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TAMAMLANAN YATIRIMLARIN DENETLENMESİ VE CEZAİ İŞLEMLER

1- Hayvancılık İşletmesinin Faaliyet alanı ve kapasitesi:

Quanto aos princípios contábeis, o reconhecimento da despesa de provisão para créditos de liquidação duvidosa está relacionado a vários deles, destacando-se

empréstimo, trazendo-o a valor presente, levando-se em conta o seu nível de debilidade. Ademais, um método inadequado de classificação de empréstimos põe em dúvida o estabelecimento de um nível de provisionamento apropriado para problemas com empréstimos, distorcendo as demonstrações contábeis, os exageros do capital e a relação de adequação do capital do banco.

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Tradução livre: A principal diferença é que as provisões gerais são para possíveis ou potenciais perdas ainda não identificadas, enquanto que a provisão específica reflete a perda já identificada. Em alguns países é exigido dos bancos manter uma provisão geral em certa proporção do total dos empréstimos ou ativos. Tal exigência deve estar baseada numa análise global da experiência passada de perdas, particularmente as perdas específicas identificadas.

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a prudência, a competência, o registro pelo valor original, a oportunidade e a essência sobre a forma.

Sobre o Princípio da Prudência a Resolução do Conselho Federal de Contabilidade CFC n. 750, de 29/12/1993 , dispõe:

Art. 10. O Princípio da PRUDÊNCIA determina a adoção do menor valor para os componentes do ATIVO e do maior para os do PASSIVO, sempre que se apresentem alternativas igualmente válidas para a quantificação das mutações patrimoniais que alterem o Patrimônio Líquido(CFC, 2001).

Desse modo, aplicando-se o princípio acima citado às práticas relativas à provisão para créditos de liquidação duvidosa, pode-se dizer que há dois valores para a carteira de créditos: o valor concedido e o valor que se espera receber. Considerando-se que o valor esperado pela liquidação da carteira é menor que o valor presente do total concedido aos tomadores, pois são esperadas algumas inadimplências, justifica-se a redução do valor do ativo por meio de uma provisão.

Quanto ao princípio da Competência, a Resolução CFC n. 750/93 dispõe: “Art. 9º. As receitas e as despesas devem ser incluídas na apuração do resultado do período em que ocorrerem, sempre simultaneamente quando se correlacionarem, independentemente de recebimento ou pagamento.”

Ainda com relação a esse princípio, a Deliberação CVM n. 29/1986, de 05/02/1986 (CVM, 2006), estabelece, no seu enunciado sobre o Confronto das Despesas com as Receitas e com os Períodos Contábeis:

Toda despesa diretamente delineável com as receitas reconhecidas em determinado período, com as mesmas deverá ser confrontada; os consumos ou sacrifícios de ativos (atuais ou futuros), realizados em determinado período e que não puderam ser associados à receita do período nem às dos períodos futuros, deverão ser descarregados como despesas do período em que ocorrerem [...] (CFC, 2001 apud CVM, 2006)

Cabe reforçar que, conforme abordado no item 3.1 deste trabalho, o fato gerador do registro da provisão para créditos de liquidação duvidosa não ocorre por ocasião da concessão do crédito, mas sim no momento em que seja percebida uma expectativa de perdas associadas à operação concedida. Nesse caso, quando a

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eventual expectativa de perdas associadas a determinada operação de crédito ocorre em exercício posterior ao da concessão, a despesa de PCLD contabilizada não está associada ao exercício em que foi concedido o crédito, mas ao exercício em que aumentaram as expectativas de perda.

Sobre o princípio do Registro pelo Valor Original, a Resolução CFC n. 750/93 traz o seguinte enunciado:

Art 7º. Os componentes do patrimônio devem ser registrados pelos valores originais das transações com o mundo exterior, expressos a valor presente na moeda do País, que serão mantidos na avaliação das variações patrimoniais posteriores, inclusive quando configurarem agregações ou decomposição no interior da ENTIDADE(CFC, 2001).

