3. ŞİŞLİ CAMİİ HATLARI
3.3. ŞİŞLİ CAMİİ’NDE MEVCUT YAZILARIN HATTATLARI
3.3.3. Hattat Hâmid Aytaç
Um dos fatores que propiciou o aumento desses desequilíbrios foi a demanda pelo aumento da produção, o que contribuiu para o aparecimentos dos alimentos “modificados”, que modifica desde o modo de produção até a qualidade de vida da polução rural, afetadas por essa nova tecnologia agrícola, que surge para “melhorar” a produção e aumentar os lucros dos latifundiários.
Balsan (2006, p.143) vem dizer que:
Com relação à qualidade de vida, pode-se considerar, também, a introdução de espécies vegetais “melhoradas”, cujo sentido é apenas aumentar a produtividade. Entretanto, essas sementes são mais do que simplesmente uma forma de aprimorar a produtividade; expressam o poder das estruturas funcionais de grupos de empresários do Brasil e do estrangeiro, evidenciado no impacto da modernização e da globalização da atividade agrícola.
O processo de modernização da agricultura trouxe consigo transformações para os espaços rurais e, com elas, muitos problemas sociais, pois a má distribuição de terras e o uso desenfreado dos agrotóxicos acarretam a concentração de renda, bem como a degradação e erosão dos solos, assim como problemas à saúde humana. Essas questões estão envoltas às modificações postas e impostas na agricultura brasileira, cada vez mais dependente aos insumos artificiais e, portanto, das multinacionais responsáveis por tais tecnologias.
175 | P á g i n a O solo com o passar dos anos e com a passagem, entre um cultivo agrícola a outro, diminui as substâncias essenciais para a manutenção de sua fertilidade. Além disso, contamina os alimentos e, assim, a sociedade. Para Veiga (2000) apud Balsan (2006 p.142), “[...] a erosão da diversidade biológica só poderá ser controlada se houver simultânea retração de atividades que degradam os habitats e crescimento das que os conservam ou recuperam”.
Desse modo, a utilização dos venenos, como são chamados pelos próprios agricultores, preocupa muitos ambientalistas e estudiosos que buscam maneiras para tentar diminuir e amenizar essa realidade.
Londres (2011, p.17) relata que:
Embora a agricultura seja praticada pela humanidade há mais de dez mil anos, o uso intensivo de agrotóxicos para o controle de pragas e doenças das lavouras existe há pouco mais de meio século. Ele teve origem após as grandes guerras mundiais, quando a indústria química fabricante de venenos então usados como armas químicas encontraram na agricultura um novo mercado para os seus produtos.
O uso excessivo de agrotóxicos além de prejudicar o solo ele ainda pode contaminar o lençol freático, que fica impróprio para retirada de água para consumo, tanto humano quanto de animais. Com as crescentes agressões o solo vai perdendo nutrientes e ficando improdutivo, além do lençol freático que ao invés de reter a água ira se tornar um “depósito de agrotóxicos”.
Nesse contexto, Graziano (1998) vem nos dizer que a produção agropecuária deixa, assim de ser uma esperança ao sabor das forças da natureza para se converter numa certeza sob comando do capital.
Deste modo, é de grande importância a busca de alternativas que esquadrinhem qualidade de vida, sem comprometer as gerações futuras de atenderem as suas próprias necessidades, centrando-se em três eixos principais, tais como: crescimento econômico, equidade social e equilíbrio ecológico, para desenvolver sem destruir e crescer sem prejudicar ao meio ambiente e a todos aqueles que nele habitam. Segundo A Carta da Terra (2002), “Para chegar a este propósito, é imperativo que nós, os povos da Terra, declaremos nossa responsabilidade uns para com os outros, com a grande comunidade da vida, e com as futuras gerações” (ONU 2002).
CONSIDERAÇÕES FINAIS
Percebemos que a modernização da agricultura está entrelaçada aos interesses econômicos e ao processo de industrialização do país, assim como diz Teixeira (2005 p. 40):
A industrialização se expandiu rapidamente e passou a exigir uma reestruturação do campo, visto ser fonte de matéria-prima. Era necessário preparar o campo para produzir para a indústria e, ao mesmo tempo,
176 | P á g i n a receber produtos industrializados, tais como agrotóxicos, fertilizantes, sementes melhoradas e máquinas.
