DĠĞER SORUMLULUK ĠLKELERĠNDEN AYRILMASI
2. Haksız Fiil Sorumluluğu ve Güven Sorumluluğu
As remoções de oocistos de Cryptosporidium realizados foi geralmente inferior a 2,0 log alor preconizado pela USEPA). Esses resultados podem estar relacionados com o tipo de
confirmam que a remoção de protozoários
ada livre de oocistos de Cryptosporidium, nessas condições
sse fato pode ser um
, coliformes totais e oocistos de (v
meio filtrante utilizado e com o diâmetro efetivo de 1,00, superior aos meios granulares utilizados em países chamados de desenvolvidos, além dos mecanismos de coagulação utilizados. Entretanto, é importante observar que a remoção de 2,0 log preconizada pela USEPA, não necessariamente se aplica ao Brasil. Sendo assim, é necessário realizar monitoramento dos mananciais superficiais e adotar um risco aceitável de infecção, para só então, determinar valores de remoção a serem perseguidos.
Os resultados obtidos ao longo desse estudo
patogênicos está relacionada com as condições de coagulação empregada. Em situações de subdosagem de coagulação, que na pratíca pode causar falhas no processo de coagulação, como nos experimentos 4 e 8, houve tendência à diminuição da remoção de oocistos de Cryptospiridium e de outros parâmetros de qualidade da água, dando uma indicação de que a operação do filtro descendente ficou severamente comprometida nessas circunstâncias.
Embora em todos os experimentos de filtração realizados com dosagem “ótima” de coagulante, com super–dosagem de sulfato de alumínio e com taxa de filtração reduzida, os valores de turbidez no efluente do filtro tenham sido inferiores a 0,5 UT, não foi possível garantir água trat
testadas. Entretanto, é importante enfatizar que foram inoculadas concentrações elevadas desses microorganismos, em torno de 102 a 103 oocistos/L, em toda a água afluente utilizada nos experimentos de filtração direta descendente, o que não representa
ente a realidade dos mananciais brasileiros. Contudo, e necessariam
indicativo de que há a necessidade de realizar pesquisas aprofundadas a respeito do risco de se obter efluente tratado por filtração direta descendente contaminado por oocistos de Cryptosporidium, mesmo que se tenha atingido valores de turbidez preconizados pela Portaria MS 518/2004 do Ministério da Saúde.
Apesar da turbidez efluente se manter geralmente inferior a 0,3 UT (preconizado pela USEPA, 1998), os resultados experimentais indicam que as remoções dos parâmetros microbiológicos de qualidade da água, E. coli
Cryptosporidium, são comprometidas nos primeiros momentos de operação do filtro rápido descendente (período de amadurecimento), quando comparadas com períodos de operação
a afluente. Embora se tenha inoculado aproximadamente a
e indicação de diferenças elevadas entres as remoções de oocistos de
o do meio
m “ótima” de coagulante. Entretanto, ao se
, dando um indicativo do que a coagulação melhorada por ser favorável à remoção desses microorganismos.
Em função dos resultados obtidos nesse trabalho, verifica-se a necessidade de prosseguir com os estudos referentes à utilização de filtração direta descendente para remoção de oocistos de Criptosporidium e dessa forma, sugere-se:
(1) Investigar a utilização de meio filtrante de dupla camada de antracito e areia, em situações similares às realizadas nesse trabalho com o objetivo de observar possíveis alterações nas remoções dos oocistos de Cryptosporidium.
(2) Investigar a utilização de meio filtrante mais fino e reproduzir as situações estudadas nesse trabalho, para que se possa observar a influência do diâmetro do meio filtrante na remoção de oocistos de Cryptosporidium.
(3) Estudar a influência de taxas de filtração mais elevadas na remoção de oocistos de Cryptosporidium.
regular do mesmo, sugerindo maior risco de traspasse na água produzida nesse período.
O estudo indica que as remoções de oocistos de Cryptosporidium podem estar relacionadas com as características da águ
mesma concentração de oocistos de Cryptosporidium em toda a água utilizada nos experimentos, houv
Cryptosprodium quando se trabalha com águas distintas, em condições “ótimas” de coagulação, indicando, que a qualidade da água afluente influencia a ocupaçã
filtrante e provavelmente influencia os mecanismos de coagulação utilizados e o tamanho dos flocos gerados.
Ao trabalhar com experimentos de filtração direta descendente com taxa reduzida de filtração (105 m3/m2dia), não há indicativo de variações significativas nas remoções dos oocistos de Cryptosporidium quando se compara com experimentos onde foi empregado taxa de filtração de 210 m3/m2dia e dosage
trabalhar com experimentos com super-dosagem de coagulante, houve tendência de remoções de oocistos de Cryptosporidium um pouco mais elevadas que as remoções alcançadas com a utilização de dosagem “ótima” de sulfato de alumínio
(4) Investigar a utilização de outros tipos de coagulante nos estudos de filtração direta escendente, como o policloreto de alumínio e o cloreto férrico.
na rem
(6) Avaliar a influência da pré-floculação associada à filtração direta na remoção de
(7) E de
(8) A ação direta estudada, para
(9) R direto
defin ado para esse efluente.
para rganismos na natureza e avaliar
perse
preci cção
d
(5) Investigar a influência de distintos mecanismos de coagulação e do tamanho dos flocos oção de oocistos de Cryptosporidium.
oocistos de Cryptosporidium.
studar o comportamento das últimas horas de filtração na remoção de oocistos Cryptosporidium.
umentar o número de repetições para cada situação de filtr
que seja possível inferir com maior segurança a respeito dos resultados obtidos.
ealizar análises de detecção de Cryptosporidium em água de lavagem dos filtros s descendentes, com o objetivo de verificar a concentração desses microorganismos e ir qual o destino mais apropriado a ser d
(10) Realizar estudos referentes à presença de oocistos de Cryptosporidium em mananciais que se possa observar a concentração desses microo
possíveis riscos de infecção inerentes às concentrações da água bruta, com o objetivo de guir valores apropriados de remoções.
(11) Realizar estudos mais detalhados de modo que seja possível assegurar indicadores sos e confiáveis de oocistos de Cryptosporidium, porque os métodos de dete desses microorganismos são difíceis, consomem tempo e têm custo elevado.