ao número de filiais estrangeiras e ao número de países em que uma determinada empresa mantém tais filiais. Para tal índice, definido como “Índice de Internacionalização” (II), os resultados mostram que, em média, mais de 70% das filiais das maiores transnacionais são localizadas no exterior. (UNCTAD, 2008, p.29).

Portanto, nessa classificação, são considerados também o Índice de Transnacionalidade (TNI) e o Índice de Internacionalização (II). Os dados revelam que das 100 empresas transnacionais classificadas, 79 são asiáticas, 10 têm origem em países da América Latina e 11 são africanas. Especialmente quanto ao Índice de Internacionalização (II), em média, mais de 50% das filiais de empresas classificadas entre as maiores transnacionais de países em desenvolvimento estão localizadas no exterior. Para as empresas

transnacionais de países desenvolvidos, esta porcentagem é maior. Quanto à análise de regiões para a formalização de IDE por empresas internacionais, destacam-se, em ordem de preferência: China, Índia, Estados Unidos, Rússia e Brasil. (UNCTAD, 2008, p. 29).

Entre as empresas latino-americanas estão consideradas três empresas brasileiras nas respectivas posições: Companhia Vale do Rio Doce (décima primeira), Petrobrás (décima segunda) e Metalúrgica Gerdau (trigésima nona). A Tabela a seguir traz informações sobre a classificação dessas empresas:

Ativos Vendas Emprego No de Filiais

Ativos no Exterior