O presente artigo teve como objetivo esclarecer, através de discussões acerca da modernização da agricultura do Brasil, os motivos pelo qual essa modernização trouxe consigo mudanças no campo brasileiro acarretando diversos desequilíbrios sociais. O que se pode compreender que se intensificou, a partir do desenvolvimento do capital, a substituição da mão de obra pelas máquinas, o cultivo agrícola natural pelo uso de agrotóxicos possibilitando o aparecimento de doenças. Tudo isso contribuindo para a saída dos homens e mulheres do campo para as cidades.
Esse trabalho tem o propósito de dialogar, acerca dessa situação, evidenciando a realidade vivida pelas famílias agricultoras e que, de fato, representa a modernização agrícola. Fica o questionamento, esse desenvolvimento é para todos de uma forma igualitária? Ou é somente mais uma forma de maquiar a realidade capitalista?
A partir dessas perguntas concluímos que desenvolver vai além de modificar os meios de produção, é encontrar uma forma onde todos possam crescer sem destruir o meio ambiente.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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177 | P á g i n a MATOS, P, F; PESSOA, V, L, S. A Modernização da Agricultura no Brasil e os Novos Usos do Território. In: Geo UERJ - Ano 13, nº. 22, v. 2, p. 290-322, 2011.
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TEIXEIRA, Jodenir Calixto. Modernização da agricultura no Brasil: Impactos econômicos, sociais e ambientais. In: Revista Eletrônica da Associação dos
178 | P á g i n a
GT3 ESPAÇO E TURISM O
Wagner Araújo Oliveira (Autor) Discente da UFRN/CERES - Currais Novos – RN [email protected]
Rafaela Cláudia dos Santos (Co-autor) Discente da UFRN/CERES - Currais Novos – RN [email protected]
Marluce Silvino (orientadora) Docente da UFRN/CERES - Currais Novos - RN [email protected]
RESUM O
O presente estudo propõe-se a investigar o uso e a forma de planejamento utilizados no espaço Povoado Totoró –Currais Novos/RN. O local reúne um conjunto de atrativos turístico com relevância ecológica, histórica e cultural, a saber: Pico do Totoró; Açude do Totoró; Pedra do Sino; Lagoa do Santo e Pedra do Letreiro. Para atingir o objetivo do trabalho, foi realizado atividade in loco, na oportunidade foi efetuada entrevistas informais com os proprietários dos espaços onde os atrativos turísticos se inseri, como também a inventariação turística por meio de aplicação de formulário do MTur e captura de imagens. Com esta pesquisa foi possível identificar o potencial turístico do local, bem como o abandono do mesmo pelo Poder Público, e falta de planejamento encontrando como principal alternativa de gestão a proposta de Geoparque, podendo aproveitar o potencial do lugar.
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INTRODUÇÃO
A atividade turística é considerada uma grande consumidora dos espaços naturais, e esse consumo cada vez mais vai sendo intensificado. Nas últimas décadas se percebe a busca pela “fuga” dos grandes centros urbanos tentando esquadrinhar o descanso com o contato com os ambientes naturais durante seu tempo de lazer (RUSCHMANN, 2012). Isso se dá em virtude do cansaço e da correria das atividades realizadas nesse novo modelo de produção capitalista.
Com isso, o fluxo turístico em áreas naturais apresentou um acréscimo significativo, em uma proporção que despertou a preocupação com a utilização do espaço e com a conservação dos recursos naturais. Segundo Ruschmann (2012) o uso do planejamento nesses espaços se apresenta como fundamental para evitar danos aos meios visitados e manter a atratividade para as gerações futuras.
Diante dessa discussão, percebe-se o qual importante são os planejamentos territoriais e turísticos, pois estão intrinsicamente ligados ao desenvolvimento do turismo, na medida que, o turismo se apropria de um espaço a utilização dos planejamentos são necessárias, para que assim, a atividade possa ocorrer de forma adequada, a fim de maximizar os efeitos positivos, e minimizar os efeitos noviços desta.
