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Hastaların sadece 1/3‟ünün ilaçlarla ilgili eğitim aldığı ve 74.4‟ünün doktordan eğitim aldığı görülmüştür

SONUÇLAR VE ÖNERĠLER

12. Hastaların sadece 1/3‟ünün ilaçlarla ilgili eğitim aldığı ve 74.4‟ünün doktordan eğitim aldığı görülmüştür

Os modelos foram preparados utilizando-se areia Ottawa F-75, comercializada pela U.S. Silica Company, EUA. O material é uma areia fina quartzosa, classificada como SP de acordo com o Sistema Unificado de Classificação de Solos. A areia possui tamanho médio das partículas (D50) de 0,22 mm, coeficiente de não-uniformidade de

1,28 e coeficiente de curvatura de 1,03. A distribuição granulométrica é mostrada na Figura 3.5. O peso específico dos sólidos é igual a 26,5 kN/m3 e os índices de vazio máximo e mínimo, iguais a 0,805 e 0,486, respectivamente. Os pesos específico mínimo e máximo do material correspondentes às densidades relativas utilizadas

para construir os modelos, 42 e 85 %, eram iguais a 15,86 e 17,28 kN/m3,

respectivamente.

Parâmetros de resistência e variação volumétrica da areia, compilados de diferentes fontes, são apresentados na Tabela 3.3, a qual inclui resultados de ensaios de compressão triaxial e de deformação plana. O ângulo de atrito de pico (φ’p) foi

calculado a partir da máxima razão de tensões principais da curva (σ’1/σ’3) versus

deformação axial (ε1) e o ângulo de atrito crítico (φcr), usando a média de três pontos

na parte final da curva. Valores de φcr não foram obtidos para os ensaios em

deformação plana porque suas curvas não apresentaram estabilização no pós-pico. O ângulo de dilatação (ψ) foi obtido a partir da máxima razão [–dεv/dε1] da curva de

variação de volume (εv) versus deformação axial. O módulo de deformabilidade

apresentado é o módulo secante correspondente a 50% do valor da máxima tensão

desviadora (E50). Os dados de Masad (1996) e Batiste (1998) mostram que o

confinamento não exerce efeito significativo sobre o comportamento volumétrico e de resistência ao cisalhamento da areia para uma faixa entre 11 e 350 kPa. Entretanto, para uma tensão confinante de 1,3 kPa, φ’p e [-dεv/dε1]max aumentam

consideravelmente. 0 20 40 60 80 100 0,01 0,1 1 % qu e passa

Tamanho dos grãos (mm)

Figura 3.5. Curva granulométrica da areia utilizada (Ottawa F-75).

No estado plano o ângulo de atrito da areia sofre aumento em comparação com o ângulo obtido em ensaios triaxiais convencionais por causa da influência da tensão efetiva intermediária (σ’2) (Ladd et al. 1977). Em ensaios realizados em

condições semelhantes, comparando-se valores do ângulo de atrito triaxial (φ’tc) com

o obtido em estado plano (φ’ps), a seguinte relação é obtida para a areia ensaiada:

φ’ps = 1,16 φ’tc (3.1)

Tabela 3.3. Parâmetros da areia Ottawa F-75 Série Refe- rência Tipo de teste Dr (%) σ’3 (kPa) φ’p (0) φcr (0) ψmax (0) [-dεv/dε1]max E50 (MPa) 90 350 41,7 34,0 17,2 0,84 64,2 1 90 300 40,6 33,3 18,2 0,91 46,7 90 250 41,8 34,3 18,4 0,92 39,7 Masad et al. (1996) Triaxial 90 150 40,0 33,5 17,0 0,83 35,9 87 68,9 42,4 35,5 15,4 0,73 35,6 2 Triaxial 87 34,5 44,8 37,0 15,4 0,73 20,6 88 11,2 44,6 37,9 15,2 0,71 13,0 Batiste (1998) 84 1,3 48,0 34,3 24,6 1,43 3,7 86 100 48,3 … 17,8 0,88 40,3 3 44 100 39,9 … 9,4 0,39 27,5 97 15 49,8 … 18,5 0,93 7,7 Shibli (1995) Defor- mação plana 55 15 42,1 ... 8,5 0,34 8,7 3.4. PROCEDIMENTOS DE ENSAIO

3.4.1. Construção dos Modelos

O fundo falso, juntamente com o prisma e o eletroímã já ligado, era posicionado dentro da caixa de testes e todas as frestas eram seladas com fita adesiva para impedir a saída de areia. As frestas em torno do prisma recebiam uma fina camada de graxa de alto vácuo para evitar a migração de grãos de areia e o conseqüente travamento do sistema de alçapão durante o ensaio.

Dentre as técnicas comumente utilizadas na preparação de amostras, como compactação, vibração e chuva-de-areia, esta última possui a vantagem sobre as

demais de gerar amostras mais homogêneas (Miura e Toki 1982), uma vez que permite um controle preciso da porosidade desejada. Outrossim, o método permite ainda a obtenção de amostras com estruturas mais semelhantes às de depósitos naturais formados por sedimentação. Por estas razões, a técnica de chuva-de-areia foi adotada para a construção dos modelos. A técnica é descrita em maior detalhe no Capítulo 4.

O preenchimento da caixa de testes foi realizado seguindo-se os procedimentos adotados por Batiste (1998). Para se atingir Dr = 85%, a areia era

pluviada através de um funil com abertura de 10 mm e um conjunto seis peneiras (duas no 4 e quatro no 10) com malhas rotacionadas a 450 uma das outras. O conjunto era suportado por um pórtico de madeira, como esquematiza a Figura 3.6. A densidade de 42% era atingida vertendo-se a areia de uma altura de 330 mm através de um funil com 19 mm de diâmetro e uma malha com 6,4 mm de abertura, posicionada a 25 mm de sua extremidade.

