BÖLÜM 2. SĠSTEMĠN TANITILMASI
2.3.2.5. Hibrid kodlayıcılar (hybrid coders)
INFANTIL EM SITUAÇÃO DE INTERNAÇÃO EM BERÇÁRIO PÓS-UTI
NEONATAL
No processo de ensino-aprendizagem, sob a perspectiva da programação de ensino, objetivos de ensino, além de orientar quem ensina e quem está sendo ensinado, permitem fornecer uma medida para avaliar o progresso alcançado pelo procedimento. Nesse sentido, de acordo com Lorena (2007), a avaliação do programa de ensino é também uma etapa no processo de elaboração de programas, de modo que seja possível verificar se, e quanto, os aprendizes foram capacitados para lidar com a situação-problema a partir das condições de ensino oferecidas. Se os aprendizes não estão suficientemente aptos, será necessário rever a descrição da situação-problema ou dos objetivos terminais. Revisões ao longo do desenvolvimento de um programa de ensino devem ser realizadas, por meio de uma nova proposta de intervenção ou completando aspectos que ainda não haviam sido considerados, com o propósito de gerar ensino eficaz e aprendizagem efetiva.
Neste sentido, e conforme já ressaltado anteriormente, avaliar se o aprendiz atingiu um objetivo comportamental deve ir além da verificação de suas respostas, é necessário observar se a resposta ocorre em determinadas condições de estímulo e se pode se manter sem o controle de contingências vinculadas apenas às situações de ensino (BOTOMÉ, 1977). Segundo este autor, a avaliação tanto do desempenho do aprendiz quanto do programa de ensino devem levar em conta mais do que a resposta do aprendiz.
Em artigo publicado em 1998, sobre Programação de Ensino no Brasil, Nale afirma que no país instalou-se a preocupação em avaliar cursos programados em bases diferentes das comumente utilizadas: buscando identificar o controle que as contingências programadas exerciam, sobretudo no sentido de levar os alunos a realizarem tarefas propostas e aprenderem os comportamentos estabelecidos como objetivos. Assim, a avaliação tem por base principalmente produtos das respostas dos alunos, relacionados aos vários objetivos do curso e coletados em diferentes momentos do processo de ensino: imediatamente antes da aplicação do programa, em momentos estratégicos ao longo dessa aplicação, e ao final da
mesma, entre outras possibilidades. Segundo Nale (1998), neste mesmo artigo sobre programação, mais abundantes são os estudos em que se procedeu à avaliação direta de desempenhos componentes de objetivos comportamentais e em que, como regra, constata-se, também, a preocupação em avaliar a aprendizagem em situações que se aproximam, no grau máximo possível, da situação natural.
Em relação à ocorrência de aprendizagem, Kubo e Botomé (2001) indicam que não é apenas o que o aluno faz, mas suas relações com seu meio que evidenciam o que, de fato ele está produzindo de transformações nesse meio; nesse sentido, o que evidenciará a aprendizagem é o que ele conseguirá fazer em seu meio. Quando o aprendiz não está sendo capaz de apresentar classes de repostas que constituam uma outra relação com o meio, de forma a gerar conseqüências (resultados) que constituam uma alteração significativa (ou de interesse) nesse meio, isto constitui o que pode ser chamado de comportamento inapropriado, ineficaz ou equivocado.
Um aspecto importante da alteração no comportamento do aprendiz não é o desempenho inicial nem o desempenho final e sim a mudança de um para outro: quando essa mudança é produzida pela ação do professor, pode ser dito que houve ensino. Se ela ocorrer sem a intervenção de alguém, houve apenas aprendizagem, uma vez que a natureza e as situações também ensinam, sem a ajuda das pessoas (KUBO; BOTOMÉ, 2001). Uma outra característica pode ser indicada no que constitui o ensinar: aumento da probabilidade de ocorrência das novas maneiras de agir, em situações com propriedades semelhantes às da situação-problema. Toda aprendizagem que ocorre nesses termos tem alguma probabilidade de generalizar-se, de alguma forma e em algum grau, para outras situações diferentes, em algum aspecto ou grau, daquela que foi apresentada ao aprendiz.
Segundo Kubo e Botomé (2001), as condições de ensino e os objetivos, quando são de boa qualidade, tendem a possibilitar outras aprendizagens relacionadas a estes objetivos e decorrentes das condições de ensino. Cabe ao professor lidar com outros comportamentos do aprendiz, pois raramente um organismo aprende, ao agir no ambiente, apenas aquela unidade de aprendizagem que alguém ensinou.
Considerando a relevância de produzir procedimentos de ensino mais eficazes e econômicos para realizar a capacitação de aprendizes em processos informais de ensino, constituem perguntas de pesquisa, neste estudo:
• Em que medida objetivos comportamentais e diferentes condições de ensino propostos a partir de um processo de programação de ensino, individualmente, contribuem para preparar mães para os desempenhos
definidos como desejáveis para atuar como promotoras do desenvolvimento infantil desde o ambiente hospitalar?
• Qual é o impacto de um programa de ensino para mães de bebês pré- termo internados num berçário hospitalar, a partir de aprendizagens desejáveis para desempenhar condutas de cuidado favorecedoras do desenvolvimento infantil e da relação entre mães e bebês?
• Em que medida a elaboração de um programa de ensino com base na tecnologia derivada do conhecimento produzido no âmbito da Análise Experimental do Comportamento, constitui base eficaz para a promoção de processos de ensino, neste âmbito?
• Em que medida a elaboração do presente programa de ensino permite gerar produtos a serem utilizados em capacitações futuras de novas mães aprendizes em contextos semelhantes?
MÉTODO
IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DO IMPACTO DO PROGRAMA DE ENSINO