Diante disso, o presente estudo propõe-se investigar o uso e a forma de planejamento utilizados no espaço Povoado Totoró –Currais Novos/RN, tendo como autores base para a realização do estudo os seguintes: Bueno; Cymballista (2007); Cardoso (2013); Ferreira (2010); Fontoura; Silveira (2008); Morandi; Gil (2001); Teles (2009) e Ruschmann (2010).
M ETODOLOGIA
Este estudo se caracteriza como pesquisa exploratória, pois de acordo com Severino (2007, p. 123) “a pesquisa exploratória busca levantar informações sobre um determinado objeto, delimitando assim um campo de trabalho, mapeando as condições de manifestação desse objeto”. Dessa forma, se procurou realizar um levantamento de informação acerca do povoado Totoró, este sendo o objeto do campo de estudo, foi enfatizando a questão do planejamento e gestão territorial, bem como o planejamento e gestão ambiental.
A pesquisa caracterizada como bibliográfica, pois de acordo com Gil (2009, p. 50) “e a pesquisa desenvolvida partir de material já elaborado, construído principalmente de livros e artigos científicos”, buscou-se pesquisa dos materiais bibliográficos que subsidiaram assuntos como Gestão ambiental, planejamento território, tendo como autores bases, Morandi (2001), BUENO (2007) Cardoso (2013), Ruschman (2012).
Esta pesquisa também se caracteriza como descritiva, que para Dencker (1998, p. 130) “são estudos bem estruturados e planejados que exigem um conhecimento aprofundado do problema estudado por parte do pesquisador”.
180 | P á g i n a Também foi feita pesquisa de campo, momento em que realizou-se o inventário dos atrativos em espaços naturais localizados no Povoado Totoró, por meio do formulário de inventariação do Ministério do Turismo (MTUR). Na oportunidade também foi feita a capturas de imagens.
Por fim, foram feitas entrevistas semiestruturadas com os gestores responsáveis pela área, guia local e os proprietários dos espaços privado.
RESULTADOS
Para um melhor entendimento do trabalho realizado faz-se necessária a discursão conceitual, inicialmente dois principais planejamentos serão explicados o primeiro o do planejamento territorial, pois aparece como fator importante para tentar organizar os territórios apropriados por diversas finalidades, principalmente para tornar o território mais acessível para todos os cidadãos. É responsabilidade do poder público, fazer estudos sobre o território e instaurar os planejamentos territoriais seja em âmbito municipal, estadual, dentre outros, enfim, para que se consiga proporcionar um bem estar para os que nele vivem. (BUENO; CYMBALLISTA, 2007)
O segundo é o planejamento turístico que é um conjunto de ações que consiste em ordenar o território e suas atividades antrópicas, atrelado com o desenvolvimento econômico equitativo para os atores envolvidos, a conservação dos recursos naturais e a valorização dos aspectos históricos culturais. Para tanto, Ruschmann (2012, p. 123) afirma “que para que o desenvolvimento do turismo ocorra de forma equilibrada é necessário estabelecer critérios para a utilização dos espaços”.
Diante disso, pode-se afirmar que com a ausência do planejamento turístico e territorial o desenvolvimento do turismo se torna limitado, havendo grandes chances do destino turístico entrar em declínio, gerando efeitos sociais e econômicos nocivos a comunidade receptora, além de gerar inúmeros impactos negativos ao meio ambiente. O uso do território para o turismo é expresso quando os seguintes elementos são expressos “a oferta, a demanda, o transporte, a infra-estrutura [sic], os serviços, a gestão de marketing”. Enfim, tudo que é inerente ao turismo (MORANDI; GIL 2001, p. 21).
Assim, se diz que determinado espaço tem um uso turístico quando os elementos necessários para surgimento da atividade estão sendo inseridos em um dado território. Morandi e Gil (2001) também chamam a atenção para a inserção do planejamento nesta parte, já que é necessário saber a oferta e demanda adequada, como o espaço deve ser utilizado, a ênfase no planejamento é fundamental para que a atividade desenvolvida venha atender as necessidades do ambiente.