Desse modo, caso a contabilização de uma operação de crédito ocorresse em uma única conta, pelo valor concedido descontado das perdas esperadas, não seria possível obter o seu valor histórico. Pelas regras de contabilização da provisão, preserva-se uma conta com o valor histórico da operação, que é, então, ajustada por outra conta, redutora do valor original, que reflete as perdas esperadas.

Já o princípio da Oportunidade tem na Resolução CFC n. 750/93 a seguinte definição:

Art. 6º. O princípio da Oportunidade refere-se, simultaneamente, à tempestividade e à integridade do registro do patrimônio e das suas mutações, determinando que este seja feito de imediato e com a extensão correta, independentemente das causas que a originaram.

Parágrafo único. Como resultado da observância do princípio da OPORTUNIDADE:

I - desde que tecnicamente estimável, o registro das variações patrimoniais deve ser feito mesmo na hipótese de somente existir razoável certeza de sua ocorrência;...(CFC, 2001)

Delaney at al (1996, apud FREIRE FILHO, 2002, p. 52) assinalam que as normas estadunidenses estabelecem padrões relativos ao tratamento contábil de perdas contingentes, conforme descritos a seguir:

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Quanto à possibilidade de ocorrência:

- se a ocorrência é provável, deve ser contabilizada como um passivo e evidenciada em notas explicativas suas características;

- se a ocorrência é razoavelmente possível (entre provável e remota), a contingência deve ser evidenciada em notas explicativas;

- se a ocorrência é remota, como regra geral não deve ser objeto de contabilização nem evidenciada em notas explicativas. Contudo, no caso de garantias, é requerida a evidenciação.

Quanto ao valor:

- Para registro da contingência é necessário que o valor possa ser razoavelmente estimado. Caso esta condição não possa ser atendida, não será feito o registro contábil, mesmo que a realização seja provável, devendo ser realizada apenas a evidenciação em nota explicativa.

Nesse contexto, e admitindo-se uma alta probabilidade de ocorrência de perdas nas carteiras de operações de crédito, bem como a possibilidade de estimar os valores de tais perdas, é oportuno que elas sejam registradas de imediato.

Cabe aqui registrar que estudo conduzido pelo FMI (IMF, 2002), sobre a regulamentação de provisão de vários países, evidenciou que, em alguns deles, as operações de crédito garantidas por hipoteca de imóveis têm o seu valor de provisão reduzido em função do valor de avaliação dessa garantia.

Por fim, tem-se o princípio da Essência sobre a Forma, abordado no § 2º do Art. 1º da Resolução n. 750/93 do CFC, que dispõe: “Na aplicação dos Princípios Fundamentais de Contabilidade a situações concretas, a essência das transações deve prevalecer sobre seus aspectos formais.”

Ainda sobre esse princípio, Iudícibus, Martins e Gelbke (2003, p. 50), ensina que:

A contabilidade possui um grande relacionamento com os aspectos jurídicos que cercam o patrimônio, mas, não raro, a forma jurídica pode deixar de retratar a essência econômica. Nessas situações, deve a Contabilidade guiar-se pelos seus objetivos de bem informar, seguindo, se for necessário para tanto, a essência ao invés da forma.

Por exemplo, a empresa efetua a cessão de créditos a terceiros, mas fica contratado que a cedente poderá vir a ressarcir a cessionária pelas perdas decorrentes de eventuais não pagamentos por parte dos devedores. Ora,

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juridicamente não há ainda dívida alguma na cedente, mas ela deverá atentar para a essência do fato a[o] registrar a provisão para atender a tais possíveis desembolsos.

Além do exemplo acima, a aplicação desse princípio às operações de crédito ocorre quando se considera na base de cálculo da provisão para créditos de liquidação duvidosa os valores das operações de leasing financeiro efetuadas pelos bancos. Ainda que, juridicamente, esse tipo de operação seja considerado aluguel, economicamente é caracterizado como financiamento, o que respalda o tratamento contábil citado.

Benzer Belgeler