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4. BULGULAR

4.3 Histopatalojik İnceleme

Ausente Ausente Presente Presente Presente

Intermitente Fraco Fraca

Presente Presente Presente Presente Presente

Contínua Bom Moderada

Presente Presente Presente Presente Presente

Contínua Bom Forte

Aquisição interna de conhecimento

3. PARTICIPAÇÃO EM TREINAMENTOS

INTERNOS.

4. BUSCA INDIVIDUAL DE CONHECIMENTO

(APRENDER-FAZENDO)

Ausente

Presente Intermitente Fraco Fraca

Presente

Presente Contínua Bom Moderada

Presente

Presente Contínua Bom Forte

Socialização do conhecimento

3. CONSTRUÇÃO DE TIMES DE EXCELÊNCIA

4. TRANSFERÊNCIA DE CONHECIMENTO DE

COLABORADOR PARA COLABORADORES, DISSEMINAÇÕES.

Ausente

Presente Intermitente Fraco Fraca

Ausente

Presente Contínua Moderado Forte

Presente

Presente Contínua Bom Forte Codificação do conhecimento

2. PADRONIZAÇÃO DAS ROTINAS E

PROCEDIMENTOS

2. ELABORAÇÃO DE MANUAIS (PROJETOS DE ENGENHARIA E PROCESSO DE PRODUÇÃO).

Ausente

Ausente Intermitente Fraco Fraca Ausente Presente Contínua Moderado Forte Presente Presente Contínua Bom Forte

7.2.6 CONCLUSÃO DA RELAÇÃO DOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM NA ACUMULAÇÃO DE COMPETÊNCIAS TECNOLÓGICAS

Este estudo possibilitou a visão da trajetória da acumulação de competência na Multibrás da Amazônia e a influência significativa que os processos de aprendizagem tiveram sobre ela. Para isto as estruturas utilizadas ( tabela 3.1 e tabela 3.2) de Figueiredo (2001), foram úteis para tabular e para clarificar a evolução da trajetória de acumulação de competências tecnológicas e os processos subjacentes de aprendizagem, visto que com base nos dados relatados é notável total carência da empresa de processos de aprendizagem e conseqüentemente pouca acumulação de competência no primeiro período estudado, neste momento a preocupação era pura e simplesmente produzir o que se propunha, ignorando a busca de aperfeiçoamento e especialização técnica e inovação em equipamentos.

Em contrapartida, no segundo período nota-se a busca contínua de melhoramentos por meio de mudanças exigidas em diversas áreas da empresa. Com a intenção de novos mercados, como por exemplo, a produção de peças montadas, passou então a ser necessário a procura de mão de obra generalizada e específica. O desejo de implantação de novas máquinas exigiu o envio de técnicos ao exterior para pesquisarem sobre equipamentos e recursos, bem como a vinda de técnicos dos fabricantes dos equipamentos para treinar a mão-de-obra local. Internamente o conceito de novos recursos já estava sendo empregado por meio da estruturação das áreas da empresa, utilizando como ferramenta facilitadora os sistemas informatizados, extinguindo muitas tarefas manuais. Dessa forma, o segundo período foi marcado, pelo projeto de mudanças, onde tudo estava sendo planejado, mas para que os projetos fossem realizados com êxito era necessário preparar os pessoal envolvido, e foi o que aconteceu, por meio de treinamentos internos e externos.

O terceiro período é marcado pela implantação dos projetos do segundo período, onde podem ser citados como principais: a implantação efetiva do novo parque de máquinas injetoras; a utilização de robôs de pintura; a certificação pela ISO; a conscientização da empresa para com o meio ambiente. Estes outros importantes aspectos não poderiam ter sido vingados, sem o processo contínuo de aprendizagem buscado pelos colaboradores, e o mais difícil ainda seria manter todas estas conquistas sem a competência adquirida por meio destes processos. É válido e de vital importância os processos de aprendizagem no processo da empresa para o acúmulo de competências tecnológicas.

Nota-se então, que os processos de aprendizagem foram importantes para a acumulação de competências tecnológicas na Multibrás da Amazônia, pois se a Multibrás não tivesse atentado para as quatro características chave dos processos de aprendizagem, como ocorreu no primeiro período estudado (1983-1986), não teria engajado esforços para alcançar níveis mais altos de conhecimento e conseqüentemente não acumularia competências tecnológicas que lhe permitissem atingir o Nível (5), como no último período estudado (1996-2000).

CAPÍTULO 8 - CONCLUSÃO

Nesta dissertação buscou-se verificar a relação existente entre processos de aprendizagem e acumulação de competências tecnológicas , na Multibrás da Amazônia S.A.

Os processos de aprendizagem foram analisados segundo a estrutura proposta por Figueiredo (2001), conforme a tabela 3.2, em função das suas quatro características chave (variedade, intensidade, funcionamento e interação), com base na descrição das evidências empíricas dos capítulos 5 e 6.

Constatou-se que as trajetórias de acumulação de competências tecnológicas entre as funções estudadas, estão associadas aos diversos processos para adquirir conhecimento tecnológico e convertê-lo em organizacional, ocorridos na empresa. Isto confirma resultados de estudos anteriores, feitos em empresas de indústrias diferentes da indústria de componentes plásticos, sobre a influência dos processos de aprendizagem na acumulação de competências tecnológicas na empresa tais como os resultados encontrados em: indústria eletrônica (Kim, 1995), indústria de vidro (Dutrénit, 2000) e, indústria de aço (Figueiredo, 2001).

Este estudo, também demonstrou a aplicabilidade da estrutura analítica para explorar o relacionamento entre os processos de aprendizagem e a acumulação de competências tecnológicas (Figueiredo, 2001), em empresas da indústria de plástico. Mas especificamente, nesta dissertação procurou-se responder às duas questões enumeradas na seção 8.1.

8.1 QUESTÕES DA DISSERTAÇÃO

(i) Como evoluiu a acumulação de competências tecnológicas em processos e organização da produção e produtos na Multibrás da Amazônia, durante o período de 1983 a 2000?

(ii) Qual o papel dos processos de aprendizagem utilizados na Multibrás da Amazônia na acumulação de competências tecnológicas no período de 1983 à 2000?

8.1.1 TRAJETÓRIA DE ACUMULAÇÃO DE COMPETÊNCIAS TECNOLÓGICAS

No início de suas atividades a Multibrás da Amazônia carecia até de competências básicas em todas as funções estudadas. Estas funções foram sendo acumuladas, construídas e aprimoradas ao longo do período de estudo.

Percebeu-se que a evolução das trajetórias de acumulação de competências tecnológicas nas duas funções em estudo, ocorreu de forma diferente, tanto no modo como na velocidade de acumulação de capacitação tecnológica. Isto pode ser constatado, quando observamos a tabela 5.1 (ver capítulo 5), em que se verifica que, apenas de 1983 a 1986, a empresa apresentou modos e velocidades iguais nas duas funções tecnológicas. A partir daí, nota-se que as trajetórias de acumulação não apresentam taxas de acumulação semelhantes, e embora estejam no momento no mesmo nível, o nível superior, observa-se uma evolução mais consistente em processos e organização da produção que de acordo com as evidências empíricas descritas no capítulo 5, mostram ser o maior foco de acumulação de competências da empresa, por apresentar maior possibilidade de desenvolvimento visto que a função produto torna-se limitada, em razão da empresa não ter um produto próprio, ou seja fornece produtos de terceiros para terceiros.

8.1.2 O PAPEL DOS PROCESSOS DE APRENDIZAGEM UTILIZADOS NA MULTIBRÁS DA

Benzer Belgeler