Após a contribuição conceitual de alguns autores e a partir da realização da pesquisa no Povoado Totoró- Currais Novos-RN, foi possível identificar os atrativos turísticos presentes na localidade, sendo eles: Pico do Totoró; Açude do Totoró; Pedra do Sino; Lagoa do Santo e Pedra do Letreiro.
181 | P á g i n a O Pico do Totoró está situado no Distrito Totoró, que fica aproximadamente 10 km do Centro da cidade de Currais Novos, esta localizando-se no Estado do Rio Grande do Norte, tendo uma população de 42. 652 habitantes e apresentando como bioma o da caatinga (IBGE, 2010)
Como nos primórdios para chegar ao Povoado Totoró o principal acesso é uma estrada de chão batido. Foi neste povoado onde ocorreu o primeiro povoamento do município de Currais Novos, como extensão da economia da produção de cana de açúcar no Rio Grande do Norte, a pecuária se interiorizou no estado, contribuindo para surgimento de povoamentos, um deles foi o povoado Totoró, onde se originalizou a cidade de Currais Novos.
O primeiro povoador do local foi Cipriano Lopes Galvão, vindo em 1755 de Pernambuco para o Seridó, onde fixou-se junto com sua família no povoado, e manteve uma fazenda de criação de gados.
A partir disso, surgiram os primeiros currais dando origem ao desenvolvimento do município de Currais Novos (SOUZA, 2008). Devido a esses fatos históricos e econômicos a localidade é dotada de importância histórica e cultural para o município em questão.
O atrativo de maior destaque no lugar é o Pico do Totoró. Essa é uma formação rochosa, formato de pico, e a visita ao atrativo é por meio de uma trilha, ao longo do percurso existem mirantes que possibilitam contemplar a paisagem do local, como também é possível visualizar algumas cidades da região. Próximo ao Pico do Totoró diversos atrativos podem ser encontrados, um deles é o Açude Totoró, como pode ser observado na figura 1 a seguir:
Figura 1: Pico e Açude Totoró
Fonte: Wagner Araújo, 2014.
O Açude do Totoró localiza-se próximo ao Pico de mesmo nome, sendo um reservatório relativamente pequeno, porém para a comunidade tem significativa importância história e cultural por ser o principal reservatório que oferece água a comunidade loca. O Açude foi construído pela Inspetoria de Obras Contra as Secas, sendo iniciado em maio de 1933 (SOUZA, 2008). Na figura anterior, porém percebe-se
182 | P á g i n a que devido à estiagem boa parte do açude encontra-se sem água, desse modo, a comunidade está enfrentando um problema com a escassez de água.
Além disso, por reunir elementos importantes como por exemplo, a Pedra do Navio (popularmente denominada dessa maneira, pois no período de chuvas o volume de água aumenta, fazendo com que ela fique circundada pela água e isso aliado ao seu formato possibilita que seja feita alusão a um navio) e a Pedra do Caju que ao longo do tempo foi moldada (pela ação da chuva e do vento) de modo que, aparenta ser um caju contendo uma castanha sobre ele. Todos esses elementos juntos atribuem beleza de caráter exótico ao ambiente. A pedra do caju pode ser vista na figura 2 a seguir.
Figura 2: Pedra do caju
Fonte: Wagner Araújo, 2014
O Açude do Totoró juntamente com a Pedra do Caju e a Pedra do Navio são de fácil acesso, contudo não contam com infraestrutura necessária para a visitação de pessoas com dificuldade de locomoção. A visitação turística pode ocorrer ao longo de todo o ano, porém há restrições, nos meses chuvosos, pois provoca o aumento do nível da água no açude, impossibilitando a visitação aos atrativos locais.
A Pedra do Sino, Lagoa do Santo (figura 3) e a Pedra do Letreiro são outros atrativos do local sendo estes distantes 12 km da cidade de Currais Novos e compõem o atrativo Pico do Totoró, da proposta do Geoparque Seridó.