Figura 3.6. Aparato para pluviação da areia Ottawa para obter Dr = 85%. Dimensões

em mm.

De modo a permitir o cálculo das deformações na massa de solo, 12 linhas de areia (10 no caso de modelos com tubo) contendo marcadores coloridos eram dispostas junto à face de acrílico da caixa em intervalos verticais de 12,7 mm (ver Figura 3.10a). Compostos pela mesma areia utilizada nos ensaios, os marcadores

possuíam formato trapezoidal e cor preta ou verde. Dentre diversas tonalidade testadas, estas apresentaram melhor contraste com a cor da areia na câmera monocromática da centrífuga. A distância horizontal dos marcos, de centro a centro, era de 9,5 mm.

Previamente à colocação das linhas coloridas, a área da superfície do maciço próxima à parede transparente era devidamente nivelada por intermédio de um tubo de alumínio ligado a um sistema de vácuo e uma régua (Ueno 1998). O excesso de areia colorida era sugado de modo a conferir às linhas uma espessura constante de aproximadamente 3 mm. Doze camadas de areia preta, sem marcos de referência, permitiam a visualização das localizações de deformação no plano xy (transversal). As camadas foram dispostas continuamente às linhas coloridas da face de acrílico, preenchendo uma área de aproximadamente 120 x 120 mm sobre a região do alçapão (Figura 3.7). A superfície do modelo era nivelada através de uma placa rígida com formato para conferir uma altura uniforme de 159 mm.

Figura 3.7. Modelo em fase de construção.

A montagem era encerrada com o posicionamento de um LVDT na superfície do maciço. O equipamento era de fabricação da Schaevitz Sensors, modelo DC-

EC500, com curso de 25,4 mm e resolução de 0,01 mm. O aparelho era posicionado transversalmente na metade do comprimento da caixa (seção S1) através de uma trava parafusada à mesma (ver Figuras 3.4 e 3.8). O centro da haste distava 9 mm da face de acrílico e sua ponta repousava sobre uma placa metálica quadrada com 15 mm de lado, posicionada na superfície da areia. O sinal gerado era transmitido através dos slip rings para um sistema de aquisição externo à centrífuga. Alguns ensaios contaram com um segundo LVDT também na seção S1, porém com a haste distando 43 mm da face.

Os tubos utilizados em alguns dos modelos eram de alumínio, com diâmetro externo de 25,4 mm, comprimento de 400 mm e espessura da parede (t) de 0,127 ou 0,7 mm. Estas espessuras foram selecionadas para representar tubos flexíveis (F) e rígidos (R), respectivamente. A meia-seção era disposta contra a parede de acrílico sobre uma base de areia com 9,5 mm de altura, previamente nivelada. Os mesmos procedimentos para preenchimento da caixa com a areia e colocação dos marcos foram seguidos. Para evitar reflexos na fotografia os tubos receberam uma fina camada de tinta branca fosca, sobre a qual foram pintadas listras pretas transversais e longitudinais para facilitar o acompanhamento das deflexões. Figura 3.8a exibe um esquema da configuração dos modelos construídos. As extremidades do meio-tubo não apresentaram rotação após o teste, apesar de nenhum artifício ter sido utilizado para impedi-la.

3.4.2. Execução dos Ensaios

Nos ensaios em centrífuga a aceleração era aumentada até 45 g em incrementos de 10 g e um incremento final de 5 g. Após a aplicação de cada incremento, a aceleração era mantida constante por 3 min para garantir a estabilização. O controle do tempo era efetuado através de um cronômetro disparado quando o aumento da aceleração era iniciado. Uma imagem do modelo no interior da centrífuga era capturada após cada incremento. As leituras do LVDT eram gravadas em intervalos de 1 segundo, desde o início da aplicação da rotação da centrífuga. Atingido a aceleração final de 45 g, a alimentação do eletroímã era cortada, causando a queda

do prisma. Imagens do modelo após a translação do prisma eram então obtidas. A duração total dos testes era de aproximadamente 40 min.

Figura 3.8. a) Esquema da configuração dos modelos; b) vista em planta do modelo mostrando a posição das seções transversais. Dimensões em mm.

Nos ensaios realizados a 1 g uma ou mais imagens do modelo eram obtidas antes e após o deslocamento do prisma com uma câmera fotográfica digital acoplada a um tripé devidamente posicionado defronte à face de acrílico da caixa de ensaios. As leituras do LVDT eram registradas da mesma forma que nos ensaios a 45 g.

Ao término dos testes a areia era umedecida a partir da superfície até saturar por completo e, em seguida, os modelos eram dissecados a fim de serem obtidos os padrões transversais das localizações de deformação (plano x-z). Os deslocamentos

das camadas de areia colorida eram obtidos nesta direção em quatro seções verticais distintas. Como ilustra a Figura 3.8b, as três primeiras seções eram localizadas no centro do comprimento do prisma (seção S1), na metade da distância entre o centro e o vértice (seção S2) e no vértice do prisma (seção S3). A quarta seção (S4) era escavada na massa de solo externa, a 10 mm de distância da borda do alçapão. O umedecimento era realizado cautelosamente e de forma uniforme para não criar crateras, prejudicando assim a integridade do modelo. A escavação do maciço era realizada com extremo cuidado, de modo a causar a menor perturbação possível na massa intacta. A seção escavada era moldada para se aproximar ao máximo de um plano vertical. Depois de escavada, uma imagem fotográfica da seção era obtida e armazenada para análise posterior. A Figura 3.9 mostra um dos modelos (sem tubo) após ser dissecado.