183 | P á g i n a Figura 3: Visita pedagógica na Lagoa do Santo
Fonte: Wagner Araújo, 2014.
Na Lagoa do Santo, cavaram uma profunda cacimba, e encontraram uma imagem de São Sebastião, por ter sido encontrado um único santo surgiu à denominação do lugar, no qual a imagem está exposta até os dias de hoje. No local também foram encontrados inúmeros fósseis de mamíferos gigantes e da megafauna (SOUZA, 2008).
Os moradores contam que a Pedra do Sino, foi bastante utilizada na época dos índios usando-a como uma forma de comunicação, pois ao bater na pedra ela emitia diferentes sons, cada um tinha um significado diferente.
A Pedra do Letreiro é uma rocha onde existe arte rupestre, representada por pinturas. O local também foi utilizado como abrigo para os homens da época da pré- história.
O acesso aos atrativos se dar por meio de uma trilha, esta não contando com sinalização turística. O local está situado em uma propriedade particular, e para receber visitação é necessário o acompanhamento de um guia, ou dos proprietários locais também é exigida a autorização prévia deste, e pagamento de uma taxa simbólica para ter acesso aos atrativos.
A visitação turística acontece ao longo do ano, porém os meses que recebe menor fluxo são Julho e Dezembro, a duração da visita a esses atrativos é em média de 1h.
O segmento mais desenvolvido na região é o turismo pedagógico, com estudantes do município e cidades vizinhas, sendo que recebe em média 500 visitantes no decorrer do ano.
Algumas dificuldades são encontradas no local, principalmente no que tange ao desenvolvimento do turismo, referisse as ausências, do poder público, de planejamento na área, e de ações em prol do desenvolvimento do turismo, nem mesmo é realiza ações básicas em beneficio da comunidade que habita o local.
184 | P á g i n a Foi relatado pela senhora Mônica, uma das proprietárias locais, que a dificuldade em abastecimento de água é constante, a prefeitura não fornece pipas de água, falou que já procurou várias vezes o poder público para realizar melhorias na área, porém a resposta é sempre não. Com relação à limpeza da área é feita apenas pelos proprietários locais.
A inexistência de ações do poder público corroboram para a má conservação dos atrativos do Povoado Totoró, a proprietária da área onde integra boa parte dos atrativos turísticos do Povoado, como Pedra do Sino, Pedra do Letreiro e Lagoa do Santo, ajuda na visitação guiada, com a presença ou não de um guia, porém a Sr(a) Mônica, não tem nenhum curso de condutora e nenhum treinamento que possa auxiliar nas informações descritas aos visitante e/ou turistas, desse modo, também não sabe como manter de fato os atrativos conservados, pois justamente não recebe apoio nenhum de formações provenientes do poder público.
O acesso para chegar aos atrativos é ruim, existindo pouca e alguns locais nenhuma sinalização. É perceptível a falta de infraestrutura no local, tanto a própria estrutura básica quanto a turística, não existem banheiros, nem locais adequados para fazer uma refeição ou mesmo comprar água. A potencialidade turística do local é inegável, porém a falta de planejamento e investimentos em marketing são notáveis.
Um fato que ocorreu este ano, 2014, no Povoado Totoró, foi uma escavação de aprofundamento da Lagoa do Santo, a qual, como já citado, apresenta fósseis de megafauna de relevante interesse paleontológico, além de vestígios arqueológicos. A escavação foi feita pela própria prefeitura, a qual mostra não se importar nenhum pouco com esse valor histórico do local, contribuindo para a depredação da área que é tão importante para a história do Município e da Região do Seridó.
Com relação ao controle de visitação que deveria ser realizado na área não é feito, e como a própria Sr.(a) Mônica relatou, pode ser realizada a visitação com a quantidade de pessoas que chegar, pois não existe um estudo de capacidade de carga para identificar realmente quantas visitações o locais consegue suportar para se manter conservado.
É perceptível o não planejamento da Secretaria de Meio Ambiente a respeito desta área, pois a única forma de minimização de impacto praticada na área é uma ferramenta que os guias utilizam para mostrar o som da Pedra do Sino, impedindo